Autor: Marketing Teknisa

  • Inteligência Artificial e Food Service: essencial para mais sucesso nas vendas?

    Inteligência Artificial e Food Service: essencial para mais sucesso nas vendas?

    Se você é antenado(a) às novidades da tecnologia, é muito provável que já tenha ouvido falar em Inteligência Artificial.

    Mas, você entende esse conceito e como essa tendência tem revolucionado o mercado nos mais diversos segmentos?

    No post de hoje, vamos explicar como a Inteligência Artificial se projeta para o cenário de Food Service, e o que os gestores ganham investindo na tecnologia.

    Quer saber mais? É só continuar acompanhando logo abaixo!

    inteligência artificial

    O mercado mudou. Mas, de que forma?

    Primeiramente é importante entender como o mercado tem mudado e que tipo de soluções os consumidores esperam.

    Hoje, seus clientes já não são mais os mesmos. Isso é fato.

    Tal mudança de comportamento se dá principalmente ao constante avanço tecnológico, que coloca o consumidor em uma posição de destaque, permitindo mais autonomia a cada indivíduo. Isso principalmente na forma de lidar com o mercado.

    Essa mudança é defendida por Philip Kotler no livro “Marketing 4.0”. O autor afirma que: “Com um alcance tão maciço, a conectividade transforma o modo como os consumidores se comportam”.

    Ou seja, com o avanço das ferramentas digitais e meios de comunicação, as pessoas passam a ocupar um lugar ainda mais importante no processo de compra, e sua atenção e exigência com o que é ofertado praticamente dobram.

    Esse novo comportamento tem exigido um posicionamento diferenciado dos gestores no mercado, até mesmo para atender às expectativas de seus consumidores.

    Nesse contexto, a Inteligência Artificial surge como uma solução para lidar com esse cenário cada vez mais exigente.

    Por meio de soluções que contemplam, principalmente, a melhor experiência dos clientes, esse segmento de mercado tem se desdobrado em diversas funcionalidades com o intuito de realizar um atendimento cada vez mais personalizado e memorável.

    E qual a parte mais interessante? Nós já estamos cercados pela Inteligência Artificial!

    Seja um aplicativo que reconhece as pessoas através de uma imagem ou que exigem acesso por meio de sua digital, o fato é que essa é uma realidade que se tornará cada vez mais comum em nosso dia a dia.

    Mas, você entende o conceito na prática? Então continue acompanhando a leitura!

    O que é Inteligência Artificial?

    A Inteligência Artificial (do inglês AI – Artificial Intelligence) é definida um segmento de pesquisa da ciência da computação que se projeta por meio de softwares ou dispositivos móveis que simulam a inteligência humana.

    Isto é, a capacidade de pensar e de tomar decisões.

    Em outras palavras, máquinas inteligentes aptas para interagir e resolver problemas como seres humanos.

    Surgida na década de 50, o conceito de IA veio da ideia de fazer com que algum tipo de ferramenta fosse capaz de reproduzir as ações e os pensamentos de um ser humano.

    Os principais idealizadores da Inteligência Artificial foram os cientistas Hebert Simon, Allen Newell, Jonh McCarthy, dentre outros que iniciaram suas pesquisas com o objetivo em comum de criar um “ser” que fosse capaz de simular a vida de um ser humano.

    O avanço computacional possibilitou mais espaço e crescimento ao estudo de IA, além da vontade unânime dos pesquisadores de fazer com que uma máquina não apenas reproduzisse uma ação humana, como também pudesse ter a capacidade de pensar, sentir e de criar.

    Hoje, a Inteligência Artificial já é uma realidade comum em vários países, seja no ramo comercial ou corporativo. Inclusive, ela é apontada como tendência para os anos seguintes, e muitas empresas já têm investido no segmento, principalmente para melhor aproveitar a grande quantidade de dados acumulados (Big Data).

    Por exemplo, a empresa SAS, pioneira em BI (Business Intelligence) investiu o montante de U$S 1 bilhão em Inteligência Artificial para os próximos três anos. Um valor bastante expressivo, certo?

    Definida como parte de uma análise preditiva, a Inteligência Artificial também contempla outras áreas complementares como Machine Learning e Deep Learning, além de subáreas como PLN (Processamento de Linguagem Natural), dentre outras.

    Inteligência artificial

     

    Machine Learning, Deep Learning… como funciona a Inteligência Artificial?

    Agora que você já sabe o que é Inteligência Artificial, que tal entender como ela funciona?

    Para isso, vamos definir alguns termos relacionados à essa tendência tecnológica para facilitar a sua compreensão sobre esse assunto. Vamos lá?

    Machine Learning

    O Machine Learning (ou ML) é o aprendizado da máquina.

    Ou seja, é programar o sistema para que ele aprenda, por meio de algoritmos já pré-definidos, a compilar dados e atribuir significado a cada informação. Em outras palavras: é como se a máquina se ajustasse para dar uma resposta de acordo com o que ela já possui disponível para análise.

    Por exemplo: aplicativos que orientam a direção dos usuários via GPS. Esses apps trabalham com as novas informações a todo momento, cabendo à essa inteligência sugerir o melhor trajeto aos motoristas por meio do cálculo de rotas, trânsito, dentre outros.

    machine learning

    Deep Learning

    Por sua vez, o Deep Learning é definido como aprendizado profundo da máquina.

    Deste modo, é como criar uma rede neural ao sistema, permitindo a ele uma capacidade cognitiva de reconhecimento e interpretação de dados.

    É o caso de aplicações que envolvem reconhecimento facial e tradução simultânea, por exemplo. Em ambos os casos, as tecnologias trabalham por meio da computação cognitiva.

    Porém…

    Vale lembrar que o principal instrumento de trabalho da Inteligência Artificial são os dados. Ou seja, informações que devem ser imputadas às ferramentas por quem utiliza a solução.

    Isso quer dizer que os sistemas e dispositivos que trabalham com essa tecnologia deverão ser nutridos com os dados corretos e necessários para a entrega de resultados.

    No entanto, qualquer informação que estiver errada influenciará diretamente no resultado final, já que a IA não é capaz de sinalizar qualquer imprecisão causada por alguma falha humana.

    Além disso, os sistemas costumam desempenhar funções específicas para cada setor. Isto é, cumprem determinadas tarefas e nada além disso.

    Por isso, não espere que um software destinado para uma função X desempenhe esse trabalho e mais outra funcionalidade Y.

    A Inteligência Artificial ainda não se comportam como seres humanos. Fica a dica!

    Leia também: AI para restaurantes corporativos, fast foods, redes e franquias

    Inteligência Artificial e Food Service: você já faz parte dessa realidade!

    Como dito acima, hoje, a Inteligência Artificial já está presente em nosso dia a dia, e as projeções provam que essa inclusão será cada vez mais comum daqui pra frente.

    Você sabia que nos Estados Unidos, no ano de 2017, 61% dos gestores já haviam implantado alguma solução de IA em sua empresa?

    Esse dado comprova como esse investimento tem sido expressivo em outros países, o que torna sua inserção no mercado brasileiro ainda mais viável.

    É claro que, quando falamos de Inteligência Artificial, estamos englobando os mais diversos segmentos do universo comercial e corporativo.

    Neste caso, vamos avaliar um pouco mais de perto como esse tipo de tecnologia pode impactar o cenário de alimentação fora do lar, contribuindo para mais praticidade no atendimento aos clientes, o que gera mais satisfação com o serviço prestado.

