Categoria: Retail

  • Vai e vem de produtos: como gerir a expedição de mercadorias?

    Vai e vem de produtos: como gerir a expedição de mercadorias?

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    Ter controle total de todo o recebimento e expedição de mercadorias do seu estabelecimento é um grande desafio. Afinal, esses processos estão inclusos dentro de uma ampla cadeia de suprimentos (supply chain) e da integração logística entre fornecedor, comprador e cliente final.

    A expedição de produtos no mercado food service precisa ser estratégica, otimizada, ágil e eficaz. Entretanto, muitos gestores não sabem o que fazer para atender todas as demandas e como administrar tantos produtos.

    Os processos de negócio na cadeia de suprimentos envolvem atividades internas que precisam ser vinculadas e gerenciadas pela empresa. Ou seja, para haver uma boa gestão das mercadorias é necessário investir no processo de logística de armazenagem, o que facilita todo o processo da etapa de produção.

    Neste blog, você vai entender porque o envio de mercadorias tem impacto direto na sua margem de lucro e porque você deve dar tanta atenção a esse processo. Acompanhe!

    Como melhorar a tomada de decisões da sua cadeia de suprimentos?

    Imagine uma empresa que sempre fica à frente das mudanças do mercado, antecipa os desejos dos clientes e faz previsões com mais rapidez e precisão do que os concorrentes.

    Esse negócio sabe o que está ocorrendo, porque está acontecendo e prescreve as melhores decisões a serem tomadas.

    Estar à frente significa gerenciar todo o processo da empresa, muitas vezes conflitantes. Para ser capaz de assumir este papel, o gestor deve ampliar seu entendimento de todas as funções do negócio.

    Pesquisa realizada pela Gartner (2019) elencou três fatores que motivarão os empresários a investir na cadeia de suprimentos nos próximos três anos.

    cadeia de suprimentos

    Isso porque investir nas melhores e mais recentes tendências tecnológicas melhora a tomada de decisões da sua cadeia de suprimentos que impacta diretamente no seu consumidor.

    Modelos de negócio

    O valor de faturamento do setor food service vem aumentando significativamente nos últimos anos.

    E para garantir um gerenciamento da cadeia de suprimentos e desenvolver um bom planejamento estratégico que minimize custos é necessário que você identifique em qual contexto o seu negócio está inserido:

    modelos de sucesso para redes e franquias

    Criar um fluxo para o próprio negócio não é uma tarefa simples, mas não é impossível. Até porque existem tantas empresas que funcionam tão bem!

    Planejar é preciso. Assim como tomar uma decisão, precisa e em tempo real.

    Invista em planejamento logístico empresarial

    Os gestores da cadeia de suprimentos enfrentam inúmeros desafios todos os dias. Eles são constantemente solicitados a executar uma operação de supply chain mais eficiente, ágil e de menor custo.

    Com isso, muitos insistem em analisar os processos por partes, o que dificulta todo funcionamento da cadeia de suprimentos.

    O planejamento de logística empresarial é o primeiro passo na gestão de supply chain, pois é no estágio inicial que a empresa deve considerar as lacunas nos segmentos da cadeia facilitando, portanto, a identificação dos processos de maneira ordenada.

    Por isso, o processo de gestão e análise conduzidos por dados em todas as etapas da supply chain — desde as compras, suprimentos, estoque, contas a pagar e receber até a expedição (entrada e saída de materiais) — ajudam a simplificar e resolver complexidades inerentes à cadeia de suprimento da empresa.

    Parceria de Teknisa e Rede Giraffas

    Planejar é essencial para a eficiência na gestão logística!

    O produto chegou!

    Em tese, o recebimento de produtos é um dos processos mais simples da cadeia de suprimentos. Mas na prática não é assim que funciona.

    Muitas empresas se confundem no cadastro das mercadorias recebidas, não fazem a conferência e também não contam com equipes preparadas para desenvolverem as demandas.

    Tais questões têm a preocupação de delimitar o nível de serviço a ser repassado ao cliente. Um bom controle de estoque e armazenagem, por exemplo, melhoram a disponibilidade do serviço ao consumidor.

    Esse processo tem um grande impacto (positivo ou negativo) na expedição. Caso não seja feito de forma adequada pode ocorrer:

    • Perda de venda por quebra de estoque;
    • Entregas incompletas;
    • Diferenças tributárias na folha da empresa.

    Se for feito da maneira correta, é possível planejar compras futuras, administrar a capacidade do seu estoque e evitar desvios de materiais. Isso maximiza o lucro sobre o capital investido.

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    Eficiência na área de armazenagem

    Depois de conferir tudo o que foi recebido, é hora de armazenar o produto! Sua empresa está preparada? Você tem as condições adequadas? Sabe como cuidar de cada material?

    A função armazenagem compreende as atividades de guardar, localizar, manusear, proteger e preservar os materiais com o objetivo de atender às necessidades operacionais.

    Assim, as condições de armazenamento das matérias-primas recebidas precisam ser específicas para cada tipo de produto.

    Alguns alimentos possuem melhor durabilidade em ambientes muito frios e outros adequam-se melhor à temperatura ambiente.

    Por isso, é importante você conhecer as propriedades de cada um ou ter um profissional especializado que entenda como os alimentos devem ser armazenados.

    Uma gestão eficaz é fruto de um bom armazenamento e uma boa expedição. Por isso, não abra mão de proporcionar as melhores condições para guardar cada insumo.

    Isso facilita a organização do seu estoque!

    A gestão de estoque pode representar a diferença entre o lucro e o prejuízo do seu negócio

    Entenda a importância da gestão do estoque

    Assim como em nossa casa, armazenar os alimentos em ambientes indevidos pode gerar uma perda das propriedades nutritivas e, em alguns casos, eles podem estragar. O que gera desperdício e grande prejuízo ao seu negócio!

    Vale destacar que erros no processo de armazenagem podem acarretar em elevados custos ao negócio e aos clientes.

    Expedição de mercadorias no supply chain

    Já pensou, por exemplo, que na hora de produzir um prato pode faltar material? Seria um grande transtorno, não é mesmo?

    Você teria que parar a produção e atrasar o pedido, o que geraria danos negativos à empresa causando prejuízo em toda cadeia de suprimento.

    Por isso é tão fundamental gerir bem a expedição de materiais para controle de estoque e informações gerais.

    Mantenha seu estoque sempre bem organizado!

    O contrário também pode ocorrer. Imagine uma empresa que decide investir em altos estoques, mas não possui uma boa gestão. O risco de perder mercadoria também é alto, além de implicar em investimentos adicionais, como espaço, armazenagem e custo de manutenção, reduzindo a rentabilidade do negócio.

    Dessa forma, a aplicação de recursos para implementação do sistema de armazenagem traz para a empresa um diferencial nas atividades logísticas, facilitando o planejamento sem implicar em gastos desnecessários.

    Afinal, esses processos impactam diretamente na qualidade do produto final que chega ao cliente, certo?

    Portanto, é necessária uma combinação de técnicas de otimização com as melhores práticas de negócios e sistemas de gestão para desenvolver e implementar uma solução viável para a gestão do estoque.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/s3nZvU8pDlI”]

    Cumpra com suas obrigações fiscais

    A logística está desempenhando um papel cada vez mais importante na criação de valor, na melhoria da receita e no controle de despesas.

    As obrigações fiscais, também chamadas de tributárias, referem-se às questões relacionadas ao pagamento de impostos. O que torna a burocracia de entrada e saída de notas fiscais uma parte muito importante da cadeia de suprimentos.

    Por isso, você deve ficar atento a cumprir com a legislação fiscal. Ela deve ser feita de forma automatizada, a fim de reduzir a quantidade de papéis usados e o trabalho manual (que pode tomar muito tempo de um profissional), contando com um banco de dados fiel ao que está sendo feito na prática.

    Para isso, basta contar com ERP Teknisa para a gestão dos seus documentos fiscais:

    • Geração de movimentos de estoque, financeiros, fiscais e contábeis;
    • Importação de arquivos XML recebido dos fornecedores;
    • Manifestação do destinatário – sincronização com a SEFAZ;
    • Gestão de múltiplos tipos de operação;
    • Consistências fiscais na entrada de documentos;
    • Gestão e follow-up das compras através do cruzamento com as Autorizações de Fornecimento;
    • Simplificação nos processos da empresa;
    • Qualificação dos fornecedores através das ocorrências;
    • Geração dos dados fiscais automaticamente de acordo com as regras.

    Tudo isso traz benefícios como aumento da produtividade e ajuda na organização dos armazéns, principalmente em inventários no qual as empresas, geralmente, têm grande dificuldade.

    Cabe ressaltar também que, em tempos de concorrência crescente, a otimização dos processos de operação tornam-se, para muitas empresas, um fator para a sobrevivência.

    Podendo destacar a identificação de situações relacionadas ao risco ao atingimento de meta, sobretudo quanto à ruptura de estoque e controle de inventários até os desvios internos que podem ocorrer.

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    Resultado do trabalho em equipe na cadeia de suprimentos

    Para obter grandes resultados na cadeia de suprimentos é preciso ter os processos de recebimento, armazenamento e expedição andando nos trilhos. Utilize as ferramentas certas como sistemas de gestão e procedimentos que irão trazer bons resultados, sempre visando a redução de custos e a competitividade no mercado.

    Estabelecer uma conexão entre logística e tecnologias da informação interfere diretamente no crescimento da sua empresa. A integração e colaboração entre setores aumenta e facilita a capacidade de alimentação de informações na cadeia logística.

    Resultado que vale a pena

    Controlar a expedição de mercadorias é uma tarefa árdua, mas quando realizada da maneira correta gera resultados a curto prazo e traz benefício ao envolvidos em todas as etapas, da separação à entrega do produto.

    O desafio do gestor está em administrar toda a cadeia de suprimentos visando atender às demandas estabelecidas, eliminando desperdício por meio de um gerenciamento integrado, além de reduzir custos e aumentar ganhos na qualidade dos processos.

    A abrangência do sistema ERP objetiva eliminar a redundância de operações e a burocracia. Por isso, automatizar os processos permite o gerenciamento das atividades da empresa de forma integrada, elevando a segurança no processo de tomada de decisões.

    Aplicada com eficiência a gestão de estoque e armazenagem de produtos possibilita a redução de custos totais do seu negócio, auxiliando na redução de desperdício e controle de validade das mercadorias.

    movimentação e a armazenagem de materiais

    O uso de sistemas ERP possibilitam um fluxo de informação mais eficiente, encurtando os tempos para planejamento e tomadas de decisões.

    Com essa tecnologia você terá mais capacidade analítica da sua empresa, o que vai aumentar a capacidade em customizar soluções e melhorar os processos de expedição, tornando sua operação mais segura.

    Conclusão

    Na gestão de cada negócio o objetivo sempre será minimizar os custos totais de logística, incluindo custos de transporte de estoque, custos de tempo na armazenagem, expedição e perda de custos de vendas.

    Por isso é necessário a implementação de um sistema de gestão no supply chain, pois facilita a automatização das rotinas tanto na cadeia de fornecedores quanto na de clientes, além de dar mais agilidade na obtenção de informações e também maior confiabilidade de dados.

    Afinal, uma boa gestão na cadeia de suprimento exige um processo eficiente, inovador e responsivo, não é mesmo?

    O ERP para restaurantes Odhen by Teknisa gerencia todas as operações e funções administrativas da empresa em um sistema integrado, gerenciando o fluxo de informações em todo processo de expedição e armazenagem.

    Não esqueça de dar a sua opinião. Até a próxima! 🙂

  • Como gerir compras e suprimentos no mercado Food Service?

    Como gerir compras e suprimentos no mercado Food Service?

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    Gerir compras e suprimentos envolve boas aquisições e negociações, e é uma das áreas mais estratégicas do negócio as quais impactam positivamente no nível de satisfação do consumidor final. Por isso, esse processo é imprescindível para obter mais lucro e maior vantagem competitiva sobre os concorrentes no mercado food service.

    Diante de tantos desafios, é comum que o gestor passe por algumas dificuldades para identificar falhas e tornar os processos cada vez mais eficientes. Afinal, a logística de uma empresa não se resume apenas à interação entre fornecedor e comprador. Ela está em todos os processos da cadeia de suprimentos.

    Agora que você já conhece boa parte dos processos, vamos mergulhar a fundo na gestão de compras e suprimentos, além de mapear possíveis erros que acontecem ou que podem ser evitados em seu negócio.

    Compras x Suprimentos

    É comum que os termos “compras” e “suprimentos” sejam usados como sinônimos, uma vez que os métodos de compras estão inseridos nos processos que abrangem os suprimentos. Entretanto, essa é uma aplicação errônea.

    Os suprimentos tratam de atividades de aquisição, negociação e seleção estratégica de bens e serviços que sejam críticos à determinada organização. No caso das compras, o processo é feito de forma sistemática relacionando os bens e serviços que são adquiridos.

    aquisição de bens e serviços

    E quais os impactos da boa gestão de supply chain?

    Se você apenas revende o produto, também é ou será afetado pelos processos da gestão de suprimentos. Por isso, é necessário conhecer quais são os aspectos da produção, prazo de entrega, sazonalidade, modelo de trabalho do fornecedor e até mesmo como funciona a logística.

    Os suprimentos incluem funções-chave para diversos negócios e sua função é indispensável para definir , manter e otimizar a estratégia de um negócio, seja na identidade da organização, no posicionamento do mercado, na aptidão organizacional ou nos desafios de gerenciamento. Por esse motivo é tão importante entender e realizar de forma mais assertiva a gestão de supply chain.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/vbLsiEBb7Qo”]

    Comprei! E agora? Saiba gerenciar sua cadeia de suprimentos

    Uma expressão que faz parte dos negócios inseridos no mercado food service é: mercadoria parada gera prejuízo.
    Essa frase refere-se a uma realidade comum em qualquer tipo de negócio. Por isso, saiba como dosar a margem de segurança de seu estoque com a capacidade produtiva do estabelecimento.

