Categoria: Retail

  • O que é showrooming?

    Showrooming é a prática de visitar uma loja física para examinar um determinado produto antes de comprá-lo on-line a um preço mais baixo.

    Esse fenômeno vem crescendo bastante e muitos comerciantes de varejo se sentem ameaçados. O que é compreensível, especialmente porque as pessoas estão apenas visitando as lojas físicas para conhecer os produtos e em seguida, comparar preços em e-commerces e lojas virtuais. Vários fatores influenciam o consumidor a escolher por comprar em uma loja física ou virtual. Entretanto, o preço é determinante para essa escolha.

    Showrooming x webrooming – a situação é realmente crítica?

    Analisando o contexto geral, os consumidores também estão fazendo o caminho reverso – conhecido como webrooming: quando os consumidores fazem suas pesquisas on-line, e depois vão em uma loja física para finalizar sua compra.
    Aparentemente, esse comportamento não é novidade, mas só agora os varejistas começaram a reconhecer seus benefícios nos processos de vendas.

    Por outro lado, os consumidores começam a adquirir o controle da sua experiência de compra, sem que o poder de decisão seja atrelado aos comerciantes e profissionais de vendas, fazendo com que as empresas lutem para se adaptar.
    Embora as lojas físicas ainda estejam ganhando na corrida de compras, pesquisas apontam que esse percentual tende a inverter.

    Então, como os varejistas devem proceder?
    Listamos 6 motivos para que sua loja enfrente o showrooming e aumente as suas vendas.

    1. Trague a tecnologia para dentro de sua loja:

    As lojas físicas precisam se adaptar à tecnologia e, assim, atrair seus clientes e aumentar o faturamento. Alguns pontos que devem ser observados são:

    • Invista em estratégias de omni-canal (integração de lojas físicas, virtuais e consumidores);
    • Ofereça experiências personalizadas para seus clientes, seja na loja física ou virtualmente;
    • Recolha dados e informações de seus clientes para identificar as necessidades e desejos de seu público;
    • Ofereça TAA (terminais de autoatendimento) ou outros dispositivos inteligentes dentro de sua loja, com informações sobre o produto, ofertas e outras campanhas relevantes com base no comportamento de compra.

    2. Ofereça um excelente serviço ao cliente:

    Atualmente, muitos consumidores são capazes de evitar a interação com marcas e serviços. No entanto, existe uma oportunidade para transformar essas experiências impessoais para uma experiência pessoal, através de um serviço diferenciado para o cliente.

    • Ofereça uma melhor experiência para o cliente;
    • Trabalhe para se antecipar às necessidades do seu cliente;
    • Esteja preparado e saiba como flexionar suas margens de preço;
    • Elabore estratégias e capacite funcionários para agir de acordo com as decisões informadas;
    • Use ferramentas para conhecer seus clientes e tenha sempre informações rápidas e relevantes para seus produtos.

    3. Use a mobilidade a seu favor:

    A utilização de dispositivos móveis acessando dados na nuvem não é uma tendência, já é um fato. Mobile é a ponte entre nossos mundos físico e digital. Estamos cada vez mais utilizando estes dispositivos para buscar informações e comprar. E isso não tem mais volta.

    • Ofereça aplicativos para promover a lealdade do cliente;
    • Disponibilize ponto móvel de soluções de venda para melhorar o processo de check-out;
    • Use a tecnologia para criar e fornecer descontos personalizados ou ofertas especiais;

    4. Tenha Programas e Ofertas de Fidelidade:

    • Use os dados que você coletar off-line e on-line para criar mensagens, ofertas e promoções para incentivar os seus clientes a comprarem novamente em sua loja;
    • Incorpore um programa de fidelidade para a experiência completa do cliente. Saiba como fazer um programa de fidelidade on-line e off-line;
    • Ofereça serviços extras, identificando a dor e resolvendo as necessidades dos seus clientes.

    5. Implemente estratégias de vendas apresentando vantagens em comprar on-line ou em suas lojas físicas

    A ideia é oferecer opções de venda on-line, mas que sua loja física também possa interagir ou intervir para atender melhor o cliente que está na busca por qual canal oferece mais vantagens para ele . Um exemplo disso é o caso dos clientes que se interessam ​​em comprar produtos extras e, ao mesmo tempo, ter a condição de retirar esse produto em sua loja, o que elimina o risco de problemas com entregas ou questões similares.