    Que tal conferir algumas dessas tendências?

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/ddxx_teCCOE”]

    Internet das Coisas (IoT)

    O conceito de Internet das Coisas (do inglês, Internet of Things) é definido como uma rede de dispositivos e itens presentes em nosso dia a dia que estão conectados à internet e que se comunicam entre si.

    A ideia principal é a junção do mundo físico com o digital (conceito similar com o Phygital). Deste modo, é como se objetos cotidianos como dispositivos móveis, eletrodomésticos e até carros estejam conectados à internet, possibilitando uma interação mais inteligente e sensorial com o mundo.

    Um exemplo são as smart TVs que possibilitam uma conexão com redes de streaming, ou até mesmo uma geladeira com tela acoplada para consulta às informações e notícias do dia.

    No cenário de alimentação fora do lar, a IoT pode ser apresentada por meio da interação do cliente com seu smartphone ou pulseira inteligente, podendo solicitar e agilizar o pagamento de contas, tornando o processo ainda mais prático.

    A tecnologia KDS (Kitchen Display System) também é um exemplo de aplicação da Internet das Coisas no setor de Food Service. Por meio da integração entre um software de Ponto de Venda (PDV), os atendentes, usando tablets, enviam os pedidos diretamente à equipe da cozinha, sendo exibidos em uma tela com o tempo necessário de preparo e entrega dos pratos. Além disso, dentro dos refeitórios terceirizados em empresas, hospitais, escolas e catering aéreo, o KDS auxilia quanto ao tempo de produção e quantidades, que é a produção cadenciada.

    A tecnologia IoT também pode ser utilizada para o controle de temperatura e tempo de reposição das cubas nos restaurantes. No dia a dia, as gerentes de unidade podem ter muito trabalho para controlar a cubas, pois é necessário fazer anotações o tempo todo e a partir disso tomar as decisões.

    Com a nova tecnologia, ocorre a captação de imagem, o que possibilita saber que tipo de alimento está na cuba (já que alguns são mais pesados que outros), e a temperatura utilizando sensores energizados para a verificação. O cruzamento destes dados e da informação repassada de forma rápida resolve problemas enfrentados pelas gerentes de unidades.

    A IoT também pode ser usada para controlar a temperatura em câmaras frias de armazenamento de alimentos — como carnes e frios — e caminhões que transportam este tipo de carga por meio de sensores energizados. Assim, a tecnologia permite um controle à distância, sinalizando aos gestores ocorrências em tempo real, como por exemplo: se o motor dos freezers pararem ou se há problemas com a temperatura. A partir disso, tomam-se as devidas providências em tempo hábil.

    Chatbots

    Os chatbots são assistentes virtuais que buscam atender ou solucionar alguma dúvida do usuário. Hoje, essa tecnologia tem sido cada vez mais utilizada por empresas dos mais diversos setores em seus sites e redes sociais.

    No cenário de alimentação fora do lar, os chatbots já são designados para ajudar os clientes com seus pedidos, permitindo inclusive a personalização do produto a ser adquirido.

    É o caso da rede de cafeterias que apostam na tecnologia de chatbots em seu aplicativo, permitindo que seus clientes realizem seus pedidos por meio de mensagens e até comandos de voz enviados a uma barista virtual.

    Assim, os consumidores se veem aptos a personalizar sua bebida com a ajuda do assistente virtual, que já encaminha o pedido para produção, podendo ser retirado posteriormente em algumas das lojas da rede.

    Os bots delivery são uma opção que auxiliam os gestores a agilizar a entrega dos produtos aos seus clientes. Com a premissa de praticidade a baixo custo, os assistentes são capazes de monitorar dados do usuário (via geolocalização, por exemplo), além de estarem disponíveis a qualquer momento para o atendimento, evitando o congestionamento por mensagens ou por telefone dos atendentes humanos, o que pode causar frustração em seu público-alvo.

    Mas, e quanto à adesão dos consumidores?

    Saiba que o fato é que mais de 50% das pessoas preferem se comunicar com uma empresa por meio de canais automatizados de comunicação do que por telefone. Deste modo, em termos de comportamento, a proposta se enquadra nas mais recentes necessidades dos consumidores no mercado.

    Além disso, os chatbots também proporcionam uma redução de custos aos empresários. Segundo uma pesquisa realizada pela Juniper Research, os assistentes virtuais irão contribuir para uma economia de até US$ 439 milhões globalmente no setor de varejo até o ano de 2023.

    Object Detection (OD) e Image Recognition (IR)

    A Inteligência Artificial é capaz de melhorar muitos processos no cenário de Food Service, tornando-os ainda mais estratégicos. E, nesse caso, o cardápio e a produção não poderiam ficar de fora.

    Imagine um restaurante corporativo em que os colaboradores precisam passar por uma catraca com câmera para entrar

    Agora pense se cada funcionário é contabilizado e esses números chegam diretamente à equipe da cozinha, que se encarregará de produzir a quantidade exata de refeições observando os picos de demanda em relação ao número de pessoas que têm que passar pelo refeitório durante o horário do almoço (produção cadenciada) para cada comensal, evitando desperdícios de alimentos.

    Esse é um exemplo de como a tecnologia object detection contribui para uma gestão mais assertiva de um restaurante, por geração automática de pedidos.

    A IA também auxilia a equipe da cozinha controlar as cubas que foram entregues, sinalizando o momento exato para repô-las, evitando que os consumidores fiquem sem opções de alimentos.

    Além disso, os cozinheiros também terão acesso ao tempo determinado que as refeições deverão ser entregues, permitindo um controle mais estratégico do tempo de produção, e também evitando atrasos no servimento.

    Na maioria dos refeitórios, fazer a contagem de pessoas que realmente almoçaram é uma tarefa difícil. Isso porque é necessária muita atenção das gerentes de unidade, que se desdobram para garantir com rigor o número de consumidores efetivos. Elas contam pratos de seus clientes, bandejas e comparam com a quantidade registrada na catraca. Infelizmente, nem sempre os valores batem. Este é um problema porque se fatura menos, já que dessa forma fica valendo o número da empresa contratante.

    Existe também a tecnologia do cardápio inteligente, que tem a função de gerar um cardápio automático do zero, considerando todas as preferências definidas pela concessionária de alimentação.

    Ele pode ser definido segundo as premissas para aumentar a satisfação dos consumidores das refeições, isto é, por custo desejado; frequência de pratos e ingredientes; diversificação de combinações (valor nutricional, sabores, preparação, cores, sazonalidade, etc.) e obrigatoriedades contratuais. Um solução bastante inteligente, conforme seu nome sugere.

    Reconhecimento facial

    O reconhecimento facial é uma das vertentes que englobam o universo de Inteligência Artificial e Deep Learning. A tecnologia, que procura reunir informações dos usuários, além de garantir a segurança dos dados em dispositivos móveis, por exemplo, pode ser comparada à biometria, e hoje tem sido utilizada por várias empresas no mercado.

    Em alguns países, como a China, já é possível encontrar restaurantes que utilizam o reconhecimento facial para tornar o atendimento mais prático, contribuindo para uma experiência ainda mais diferenciada aos clientes.