    Os desafios da gestão logística podem ser vencidos com soluções para compras e suprimentos, que devem estar no gerenciamento da cadeia e as suas etapas:

        1. Tudo começa na compra de matéria-prima e o fim da etapa é a entrega para o consumidor final. Já que todo o processo tem que estar integrado do início ao fim, toda a equipe também tem que funcionar como mais uma engrenagem, como peça fundamental para o sucesso da operação. Além disso, a contabilidade deve estar envolvida, assim, é garantida a segurança financeira e que os clientes sejam atendidos em tempo hábil já que a produção estará a todo vapor;
        2. Se as frotas estiverem integradas ao departamento de Estoque e de Compras, é possível determinar o que deve ser adquirido com mais precisão. Além do controle dos produtos que foram entregues, os que estão encalhados, os que estão em trânsito etc.;
        3. Monitorar resultados traz insights capazes de tornar o negócio estratégico, por meio de sistemas de BI — Business Intelligence — que monitoram KPIs. E os principais índices podem ser analisados tais como: eficiência das aquisições, a qualidade dos fornecedores, atrasos nas entregas e recebimentos, a performance das frotas etc.
        4. Após definir as métricas ideais para sua empresa, os resultados da cadeia logística devem ser acompanhados para que diversos índices sejam mensurados, como a eficiência da frota ou os impactos dos atrasos nas entregas dos fornecedores. Os principais gargalos podem ser percebidos com mais facilidade, e medidas corretivas poder ser tomadas prevendo a redução de custos e o bom atendimento aos clientes;
        5. A tendência é que clientes se tornem cada vez mais exigentes. A partir desta pressão, é preciso oferecer a eles boas experiências referentes aos prazos de entrega, por exemplo. O gestores da cadeia de compras e suprimentos tem que contar com uma equipe bem treinada e integrada;

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      1. Qualificar os fornecedores faz parte de um bom planejamento de compras. É necessário exigir deles que cumpram e observem os detalhes de cada pedido, tais como tipo de embalagem, quantidades, marcas, datas de validade, prazo de entrega etc. Por meio de um portal de compras para o food service estas questões podem ser tratadas com eficiência. Eles automatizam e os processos de compras e a busca pelos melhores fornecedores e custo-benefício;
      2. Portal de compras e-procurement também são plataformas que oferecem a possibilidade de obter informações estratégicas que resultam na melhoria do controle de estoque, na otimização dos ciclos de produção e na redução de custos.
      3. Um bom sistema de compras integrado a um bom sistema de produção prevê etapas, quantidades, tipos de matéria-prima necessária etc. Mas eles carecem de um bom gestor de compras e suprimentos que esteja atento às exigências da solução tecnológica que não trabalha sem a interferência humana;
      4. Na fase das negociações é importante não focar somente no preço, pois essa atitude pode comprometer a qualidade da matéria-prima a ser adquirida e também a da produção final, o que afeta a cadeia de valor;
      5. A integração de sistemas condiciona e auxilia o gestor em todas a etapa de cadeia de suprimentos e do ciclo de vida dos produtos. O estoque não pode ficar fora das boas práticas da gestão empresarial. Ele precisa ser considerado devido à demanda por parte dos clientes, isto é, não pode faltar matéria-prima no momento da produção, isso causaria a insatisfação do cliente, além de cancelamentos de pedidos;
      6. O estoque tem que ser mantido na medida certa. O ideal é trabalhar com um estoque de segurança, sempre prevendo atender aos pedidos dos clientes. Para isso um histórico de pedidos pode colaborar na previsão de aquisições. Parcerias com fornecedores devem ser firmadas.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/Jd6ABuZNdKA”]

    A equipe de compras pode aplicar boas práticas para aumentar a competitividade da sua empresa frente a concorrência. A maneira como os gestores de sua empresa vão reagir às estratégias e ao posicionamento dos competidores de sua marca pode dizer muito sobre uma vantagem competitiva sustentável.

    A teoria pode trazer luz aos gestores, por isso relembrar o que Michael Eugene Porter diz sobre estratégias competitivas pode resultar em novas formas de desenvolver uma estratégia empresarial eficiente.

    Preço do produto

    Clientes exigentes na hora da compra

    Parceria solida no Supply Chain

    Diversificar fornecedores

    entenda a concorrência

    compras suprimentos

    Estratégias competitivas na dose certa: um diferencial para atuar na cadeia de compras e suprimentos

    A adoção de qualquer estratégia competitiva tem lá suas dificuldades. Focar nos custos pode fazer com que seu produto ou serviço fique muito parecido com o da concorrência, podendo abrir espaço para que ela cresça. Fatores externos tais como a economia, intempéries da natureza, etc., oscilam, e para manter custos baixos enfrenta-se o mesmo desafio, uma vez que aquisição de matéria-prima nestas condições onera muito seus gastos, mas o concorrente pode ter algum tipo de vantagem sobre sua fraqueza.

    Porter ressalta que a estratégia competitiva de custo além de tornar o preço um dos principais atrativos para o público-alvo, pois busca a qualidade produtiva, o aumento do volume de produção e a redução de gastos com publicidade, a assistência técnica, distribuição, pesquisa e desenvolvimento.

    estrategia competitiva de custo

    Mas, como não é só custo que se deve focar, utilizar a estratégia competitiva de diferenciação é mesmo mais uma saída. Entretanto, não se iluda, pois a diferenciação excessiva do produto pode também ser um problema. Um enfoque exagerado no produto, aumenta, muitas vezes, o tempo de produção — um dos elos da cadeia de suprimentos, de qualificação etc. — e, por consequência, os custos com a produção, prejudicando a entrega ao cliente final.

    Em geral, a estratégia competitiva de diferenciação intenta que os gestores invistam na imagem da empresa e dos produtos, em tecnologia, pesquisa, capital humano, pesquisa e desenvolvimento. A ideia é atrair a atenção do consumidor pelos seus diferenciais. A aquisição de matéria-prima com custos ideais para produzir tais produtos e únicos requer parcerias com fornecedores especiais. Eis aí o desafio!

    diferenciar produtos ou serviços entre os concorrentes

    A estratégia competitiva de foco visa oferecer um produto ou serviço considerado como único para seu público-alvo. O desafio é ter vazão para este produto ou serviço. Se manter no páreo é uma questão de pulso firme, ressaltando que o mercado é que vai ditar as regras. Para investir nesta estratégia é preciso utilizar com frequência pesquisa de mercado e entender bem este tipo de consumidor que vai querer novidade em algum momento.

    Uma empresa que escolhe ficar no meio-termo, adotando as duas ou as três estratégias competitivas pode cair em situações conflitantes. Isso porque é difícil ou impossível servir a dois senhores, pois em algum momento uma das estratégias pode atrapalhar a outra de sobressair e cumprir seu papel inicial.

    especialização em segmentos específicos

    Claro, fornecedores parceiros são a menina dos olhos de um setor de compras. Normalmente, eles atendem em tempo e hora, porém a dependência total deles para realizar a maioria das compras pode impedir que haja novos negócios. Os fornecedores também têm seus concorrentes, e provavelmente estão com a necessidade de vender, e firmar novas parcerias.

    Conclusão
    O que podemos perceber é que um bom sistema de gestão de compras e suprimentos no mercado food service impacta positivamente na produtividade da organização, além de ser transformador do ponto de vista competitivo.
    Uma vez que empresas se adaptam às novas tecnologias, elas podem reduzir custos e diminuir o tempo de resposta dos clientes, impulsionando a inovação e o desenvolvimento de seu negócio.

    Para uma melhor compreensão da dinâmica dos processos logísticos, é necessário recorrer às abordagens de estratégias competitivas e tentar prospectar quais os caminhos que podem ser seguidos ou em qual direção a empresa está caminhando, avaliando sempre a importância da tecnologia como braço direito do seu negócio.

    soluções para varejo cosméticos

    Também destacamos neste artigo alguns modelos das Forças de Porter, os quais passam uma imagem clara da atividade essencial do negócio. E para as empresas se tornarem mais assertivas e permanentes, os gestores devem pensar em estratégias competitivas como:

    • Estratégia competitiva de custo;
    • Estratégia competitiva de diferenciação;
    • Estratégia competitiva de foco.

    Em síntese, contar com softwares especializados e utilizado por grandes players do mercado na gestão da cadeia de suprimentos de restaurantes, fast-foods, e suas redes de franquias é uma decisão que vai trazer inovação no sentido de estruturar a sua empresa para receber o futuro.

    As soluções Teknisa são unificadas e integradas e estão implantadas em organizações que são referência no mercado de fast-food. Eles possuem estruturas customizáveis, modulares e flexíveis. Além disso, foram desenvolvidos nas plataformas web e mobile, promovendo a assertividade e agilidade na tomada de decisão.

    Os sistemas Teknisa, combinados às boas práticas de gestão, promovem ganhos de produtividade e rentabilidade para sua empresa, garantindo uma gestão completa que vai da produção às vendas.

  • Supply Chain: 6 erros que podem atrapalhar as suas vendas

    Supply Chain: 6 erros que podem atrapalhar as suas vendas

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    Você já ouviu falar em Supply Chain? Sabia que esse termo influencia diretamente no processo de vendas em uma empresa ou indústria?

    Por exemplo, se um consumidor vai até uma loja em busca de um produto e o atendente informa que a mercadoria esgotou no estoque, isso está diretamente relacionado à cadeia logística do negócio,
    ou seja, do Supply Chain.

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    Sabendo da importância de se atentar a esse processo, como garantir mais praticidade na gestão dessa cadeia, trazendo mais ganhos em performance ao negócio como um todo?

    No texto a seguir, vamos debater alguns pontos importantes referentes ao Supply Chain, reforçando por que é essencial garantir o bom funcionamento de cada etapa de produção das mercadorias, até
    o momento da venda ao cliente final.

    Vamos lá?

    O que é Supply Chain?

    Também conhecido como cadeia de suprimentos, o Supply Chain refere-se aos processos que envolvem toda a fabricação de um produto, desde a aquisição da matéria-prima até a entrega da mercadoria
    ao cliente final.

    Isto é, o trajeto de produção de forma geral: compras, transporte, armazenamento, fabricação, distribuição, entre outros.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/s3nZvU8pDlI”]

    Como o Supply Chain pode influenciar nas vendas?

    É sabido que, até chegar o momento da venda ao cliente final, são as diversas etapas a serem percorridas.

    E, em se tratando de Supply Chain, todo o processo deve estar bem alinhado desde a ponta inicial para não prejudicar as movimentações posteriores.

    Mas, já que estamos falando das vendas em um estabelecimento, vamos citar algumas práticas que podem comprometer a entrega das mercadorias, gerando transtornos e frustrações aos
    consumidores.

    A maioria das incidências estão relacionadas à uma má gestão, tanto de cada etapa dos processos (como compras e estoque) como também dos colaboradores.

    case The Fifties

    Vamos conferir quais são os erros que devem ser evitados na gestão de supply chain? Confira logo abaixo! 🙂

     

    1. Não fazer uma gestão organizada dos fornecedores

    Uma boa gestão de estoque exige uma atenção especial à primeira etapa do processo, que é o contato e a relação com os fornecedores.

    Mesmo que os gestores já saibam quem são as empresas prestadoras de serviço, não ter um controle organizado pode prejudicá-los mesmo que eles não percebam.

    Isso porque, se não existe um controle estratégico de fornecedores e nem dos pedidos, é muito provável que os donos de restaurantes não consigam comparar preços com facilidade, o que pode
    acarretar em mais gastos com mercadorias.

    E esse nem é o principal problema. A falta de gestão dos fornecedores também pode dificultar o controle das entregas, abrindo margem para atrasos tanto na produção quanto na entrega da
    mercadoria às lojas físicas.

    Investindo em um controle de estoque, os gestores têm acesso à relação de todos os estabelecimentos que fornecem produtos e insumos, podendo comparar preços e monitorar as entregas, contribuindo
    para mais praticidade no controle desse processo.

    2. Fazer o controle dos processos de forma manual

    Essa prática é bastante comum em diversas empresas, e pode prejudicar as vendas em um estabelecimento.

    É sabido que, no dia a dia, são inúmeras as atividades desempenhadas pelos profissionais. No entanto, os gestores muitas vezes fazem o controle dessas rotinas de forma manual, preenchendo
    planilhas com todas as informações coletadas.

    controle de rotinas de forma manual

    Esse tipo de gestão compromete o tempo dos gestores, além de não garantir a assertividade dos dados trabalhados, já que um simples erro de digitação pode comprometer todo o cálculo de uma
    obrigatoriedade.

    Em se tratando de controle de estoque, por exemplo, imagine um dono de um restaurante que acompanha todo o processo por meio de uma planilha que necessita ser preenchida manualmente.

    Mesmo que o estabelecimento seja de pequeno porte, são muitos os dados a serem compilados, e isso pode acabar complicando, e muito, a gestão no fim das contas.

    Novamente, nada garante que as informações sejam preenchidas da forma correta, o que também acaba comprometendo os resultados da empresa.

    Por isso, também é necessário se atentar a essa etapa do Supply Chain. O ideal é contar com um sistema de automação comercial para te auxiliar na integração e entrega de cada informação,
    otimizando o seu tempo e reduzindo as chances de erros.

    3. Realizar o inventário de estoque apenas mensalmente

    Outra prática comum em várias empresas e que contribui para a falta de um controle mais preciso do estoque, prejudicando essa etapa do Supply Chain é o levantamento mensal do inventário de
    estoque.

    De acordo com a Pesquisa Cenário Food Service 2019, realizada pela Teknisa, 45,6% dos entrevistados contaram
    que realizam o inventário de estoque de forma mensal. Isso significa que muitos gestores não estão dando a devida atenção à gestão de estoque.