    • Reservar e recolher: ofereça opções destinadas para os clientes que fazem as pesquisas on-line, mas preferem comprar em sua loja;
    • Oferecer retornos: facilite devoluções, trocas de produtos e reembolsos mais rápido;
    • Quero agora: mantenha um estoque capaz de atender as demandas identificadas, pois muitas vezes os clientes não querem esperar o tempo necessário para receber em casa a entrega dos produtos comprados em lojas virtuais.

    6. Tenha presença nas Redes Sociais:

    Os consumidores que estão cada vez mais presentes na internet e redes sociais, têm fácil acesso a sites de avaliações de produtos, avaliações de consumidores e até mesmo reclamações, por isso se atente a esse fator. Os sites e aplicativos de redes sociais tornaram-se também uma importante ferramenta para abrir a comunicação com os clientes atuais e potenciais clientes. Veja alguns benefícios:

    • Ter uma comunicação personalizada e envolvida direto com o cliente;
    • Permitir que sua empresa personalize a sua marca e tenha voz;
    • Saber o que seus clientes pensam sobre sua empresa em tempo real;
    • Ampliar o alcance de negócios e visibilidade.

    Em resumo, showrooming e webrooming vieram para ficar e não devem ser ignorados. Um bom sistema de varejo certamente facilitará as interações no intuito de responder todas as necessidades dos clientes para obter ideias sobre o comportamento. Assim, o empoderamento de informações dos consumidores criam um novo conjunto de desafios para as empresas, mas também novas oportunidades. Cabe aos empresários encontrar as melhores estratégias e reagir.

  • KDS: inovação que garante ganho de produtividade e melhor experiência ao cliente

    KDS

    O Kitchen Display System (KDS) é uma ferramenta que auxilia no desafio de organizar uma cozinha e promete aumentar a produtividade da equipe, além de proporcionar a melhor experiência ao cliente. Mais comum em redes e franquias de restaurantes, essa solução vem revolucionando o mercado brasileiro de food service com funcionalidades que, para muitos, parecem até futurísticas. No entanto, em países como Estados Unidos, esse mecanismo já se tornou popular até em pequenos negócios devido ao sucesso das operações.

    Os empresários do ramo de alimentação fora do lar já entenderam a necessidade de buscar ferramentas inovadoras que possam otimizar os processos e fazer a diferença diante da concorrência. E, nesse sentido, o KDS não deixa a desejar.

    Ao implantar o sistema, algumas perguntas precisam ser respondidas:
    – qual seu nível de produtividade?
    – qual sua meta?

    Muitas vezes, o empresário tem dificuldade em responder esses questionamentos, uma vez que não existe uma setorização dos funcionários, nem um padrão de montagem de pratos. No entanto, esses são fatores determinantes para que o KDS proporcione os resultados esperados.

     

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    Como funciona o KDS na prática

    Ao atender um grupo de clientes que chegam juntos para consumir em um determinado estabelecimento, alguns problemas são tão recorrentes que já são considerados “normais” para a maioria. Os pedidos são feitos, o garçom anota as observações, leva até a cozinha, quem estiver disponível (o cozinheiro ou ajudante) faz o preparo de cada prato e, em seguida, avisa que já pode ser levar para o consumidor. O problema é que nem sempre os pratos ficam prontos ao mesmo tempo e, na correria da produção, alguma observação passa despercebido e, não muito raro, o prato volta para a cozinha.

    São essas falhas que o KDS propõe evitar. Ao setorizar os serviços na cozinha, cada colaborador fica responsável por uma parte específica na montagem do prato. Em uma burgueria, por exemplo, é determinado alguém para a salada, outro para o pão, outro para a carne e assim por diante. Isso faz com que a produção seja concentrada e focada.

    Além disso, um KDS permite parametrizar o tempo para produção de cada prato. Podendo, assim, fazer com que exista uma sincronia e todos os pedidos de uma mesma mesa cheguem juntos deixando os clientes satisfeitos quanto à qualidade do atendimento.

    O KDS também pode ser implantado em estabelecimentos que não trabalhem apenas como produção sob demanda, uma vez que ele pode ser aplicado apenas na montagem das bandejas, por exemplo.

    A versatilidade da ferramenta garante a otimização do tempo, que gera o ganho da produtividade e um serviço diferenciado devido à sincronização da entrega. Assim acontece, automaticamente, a satisfação e a fidelização do cliente.

  • 5 dicas para automatizar o Ponto de Venda

    5 dicas para automatizar o Ponto de Venda

    ponto de venda

    A maioria dos pequenos empreendedores começa de forma modesta, sem muitos recursos tecnológicos, ou seja, utiliza apenas uma caixa registradora ou uma calculadora e planilhas para gerenciar seus estabelecimentos. Para eles, isso é suficiente para controlar um negócio que ainda é de pequeno porte. Mas, se o fluxo de processos começa a crescer, a empresa passa a ter uma demanda maior de recursos e começa a ficar grande demais para poder ser controlada apenas por uma máquina registradora, planilhas e calculadora.