    Aqui, é o caso de redes de fast-food em que os consumidores podem fazer pedidos utilizando um terminal de autoatendimento tátil. Com o reconhecimento facial atrelado a um sistema de pagamento móvel, os clientes concluem a transação sem necessitar pegar a carteira no bolso. Muito prático, não é?

    O reconhecimento facial também pode ser trabalhado para fidelizar mais clientes, já que a tecnologia pode associar cada cadastro às preferências pessoais, o que permite sugestões relacionadas ao gosto do consumidor.

    Além disso, a tecnologia também é capaz de agregar mais autonomia ao cliente, que poderá realizar o seu pedido sem precisar de um atendente humano. Isso sem contar a praticidade no processo de pagamento, conforme explicado no exemplo acima.

    Reconhecimento de Objetos

    Assim como a tecnologia facial, o reconhecimento de objetos também se integra ao cenário de Inteligência Artificial como um importante componente de uma gestão mais apurada.

    Por meio da identificação de elementos específicos, a solução contribui para um controle mais apurado visando melhorias no ambiente em que se encontra.

    No cenário de alimentação fora do lar, podemos citar alguns exemplos, como uma câmera instalada em uma cozinha que é capaz de apontar se os colaboradores estão vestindo luvas e toucas, conforme exige o regulamento de boas práticas de mercado. Essa inteligência é capaz de sinalizar quando os trajes são inadequados e se o profissional não está equipado, alertando os gestores ou gerentes de unidade para as devidas providências, já que a utilização de EPI’s são uma obrigatoriedade e são previstas pelas leis e pelos contratos firmados com as empresas.

    Outra funcionalidade é o mapa de calor, que mostra aos gestores como os comensais estão se movimentando pelo restaurante corporativo ou pátio de refeições, proporcionando uma visão mais abrangente do local. Dessa forma, se for constatado que há congestionamento em determinado espaço, os tomadores de decisão poderão adotar medidas para melhor

    O mapa de calor também se aplica ao ambiente de uma cozinha, sinalizando se os funcionários têm enfrentado dificuldade em se movimentar, como esbarrar uns nos outros, por exemplo. A tecnologia sugere novas ideias de distribuição é até de disposição do layout da cozinha.

    Pensando agora na experiência de compra do cliente, o reconhecimento de objetos pode auxiliar a identificar os produtos que o consumidor escolher em um estabelecimento. Imagine ter em mãos as mercadorias que você precisa e a conta já ser emitida, sem a necessidade de um atendente?

    Tudo isso torna a experiência tanto do cliente quanto de colaboradores ainda mais prática e menos vulnerável a desgastes (aqui chamadas de fricção), aumentando a performance e satisfação para ambas as partes.

    Dentro dos refeitórios terceirizados, a identificação de produtos alimentícios pode informar os nutrientes dos alimentos servidos. Por meio dessa tecnologia não é mais preciso ficar lendo em placas próximas às cubas. Na verdade, o consumidor poderá ter acesso a essa informação em um aplicativo, basta direcionar o seu celular no prato para conferir os nutrientes. Prático e rápido para todos, não é?

    Já em redes de fast-food, a bandeja do cliente carregada pelos produtos que ela solicitou e pode ser posicionada próxima a câmera que identifica as mercadorias a serem contabilizadas. O funcionário não tem que ficar fazendo digitações, clicando e conferindo itens de pedidos/produtos. Mais agilidade no atendimento otimizando a atuação do atendente.

    Conclusão

    Diante de tantas novas possibilidades, além das melhorias trazidas à forma de interação com os usuários, podemos dizer que a Inteligência Artificial chegou para ficar.

    Com isso, a IA cria um novo segmento no mercado, focado principalmente em experiências mais inteligentes e personalizadas com os clientes. E é claro que esse cenário também se aplica à área de alimentação fora do lar.

    Fazendo uso de tecnologias como dispositivos interligados entre si (Internet das Coisas), chatbots e até reconhecimento facial, os gestores da área investem em um atendimento diferenciado, apostando suas fichas na autonomia e na satisfação dos clientes, que consequentemente fidelizam mais consumidores à marca.

    Vale lembrar que qualquer solução com esse tipo de inteligência deve se enquadrar em sua proposta inicial, atentando-se à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPDP). Lembre-se disso!

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  • QG Jeitinho Caseiro e Teknisa: automação comercial e crescimento da franquia

    QG Jeitinho Caseiro e Teknisa: automação comercial e crescimento da franquia

    Neste case de sucesso, a Teknisa celebra mais uma parceria. Dessa vez com o grupo QG Jeitinho Caseiro, franquia de restaurantes presente nos estados de Goiás, Tocantins e Distrito Federal.

    Inaugurada em 1979 como Quitandinha Goiana, a empresa familiar logo obteve crescimento ao integrar a praça de alimentação do primeiro shopping center de Goiás, em 1981, comercializando pastéis e salgados.

    Atualmente dispondo de um extenso cardápio de grelhados e sanduíches, e contando com o software de automação comercial da Teknisa, o Odhen, o QG tornou-se uma franquia nacional e hoje conta com mais de 40 operações nas regiões Norte e Centro-Oeste.

    “Antes da Teknisa, tínhamos uma estrutura sem indicadores e sem dados confiáveis”, conta Guilherme Carvalho, presidente do grupo QG.

    Com a implementação do sistema Odhen, além do acesso às informações estratégicas em tempo hábil, a franquia também ganhou mais performance no atendimento, além de mais agilidade na entrega dos pedidos.

    A projeção é que a parceria com os softwares de gestão cresçam cada vez mais, contemplando as redes de franquias e indústrias.

    “Prevejo que com 100% de operações com a Teknisa, poderemos sonhar ainda mais alto”, destaca Guilherme Carvalho.

    Quer saber mais? Então confira mais este case de sucesso da Teknisa!

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/OpHUhodpAp8″]

  • Reis Magos e Teknisa: sucesso na integração das informações

    Reis Magos e Teknisa: sucesso na integração das informações

    Neste case de sucesso, a Teknisa comemora sua parceria com a rede de restaurantes Reis Magos, localizada em Natal, no estado do Rio Grande do Norte.

    Inaugurada em 1984 e sempre prezando por inovações, a empresa foi umas das primeiras a trabalhar com o serviço de delivery na cidade. Hoje, o restaurante está em processo de expansão em outros municípios e até estados brasileiros.

    Contando com o software de automação comercial da Teknisa, o Odhen ForSale, a empresa aumenta a performance da gestão em cada loja, além de ter acesso às informações estratégicas em tempo hábil.

    “Tínhamos vários sistemas que não conversavam entre si”, conta Paulo Henrique, gestor de TI do restaurante Reis Magos.

    “Com a Teknisa, conseguimos integrar as informações em apenas uma plataforma, melhorando nossa tomada de decisão em diversos ambientes da empresa”, completa o profissional.

    O sistema de automação comercial integrou as informações das áreas de compras, vendas e até do segmento fiscal, garantindo mais qualidade e rapidez no acesso a todos os dados.

    Dessa forma, e empresa pôde padronizar processos e melhorar ainda mais a sua gestão.

    Quer saber mais? Então confira mais este case de sucesso da Teknisa!
    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/fD_wYiH129k”]

  • Segurança da nuvem da AWS: mais resultados à sua empresa?

    Segurança da nuvem da AWS: mais resultados à sua empresa?

    Você já ouviu falar da segurança da nuvem da AWS (Amazon Web Services)?