    Pesquisa Cenário Food Service 2019

    Ou seja, se o inventário é levantado apenas uma vez por mês, é muito provável que ao fim do mês o dono do restaurante pense que o seu resultado foi um, quando na verdade foi outro.

    O ideal é que todas essas informações sejam estudadas pelo menos duas vezes por semana. Caso contrário, erros e incidências comprometerão, e muito, as vendas e até mesmo a receita da sua
    empresa.

    Contando com um sistema de gestão, o gestor pode otimizar esse processo, tornando-o mais ágil por meio de funcionalidades como a contagem diária do percentual do estoque que possibilita um
    monitoramento mais frequente, entre outros.

    Outro detalhe é que essa solução também auxilia os gestores a identificarem possíveis desvios de produtos no estoque, permitindo que eles ajam rapidamente para solucionar o problema.

    Lembre-se: de nada adianta utilizar essa tecnologia se o gestor não adotar boas práticas de mercado, como é o caso da conferência semanal do inventário de estoque.

    4. Não realizar uma boa gestão da equipe profissional

    Para uma boa gestão de supply chain, é essencial contar com um time capacitado para atender às demandas de cada etapa da produção.

    No entanto, é comum que muitos gestores não se atentem quanto às funções dos colaboradores como um todo, o que impacta bastante os resultados da cadeia de suprimentos.

    Por isso, saiba direcionar cada profissional aos processos que condizem com suas aptidões, e não demandar que um funcionário de compras também seja responsável pela gestão do estoque.

    Tudo isso pode gerar uma sobrecarga ao seu time, aumentando as chances de insatisfação no trabalho. Organize as funções e entenda como cobrar resultados individuais.

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    5. Não entender os riscos do Supply Chain

    Para toda e qualquer ação é necessário entender que existem riscos. E no caso da gestão de supply chain não é diferente.

    Cada etapa de produção possui um tipo de risco, muitas vezes percebido apenas no momento mais crítico da operação.

    Para evitar dores de cabeça, é fundamental que os gestores mapeiem e façam um planejamento de ações, tanto preventivas quanto corretivas, dos possíveis riscos da cadeia de suprimentos.

    Isso auxilia a reduzir o impacto de possíveis ocorrências, otimizando o tempo dos colaboradores durante a resolução do problema. Mais estratégia e sabedoria aos envolvidos!

    6. Ignorar soluções tecnológicas no mercado

    Falamos em itens anteriores sobre como cuidar de alguns processos de forma manual não garante a assertividade das informações trabalhadas.

    Até porque, falhas humanas podem ocorrer a qualquer momento, e até mesmo uma vírgula fora do lugar pode comprometer o resultado de uma produção.

    Nesse caso, tanto para tornar sua gestão mais ágil, prática e apurada, o ideal é contar com um sistema de gestão para cadeia de suprimentos que reúne todos os dados estratégicos em apenas uma
    ferramenta.

    Por meio de um software para supply chain, é possível acompanhar cada etapa de produção, o que permite a identificação de falhas ou irregularidades durante o processo, e não apenas ao fim,
    evitando a perda de mercadorias e até prejuízos financeiros.

    Assim, investir em um sistema de gestão é uma estratégia praticamente obrigatória e que garante o aumento de performance da equipe em até 78%, o que contribui para mais
    receita à empresa ou indústria.

    sistema de gestão

    Por isso, faça um estudo de mercado e coloque na ponto do lápis as melhores opções de ferramentas de gestão!

    Lembrando que: a tecnologia por si só não basta. Também é necessário investir em boas práticas e capacitação da equipe de profissionais.

    Conclusão

    O Supply Chain está relacionado a todos os processos que envolvem desde a produção até a entrega do produto ao cliente final.

    No entanto, quando falamos em desempenho de vendas, é essencial que o gestor atente-se ao estoque, já que ele é o principal pilar do fornecimento de insumos e matérias-primas. Até porque, se
    houver uma interrupção, ainda que mínima, durante alguma etapa de produção, as chances do produto não chegar às prateleiras da loja são grandes.

    Por isso, atente-se a fatores como:

    • Mais controle da relação dos fornecedores;
    • Levantamento periódico do inventário de estoque.
    • Mais organização das funções de cada colaborador;
    • Evitar a gestão manual de cada processo do supply chain;
    • Mapeamento e planejamento dos riscos de cada processo;
    • Digitalização das informações integrada às melhores práticas do mercado.

     

    Vale lembrar que 58% dos clientes não
    voltam a utilizar uma empresa após uma experiência negativa, por isso, evite causar frustrações!

    58% dos clientes não voltam a utilizar uma empresa após uma experiência negativa

    Quer saber mais sobre como aperfeiçoar a sua gestão de cadeia de suprimentos? Entre em contato com um dos nossos consultores e tire todas as suas dúvidas!

    Não esqueça de deixar o seu comentário e compartilhar o conteúdo em suas redes sociais. Até a próxima!

  • Como fazer a qualificação de fornecedor em seu restaurante?

    Prefere áudio? Então clique e ouça este artigo

    A gestão da qualificação de fornecedor é um dos processos mais importantes para uma empresa de food service, uma vez que seu desempenho reflete diretamente na precificação e na qualidade dos produtos oferecidos no cardápio.

    Essa atividade é considerada estratégica ao negócio. Até porque estamos lidando diretamente com alimentos que possuem prazo de validade específicos e diferentes formas de armazenamento.

    Nesse contexto, o setor de compras precisa estar atento às avaliações dos alimentos e seguir os critérios estabelecidos pelo restaurante ou franquia.

    Os fornecedores estão no centro das atividades e processos de quase todas as organizações.

    E seu papel neste processo é de gerenciar e controlar custos, promover a excelência em serviços e reduzir os riscos para obter maior valor de seus fornecedores ao longo do ciclo de vida do negócio.

    Por isso é necessário conhecer soluções que garantam que a cadeia de suprimentos funcione da maneira mais eficaz possível. Continue lendo e saiba como fazer a qualificação de fornecedor em seu restaurante.

    qualificação de parceiros

    O que é Gestão da Qualidade?

    A gestão da qualidade é o ato de supervisionar diferentes atividades dentro de uma organização a fim de garantir que os resultados, os benefícios e processos pelos quais são entregues atendam os requisitos das partes interessadas.

    A gestão da qualidade possui quatro componentes:

    • Planejamento da qualidade;
    • Garantia da qualidade;
    • Controle da qualidade;
    • Melhoria contínua.

    Isso inclui procedimentos, ferramentas e técnicas usadas para garantir que os resultados e os benefícios atendam às exigências do cliente.

    O planejamento da qualidade envolve a preparação de um plano de gestão da qualidade que descreve as métricas e processos que serão utilizados. Isso deve ser acordado com as partes envolvidas para garantir que suas expectativas em relação à qualidade sejam identificadas de forma correta.

    Os processos descritos no plano de gestão da qualidade devem estar em conformidade com os requisitos legais, cultura e valores da empresa anfitriã.

    Continue a leitura e saiba mais sobre a qualificação dos fornecedores!

    De olho na qualificação de fornecedores

    O trabalho de fiscalização pode ser realizado por profissionais capacitados pela própria empresa ou por consultores especializados no mercado food service.

    Para isso dar certo, é importante implementar uma cultura de segurança e qualidade que vai desde o setor operacional até os diretores do estabelecimento.

    É uma mudança de hábitos em prol da excelência do que é comprado, preparado e servido aos clientes.

    Contar com bons parceiros comerciais é sinônimo de compras mais seguras e qualificadas. Esse processo é tão importante que causa impacto na fidelização de clientes e gera uma relação de confiança com fornecedores, que, consequentemente, abrem as portas para negociações nas quais todos saem ganhando.

    ebook bares restaurantes gestão compras supply chain

    Busque por referências no mercado

    É imprescindível que o seu fornecedor esteja de acordo com as normas de segurança alimentar. Por isso, separamos algumas dicas para você seguir e verificar a reputação no mercado antes de fechar qualquer parceria:

    • Converse com colegas do setor;
    • Pesquise opiniões;
    • Busque feedbacks na internet;
    • Procure resultados de avaliações anuais que são feitas por algum órgão regulador;
    • Solicite à empresa certificados e licenças de inspeções.
    • Mantenha um histórico do fornecedor, qualificando suas entregas e pontualidade.

    De acordo com a norma da ABNT ISO 9001:2015: “A organização deve determinar e aplicar critérios para a avaliação, seleção, monitoramento de desempenho e reavaliação de provedores externos, baseados na sua capacidade de prover processos ou produtos e serviços de acordo com requisitos”.

    Todos os processos e procedimentos para qualificação de fornecedores permitem que você conheça tanto a origem quanto a procedência das matérias-primas utilizadas em seu restaurante.

    Além disso, também é possível acompanhar o cadastramento, adequação e laudos referentes aos alimentos, possibilitando a melhoria contínua dos processos.

    situação financeira e fiscal

    Fornecedor nunca é demais!

    Conte com vários prestadores de serviço em seu restaurante! Afinal, a sua principal fonte de matéria-prima pode falhar algum dia (você não quer pagar para ver, né?).

    Caso isso aconteça, você precisará realizar uma compra de emergência ou até mesmo excluir um prato daquele dia — o que pode afetar o seu orçamento. Já pensou se um cliente vai comer seu prato favorito e ele não está disponível? Decepcionante!

    Assegure que sua cartela de fornecedores esteja sempre atualizada e que mantenha a margem de lucro desejada, mesmo que você compre em cima da hora. Uma ampla gama de parceiros evita que seu restaurante fique sem os insumos essenciais para o funcionamento e permite que você faça uma tabela de preço.

    O restaurante tem o papel de fiscalizar aqueles que fornecerão sua matéria-prima!

    Esteja sempre em contato com os estabelecimentos e fábricas, fazendo visitas constantes, pois isso permite que você tenha visão estratégica sobre como o fornecedor tem atuado, podendo avaliar, inclusive, a qualidade de suas operações.

    Conselhos valiosos:

    • Não se apegue apenas a um parceiro para cada tipo de produto;
    • Faça a pesquisa de preço entre os fornecedores que você tem na sua cartela;
    • Crie uma lista de pelo menos 3 empresas para cada tipo de matéria-prima;
    • Visite seus fornecedores com frequência.

    Você pode utilizar uma pesquisa de satisfação com os seus clientes para saber o que eles acham da qualidade do seu produto. A partir desse resultado é possível identificar quais alimentos são mais consumidos e quais fornecedores você deve ter como planos A, B, C ou até D (caso algum deles te deixem na mão).

    Esses critérios interferem na eficácia do seu negócio e no seu próprio desempenho, uma vez que os clientes estão atentos à toda a cadeia de produção.

    Cobre pontualidade nas entregas

    O nível de entregas é um dos principais indicadores de qualificação. Quem trabalha em um restaurante sabe que as entregas dos prestadores de serviço devem ser realizadas diariamente e pontualmente, uma vez que grande parte dos pratos são preparados com produtos novos e frescos. Só assim é possível atender ou superar as expectativas dos clientes.

    Lembre-se: não é somente a qualidade do prato que é colocada à prova, o funcionamento do estabelecimento também é influenciado pelos prazos de entrega acordados com os parceiros.

    qualidade de produção

    Negocie!

    Quem não quer comprar bons produtos e economizar sempre que possível? O preço é uma variável muito importante ao buscar prestadores de serviço de qualidade. Isso porque o valor da matéria-prima deve ser compatível com o orçamento do seu restaurante e representar no máximo 25% do preço do prato servido.

    O poder de negociação do gestor deve entrar em ação. Afinal, os parceiros já possuem valores estabelecidos e que variam muito conforme a sazonalidade.

    #Dica: ter uma boa relação de custo-benefício permite medir o ganho do que foi orçado em relação ao que foi comprado — o saving financeiro. Ele é um indicador que mensura os resultados do negócio no âmbito financeiro e de performance.

    Outro ponto fundamental é que a negociação impacta diretamente no cálculo do CMV — Custo de Mercadoria Vendida. Esse cálculo permite que os custos do negócio sejam diluídos entre as mercadorias vendidas e garante uma precificação justa e que o produto se pague.

    Importante!

    A prioridade deve ser sempre a qualidade do produto! Embora o preço seja indispensável, ele não deve ser o primeiro motivo de compra. Geralmente, o cliente prefere pagar um pouco mais caro por uma refeição saborosa a pagar por uma comida que não lhe agrade.

    Reduza os gargalos de produção

    Outro excelente benefício da qualificação de fornecedores é a identificação dos gargalos de produção que possam surgir devido à falta de relacionamento com fornecedores.

    Melhorar o controle da produção reduz o retrabalho, os desperdícios de recursos e o tempo na resolução dos processos aumentando também a produtividade.

    Satisfação garantida

    Não basta ter o melhor cardápio da região ou uma estrutura impecável se você não tem bons fornecedores para o seu negócio. O sucesso de um estabelecimento começa pelos bastidores, passa pela qualidade e disponibilidade dos produtos, transita pelos custos dos seus pratos até chegar ao fornecimento da melhor comida para os seus clientes com o preço justo!

    E-procurement: você sabe o que é? Sua empresa usa?

    Conhecido como fornecimento eletrônico, o e-procurement refere-se a todas as etapas de automação necessárias durante o processo de compras B2B. Ele abrange desde a prospecção de fornecedores até o fechamento da compra por meio de um software.

    Muito utilizados pela área de compras das empresas o sistema de gestão permite automatizar o fluxo de negociações.

    software de gestão

    Qual software usar na sua empresa?

    O sistema de automação comercial simplifica e moderniza o processo de compra por meio de um aplicativo. A ferramenta permite que seus fornecedores informem os preços de cotação, visualizem todos os pedidos de compra (AF’s) que foram enviados e as condições de pagamento de suas notas fiscais (NF’s).