    Esse cenário começa a apresentar questões que antes o gestor dominava tão bem. Por exemplo, essas empresas não têm mais o controle do estoque, não sabem quanto está entrando em seu caixa ou quanto precisam gastar para repor mercadorias, sendo que, isso, junto a outros problemas, vai se tornando uma bola de neve.

    Nesse momento é que o empresário começa a pensar em uma maneira de controlar melhor o seu negócio, saber o que entra e o que sai da empresa, quanto custa cada item, por quanto deve vender para ter lucro e para qual item pode oferecer descontos.

    São vários os fatores que levam o pequeno empreendedor a buscar uma solução para automação comercial com o intuito de melhorar a gestão do negócio.

    1 – Escolhendo uma ferramenta de alto alcance para o PDV

    A escolha da melhor tecnologia para automação de PDV deve estar pautada em suas funcionalidades que preveem melhorias cabíveis em seu tipo de segmento.

    Emissão de notas fiscais, cupons fiscais, duplicatas etc, são funções comuns, parecendo óbvio quando se fala de software para PDV, que ele no mínimo emita algum tipo de documento fiscal. Mas não se engane: alguns apenas oferecem um ou dois modelos de documento fiscal. Então, na escolha, quanto maior a variedade de emissão de documentos fiscais, maior vai ser a flexibilidade e a abrangência do seu comércio.

    2 – Aumento da produtividade e maior controle do tempo

    A Automação de PDV deve permitir maior agilidade no desenvolvimento das atividades diárias. Isso, na prática, significa que haverá uma queda no tempo de atendimento ao cliente e, em consequência, serão atendidos mais clientes. Resumindo: tempo é dinheiro.

    3 – Controle Financeiro

    É importante deixar de lado o vício de fazer a gestão apenas utilizando uma calculadora ou infindáveis planilhas, pois para o controle financeiro de um negócio esses recursos não oferecem muito beneficio. Tenha coragem para mudar! Conhecer bem o negócio é essencial e ter ciência das finanças é mais ainda. É nesse ponto que o empresário precisa de, no mínimo, ter o controle do fluxo de caixa, o que abrange contas a pagar e a receber, cadastro de fornecedores, despesas e conciliação de vendas, relatórios de controles financeiros, entre outras funcionalidades que uma solução abrangente para atender às necessidades do ponto de venda costuma oferecer. Deve-se optar por elas, entretanto, também deve-se saber que elas não trabalham sozinhas, ou seja, é necessário que o gestor e sua equipe as façam funcionar de acordo com as boas práticas de gestão. Investir em treinamentos comportamentais, técnicos, entre outros, é imprescindível para se alcançar a posição de um gestor diferenciado.

    4 – Gestão do estoque com o foco em vendas

    Nem precisa dizer a importância de poder gerenciar o estoque, saber qual mercadoria está faltando, qual saiu mais, quando é preciso repor materiais, e isso com base na quantidade de saída do produto. É igualmente importante lançar mão de relatórios estratégicos que informam qual o produto que teve mais saídas em determinadas épocas do ano. Essas informações compõem uma estratégia de vendas futuras, e a base para que elas aconteçam depende do controle de estoque, se ele é bem gerenciado ou não, portanto, atenção total para esse ponto.

    5 – Agilidade no atendimento

    É nessa área que a mágica acontece, afinal, o que seria de um negócio se não tivesse para quem vender? Esse é o momento em que o cliente paga pelo produto, e é nessa parte que o processo deve ser ágil, pois, na maioria dos casos, o cliente tem de pegar uma fila para ser atendido, e se esse processo se prolongar demais, ele pode desistir de comprar. Por isso, um bom software de PDV deve oferecer rapidez no atendimento e permitir que o usuário possa efetuar o pagamento de diversas maneiras tais como, cartão de crédito, débito, dinheiro, cheques, cartão-alimentação ou, até mesmo, algum tipo de crédito de fidelidade.

    De posse de uma solução para frente de loja robusta e com uma equipe bem treinada, essa empresa agora pode atender a muitas expectativas dos consumidores, de forma ágil e flexível.

    Essas são apenas algumas funcionalidades que um bom software para o ponto de venda tem de possuir. Elas podem variar, mas vale lembrar que, através da automação, é possível reduzir custos e melhorar o fluxo de trabalho de um negócio.