    Antes de entender o que é essa funcionalidade e qual o seu conceito, vamos nos aprofundar mais um pouco no assunto.

    Até porque, quando o assunto é segurança na rede, não há como “ficar de fora da nuvem”, não é?

    Acompanhe o post de hoje e entenda o que é necessário para aprimorar ainda mais o armazenamento de dados da sua empresa, evitando perdas que ocasionam até prejuízos financeiros à organização.

    Vamos lá?

    O desafio de armazenar arquivos de forma segura

    Se você é gestor de uma empresa, provavelmente já enfrentou alguns desafios relacionados ao armazenamento de dados.

    Isso porque, em uma organização, são inúmeras as informações que devem ser administradas todos os dias, o que inclui documentos importantes que precisam de um espaço próprio e seguro.

    Porém, em muitos casos, não há local para o salvamento dos arquivos, o que sobrecarrega as máquinas e, consequentemente, compromete a segurança da organização e até mesmo do cliente.

    Sendo assim, como lidar com esse desafio? Ou quais estratégias os gestores têm adotado para garantir o armazenamento correto dos dados e também a segurança do cliente?

    Resumindo: qual a melhor opção para se investir? Continue acompanhando para saber mais.

    O que é Computação em Nuvem?

    Você já ouviu alguém dizer “salvar na nuvem”?

    Caso ainda não, saiba que essa expressão está diretamente relacionada a uma forma de armazenamento de arquivos.

    O termo Computação em Nuvem (Cloud Computing) é a entrega de conteúdo computacional sob demanda via Internet por meio de uma plataforma de serviços de Nuvem. Sua definição de preço é feita conforme o uso, sendo chamada de On-demand ou uso sobre demanda. Dessa forma, o usuário paga apenas o que usar.

    Além do armazenamento, a Computação em Nuvem proporciona o acesso a servidores e a bancos de dados, permitindo uma gestão mais prática.

    A maior vantagem da Computação em Nuvem é justamente proporcionar um amplo espaço para armazenamento que pode ser acessado de qualquer dispositivo e em qualquer lugar.

    Isso contribui para a redução da perda de informações importantes de uma empresa, já que elas não estarão centralizadas em máquinas específicas. Além disso, os dados poderão são encontrados com mais facilidade tanto pelos líderes quanto colaboradores.

    Muito prático, não é?

    segurança da nuvem da aws

    Qual a melhor plataforma de segurança da nuvem?

    Mesmo cientes de todas as vantagens da segurança da nuvem, muitos gestores podem ficar um pouco indecisos sobre em qual a melhor opção do mercado para investir.

    Até porque, é necessário levar em consideração os benefícios da adoção de cada plataforma.

    Mas, neste post, vamos falar um pouco mais sobre a Amazon Web Services, mais conhecida como AWS, que também atua para garantir a segurança da cloud.

    Surgida no mercado em 2002, a AWS, desde a sua criação, obteve um grande crescimento e hoje se consolida como líder do segmento de cloud providers, fornecendo soluções seguras, escaláveis e econômicas.

    Garantir a integridade e a confidencialidade das informações é o principal objetivo dessa solução, sempre com respaldo à Lei Geral de Proteção a Dados.

    A AWS abrange 66 zonas de disponibilidade em 21 regiões geográficas ao redor do mundo, sendo a maior presença global do mercado.

    Além disso, atualmente existem planos divulgados para mais 12 zonas de disponibilidade e mais quatro regiões.

    Em se tratando de segurança, a AWS possui programas de conformidade que são importantes em todo o mundo. Atualmente, são mais de 58 certificações que atendem aos principais requisitos de segurança.

    A segurança em nuvem da Amazon também conta com data centers, que possuem forte esquema de segurança e serviços específicos voltados para segurança em Nuvem como:

    • Monitoramento;
    • Controle de acesso;
    • Detector de ameaças;
    • Criptografia de dados;
    • Anti-DDoS (que previne contra ataques de negação de serviço).

    Quais as obrigações do provedor?

    Ao contratar o serviço de cloud provider, muitos clientes não entendem o que o provedor deve entregar e o que é responsabilidade do contratante.

    Para te ajudar, vamos citar abaixo algumas obrigações da AWS, caracterizada como Segurança da Nuvem. Já os deveres dos clientes se encaixam na categoria “Segurança na Nuvem”.

    O provedor possui responsabilidades distintas, mas o principal é proteger a infraestrutura que executa todos os serviços. Ou seja, reforçar a segurança da nuvem por meio da criptografia de dados.

    Além disso, a AWS também é responsável por:

    • Regiões;
    • Base de dados;
    • Zonas de disponibilidade;
    • Serviços de armazenamento;
    • CDN utilizados pelo CloudFront.

    Vale ressaltar que a AWS foi projetada para atender os requisitos mais rigorosos de segurança do mundo, cabendo ao provedor responsável por manter essa infraestrutura disponível, segura e aplicando patches de segurança quando necessário.

    Além disso, a plataforma AWS deve operar, gerenciar e controlar os componentes do sistema operacional do servidor e a camada de virtualização.

    Dessa forma, a segurança física da instalação do qual o serviço opera é mantida, o que elimina a necessidade de operações locais.
    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/UnZV0_hWMAM”]

    Quais as responsabilidades dos clientes?

    Apesar de não saberem, os clientes também possuem responsabilidades ao lidar com a plataforma AWS.

    É importante que eles tenham em mente seus deveres para evitar transtornos com os contratados, contribuindo para mais resultados em menor tempo.

    Os clientes são responsáveis por:

    • Aplicar atualizações;
    • Patches de segurança;
    • Cuidar do sistema operacional convidado;
    • Configurações de regras de firewall o que pode variar de acordo de serviços de nuvem selecionados.

    Isto é, os clientes são responsáveis pelo gerenciamento de acesso, identidade, aplicativos e plataforma.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/pGj39Gq6ru8″]

    Conclusão

    Investir na Computação em Nuvem garante muitas vantagens a uma empresa, reforçando a segurança dos dados, além de torná-los mais acessíveis aos líderes e colaboradores da organização.

    Além da proteção do tráfego de rede e mais agilidade no acesso aos dados, a AWS se firma como uma opção estratégica às organizações que buscam por mais praticidade. Sem deixar de lado a segurança dos dados, é claro.

    Não se esqueça de comentar abaixo sobre o que você achou do conteúdo e compartilhar o texto em suas redes sociais. Esperamos ter ajudado. Até a próxima! 🙂

  • Terceirização da Folha de Pagamento para empresa

    Terceirização da Folha de Pagamento para empresa

    Você já parou para pensar nas vantagens da terceirização da Folha de Pagamento?

    Sabemos que administrar uma empresa requer muitos cuidados.

    É como um desafio diário, em que os gestores devem se atentar a cada detalhe para evitarem que algo saia do controle, causando prejuízos financeiros.

    No entanto, por mais organizada que uma empresa seja, sempre é possível aprimorar ainda mais a sua gestão. Principalmente se os tomadores de decisão têm buscado mais resultados à receita.

    Mas, como melhorar processos, com a gestão da folha de pagamento, por exemplo, e torná-los mais práticos e econômicos? Continue acompanhando o post! 🙂

    terceirização da Folha de Pagamento

    Gestão da Folha de Pagamento: burocrática?

    Cuidar da Folha de Pagamento é um processo muitas vezes burocrático na visão dos profissionais.