    A solução muda a forma como as negociações e compras são realizadas, impactando direta e positivamente no setor.

    Com sistemas de gestão ERP você consegue:

    • Qualificar e fidelizar fornecedores;
    • Formalizar solicitações e transações de compras;
    • Reduzir tempo de cotação e de negociação de preços;
    • Padronizar os documentos de cotação, eliminando erros, rasuras e planilhas;
    • Gerir contas a receber;
    • Melhorar a gestão da qualidade.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/vbLsiEBb7Qo”]

    De fato, a tecnologia está batendo à sua porta e não tem como fugir. Há alguns anos, as compras B2B eram feitas manualmente e sem nenhuma estratégia.

    A tecnologia chegou para suprir a demanda por agilidade, melhorando o setor de estoque e impactando na gestão de compras. E com os sistemas de automação comercial é possível:

    • Verificar pedidos de cotação em tempo real e acompanhar diversos detalhes, como: situação (enviado, recusado, pendente), categoria do comprador, data de validade e quantidade de produtos cotados;
    • Visualizar valores, status e data de criação das autorizações de fornecimento;
    • Integrar todas as informações disponíveis no aplicativo automaticamente com as soluções de Suprimentos e Contas a Pagar.
    • As mudanças realizadas pelo sistema geram benefícios para todo o negócio, como:
      • redução dos custos;
      • agilidade nos processos;
      • clareza e objetividade para tomadas de decisões;
      • melhor atendimento ao cliente e vantagem competitiva.

    Parceria de Teknisa e Rede Giraffas

    Conclusão

    É fundamental garantir a avaliação e qualificação de fornecedores, bem como boas práticas de gestão, como o cumprimento de prazos de entrega e qualidade do atendimento, para que tudo esteja adequado aos códigos e valores do negócio.

    A qualificação do fornecedor pode ser vista como uma ferramenta de avaliação de riscos e deve fornecer um nível adequado de confiança em que fornecedores, vendedores e  contratados possam fornecer qualidade nos materiais, componentes e serviços, em conformidade com os requisitos regulamentares.

    O processo integrado de qualificação de fornecedores também deve identificar e reduzir os riscos associados aos produtos e serviços oferecidos.

    Ter uma qualificação de fornecedores eficaz envolve muito trabalho administrativo, armazenamento e controle de documentos e envolvimento constante com todos os seus fornecedores para obter as informações necessárias.

    E para seguir toda essa jornada você pode (e deve!) contar com a Teknisa. Nós atuamos há quase 30 anos no mercado e oferecemos soluções que vão potencializar o seu negócio. Os grandes players do mercado já usam o nosso sistema.

    E você? Que tal experimentar um novo jeito de fazer gestão? Com o  sistema de gestão Odhen by Teknisa fica simples e ágil garantir bons resultados.

    Entre em contato com a gente!

    Além disso, foram desenvolvidas nas plataformas web e mobile, promovendo a assertividade e agilidade na tomada de decisão. Os sistemas Teknisa, combinados a boas práticas de gestão, promovem ganhos de produtividade e rentabilidade à sua empresa, garantindo uma gestão completa que vai da produção às vendas.

  • Qualidade na gestão de produção: menos prejuízos no Food Service

    Qualidade na gestão de produção: menos prejuízos no Food Service

    Prefere áudio? Então clique e ouça este artigo

    A qualidade da gestão de produção tem impacto direto na satisfação do cliente e na credibilidade do estabelecimento. Uma característica do mercado Food Service é de atender às necessidades do mercado e seus requisitos legais, assim como os critérios de segurança e qualidade de seus produtos. E tudo isso exige uma atenção especial dos gestores da área.

    O funcionamento de um restaurante envolve um fluxo produtivo que deve seguir um conjunto de normas e pré-requisitos estabelecidos de acordo com a estrutura, mão de obra disponível e produtos utilizados.

    Sendo assim, é necessário que o controle de qualidade na produção seja gerido de forma adequada, estabelecendo e implementando sistemas eficazes para gerenciar a qualidade e segurança do seu negócio.

    Para se consolidar e/ou alcançar resultados expressivos no mercado Food Service é importante que o gestor também avalie constantemente os processos, entenda a sua cultura (ou renove-a) e otimize os conceitos que são utilizados.

    Neste artigo, examinamos algumas das melhores práticas essenciais para a garantia da qualidade de produção no setor de alimentação que podem ser usadas por empresas de todos os tamanhos e tipos de operação. Continue com a gente!

    ebook sustentabilidade das compras

    Gestão da produção na cozinha: ponto de atenção!

    Restaurantes comerciais, lanchonetes, unidades de alimentação de nutrição (UAN) e restaurantes corporativos têm muita coisa em comum, mas o destaque principal vai para o local onde a mágica acontece: a cozinha!

    Quem conhece os bastidores desses ambientes, sabe que a preparação dos alimentos servidos deve ser feita de maneira prática, rápida e dinâmica.

    A cozinha deve ser projetada com o objetivo de promover funcionalidade, qualidade, maior produção e, principalmente, higiene. Por isso, a produção, distribuição e armazenamento de alimentos com segurança são atividades que exigem cuidados especiais relacionados ao ambiente de trabalho, os equipamentos, os alimentos, as instalações sanitárias, entre outros.

    fornecer produtos seguros

    O fluxo de um restaurante depende (e muito!) dos fatores citados anteriormente e, por isso, vamos mergulhar de cabeça nos conceitos e práticas da qualidade de produção. Vamos lá!

    Controle de qualidade não é opção, é uma missão!

    A partir do momento em que o estabelecimento está montado, equipado e com toda a mão de obra necessária para operar, é preciso melhorar e solidificar os processos. A produtividade está relacionada a tudo o que é produzido e os profissionais que “fazem acontecer” com o máximo de eficiência.

    cozinha produtiva

    Obviamente, há vários níveis da cadeia de suprimentos, e negligenciar a qualidade de produção em qualquer uma dessas etapas pode comprometer a reputação da marca, da empresa e até o relacionamento com o cliente.

    Ter uma boa gestão do controle de qualidade em seu estabelecimento é reflexo de como a  empresa será vista no mercado Food Service. Ela pode ser referência em supply chain (cadeia de suprimentos) ou pode ser um desastre diante de muitos players do mercado.

    Como garantir controle de qualidade na produção do meu restaurante?

     

    A garantia da qualidade de produção é um esforço contínuo — não uma atividade única — e, portanto, deve ser praticada todos os dias para alcançar os resultados desejados.

    análise de segmento do negocio

    Essas questões são as principais preocupações de um gerente de produção. Por isso, investir em um controle de qualidade é essencial para tornar o processo produtivo mais eficiente e potencializar ainda mais a sua marca.

    Qualificar fornecedores é parte do planejamento

    A gestão da qualidade da matéria-prima é um dos pilares da organização logística. Isso porque, garantir bons fornecedores é um bom caminho para oferecer produtos de qualidade ao seu cliente final.

    Exemplo: O pão de queijo produzido no seu estabelecimento é feito na sua própria cozinha. Então, você precisa que o fornecedor entregue o queijo correto, no prazo de validade adequado e com as especificações solicitadas para produzir o seu produto. Afinal, queijos não são todos iguais! O fornecedor, ciente da sua demanda, sempre te envia o que você precisa. Mas um dia, ele entrega um queijo de outro jeito. O que você faz?

    Dê o feedback imediato ao fornecedor e negocie para trocar o queijo pelo produto ideal. Além disso, mantenha sempre a logística organizada e tenha mais de uma opção de fornecedor para não ficar “a ver navios”.

    cardápio incompleto por falta de planejamento

    Quais são os riscos?

    Ao receber a matéria-prima dos fornecedores é preciso seguir processos simples: análises diversas, testes e inspeções de qualidade. Isso garante a qualidade do material entregue e o atendimento às especificações necessárias.

    Garantir a qualidade de produção é identificar riscos

    Para realizar uma avaliação de risco completa, as empresas devem avaliar todas as principais áreas de seus sistemas de qualidade de alimentos.

    infográfico gestão da produção

    Essa lista não é de forma alguma exaustiva e é importante realizar avaliações em toda a cadeia para identificar os riscos específicos.

    Garantir a qualidade de produção influencia o processo de produção, distribuição e custos, criando mais eficiência e redução de custos.

    E para que isso ocorra, as empresas devem realizar uma avaliação detalhada dos riscos potenciais em todas as áreas possíveis. Depois de identificados, eles podem ser classificados (alto, moderado e baixo) para formar um plano de ação e/ou contenção.

    qualidade da produção

    Uma vez desenvolvido e alinhado, o padrão de melhoria contínua torna-se possível.

    Processos bem executados evitam perdas

    Sabe aquele prato que tem bastante saída em seu restaurante? Imagine que ele está pronto e vai para a mesa de um cliente. Entretanto, ele está com um gosto estranho e o cliente se queixa. O prato volta para a sua cozinha e o responsável pelo controle de qualidade identifica que o erro é devido ao lote errado de uma matéria-prima, que não atendia às especificações do prato que seria fabricado.

    Realmente é uma situação muito difícil de administrar, pois você terá que dizer ao cliente que a falha é do seu controle de qualidade. E como você compra em grande quantidade, pode ser que não tenha mais matéria-prima de outro lote para cozinhar o prato ideal.

    desconto

    Como praticar o controle de desperdícios em restaurantes?

    Na história anterior, o prejuízo pode ser tanto relacionado à imagem do seu estabelecimento, quanto ao seu planejamento financeiro e de produção. Se você não conseguir negociar a devolução da matéria-prima com o fornecedor é provável que todo aquele insumo vá para o lixo.

    Ah, e outro ponto importante ligado à qualidade de produção é o prazo de validade dos produtos. Administrar o uso de cada um conforme as datas de validade não é uma tarefa simples! Isso requer planejamento, conhecimento no fluxo de produção e organização do estoque.

    análises e inspeções

    Atenção!

    É muito mais prático ter uma gestão de controle de qualidade ativa e operante durante toda a produção do que conviver com diversos problemas que foram minimizados mas que podem se acumular e causar prejuízo depois.

    case de sucesso QG Jeitinho Caseiro

    Teknisa é qualidade de produção

    Conclusão

    Diante de tantas demandas e ações a serem tomadas, é comum ficar perdido. Afinal, o que você vai utilizar para fazer esse controle? Tudo será feito manualmente? Só preencher papel? Calma aí, não é assim que os grandes players do mercado fazem! Eles utilizam um bom software de gestão.

    Com a Teknisa, por exemplo, você consegue gerir as ações para que haja procedimentos e instruções de trabalho conforme as diretrizes estabelecidas pelo órgão regulamentador, de forma automatizada.

    O ERP de gestão de produto permite a execução e atualização sistêmica de todos os processos, como:

    • Aumento da assertividade de cálculos de custos de produção e nos cálculos de matéria-prima;
    • Total controle de laudos e fichas técnicas;
    • Auxílio no acompanhamento dos fatores que interferem no desempenho da atividade, dentre eles flutuações da demanda, condições de suprimento de matéria-prima e insumos permitindo decisões assertivas a curto, médio e longo prazo;
    • Direcionamento no planejamento, organização e controle das atividades de fabricação de todos os SKUs (Stock Keeping Unit) Unidade de Manutenção de Estoque da empresa;
    • Apoio estratégico para liderar as áreas de produção, manutenção, qualidade, engenharia e segurança do trabalho (quando necessário);
    • Contribuição para a sintonia nas decisões da empresa evitando a queda nas vendas por falta de produto, multas por atraso na entrega, salário de funcionário parado por falta de ferramenta, horas extras desnecessárias, retrabalhos por falha de sincronia nas operações e assim por diante;
    • Aumento da confiabilidade de informações através de inspeções digitais de ambientes e equipamentos.

    qualidade de produção

    A Teknisa está há quase 30 anos no mercado Food Service e entende a importância de potencializar o seu negócio, oferecendo soluções com mais tecnologia, inteligência e inovação.

    A qualidade de produção não é um tema novo, mas para ela tornar-se uma prática rotineira em seu estabelecimento você precisa de ferramentas adequadas e de uma empresa que seja referência em seu segmento. Por isso, conte com a Teknisa!

  • Os desafios do Supply chain para restaurantes e fast food

    Os desafios do Supply chain para restaurantes e fast food

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    O Supply chain é um tema abordado por estudiosos e por gestores de indústrias e empresas de serviços. O objetivo dos estudos é entender como integrar eficientemente fornecedores, fabricantes,
    depósitos e armazéns, de maneira que os produtos sejam produzidos e distribuídos nas quantidades ideais.

    Além disso, há a preocupação com a entrega na localização certa e em tempo hábil, mantendo o estoque das empresas em níveis desejáveis. O intuito é minimizar os gastos totais do sistema de
    supply chain management, proporcionando maior fluidez para aumentar as venda dos produtos.

    Gestão da informação na cadeia de suprimentos:

    Você sabe como fazer a gestão da informação nas cadeias de suprimentos em restaurantes utilizando a relação “ganha-ganha”?

    O gerenciamento da cadeia de suprimentos é formado pelos fluxos de materiais, de dados do financeiro, do conhecimento e de informações. Todos eles precisam estar totalmente integrados e essa
    integração é obtida graças ao fluxo de informações. A tecnologia tem um papel fundamental para a movimentação de dados em tempo real, habilitando a gestão da cadeia de suprimentos.

    aumento da competitividade da empresa no mercado

    Documentos fiscais de saída

    Entrada de mercadoria

    necessidade de compras

    processo de pedido de compras

    cotação de preços

    Tecnologia como maior aliada do supply chain

    A utilização de sistemas para a cadeia de suprimentos  é essencial. Afinal, a otimização do planejamento de transportes, está diretamente ligada aos resultados positivos a serem captados pelo
    software.

    As cadeias mais efetivas são aquelas que fazem a gestão da informações e compartilham dados entre seus departamentos. Por isso, é preciso realizar o gerenciamento integrado das informações com
    sistemas de gestão — o Enterprise Resources Planning – ERP

    Ao abordar supply chain e tecnologia, muitas vezes, é necessário linkar os dois assuntos para se perceber o tamanho benefício que essas duas áreas podem trazer quando trabalham juntas.
    Principalmente, se um dos objetivos é estabelecer a relação ganha-ganha entre fornecedores, compradores e estoquistas.

    O que é supply chain? É algo muito além da compra

    Pode-se dizer que supply chain management ou SCM é muito mais que comprar, negociar ou bonificar. Quando se fala em cadeia de suprimentos é preciso entender que
    é um dos setores mais importantes, pois é nele que está o maior fluxo e, consequentemente,  qualquer alteração feita por esse setor geram impactos enormes nos resultados (negativos ou
    positivos).

    Só para se ter uma ideia de números, segundo levantamentos, nota-se um impacto direto no resultado de 30% sob o faturamento. Percentual este que, em média, é o CMV — Custo de Mercadorias Vendidas — de uma empresa. Ou seja, 30% do faturamento vai para  os fornecedores de produtos
    e matéria-prima.

    Como calcular o CMV

    Faça os cálculos!

    Sabendo disso, é importante ter visão estratégica com a finalidade de melhorar os resultados e deixar mais saudável o fluxo de caixa da companhia. Por isso é preciso ficar atento aos pontos
    extremamente importantes tais como negociação versus compras.

    Em entrevista com Fábio Sola, coordenador de TI do The Fifties, ele destacou 06 (seis) pontos que devem ser considerados em uma negociação de compras para restaurantes e
    fast-foods.

    1. Quantidade de Compra

    Esse pode ser considerado um dos mais importantes fatores de decisão de uma negociação, pois muitas vezes comprar em maiores quantidades gera um menor valor unitário e um menor valor total.
    Porém, não se pode pensar somente em um produto específico. É preciso fazer uma reflexão sobre tudo o que se compra.

    1. Centralização das compras em menos fornecedores

    Muitas vezes um fornecedor entrega e fornece 10 produtos dos 15 que você precisa, por exemplo. Porém, somente 2 produtos obtêm um melhor preço do que em outros fornecedores. Entretanto, imagine
    que, se sempre em buscar o menor valor, terá X fornecedores homologados, X fretes para gerenciar, X entregas para auditar e X pessoas para gerir tudo isso.

    Por esse motivo, muitas vezes compensa centralizar em menos fornecedores o maior número de produtos possíveis, mesmo que se perca centavos nessa negociação, ainda que se tenha um excelente
    sistema de compras.

    1. Previsão de Compra em restaurantes:

    É extremamente importante ter uma boa e definida previsão de compras. Afinal, saber o quanto e quando comprar com precisão diminui custos desnecessários, desafoga o fluxo de caixa, diminui
    desperdício e facilita no controle e gerenciamento de estoque com poucos produtos. Porém, cada negócio obtém sua forma de cálculo para essa previsão.

    Restaurantes, por exemplo, precisam considerar movimentos de dias da semana e referenciais. Para calcular, deve-se levar em consideração segundas-feiras diferentes de sextas-feira, terças-feiras
    diferentes de sábados, etc. É necessário ter referências de venda (ou de número de pessoas) em 1ª segundas-feiras do mês, 2ª segundas-feiras do mês, 1º terças-feiras, etc. Sabendo que toda semana
    e dia obtêm um mix de vendas totalmente diferente para cada um deles.

    1. Estoque mínimo:

    Além da previsão de compras, é necessário ter um estoque de segurança. Cada produto precisa fazer parte de um estoque mínimo e máximo, essa medida permite maior controle, evitando a falta de um
    produto e o desperdício de itens por compra excessiva.

    Lembrando que baixos estoques podem ocasionar falta de promoções dos produtos e clientes insatisfeitos. Para isso, é crucial contar com um software moderno que permite a visualização dos
    produtos no estoque, desde a produção, armazenamento e transporte até ao seu estabelecimento.

    1. Especificações dos produtos:

    “Laranja nem sempre é laranja”. É isso mesmo! Imagine que você tenha um espremedor de laranja com uma circunferência de 4 cm, Porém você está comprando uma laranja de 6 cm. É muito provável que
    esteja perdendo parte do suco e gerando um maior desperdício no processo de produção, por exemplo. Por isso, é importantíssimo saber as especificações das ferramentas utilizadas e dos produtos que
    são comprados.

    1. Valor do Produto

    Muitas pessoas acham que esse é o mais importante ingrediente de uma boa negociação. Mas veja que ele está em último lugar nesta lista, justamente para destacar que existem muitos outros pontos
    mais importantes que têm devem ser considerados primeiro. O valor do produto é uma consequência da negociação. Se ele for analisado isoladamente e ignorarmos todo o resto da lista acima, pode ter
    a certeza de que em algum momento o problema acontecerá. Fique atento!

    ebook supply chain sustentabilidade compras

    Enfim, existem alguns outros pontos para considerar, como centralização ou ponto a ponto, negociação de fretes, etc. O mais importante é entender o papel dos compradores nesse cenário. A ideia
    não é comprar somente e/ou conseguir o menor preço, é preciso pensar de forma ampla e sempre enxergando todas as variáveis, considerando-as no momento das negociações.

    case the fifties

    Não há gestão de supply chain qualificada sem tecnologia

    Para quem faz a gestão de restaurantes e fast-foods e suas redes franquias, é um grande desafio organizar e utilizar todas as informações referentes às cotações e às negociações com fornecedores
    de produtos ou serviços. Muitas empresas até possuem sistemas para controlar a cadeia de suprimentos, mas deixam de utilizá-lo em  todo o seu potencial para compartilhar as informações.

    É bom ficar ciente de que somente a disponibilidade dessas informações não é o bastante, é fundamental que a credibilidade, a temporalidade e a precisão devem ser observadas. Ter acesso aos
    dados e tomar decisões assertivas requer preparo e boa postura do gestor e da equipe.

    Quando o assunto é lidar com fornecedores, dentre outras atividades relacionadas ao supply chain as informações chegam em grande volume e devem ser atualizadas
    periodicamente, evitando o descontrole de cada detalhe. Por isso, para otimizar o dia a dia da equipe de suprimentos, é sempre bom contar com um sistema para gestão das compras, mais
    especificamente um portal de compras ERP.

    A tecnologia é fundamental para a cadeia de suprimentos e, já que os consumidores querem mais variedade e mais agilidade, isso significa que as soluções tecnológicas devem trazer mais automação,
    mais otimização do rastreamento em tempo real e que melhore a visibilidade da cadeia de suprimentos, considerando os meios de transporte.

    Importante ficar de olho!

    gestão de processos

    É necessário contar com tecnologias que promovam mais inteligência para a gestão do processo de previsão, dos armazéns e da rede de distribuição, focando também na redução de custos.

    Unificação X Integração de sistemas

    Você sabe qual é a diferença dos dois processos e quais são os ganhos para seu restaurante? Veja a seguir.

    Os compradores, através de sistema de suprimentos, podem autorizar seus fornecedores a terem acesso a algum canal que lhes permitam colocar preços e estabelecer a negociação de modo on-line.
    Essa é uma boa prática e tudo que se fizer para agilizar os pedidos dos produtos e otimizar o tempo dos compradores é muito bem-vindo. Assim, podendo usar um portal para compras, o preenchimento
    de dados em um sistema ou em planilha pode ser eliminado.

    Para valorizar a competência e a parceria com os fornecedores, os gestores da cadeia de suprimentos que compram o portal de compras centraliza as informações dos produtos em um único sistema,
    que otimiza e organiza a venda e a compra, permitindo uma negociação mais assertiva.

    E, para uma gestão financeira mais prática, ter um portal de compras integrado com os sistemas de frente de loja, de backoffice, por exemplo, pode até possibilitar a visualização dos status dos
    pagamento de cada pedido.

    Segundo Fábio Sola, ter um sistema unificado e modulado ajuda a evitar um grande possível impasse, isto é, um problema que os restaurantes e fast-food enfrentam hoje, a famosa integração com
    sistemas terceiros.

    Sola ressalta a importância de diferenciar um “sistema integrável” de “sistemas unificados e integrados”. Sistemas integráveis são aqueles que possuem ou possibilitam o desenvolvimento da
    integração com outros sistemas, geralmente muito diferentes em estrutura. Esta integração é necessária para a troca de informações entre estes sistemas, mas ainda sim, eles tratam as informações
    de formas diferentes. Não é raro ocorrerem erros nas apurações por causa disso, levando a prejuízos e retrabalhos.

    Já os sistemas unificados possuem módulos para trabalhar áreas diferentes de uma empresa, por exemplo, PDV, ERP, Auto Atendimento, Delivery, BI, etc., mas não há necessidade de se
    fazer integração, por serem desenvolvidos na mesma plataforma e tratar os dados da mesma maneira. Isso garante que os dados estejam disponíveis o tempo todo e trafegam fluentemente e sem
    obstáculos entre os módulos.

    • É uma boa tendência apostar em sistemas únicos cada vez mais completos e com volume menores de integração com sistemas terceiros para garantir a fluidez e
      consistência da informação, principalmente no que se refere à eficácia na operação e no back-office de restaurantes e fast-foods.
    • É necessário também garantir integração unificada com marketplaces, bem como com meio de pagamentos. Assim, se garantirá o aumento da velocidade de apuração de resultados, de fechamento
      de notas fiscais, de conciliações financeiras e de geração de compras.

    Os sistemas unificados e integrados podem ajudar na gestão de custos e de operações de restaurantes. Vale ressaltar também a importância de seguir as tendências do mercado food service para
    gerar receitas e acompanhar o comportamento do consumidor.

    A fidelização do cliente aumenta a receita de um restaurante, e o sistema ERP entra como um grande aliado em toda a gestão para aumentar a performance. Afinal, fidelidade do consumidor é algo
    que vai garantir a presença da empresa ou não no mercado de trabalho.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/s3nZvU8pDlI”]

    Então, o que é importante destacar na gestão de Supply Chain?

    A excelência da gestão de supply chain para restaurantes está em minimizar os gastos totais e, assim, aumentar as venda dos produtos, mantendo um estoque
    saudável para as finanças da empresa.

    Os restaurantes e os fast-foods e suas redes franquias que puderem se estruturar para coordenar e fazer a gestão do relacionamento com seus fornecedores, criando uma uma rede engajada que visa
    os ganhos para os dois lados, tendem a receber e a entregar produtos de qualidade em tempos menores e de forma mais ágil para seus respectivos clientes finais.

    Alguns pontos foram ressaltados para se fazer uma negociação que valoriza qualidade, armazenamento e entrega. É muito importante negociar um montante maior para se ter mais poder de compras, de
    igual modo é importante centralizar as compras em menos fornecedores, qualificando-os e garantindo uma gestão da operação mais ágil e com menos mão de obra, já que se reduz o número de tarefas por
    fornecedor.

    Outro ponto relevante é que restaurantes devem considerar movimentos de dias da semana e referenciais para calcular o volume compras, além disso, é fundamental manter um estoque mínimo para
    garantir que produto não vai faltar. É essencial conhecer as especificações dos produtos para poder adquiri-los de acordo com as ferramentas disponíveis para manuseá-los, reduzindo, por exemplo,
    desperdícios.

    O último ponto não é menos importante, mas é o que geralmente se dá muito valor: o preço que se deseja pagar pelo produto (item de compra). Verdadeiramente, o valor do produto é uma consequência
    da negociação, se esse ponto for tratado observando os demais aspectos da compra, o resultado tende a ser positivo.

    Os diversos profissionais e tomadores de decisões das áreas de Supply Chain e TI precisam se atentar às projeções do mercado, visando o crescimento das empresas. E um dos caminhos é a unificação
    de sistemas para a cadeia de suprimentos. Adotando essas boas práticas, todos da cadeia de suprimentos podem sair ganhando, tanto fornecedores quanto compradores.

    Os restaurantes, fast-foods e suas redes e franquias adquirirão competitividade no mercado ao
    fidelizar clientes utilizando ferramentas para que isso seja possível.

    otimize seus processos

    1. Para adquirir apenas os produtos que você precisa com base na demanda, planeje as compras e, ao mesmo tempo, avalie a movimentação de estoque;
    2. Para determinar com maior precisão a demanda futura, conte com as informações sobre os pedidos que já foram feitos, datas de entrega e  prazos de validade;
    3. Para garantir as melhores condições de compras, analise também os dados anteriores de acordo com o período escolhido;
    4. Para ter mais controle do estoque é importante utilizar sistemas unificados e integrados para definir as melhores políticas de gerenciamento.
    5. Para ter evitar erros é importante controlar os dados sobre a quantidade de produtos requeridos e a quantidade entregue, assim como os preços que foram negociados e os preços que foram
      vendidos;
    6. Para fazer compras inteligentes e econômicas analise os preços antes da compra e defina os preços de acordo com a resposta de fornecedores através de um portal de compras on line;
    7. Para alcançar os preços ideais é fundamental comparar os dados com diversas variáveis que interferem no valor das mercadorias, tais como o rendimento de produtos, prazos, pedidos,
      qualificação de fornecedores e outros;
    8. Para tomar decisões mais rentáveis para sua empresa analise pontos que interferem no valor como, por exemplo, o prazo que será entregue ou o rendimento que o produto oferece, impostos,
      frete e embalagens;
    9. Para ter fornecedores cada vez mais qualificados, garanta sempre que eles atendam os requisitos de qualidade e de segurança.
    10. Para reduzir custos, é preciso simplificar as operações relacionadas ao fluxo de informações, ao transporte e à armazenagem.