    Isso porque são vários os detalhes que devem ser considerados, incluindo obrigações fiscais que não podem ser ignoradas e até a desoneração da Folha de Pagamento.

    Basicamente: inúmeras regras a serem seguidas, certo?

    Outro ponto que necessita de atenção é o custo para se manter um setor de Departamento Pessoal, ou administrativo, que geralmente lidam com essa demanda.

    Em se tratando de uma empresa de grande porte, por exemplo, devem ser contratados pelo menos quatro profissionais para gerenciar a Folha de Pagamento de forma produtiva.

    Mas, convenhamos que, pensando como gestor, isso pode comprometer o orçamento da organização, certo?

    Além disso, é essencial que a empresa foque em seu core business, isto é, nas estratégias de sua área de negócios, evitando desgastes com as rotinas administrativas. Tudo isso pensando em potencializar a performance da equipe.

    Diante destes desafios, os empresários e diretores devem pensar em como otimizar cada processo, sempre buscando por mais resultados em gestão.

    E uma forma de melhorar e facilitar o controle da Folha de Pagamento é investir em um BPO.

    Quer saber mais? Continue acompanhando abaixo!

    O que é BPO?

    Você já ouviu falar em BPO?

    O termo é a sigla de Business Process Outsourcing, e pode ser definido como a terceirização de processos de negócios em uma empresa.

    O principal objetivo do BPO é cuidar de atividades que não sejam a core business da organização, otimizando o tempo dos gestores e a produtividade da equipe.

    Outro ponto importante dessa metodologia é que terceirizar os processos também reduz custos, já que o serviço é mais em conta do que a contratação de profissionais em sua empresa, contribuindo até mesmo para uma melhor saúde financeira da gestão.

    E é exatamente isso que o BPO de Folha de Pagamento, por exemplo, propõe:

    • Otimização dos processos;
    • Melhor organização das demandas;
    • Redução dos processos operacionais;
    • Diminuição de custos com mão de obra.

    E não só o BPO de Folha de Pagamento. Vários outros processos podem ser terceirizados, tornando a gestão da empresa ainda mais simples!

    Por que investir em um BPO?

    Como dito anteriormente, o BPO surge como uma solução para tornar o controle de processos ainda mais prático.

    Sabemos que no dia a dia, com o intenso ritmo de atividades, muitos líderes e colaboradores não percebem erros ou maus hábitos nos processos.

    Isso ocorre porque a equipe já está viciada na cultura da empresa, de forma que é mais difícil identificar o que tem dado certo e o que deve ser melhorado na organização.

    Outra situação que pode ocorrer é o desvio de atenção aos processos administrativos, que podem ocupar mais tempo dos responsáveis do que deveria.

    Nesse cenário, o BPO surge como um facilitador, já que ele cuida das atividades diárias com uma metodologia mais estratégica, funcionando como uma consultoria empresarial.

    Assim, é possível que a empresa contratada, além de perceber o que pode ser melhorado em sua organização, contribua com melhorias e sugira novas formas de lidar com o negócio. Estratégia essencial até mesmo para a vida útil da empresa, certo?

    BPO para terceirização da Folha de Pagamento: mais organização dos processos…

    Agora que você já conhece um pouco mais sobre o BPO, é hora de pensar em como essa adoção pode ser estratégica à sua empresa.

    Isso, principalmente, se a terceirização de processos fizer parte do seu planejamento.

    Imagine poder contar com uma solução que torne a gestão da Folha de Pagamentos menos burocrática? Esse é o papel do BPO em sua empresa.

    O BPO de Folha de Pagamento otimiza a rotina dos gestores e colaboradores do Departamento Pessoal, otimizando tempo com as tarefas diárias.

    Por meio do serviço terceirizado, as empresas podem contar com outra organização para gerenciar as atividades do setor de DP, como por exemplo:

    • Admissão;
    • Envio do e-Social;
    • Obrigações Legais;
    • Recibo de Pagamentos;
    • Controle de Afastamentos;
    • Acompanhamento das Convenções e Acordos Coletivos;
    • Cálculos e Controles de Folha de Pagamentos, Adiantamentos, Férias, 13º Salário e Rescisões.

    Ou seja, rotinas diárias e que levam tempo para serem realizadas, certo?

    Vale lembrar que cada atividade exige uma atenção redobrada dos colaboradores responsáveis, de forma que o envio e o processamento das informações incorretas podem gerar prejuízos à sua empresa.

    Dessa forma, terceirizando o processamento de Folha de Pagamento, todas essas tarefas passam a ser executadas por profissionais externos qualificados por meio de softwares de gestão, e o que é melhor: em menor tempo.

    Vale destacar que as informações (KPI’s) são disponibilizadas a partir de metodologias de entrega que são realizadas por meio de relatórios e indicadores de BI (Business Intelligence), em tempo hábil para a tomada estratégica de decisão.

    Outro ponto importante é que todo esse processo é acompanhado pelo gestor, no caso, o contratante.

    Isso significa ele poderá entrar em contato a qualquer momento com a empresa contratada através de um portal de atendimento, seja para acompanhar o processo ou para sanar dúvidas sobre alguma informação.

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    E mais economia à empresa!

    É fato que, como qualquer outro setor em uma empresa, o Departamento Pessoal pode gerar muitos gastos aos diretores e líderes.

    Colocando na ponta do lápis os custos com remuneração, férias, 13º salário, dentre outras contribuições fiscais, é possível visualizar que é necessário lidar com valores que muitas vezes podem ser altos aos gestores.

    Isso levando em consideração que, em uma empresa de grande porte, serão necessários pelo menos dois profissionais da área para lidar com todas as atividades do DP. Sem mencionar que também será necessário um espaço físico na organização para alocar esses colaboradores.

    Terceirizando o processo de Folha de Pagamento, os gestores economizam em mão de obra e também em infraestrutura.

    Além disso, a empresa também irá economizar em licenciamento de softwares de gestão, já que, contando com a solução de BPO, a própria empresa contratada irá gerir as informações utilizando seu próprio sistema.

    É só fazer as contas para visualizar a economia!

    Leia também: Como tornar a gestão da folha de pagamento mais simples?

    Conclusão

    Diante de tantos processos classificados como burocráticos pelos gestores, contar com um BPO de Folha de Pagamento contribui para uma gestão ainda mais apurada, tornando o controle mais prático e reduzindo custos com contratações.

    Dessa forma, a empresa interessada na solução:

    • Otimiza a gestão das atividades diárias;
    • Conta com uma equipe qualificada para as tarefas;
    • Economiza em contratações e em estrutura para o setor de DP;
    • Evita gastos com investimentos em softwares de gestão de Folha de Pagamento.

    Quer saber mais sobre a solução? Entre em contato com um de nossos consultores e tire todas as suas dúvidas.

    Não se esqueça de comentar abaixo o que você achou do conteúdo. Esperamos ter ajudado. Até a próxima!

  • Simples Nacional: mais praticidade e economia à sua empresa!

    Simples Nacional: mais praticidade e economia à sua empresa!

    Você conhece o Simples Nacional?

    Se você é empresário(a), com certeza você já ouviu esse termo em alguma situação. Mas, você sabe o que é e como funciona?

    Neste texto vamos entender a definição do Simples Nacional, seus benefícios, quais os impostos e além de saber que tipo de empresa se enquadra no regime tributário.