    Falar de supply chain também é falar de logística. Mas, o que é logística?

    A logística é um conjunto de operações que envolvem os vários elos da cadeia de abastecimento de uma empresa. A implantação de processos logísticos são fundamentais para uma boa gestão de
    supply. Por isso, implementar e controlar fluxos para realizar a gestão de estoques é essencial, uma vez que a redução de custos está ligada à eficiência da construção e do acompanhamento
    frequente e dedicado desses fluxos, tanto os virtuais quanto os físicos.

    Todos os processos devem prever a integração de todas as atividades referentes à aquisição e armazenamento de matéria-prima, materiais semi-acabados e produtos acabados. As informações relativas
    a eles também devem ser constantemente acompanhadas, isto é, desde o início do fluxo da aquisição até a entrega ao consumidor final.

    Não custa ressaltar que o aumento da competitividade de uma empresa está intrinsecamente ligada à redução de custos operacionais e de aquisições dentro da cadeia de suprimentos, bem como da
    qualidade do atendimento que é responsável pela experiência do cliente final.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/YZKru1XN3Gk”]

    Cadeia de suprimentos na era da transformação digital, você está preparado?

    O que é internet das coisas?

    A Internet das Coisas é igual a IoT — sigla que teve sua origem no inglês “Internet of Things” — que está fomentando uma
    revolução tecnológica e é um dos assuntos principais quando se fala de cadeia de suprimentos. A IoT é um dos movimentos de transformação digital que envolve o
    desenvolvimento da Indústria 4.0 no Brasil.

    Como a Internet das Coisas funciona para o supply chain?

    A Internet das Coisas se dá através da conexão de objetos físicos que se comunicam entre si e com um usuário. Para isso acontecer, sensores inteligentes e softwares são acionados
    para que haja a transmissão de dados para uma rede.

    A Internet das Coisas torna possível a circulação de diferentes informações por meio de tecnologias de rastreamento, de sensores e de conexão. O mundo físico, por exemplo, as
    máquinas, e o digital passam a funcionar em conjunto, valendo-se dos dispositivos que se comunicam uns com os outros e também com os data centers de suas respectivas nuvens. Em uma cadeia
    produtiva os dados da matéria-prima a ser utilizada na produção podem se interligar ao maquinário, e os dois ligados ao estoque e por fim, ligados ao estoque e à expedição. Inclusive, os caminhões
    também podem estar atrelados aos armazéns neste mesmo complexo de sensores e conexão e assim por diante.

    IoT

    Imagine que Internet das Coisas vai cruzar as informações, conectando-as ao pedido de compra, à produção e à distribuição, sem que os gestores tenham que interagir no processo decisório. Sem
    dúvida, é outra realidade para os tomadores de decisão!

    O mercado da Internet das coisas tende a uma aderência bem significativa, e empresas que desenharem seu plano de negócio, valendo-se de estratégias de análise de dados por meio das quais se
    tenha a possibilidade de ter percepções mais assertivas, decerto aumentarão a sua competitividade.

    Apesar de parecer simples, analisar dados nunca foi tão desafiador. O mercado carece de profissionais capacitados para fazer a triagem dos dados que realmente importam e, assim, aconselhar os
    decisores (CEOs) de suas empresas.

    Dito isso, fica óbvio que a falta de talentos para analisar o boom de dados, que já é fato, pode atrasar o caminhar da inovação. Tanto os gestores quanto os profissionais que atuam na cadeia de
    suprimentos têm que se preocupar em se reinventarem. Contar com parceiros conhecedores da nova tecnologia é fundamental.

    Tudo isso ocorre graças a Indústria 4.0,
    pelo qual a interconexão de dados e sistemas  facilita a tomadas de decisões, visto que o processo ocorre de forma automática. Assim, o processo produtivo torna-se mais eficiente,
    maximizando a cadeia de valor do negócio.

    Então, por que a IoT é importante para o seu negócio?

    A IoT veio para auxiliar nas questões estratégicas das empresas, permitindo criar um negócio claro e aprimorado, cujo potencial de valor é muito grande.

    software de gestão com inteligência artificial

    Confira quais são as opções que a Internet das coisas – IoT têm que pode favorecer e ajudá-lo a alcançar seus objetivos de
    negócios.

    • Assistentes digitais, chatbots;
    • Inteligência automatizada em tarefas manuais, cognitivas e de rotina;
    • Inteligência assistida: ajudando as pessoas a executar tarefas mais rapidamente e melhor;
    • Inteligência aumentada: ajudando as pessoas a tomar melhores decisões;
    • Inteligência autônoma: automatização de processos de tomada de decisão sem intervenção humana.

    inteligencia artificial

    Muito prazer, somos a Teknisa!

    As soluções Teknisa são unificadas e integradas e estão implantadas em grandes players do mercado Food Service. Os sistemas para gestão de restaurantes, fast-foods e suas redes e franquias possuem estruturas customizáveis,
    modulares e flexíveis.

    Além disso, foram desenvolvidas nas plataformas web e mobile, promovendo a assertividade e agilidade na tomada de decisão. Os sistemas Teknisa, combinados a boas práticas de gestão, promovem
    ganhos de produtividade e rentabilidade à sua empresa, garantindo uma gestão completa que vai da produção às vendas.

  • Programa de Fidelidade: 7 ideias para implementar no seu negócio

    Programa de Fidelidade: 7 ideias para implementar no seu negócio

    Prefere áudio? Então clique e ouça este artigo

    O programa de fidelidade é comum nos comércios e nas empresas, se tornando uma poderosa arma tática na hora de atrair mais clientes para o seu negócio. Seja por meio de alguma vantagem adquirida, por meio do acúmulo de pontos ou pela compra de produtos específicos, o cliente pode fazer troca por produtos, viagens, ingressos etc.

    Esses serviços são conhecidos como Programa de Fidelidade e têm o objetivo de estimular os consumidores para que comprem ou utilizem algum tipo de serviço de acúmulo de pontos ou, até mesmo, gerar descontos em determinados produtos.

    Por meio dos benefícios gerados pelos sistemas de afiliados, os consumidores se sentem mais à vontade para efetuar a compra de algum tipo de produto ou serviço, sabendo que poderão ter algum privilégio no futuro.

    case Teknisa Varejo & Grupo Julietto

    Os principais comércios ou empresas do Brasil já aderiram a esse tipo de serviço, mas muitos empreendedores ainda possuem dúvidas de como implementar esse sistema; ou como isso trará ganhos para o seu comércio.

    O benefício para o consumidor é claro: a conquista da recompensa. Mas, para o comerciante ou empresário, quais são as vantagens?

    Continue nos acompanhando para descobrir.

    Experiência do cliente e bons resultados

    Uma pesquisa feita por vários institutos do mundo, e divulgada pela Sebrae, ressalta:

    “A maioria dos membros dos programas de fidelidade afirmam que desconto é o benefício mais valorizado, em seguida aparece o reembolso ou devolução de dinheiro. (Global Nielsen).”

    Confira outros dados interessantes:

    • Apenas 14% dos programas utilizam a gamificação como estratégia de recompensa para os clientes (Global Nielsen);
    • 10% dos programas oferecem recompensas com base no histórico de compras do cliente;
    • A existência de um programa de fidelidade leva 73% dos usuários a recomendar mais restaurantes (Loyalogy);
    • Mais de 65% dos clientes permanecem fiéis ao estabelecimento devido ao bom atendimento recebido (PriceGrabber).

    Dentro desse cenário, percebemos que o programa de fidelidade é constantemente utilizado, porém, inexplorado por muitas empresas. Mas, antes de entrarmos nesse ponto, confira algumas vantagens de implementar esse serviço no seu negócio.

    Fidelização de clientes em restaurante

    Afinal, quais as vantagens do Programa de Fidelidade?

    • Aumento de consumo: os programas de fidelidade aumentam o consumo em seu estabelecimento, criando novos laços com o consumidor, que dará preferência justamente por saber que receberá algum beneficio. Utilizar um sistema que permita fazer essas integrações com outros serviços e forneçam alguma vantagem é a chave para que esses serviços possam funcionar. Existem atualmente vários softwares que fazem a integração com sistema de afiliados. Por isso, na hora de aderir a um sistema, pense na possibilidade de integração. Pense como uma oportunidade de negócio que possibilita um maior fluxo de clientes, que estão cada vez mais exigentes.CTA para fazer download do ebook de programa de fidelidade
    • Aumento das vendas: clientes fidelizados compram mais vezes de uma empresa e estão dispostos a pagar mais caro.
    • Retenção: uma empresa que não fideliza seus clientes pode perder todos eles se uma nova empresa concorrente começar a competir pelo mesmo nicho de mercado.
    • Informações: clientes fidelizados possuem mais informações sobre a sua empresa, enquanto os clientes não fidelizados, simplesmente deixam de comprar e abandonam a empresa no primeiro sinal de falha.
    • Propaganda: uma das vantagens do programa de fidelidade é que os clientes transmitem a ideia de sua empresa e atuam como aceleradores de novos clientes.
    • Custos: o custo para fazer os clientes fidelizados voltarem a comprar é entre cinco e sete vezes menor do que o custo de um novo cliente.
    • Mapeamento: o programa de fidelidade é uma boa ferramenta para seu cliente fornecer os dados cadastrais e você mapear seu histórico de compras e o que necessitam.

    7 ideias para implementar um Programa de Fidelidade no seu negócio

    1. Programa de ponto simples

    Esse método é o mais comum na fidelização de clientes. Os clientes ganham pontos em troca de algum tipo de recompensa.

    Pode ser um desconto, um brinde ou um tratamento especial. Neste caso, os clientes buscam uma certa quantidade de pontos para resgatar sua recompensa.

    Embora um sistema de pontos é a forma mais simples de implementar, não é necessariamente aplicável a cada tipo de negócio. Ele funciona melhor para empresas que incentivam compras de curto prazo.

    No entanto, é necessário investigar mais a fundo se o programa de pontos realmente vale a pena para quem irá utilizá-lo; e se isso vale também para o seu negócio.

    Programa de fidelidade para restaurante

    2. Programa de níveis de recompensa

    Encontrar um equilíbrio entre recompensas alcançáveis e desejáveis é um desafio para a maioria das empresas que criam programas de fidelidade. Neste caso, implemente um sistema hierárquico que recompense a fidelidade inicial e depois incentive mais compras.

    Utilize pequenas recompensas na oferta inicial e, em seguida, incentive os clientes, aumentando o valor das recompensas. Isso ajuda no engajamento pois encurta o tempo entre as compras e as gratificações.

    A diferença entre o programa de pontos simples e o sistema de níveis é o tempo em que os clientes resgatam a recompensa. Você encontra programas diferenciados que funcionam melhor para “alto compromisso” em empresas de ponto de preço mais elevado, como companhias aéreas, empresas de hotelaria ou companhias de seguros.

    3. Taxa para benefícios VIP

    Os programas de fidelidade são feitos para quebrar as barreiras entre os clientes e o seu negócio. Ao identificar os fatores que podem causar perda de consumidores, você pode personalizar um programa de fidelidade com base em taxas para lidar com esses obstáculos específicos.

    Ou seja, o cliente VIP paga uma taxa mensal ou anual para ter ofertas exclusivas que o cliente comum não possui como, por exemplo, isenção de frete, clube de compras; dentre outras vantagens.

    4. Programas não-monetários

    Compreender seu cliente significa entender seus valores e senso de valor. Dependendo de sua empresa, seus clientes podem encontrar mais valor em recompensas não-monetárias.

    Embora qualquer organização possa oferecer cupons promocionais e códigos de desconto, você pode fornecer um valor diferente aos consumidores fiéis; como por exemplo, um serviço exclusivo para clientes, um estacionamento grátis, etc.

    5. Uma parceria com outra empresa

    Parcerias estratégicas para a fidelidade do cliente (também conhecido como programa de coalizão) podem ser eficazes para a retenção de clientes e crescimento de sua organização. Qual empresa seria ideal para uma parceria? Mais uma vez, tudo se resume a compreender plenamente os seus clientes e os seus processos de compra.

    Por exemplo, se você é gestor de uma empresa de alimentos naturais, é possível fazer uma parceria com um restaurante que oferece uma alimentação mais balanceada e saudável.

    Quando se fornece a seus clientes algo que é relevante para eles, ele irá ajudá-lo a crescer e atingir os clientes de seus parceiros, também.

    6. Gamification

    Quem não gosta de um bom game? Transforme o seu programa de fidelidade em um jogo para incentivar os clientes realizarem mais compras. Dependendo do tipo de game que você escolher, poderá ajudar a solidificar a imagem da sua marca.

    Se o seu público gosta de ter um pouco de diversão e realiza compras com frequência, este tipo de programa pode fazer o processo de compra divertido e, ao mesmo tempo, envolvente.

    7. Elimine o “programa” completamente

    Em vez de desenvolver um programa, construa a fidelidade fornecendo aos usuários de primeira viagem benefícios interessantes com cada compra.

    Esta abordagem funciona melhor para empresas que vendem produtos ou serviços exclusivos. Isso não significa necessariamente que você tem a oferecer o menor preço ou a melhor qualidade.

    Se a sua empresa é pioneira em um novo produto ou serviço, um programa de fidelidade pode não ser a melhor escolha. Os clientes serão fiéis porque sua empresa soluciona o problema bem melhor que a concorrência.

    Por exemplo, uma das empresas mais inovadoras nesse tipo de estratégia é a Apple. Mesmo os clientes mais fiéis da Apple não recebem recompensas especiais ou descontos. A Apple “encanta” os clientes, com um produto ou serviço, logo pela primeira vez de uso.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/3S3NakavX9Y”]

    Conclusão

    Um empreendedor tem, pelo menos, dois motivos para querer que os clientes se tornem fiéis seguidores.

    Primeiro, quem compra sempre geralmente é um consumidor mais rentável do que o que acabou de chegar. Segundo, um cliente satisfeito com um produto ou serviço costuma indicá-lo para outras pessoas.

    Por isso, leve em consideração a adoção de um programa de fidelidade em sua estratégia de mercado. Dessa forma, você alcança mais clientes fidelizados, além de uma crescente satisfação deles com o seu negócio.

    ERP para restaurante da Teknisa

    Quer saber um pouco mais por onde começar a criar um programa de fidelização desse tipo, e que de fato funcione?

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  • Conheça 5 vantagens de ter a automação comercial em seu negócio

    Conheça 5 vantagens de ter a automação comercial em seu negócio

    Prefere áudio? Então clique e ouça este artigo

    Você sabe o que é automação comercial?

    Como o próprio nome sugere, é tornar automático processos comerciais por meio de ferramentas e plataformas como softwares, buscando mais rapidez e eficácia na execução de cada trâmite, além de possibilitar uma entrega em menor tempo e com mais qualidade.

    As modificações com a automação comercial, vão desde a estrutura básica da gestão de negócios até a forma que a empresa irá se relacionar com seus clientes e fornecedores, possibilitando decisões inteligentes.

    economia digital na América Latina

    O que se vê, na verdade, é que a automação comercial é um processo abrangente, e traz impactos positivos no processo de informatização da empresa, desde o PDV (pontos de venda), emissão de cupons fiscais, até os complexos softwares de retaguarda que consiste em um sistema ERP.

    A melhoria do processo de gestão da empresa conduz a uma maior satisfação do cliente e, claro, ao aumento da rentabilidade da empresa. Essa busca de vantagem competitiva tem resultado em mais investimentos com TI e com os pilares da Terceira Plataforma (mobilidade, nuvem, big data e mídias sociais).

    Segundo pesquisa da IDC Latín América, até 2022 a economia digital deve representar mais de 50% do PIB da América Latina, com crescimento impulsionado por ofertas, operações e relacionamentos aprimorados.

    Vemos portanto que, com o processo de implantação o tempo de retorno do investimento é bastante satisfatório, mesmo que o investimento seja relativamente alto.

    Vamos entender quais as vantagens de automatizar seu negócio?

    Analisando o cenário de algumas empresas, antes e depois da automação comercial, elencamos os principais benefícios de seguir nesse caminho. Confira! 🙂

    1. Acompanhe seu faturamento de forma mais estratégica

    O ponto crucial para a sobrevivência do negócio é o faturamento. Se sua empresa está com um baixo lucro e você já identificou quais são os motivos, está no caminho certo. Infelizmente, alguns gestores não estão antenados e não têm ideia de onde vêm os problemas. Nesse caso, as chances de falência são grandes!

    As dificuldades podem estar no produto, no atendimento, no preço e até mesmo na má gestão do caixa. Todavia, para identificar o problema, é necessária a análise de indicadores e estatísticas que lhe mostrarão a decisão a ser tomada.

    Por menor que seja o negócio, é imprescindível acompanhar ativamente a evolução do faturamento, pois com um mapa em mãos, as tomadas de decisão são mais conscientes.

    análise de dados

    Além disso, no momento em que o dono do negócio não está presente, a única forma de continuar acompanhando esses números — com a certeza de serem informações fidedignas — é por meio da automação. Ou seja, dos gráficos e dos relatórios que a ferramenta fornece.

    Portanto, não deixe de automatizar os processos que envolvem a entrada de recursos no seu negócio. Assim, você poderá agir em tempo hábil e garantir que 100% desse capital esteja, de fato, entrando na sua empresa.

    2. Controle melhor suas despesas com automação comercial

    É sabido que, tão importante quanto controlar a entrada do capital, é também controlar a saída do mesmo.

    Alguns tipos de negócios permitem quantificar as saídas de estoque e de matéria-prima. Mas, em outros segmentos do varejo, como no food service, essa quantificação é mais minuciosa, exigindo ainda mais controle.

    Além de monitorar o volume de despesa, é importante classificá-las. Assim, você saberá onde está o maior custo. Essas são as informações para tomar as decisões corretas.

    Para cada tipo de negócio existe uma média da distribuição do custo, considerando mão de obra, matéria-prima e demais despesas. Pontue esses percentuais e acompanhe seus números.CTA -baixar ebook reduzir custos de fábrica

    Se o gasto com a mão de obra está acima da média, por exemplo, avalie a distribuição de tarefas e o dimensionamento das equipes. Feito isso, realize alterações no processo, visando reduzir esse custo.

    Agindo assim com todas as despesas, certamente você conseguirá atingir o ponto de equilíbrio para começar a lucrar com o negócio.

    Com a automação comercial, você terá em mãos a rentabilidade do seu negócio de forma mais prática e ágil.

    Algumas ações são até possíveis de serem executadas manualmente, mas demanda mais tempo, e pode afetar outros processos. Contudo, se automatizado, você pode, por exemplo, mensurar o custo do produto e estabelecer o markup desejado ou ainda, definir metas de venda e despesas para acompanhar a progressão de ambas.

    3. Realize uma gestão de vendas mais assertiva

    Impulsionar as vendas é, sem dúvida, o diferencial. Entender o que seu público-alvo procura, inclusive, é o primeiro passo para impulsionar esse número. E aí é o momento de utilizar a criatividade e a tecnologia.

    A transformação digital facilitou ainda mais a melhoria da experiência do cliente, tornando-se foco principal para a melhoria dos negócios.

    As vendas por meio de aplicativos de celular, nos quais o contato com qualquer vendedor é nulo, ou ainda, através de web sites – ambos possibilitam entrega em domicílio ou retirada na loja – são meios de venda muito aplicados nos dias de hoje.

    Nesse tipo de venda há a grande vantagem da redução do custo operacional. Com isso há uma margem de lucro maior, pois o custo fixo e variável é menor.

    Você ainda pode ampliar a dimensão do serviço, com a captação do seu cliente a qualquer momento, por meio de notificações. Como um restaurante, por exemplo, que envia notificação de cardápios do dia, para o cliente, gerando uma relação e possibilidade de interação. Resta analisar se esse tipo de venda atende o seu negócio e seu público-alvo.

    Podemos citar, também, os terminais de autoatendimento nas lojas, os quais caracterizam outro tipo de automação no que se refere à vendas. Esse modelo condiz bastante com aeroportos, onde o lema é a agilidade no atendimento, além de atendê-los também com redução do custo operacional.

    Quando seu cliente está dentro de sua loja, ele quer ser atendido rapidamente. Em contrapartida, você, enquanto gestor, deve querer atender o máximo possível de clientes em curto espaço de tempo, certo? O que torna mais fácil ou praticável quando o processo de venda é automatizado.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/sBqora2tvgo”]

    Mas, se seu cliente é daqueles que saem de casa para obter a máxima cordialidade, uma variedade e qualidade ímpar nos produtos e o que menos importa a ele neste momento é o tempo, então você, no mínimo, precisa abordá-lo pelo nome, entender suas preferências e não ter pressa para atendê-lo.

    Concluindo, o mais importante é identificar o modelo de automação ideal para seu tipo de venda e público.

    Pergunte-se a si mesmo:

    • Você deixa de vender porque a fila é grande?
    • Você deixa de vender porque não atende à expectativa de seu cliente?
    • Você deixa de vender porque não entrega em casa?

    Perguntas como essas podem ajudá-lo a identificar o melhor caminho a seguir.

    4. Torne o atendimento mais ágil e eficaz com a automação comercial

    Com tantas escolhas para os clientes, um dos maiores desafios das empresas é manter a fidelidade. Por isso, uma estratégia que não vise a satisfação do cliente aliado ao ambiente competitivo não consegue manter um nível adequado de atendimento.

    Com a automação comercial, você pode entender as necessidades do cliente, saber o que ele pensa do seu cardápio e da sua empresa, por meio de pesquisas de satisfação, por exemplo, o que permite fazer um levantamento para definir melhor suas estratégias.

    Assim, você pode adaptar algumas características do seu produto ou serviço, atendendo à demandas específicas do cliente. Há clientes que desejam o atendimento personalizado, nominal e dedicado. Porém, não podemos esquecer que a agilidade também deve estar presente no atendimento.

    Por mais preferido que possa ser um restaurante, se o atendente demora 10 minutos para chegar à mesa, ou então, o cliente fica mais de 40 minutos esperando para receber o prato que pediu, é muito provável que da próxima vez ele opte por outro estabelecimento.

    Com a automação comercial você torna o seu atendimento mais ágil por meio de um sistema PDV para restaurante. É o caso da comanda eletrônica, por exemplo, que permite que o atendente realize o pedido para a equipe da cozinha, diretamente da mesa, por meio de um tablet, sem precisar se deslocar pelo espaço do restaurante.

    automação comercial

    Outro exemplo é a solução KDS (Kitchen Display System). Através de uma tela alocada na cozinha, os colaboradores têm acesso aos pratos que precisam ser preparados, sem depender de comandas de papel, que podem se perder pelo caminho.

    Deste modo, o gestor pode estipular um tempo de produção para a entrega de cada alimento, fazendo com que todos sejam entregues de forma simultânea em uma mesa, no menor prazo possível. Ideal para um atendimento mais ágil e personalizado, e o que é melhor, mais satisfação dos clientes. Mantendo, assim, a competitividade e implementando novas experiências ao cliente.

    5. Tome decisões importantes em tempo hábil

    Esperar o meio do mês seguinte para apurar o resultado do mês anterior pode fazer seu negócio não sobreviver a um ano sequer.

    Os números devem sempre estar à mão e, claro, devem ser analisados e utilizados para mudar o que não está dando certo, sempre em tempo hábil.

    Lançar promoções quando as vendas estão baixas, dar vazão naquele produto que está com a data de validade quase comprometida, alterar os preços por determinados horários e dias da semana ou renegociar os prazos com alguns fornecedores são ações que, somente em processos automatizados, são possíveis de serem tomadas.

    Um sistema de automação comercial eficiente e moderno permite a integração de todas as áreas, criando um fluxo de processo e da informação dentro da sua empresa. Nos processos fiscais, por exemplo, a legislação tem exercido mais pressão sobre o varejo, obrigando a informatização do ponto de venda.

    Parceria de Teknisa e Rede Giraffas

    Utilize a exigência da automação fiscal a seu favor, atrelando essa necessidade aos benefícios que a automação oferece. Certamente, automatizar através de uma solução utilizada pelos grandes players do mercado pode fazer você não só sair à frente da concorrência, mas fazê-lo crescer e multiplicar seus lucros e negócios.

    Ter a iniciativa de experimentar outras ferramentas, ou seja, sair do conforto e buscar alvos mais altos pode ser o maior passo a ser dado. Por isso, repense sua estratégia e planeje-se! 🙂

  • Cashless: mais economia aos clientes e também aos gestores!

    Cashless: mais economia aos clientes e também aos gestores!

    Prefere áudio? Então clique e ouça este artigo

    A tecnologia tem revolucionado os mais diversos segmentos do mercado, proporcionando experiência diferenciadas aos consumidores, inclusive na forma de como eles pagam por um produto ou serviço.

    Nesse cenário surge o cashless, uma tendência cada vez mais comum em diversos países e que tem como meta facilitar o processo de pagamento, proporcionando mais praticidade e até mesmo conforto a quem for adepto.

    Case de sucesso da Teknisa

    Mas, por que os gestores devem se atentar cada vez mais à essa tecnologia e estudar sua implantação visando por mais resultados em vendas?

    Para descobrir, basta continuar acompanhando o texto abaixo. Estamos prontos para tirar todas as suas dúvidas sobre este assunto. Vamos lá?

    O que é Cashless?

    Primeiramente, vamos entender o conceito dessa tendência que tem, aos poucos, ganhado mais espaço no mercado.

    Como o próprio nome sugere, cashless (do inglês, “sem dinheiro”) é uma tecnologia que tem como objetivo facilitar o pagamento dos consumidores em diversos estabelecimentos, gerando uma experiência mais rápida e prática.

    Ou seja, é comprar um produto sem precisar pegar sua carteira no bolso ou se preocupar em ter dinheiro em espécie.

    A tecnologia cashless pode ser reproduzida por meio de aplicativos, cartões RFID e até mesmo pulseiras de aproximação que facilitam o pagamento.

    Em todos os casos, a inteligência pode ser auxiliada por um terminal de autoatendimento, que permite a compra na máquina e a retirada no caixa, como em escolas, por exemplo.

    A ideia é que o consumidor possa inserir créditos no dispositivo, ou configurar transações bancárias diretamente dele, possibilitando mais controle de gastos, já que o portador irá gastar apenas o dinheiro da recarga.

    Além disso, o pagamento mobile também torna o processo mais seguro, já que evita a retirada de dinheiro ou de cartões de créditos, que podem ser perdidos e até mesmo furtados em alguns casos.

    Baixar ebook Cashless

    Tendência em crescimento?

    A tecnologia cashless surge como um grande facilitador para a gestão de gastos. E o que é melhor, ela pode ser implementada em vários tipos de estabelecimentos, seja em escolas, faculdades, clubes, casas noturnas e até em megaeventos.

    Assim, o cashless tem se projetado como uma das tendências digitais de maior crescimento nos próximos anos.

    Em países como a Suécia, cerca de 80% das movimentações financeiras são realizadas por meio de operações eletrônicas. Inclusive, a projeção é que, em até 2025, essa região não aceitará mais dinheiro vivo em pagamentos.

    Isso quer dizer que muitos estabelecimentos já não trabalham mais com o recebimento em notas ou em moedas.

    Mas, será que o seu estabelecimento está pronto para adotar essa tecnologia?

    O que aponta o mercado

    Você sabia que, hoje, cerca de 52% dos brasileiros utilizam cartão de débito como principal forma de pagamento?