    Quer saber mais? Então continue nos acompanhando! 🙂

    O que é Simples Nacional?

    Em vigor desde o ano de 2007 — e conforme previsto na Lei Complementar 123, de 14 de dezembro de 2006 — o Simples Nacional é um regime tributário que se aplica às empresas de pequeno porte com o faturamento bruto de até R$ 4,8 milhões. Isto é, que possuem um valor aproximado de R$ 400 mil por mês.

    Já para as microempresas devem faturar até R$ 360 mil por ano.

    Para os microempreendedores (MEI), o Simples Nacional contempla aqueles que possuem o faturamento anual de R$ 81 mil, o que seria em média algo em torno de R$ 6.750 mensais.

    porte da empresas para optar ao simples nacional

    Outras empresas que podem optar pelo Simples Nacional:

    • Empresa sem dívidas com a União ou com o INSS;
    • Empresas que estejam regulares com cadastros fiscais;
    • Empresas que não exercem atividades com serviços financeiros;
    • Empresas que não importam combustíveis;
    • Empresas que não fabricam veículos;
    • Empresas que não sejam distribuidoras e geradoras de energia elétrica;
    • Empresas que não realizam locação de imóveis próprios, nem trabalham com loteamentos e incorporação de imóveis;
    • Empresas que não atuam com cessão ou locação de mão de obra;
    • Empresas que não produzem ou comercializam cigarros, armas de fogo, refrigerantes e bebidas alcoólicas (exceto microprodutores);
    • Empresas que não prestam serviços de transporte, com exceção de serviços de transporte fluvial;
    • Pessoas jurídicas que não tenham sócio no exterior.

    O principal intuito do Simples Nacional é tornar os processos administrativos menos burocráticos às empresas de pequeno porte e microempresas.

    Desde a sua publicação, o Simples Nacional já sofreu algumas importantes alterações, sendo as do ano de 2018 ainda mantidas para 2019.

    simples nacional

    Quais são os impostos do Simples Nacional?

    O Simples Nacional é um regime que une 8 tributos, mas a grande vantagem é que todos se reúnem em apenas uma guia, a DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), que podem ser pagas após sua emissão ou de forma eletrônica.

    Veja abaixo quais são os tributos contemplados pelo Simples:

    • ICMS – Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação;
    • ISS – Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza;
    • CSLL – Contribuição Social sobre o Lucro Líquido;
    • PIS/PASEP – Programa de Integração Social / Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público;
    • COFINS – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social;
    • IRPJ – Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica;
    • IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados;
    • CPP – Contribuição Patronal Previdenciária.

    Quais são os benefícios do Simples Nacional?

    Como dito anteriormente, o Simples Nacional tem o intuito de tornar os processos fiscais menos burocráticos aos donos de empresas de pequeno porte e microempreendedores, principalmente se comparado a outros regimes tributários.

    Sendo assim, um dos seus benefícios é facilitar a apuração dos valores, que é feita de acordo com o faturamento (ou receita bruta) da empresa no próprio mês.

    O regime tributário também reúne todos os impostos a serem pagos em apenas uma guia, que é conhecida como DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), o que torna o processo de pagamento mais prático.

    Vale lembrar que essa guia é obrigatória e precisa ser emitida no portal oficial do Simples Nacional. A empresa contribuinte também pode optar pelo pagamento dos tributos de forma impressa ou eletrônica.

    Outro grande benefício é a redução da carga tributária, que contribui com uma economia de até 40%, a depender do tipo do segmento da empresa e do faturamento.

    benefícios do simples nacional

    A redução dos custos trabalhistas também ajudam os empresários a economizar, já que não é necessário contribuir com o INSS Patronal na folha de pagamento.

    Outros 4 benefícios que podem ser citados são:

    1. Menos processos burocráticos: não é necessário realizar cadastros municipais ou estaduais;
    2. Regime de caixa: as receitas podem ser tributadas pela empresa à medida que recebe as vendas.
    3. Dispensa da DCTF: os contemplados pelo Simples Nacional não são obrigados a entregar a apresentação DCTF (Declaração de Débitos e Créditos de Tributos Federais);
    4. Mais facilidade com a baixa: em caso de inatividade de pequenas empresas ou microempresas por mais de três anos, a baixa poderá ser feita sem custos adicionais, taxas, débitos tributários ou multas.

    Como é feito o cálculo dos tributos?

    Para que você entenda como é feito o cálculo dos tributos, primeiro é necessário saber em qual segmento a sua empresa ou microempresa se encaixa.

    É a partir da CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas-Fiscal) que o empresário saberá em qual grupo o seu empreendimento pertence e o quanto de impostos deverão ser pagos.

    Assim, ele deverá utilizar as tabelas do Simples Nacional, composta por cinco anexos, como referência para o cálculo da tributação. Até porque, as alíquotas podem variar de grupo em grupo.

    A empresa pode ter mais de uma classificação na CNAE? Sim. E para fazer o cálculo deverão ser utilizadas as alíquotas de cada tabela, conforme mostradas abaixo.

    Confira a tabela de CNAE.

    Tabelas do Simples Nacional 2019

    Anexo I do Simples Nacional 2019

    Estão neste grupo empresas de comércio.

    anexo I do simples nacional-2019

    Anexo II do Simples Nacional 2019

    Estão neste grupo indústrias, fábricas e empresas industriais.

    Anexo II do simples nacional 2019

    Anexo III do Simples Nacional 2019

    Estão neste grupo empresas que prestam serviço de instalação, reparos e manutenção. Também são consideradas neste anexo as agências de viagens, academias, escritórios de contabilidade, laboratórios, empresas de medicina e odontologia.

    Anexo III do simples nacional 2019

    Anexo IV do Simples Nacional 2019

    Estão neste grupo empresas que prestam serviço de limpeza, vigilância, obras, construção de imóveis, serviços advocatícios.

    Anexo IV do simples nacional 2019

    Anexo V do Simples Nacional 2019

    Estão neste grupo empresas que prestam serviço de auditoria, jornalismo, tecnologia, publicidade, engenharia, entre outras.

    Anexo V do simples nacional 2019.

    Como a tecnologia pode auxiliar com o Simples Nacional?

    Não há como fugir das obrigações fiscais. É preciso estar em dia com a Receita Federal.

    Porém, seja optante pelo Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, é importante saber que os gestores podem contar com a tecnologia para tornar essas obrigações acessórias ainda mais práticas.

    É o caso de sistemas de gestão, como softwares ERP (Enterprise Resource Planning), que otimizam o controle fiscal, integrando todas as informações necessárias da empresa em apenas uma ferramenta.

    Como a tecnologia pode auxiliar o simples nacional.

    Essas soluções são capazes de considerar as diferenças entre alíquotas em cada estado, além das mudanças na legislação em âmbito federal, estadual e municipal.

    Alguns softwares de gestão são atentos às atualizações tributárias, permitindo que todos os impostos sejam pagos de acordo com os regulamentos e normas vigentes.

    Essas funcionalidades são desempenhadas a partir de inteligência de cálculo e de parametrizações específicas para esse propósito.

    Deste modo, os gestores economizam tempo e têm a garantia de que as informações corretas serão enviadas à receita, evitando erros e até prejuízos.

    Por isso, não se desespere. A tecnologia pode te ajudar com o Simples Nacional!

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/6VZF8mz3HYM”]

    Conclusão

    O Simples Nacional surgiu com o propósito de facilitar a vida dos gestores de pequenas ou micro empresas.

    Hoje, o regime tributário é definido como uma solução mais viável quando comparado ao Lucro Presumido e ao Lucro Real.

    E as vantagens não se referem apenas à praticidade da gestão, mas também à economia realizada em uma empresa, já que o valor das alíquotas são menores se comparados a outras tributações.

    Além disso, também é possível contar com softwares que tornam a gestão das obrigações fiscais mais práticas e com menos margem para erros. Como é o caso do sistema integrado de gestão empresarial, por exemplo.

    Não deixe de comentar abaixo sobre o que você achou deste conteúdo. Esperamos ter ajudado. Até a próxima! 🙂

  • Mahalo Cozinha Criativa

    Mahalo Cozinha Criativa

    Neste case de sucesso,com o Mahalo, a Teknisa é mais uma vez destacada como referência em sistemas de automação comercial, contribuindo com soluções práticas às empresas do setor food service e fast food.

    Ariane Malouf, chef de cozinha e proprietária do Mahalo Cozinha Criativa, que atua em Cuiabá desde 2007, falou um pouco sobre o êxito da parceria com a nossa companhia, ressaltando a importância da implementação do software para restaurantes.

    Além disso, a profissional destacou que as soluções ERP da Teknisa não apenas auxiliam na integração entre os setores, como também geram dados precisos, colaborando com a tomada rápida e estratégica de decisões.

    O sucesso dessa parceria se deve ao fato de a Teknisa viabilizar soluções tecnológicas por meio de softwares de gestão, desenvolvidos para atender às empresas dos segmentos food service, tais como restaurantes, bares, redes de fast food etc.

    O software adotado pelo estabelecimento Mahalo otimiza seus processos, visando harmonia para o ambiente, o que contempla e aprimora a experiência dos consumidores. Uma vez agregadas aos planos estratégicos do restaurante, o objetivo das soluções Teknisa consiste, sem dúvida, em atender às expectativas dos gestores, associando mais inteligência aos negócios desse cliente.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/IDt1bkNvFs4″]

  • Sistema ERP: mais controle de processos e menos prejuízos!

    Sistema ERP: mais controle de processos e menos prejuízos!

    Em uma empresa ou indústria, realizar o controle de processos é apenas o básico para que tudo saia conforme o planejado.

    E para que uma boa gestão empresarial seja feita, não é necessário apenas se preocupar com a produção e a entrega de algum produto ou serviço ao cliente final. Também é preciso estar atento com os outros processos e áreas que fazem parte da organização.

    Até porque, se tudo não funcionar corretamente a empresa não terá crescimento e logo não apresentará bons resultados, certo?

    Por isso, o ideal é que os gestores, diretores e tomadores de decisão invistam em soluções que integrem todas as áreas, com o intuito de aumentar a performance das equipes, trazendo melhores resultados financeiros ao negócio.

    Quer saber mais? Continue acompanhando o texto para que possamos te apresentar uma solução. Vamos lá?

    controle de processos

    O que é sistema ERP?

    Você já ouviu falar em sistema ERP?

    O sistema ERP (Enterprise Resource Planning) é uma tecnologia que busca facilitar a gestão de uma empresa integrando todas as informações em apenas uma ferramenta.

    Também conhecido como Sistema Integrado de Gestão ou Sistema de Recursos Empresariais, o software se tornou uma solução praticamente obrigatória para um controle mais assertivo do negócio.

    O sistema reúne todos os módulos de atividades de diferentes setores como financeiro, vendas e recursos humanos em um só lugar.

    Dessa forma, é possível não apenas ter acesso às informações estratégicas da empresa mais rapidamente, como também tomar decisões assertivas em menor tempo.

    Tudo isso contribui para um maior ganho em desempenho e produtividade, refletindo principalmente na lucratividade da empresa.

    [tekvideo loading=”lazy” link=”https://www.youtube.com/embed/IOkqLrdcXMU”]

     

    O que você deve entender sobre o sistema ERP?

    Agora que você já sabe o que é sistema ERP, é hora de entender como a tecnologia auxilia no controle de processos em uma empresa ou indústria.

    Primeiramente, é necessário que o gestor tenha cada processo bem definido ou desenhado. Por quê? Pois o sistema ERP poderá agir com muito mais eficácia do que se não houver organização nos processos.

    Outro detalhe importante é que o software de gestão tem a função de auxiliar uma empresa com suas atividades internas, certo? Porém, a ferramenta não atua sem os dados ou métricas que só podem ser fornecidos por líderes e responsáveis da área.

    Aqui vai outra dica: tenha em mente também do que a sua empresa precisa e se o software pode te ajudar a conseguir melhores resultados. Assim, você evita gastos em seu orçamento e também frustrações.

    Mas afinal, o que queremos dizer com tudo isso?

    Que na prática o sistema ERP não fará todo o trabalho sozinho. Isto é, seu funcionamento só será completo com a boa gestão dos responsáveis. Por isso, se organize e tenha em mente tudo o que o software precisa para funcionar corretamente.

    Faça um check-list e veja se a sua empresa:

    • Possui áreas definidas mas que não conversam entre si;
    • Enfrenta desafios relacionado à gestão de dados;
    • Necessita capacitar mais seus colaboradores;
    • Precisa economizar tempo em gestão.

    Sabendo de algumas das principais necessidades que a sua empresa possui, e entendendo alguns detalhes iniciais do sistema ERP, fica mais fácil analisar se a adoção do software será mais estratégica e trará mais resultados.

    Leia também: A importância do sistema MRP ou ERP para a sua indústria

    CTA - 16 erros ao adotar ERP

    O que o sistema ERP busca melhorar?

    Imagine a seguinte situação: uma empresa de grande porte que possui diversas áreas, como administrativo, vendas, marketing, recursos humanos, departamento pessoal, entre outros.

    Você, como o dono da empresa ou indústria, precisa das informações de cada segmento, seja por meio de relatórios ou por algum outro meio. Reunir todos esses dados pode ser trabalhoso, certo?

    Isso porque cada setor possui seus números e muitas vezes depender de cada gestor da área pode levar mais tempo do que se espera, fora que um relatório pode demorar alguns dias para ser feito. Afinal, não é necessário apenas ter acesso às informações, também é preciso interpretá-las.

    É aí que o sistema ERP entra em cena!

    Acesso facilitado às informações

    O software não só centraliza as informações de cada de setor em um só lugar como também permite o ágil acesso a elas, permitindo uma visão mais horizontal do negócio ao gestor.

    Pense em quanto tempo um diretor pode economizar utilizando o sistema ERP em sua empresa. E não é apenas isso!

    Economia de custos

    O gestor também pode economizar em custos operacionais e administrativos por meio da automação de processos. Ou seja, o sistema permite que a empresa ou indústria execute cada atividade gastando menos, seja em contratações ou até com materiais para impressão de planilhas e relatórios.

    E o que é melhor: todos os processos podem ser acompanhados em tempo real, permitindo uma tomada de decisão ainda mais assertiva.

    Mais rastreabilidade

    A rastreabilidade é essencial para um melhor controle de estoque. E, com o sistema ERP, também é possível tornar esse processo mais otimizado.

    Por meio da rastreabilidade, é possível acessar o histórico de um produto, evitando a perda de informações e da própria mercadoria por validade, que geram prejuízos financeiros. Assim, você assegura a procedência e reforça a segurança aos consumidores.