    Esse dado nos revela como os consumidores têm utilizado, cada vez menos, dinheiro em espécie para adquirir algum produto ou serviço, além da preferência por já quitar o valor no momento da compra ao invés de jogá-lo para a fatura no próximo mês.

    pagamentos no Brasil

    Ainda de acordo com uma pesquisa realizada pelo Banco Central, 4% da população brasileira não usa mais dinheiro em espécie para fazer compras.

    Baseado nessa crescente necessidade do mercado, o cashless surge como solução para tornar a forma de pagamento ainda mais prática, evitando o manuseio de notas e até mesmo o uso de cartões de crédito, que podem comprometer o orçamento de quem não tiver em mente um bom controle financeiro.

    Mas, as vantagens da tecnologia cashless se restringem apenas ao não uso do dinheiro vivo ou de cartões de crédito em diversos estabelecimentos?

    A resposta é: não exatamente. Dito isso vamos conferir outros benefícios dessa tecnologia? Confira abaixo. 🙂

    Principais benefícios da tecnologia cashless

    pagamento por cashless

    Menos filas

    As intermináveis filas são um dos problemas mais comuns nos estabelecimentos, principalmente em datas especiais, causando transtornos tanto aos clientes quanto à equipe de atendentes.

    Nesse cenário, a tecnologia cashless torna as transações mais ágeis, reduzindo o tempo de espera entre um pagamento e outro.

    Basta apenas o uso do dispositivo para confirmar a compra, sem haver necessidade de contabilizar o troco ou configurar a máquina de cartão. Isso auxilia, e muito, na redução de filas.

    O cashless ainda contribui para mais agilidade dos colaboradores, o que gera mais satisfação e até fidelização dos clientes ao estabelecimento.

    Mais segurança

    Seja qual for o dispositivo utilizado, a tecnologia cashless, por meio de informações criptografadas específicas, evita que o consumidor utilize seu cartão de crédito ou débito, minimizando as chances de fraudes, como dados clonados e até roubo de senhas.

    Outro ponto importante é que a inteligência ainda evita que o cliente ande com dinheiro em mãos, o que reduz o risco de perdas e até mesmo de furtos, o que costuma ocorrer com bastante frequência em shows ou em eventos mais movimentados.

    Menos custos

    Todos nós sabemos que manter máquinas de cartão geram alguns custos aos gestores, como aluguel, sem mencionar a porcentagem que é descontada sobre cada compra feita com o cartão de crédito/débito.

    Nesse caso, a tecnologia cashless auxilia a reduzir esses gastos, já que os valores pagos serão recebidos de forma integral, e o que é melhor: sem a necessidade de apurar as taxas cobradas pelas companhias dos cartões.

    Mais organização financeira

    Por último, embora não menos importante, a tecnologia cashless contribui para uma gestão de gastos mais assertiva tanto aos gestores quanto aos clientes.

    Aos donos de estabelecimentos, a inteligência permite um controle mais prático do fluxo de caixa, já que todas as informações são digitalizadas no app mobile ou em outros dispositivos integrados ao sistema.

    Já os clientes ganham em economia, uma vez que o cashless permite que eles façam recargas em aplicativos, cartões ou pulseiras com valores específicos, evitando gastos para mais, o que poderia ocorrer com o cartão de crédito ou débito.

    NoCash

    Conclusão

    Com tantos benefícios aos gestores e também aos clientes, pode-se dizer que a tecnologia cashless chegou para ficar.

    Sua adoção, cada vez mais comum em diversos países, nos expõe a necessidade do mercado de otimizar os processos e ganhar tempo principalmente em atendimento.

    Vale lembrar que a tecnologia engloba desde as vendas em escolas e faculdades até em megaeventos como o Lollapalooza e a Copa do Mundo.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/nd06u9DovTk”]

     

    Como principais vantagens, podemos destacar que a tecnologia cashless proporciona:

    • Filas mais rápidas;
    • Praticidade no pagamento;
    • Menos gastos aos gestores e também aos clientes;
    • Mais economia no processo de compra e reeducação financeira aos usuários da tecnologia.

    Quer saber mais sobre a ferramenta NoCash, desenvolvida pela Teknisa? Então entre em contato com um de nossos consultores e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto!

    Não deixe de comentar abaixo o que você achou do conteúdo e também compartilhar o texto em suas redes sociais. Até a próxima!

  • ERP para restaurante: por que investir para crescer no mercado de Food Service?

    ERP para restaurante: por que investir para crescer no mercado de Food Service?

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    Para crescer no mercado de Food Service é preciso contar com ferramentas de gestão sólidas e automatizadas — como é o caso do software ERP para restaurante. Afinal, o gerenciamento de restaurantes começa pelos bastidores e não se resume apenas ao que o público vê.

    O cardápio, a qualidade do atendimento e até mesmo a estrutura física podem ser prejudicados com uma má gestão e, consequentemente, retardar o crescimento do negócio.

    crescimento do food service

    Fazer parte dessa estatística é um desejo de muitos gestores. Entretanto, poucos estão dispostos a mergulhar de cabeça na automação comercial. Alguns gestores não conhecem as vantagens de utilizar o sistema ERP e ainda são dependentes da planilha ou do papel. Em outros casos, os profissionais até contam com o software, mas não sabem como utilizá-lo completamente.

    Por isso, vamos simplificar e desmistificar o ERP para restaurante, além de apresentar as melhores soluções, recursos e funcionalidades dessa ferramenta. Vem com a gente!

    ERP não é um bicho de sete cabeças

    O ERP (Enterprise Resource Planning) — e que significa em português Planejamento dos Recursos da Empresa, é a tecnologia mais acessível e moderna quando se trata de gestão no cenário de Food Service.

    O sistema para restaurante supre as necessidade de estabelecimentos de todos os portes (pequeno, médio e grande) e organiza todo o fluxo de informação, proporcionando mais eficiência, segurança e praticidade para a rotina de diversos setores.

    erp para restaurante

    Mais informação e menos burocracia

    Para o restaurante operar de forma adequada é preciso ter processos muito bem definidos. E nesse ponto o ERP entra em ação! Veja a seguir alguns processos que podem (e devem ser feitos) utilizando a ferramenta:

    • Preenchimento adequado das fichas técnicas da cozinha;
    • Controle de estoque;
    • Gestão da área de compras;
    • Análise do fluxo de caixa;
    • Estimativa de clientes.

    No âmbito financeiro e fiscal, ele também controla a entrada e saída de notas, verifica a emissão correta dos documentos, facilita o cálculo do seu CMV e, principalmente, armazena seus dados para desenvolver relatórios fiscais e gerenciais.

    É muita informação para você? Não se preocupe!

    Em meio à quantidade de atividades que devem ser analisadas e gerenciadas é provável que o gestor fique “perdido”, ocasionando tomada de decisões erradas e que colocam a saúde financeira do negócio em risco. Por isso, guarde bem essa frase:

    Sistema de ERP para restaurante

    #FicaaDica:
    Todo esse conjunto de funções do software permite aumentar a conversão das vendas e ter o controle total do negócio!

    Qual ERP é ideal para seu restaurante?

    O sistema ideal para o seu restaurante é aquele que atende às suas expectativas e se adapta à sua realidade, por exemplo, o ERP Odhen da Teknisa!

    ERP para restaurante da Teknisa

    Odhen by Teknisa: a melhor solução

    Nós sabemos que a tecnologia não faz milagres, mas a Teknisa possui quase 30 anos de mercado e um software integrado que trabalha com as melhores soluções em Food Service. Por isso, listamos para você cinco recursos do nosso sistema ERP para restaurante para espantar de vez qualquer dúvida:

    Frente de loja

    A Odhen by Teknisa oferece um conjunto de soluções em automação comercial que personalizam o seu atendimento.

    Os restaurantes usufruem de vantagens ao adotar um software para frente de loja (POS ou PDV), que automatiza e organiza a sua operação, principalmente quando integrado a um ou mais dispositivos que facilitam a mobilidade da sua equipe.

    Com o PDV para restaurante é possível realizar as atividades diárias: registro de vendas, fechar caixa, emitir boleto, nota fiscal, entre outros. A Odhen permite o funcionamento off-line dos caixas e ainda conta com a comanda eletrônica, dando mais autonomia aos garçons.

    Além disso, os pedidos são integrados à cozinha, que passa a recebê-los organizados por tempo de entrega em um display para a gestão de pedidos (KDS – Kitchen Display System).

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/sBqora2tvgo”]

    Business Intelligence

    Em qualquer dispositivo, a ferramenta de análise de dados Zmart (BI – Business Intelligence) permite o acompanhamento de dados tais como o fluxo de caixa de determinada unidade, os resultados de campanhas para cada unidade ou quais produtos têm sido os mais vendidos em outros estabelecimentos relacionados à matriz.

    Essa análise gera gráficos e relatórios assertivos para a gestão de redes e franquias. Os dados obtidos direcionam a visão dos gestores e os auxiliam na definição de estratégias, metas e ações alcançar os resultados tão esperados.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/lrUWjD6BPPU”]

    Gestão de Relacionamento: CRM

    Se você pensa em expandir o seu negócio, o ideal é que os franqueadores utilizem uma ferramenta CRM para auxiliar no relacionamento com suas franquias e controlar dados de negociação, análise, escolha de ponto, documentação, treinamentos pré-operacionais e todo o suporte de gestão que lhe será dado durante o contrato.

    Com o apoio da ferramenta CRM da Pebbian by Teknisa, integrada à Odhen, todas as informações para o acompanhamento das franquias ficam registrados em um histórico e o franqueador pode gerenciar as tarefas da unidade franqueada individualmente.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/8DvkaiSmGOo”]

    Gestão de Compras

    Um dos maiores desafios na gestão de compras é manter preços competitivos e prazos de entrega satisfatórios. Com as soluções Odhen para gestão de backoffice é possível centralizar as necessidades de compras de todas as franquias por meio da consolidação das vendas de cada loja.

    Uma previsão do volume de compras é gerada com base nas vendas do período de cada estabelecimento e permite que você tenha mais poder de compra ao solicitar cotações a inúmeros fornecedores, pela importação do pedido de compra ou do XML.

    Além de acompanhar um histórico de compras com cada fornecedor escolhido, você pode qualificar aqueles que oferecem o melhor custo x benefício por meio de auditorias das compras realizadas, dos fornecedores e das marcas, revisões dos preços negociados e das quantidades aprovadas, considerando o preço das embalagens, dos impostos e dos encargos, além do prazo de entrega.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/vbLsiEBb7Qo”]

    Gestão de Estoque

    O controle de estoque evita perdas de mercadoria, permite um cálculo justo do seu CMV e auxilia o gestor a qualificar o seu fornecedor.

    A solução de backoffice da Odhen by Teknisa torna esse controle ainda mais ágil e eficaz, agindo da seguinte forma:

    1. Realiza a baixa de estoque automaticamente a partir das vendas.
    2. Cada produto possui um controle de baixa segmentado por produto acabado ou matéria-prima.
    3. A alimentação desses estoques pode ser feita manualmente ou integrada com o sistema fiscal, a partir das entradas de notas fiscais.

    A ferramenta ainda auxilia na auditoria da movimentação do estoque por meio de inventário rotativo e/ou inventário cego. Todas essas informações podem ser visualizadas em gráficos e dashboards personalizados, atualizados em tempo real e separadas por franquia.

    Bônus:
    A Odhen também conta com aplicativos e soluções mobile para modernizar e agilizar as operações na cozinha, no balcão e nas filas, no atendimento à mesa, além de opções para autoatendimento e fidelização de clientes – como o Totem de Autoatendimento e cardápio digital.

    Teknisa na prática

    Para mostrar como o nosso sistema ERP para restaurante funciona na prática, utilizaremos como exemplo um de nossos clientes. Veja só:

    Case de sucesso

    Eles passavam por uma crise, precisavam reduzir custos, otimizar processos e contavam com um sistema que não era especializado. Quando conheceram as soluções Teknisa, a rede de restaurantes ganhou um sistema personalizado e adaptado às necessidades do seu negócio.

    Mas… qual o diferencial?

    Alguns sistemas realizam apenas a contabilidade e utilizam interfaces separadas (frente e back) para a parte fiscal. Esse não é o modelo ideal e deixam as informações desencontradas. No ERP para restaurante da Teknisa, tudo trabalha de forma integrada a fim de minimizar possíveis erros e de facilitar o trabalho contábil e fiscal.

    O CEO do The Fifties, Gustavo Costa, destaca que antes de ser parceiro da Teknisa era preciso 10 dias para obter todos esses dados. “Agora com o software da Teknisa é possível obter esses números em 3 dias e meio”.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/hY8atQ-e8dU”]

    Outra vantagem da automação comercial é que a apuração dos impostos podem ser feitas em até 24 horas. Já em outros sistemas essa apuração dura cerca de 5 dias.
    #FicaaDica:
    Os nossos clientes contam com soluções personalizadas e integradas com frente de loja e back-office.

    A importância da parceria

    Desde a implantação do sistema Odhen até o dia a dia do restaurante, o cliente possui todo o suporte necessário para treinamentos e dúvidas quanto às suas funcionalidades. Afinal, é importante que todos os setores do estabelecimento operem em sintonia e os gestores obtenham os números de forma ágil para tomar decisões estratégicas, como:

    • Custos (como o dinheiro está sendo gasto e se está sendo investido corretamente);
    • Como está a filial;
    • Custo de Mercadoria Vendida (CMV);
    • Custo operacional;

    Que tal ser cliente Teknisa?

    De fato, melhorar a gestão e ainda aumentar a qualidade dos serviços oferecidos aos clientes é o objetivo de muitos proprietários de estabelecimentos no segmento do Food Service. Para superar os desafios, crescer e se consolidar no mercado, basta utilizar as soluções da Teknisa! =)