    Imagine poder rastrear um lote de produtos em segundos? Com o sistema ERP é possível!

     

    [tekvideo loading=”lazy” link=”https://www.youtube.com/embed/DsjQn9yEaN8″]

     

    Análise de dados

    Como dito acima, o sistema ERP analisa dados estratégicos em tempo real, permitindo mais segurança na tomada de decisões.

    O rápido acesso a relatórios gerenciais permite que as empresas acompanhem não apenas o que a sua empresa ou indústria têm realizado, como possibilita uma comparação das tendências do mercado, contribuindo para estratégias mais efetivas.

    Diferencial e mais satisfação dos clientes

    Quem investe em tecnologia anda junto ou até à frente da concorrência, possuindo um diferencial de mercado.

    Outro ponto a favor é que o acesso às informações otimiza a produção, contribuindo para uma entrega mais rápida aos clientes e, consequentemente, para mais satisfação dos clientes com o produto ou serviço do negócio.

    Mobilidade para o negócio!

    O sistema de controle de processos pode ser projetado através da tela de smartphones e tablets, permitindo mais mobilidade na gestão.

    Dessa forma, o gestor não fica limitado ao espaço físico da organização para ter acesso às informações da empresa ou indústria. Isto é: mais praticidade e agilidade na tomada de decisões!

     

    [tekvideo loading=”lazy” link=”https://www.youtube.com/embed/p94jbJ1dReY”]

     

    Conclusão

    Diante de todas as suas funções que buscam principalmente a otimização de produção, o sistema ERP pode ser definido como um software para indústria ou para empresas de pequeno ou grande porte.

    Suas funcionalidades buscam melhorar o controle de processos, como também:

    • Tornar as informações mais acessíveis para análise gestão;
    • Aumentar o desempenho da equipe de colaboradores;
    • Permitir que decisões sejam tomadas de qualquer lugar;
    • Economizar tempo e custos em cada processo;
    • Rastrear produtos rapidamente, evitando perdas.

    Vale lembrar que quem investe em tecnologia pode aumentar sua receita em até 70%. Portanto, considere a adoção, estude as opções e implemente em sua empresa ou indústria!

    Queremos saber a sua opinião! Deixe o seu comentário abaixo e compartilhe o texto em suas redes sociais. Esperamos ter ajudado. Até a próxima! 🙂

  • Steakstore, Stockyards e Teknisa: mais sucesso na gestão

    Steakstore, Stockyards e Teknisa: mais sucesso na gestão

    Neste case de sucesso, a Teknisa celebra a parceria com as marcas Steakstore e Stockyards, ambas pertencentes à VPJ Franquias, referência no mercado em carnes de qualidade superior desde 1993.

    Buscando por uma solução para integrar as informações das redes em tempo hábil, além de aumentar a performance operacional das equipes, o sistema para gestão de restaurantes Odhen foi a opção escolhida para otimizar cada processo.

    O software da Teknisa gera relatórios de CMV, financeiro, faturamento de produto, dentre outros segmentos igualmente importantes ao controle das redes. “Utilizar o sistema simplifica a nossa gestão e otimiza tudo aquilo que é necessário para a tomada de decisões estratégicas”, conta o diretor Alexandre Lorenzon.

    Além disso, os líderes e colaboradores têm acesso ao módulo de BI (Business Intelligence), que torna o acesso às informações das redes ainda mais ágil. E o melhor: a gestão pode ser feita através da tela de um dispositivo móvel e em qualquer lugar.

    “Nossa empresa está muito satisfeita com a solução apresentada!”, completa Alexandre.

    Com soluções inteligentes e tecnológicas, a Teknisa oferece um suporte completo para redes de fast-food, otimizando processos e visando resultados muito mais assertivos aos gestores.

    Confira um pouco mais desse case de sucesso!
    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/AcHNn0u8jeY”]

  • ¿Cómo disminuir el desperdicio de alimentos en su restaurante?

    El día 5 de junio es celebrado el Día Mundial del Medio Ambiente. A data nos chama atenção de uma causa bastante atual e pertinente, relacionando-se a temas como sustentabilidade e desperdício de alimentos.

    Diante do desafio de estar em dia com o meio ambiente, muitas empresas Food Service, como restaurantes, bares e hamburguerias, devem pensar em solução para, não apenas estancar o problema, como solucioná-lo de uma vez por todas.

    Mas, quando o assunto é desperdício alimentar, quais são as ações mais indicadas para lidar com esse assunto? Será que os diretores, líderes e tomadores de decisão estão aptos a pensar em solução em curto e em longo prazo?

    No post hoje vamos debater sobre esse problema global, além de reforçar que é importante se preocupar com o meio ambiente não apenas na data comemorativa, mas em todos os dias restantes. Vamos lá? 🙂

    Desperdício de Alimentos: os números são alarmantes!

    Você sabia que, no mundo, cerca de 1,3 bilhões de toneladas de comida são descartadas por ano, enquanto mais de 800 milhões de pessoas passam fome? Essa estatística é, no mínimo, preocupante e nos chama atenção sobre a proporção do problema que temos enfrentado em diversos segmentos.

    Quando falamos em alimentação fora do lar, os dados não são menos relevantes. Ao contrário, a estatística também é relativamente alta.

    Só em restaurantes e redes de fast-food, a porcentagem de desperdício global gira em torno de 9,55%.

    Mas, e no Brasil? Será que o nosso país contribui muito ou pouco para essa estatística?

    A verdade é que os dados nacionais também não ficam muito atrás quando o assunto é desperdício de alimentos, já que o Brasil está entre os dez países que mais jogam comida fora. São cerca de 41 mil toneladas de alimentos desperdiçados diariamente.

    E sabe o que é mais alarmante? Desse número, 15% do desperdício ocorre em restaurantes, o que somatiza algo em torno de 6 mil toneladas.

    Em meio a tantos valores altos, os gestores da área são convocados a uma reflexão: quais medidas podem ser tomadas para diminuir esse problema e contribuir para um cenário ainda mais sustentável?

    A seguir, vamos dar algumas dicas de iniciativas que contribuem para reduzir o índice de desperdício de alimentos em seu restaurante. Continue acompanhando!

    desperdício alimentos

    Adotar boas práticas na cozinha!

    Na maioria das vezes o desperdício de alimentos ocorre onde menos se espera. Por isso, uma estratégia que o dono de um restaurante pode adotar é acompanhar de perto o processo de preparação dos alimentos.

    Por exemplo, será que sua equipe de cozinheiros está aproveitando todo o alimento como se deve ou está jogando fora partes importantes que podem ser usadas em outras receitas? Ou será que o resultado final está do agrado dos clientes, ou grande parte da comida permanece nas cubas (no caso de restaurantes self-service)?

    Outro ponto a ser observado é a gestão do estoque. Será que as compras de mercadorias estão sendo feitas para mais, ocasionando na perda de matéria-prima por conta do prazo de validade?

    Cada detalhe deve ser observado por quem realiza a gestão. Por isso, tenha em mente algumas práticas que devem ser seguidas à regra para evitar tanto a perda de alimentos na cozinha, quanto a sobra limpa e o resto ingesta.

    Ah, não se esqueça de manter sua equipe ciente da causa sustentável promovendo treinamentos e os informando sobre a cultura da empresa.

    Consultoria: importante aliada!

    Para auxiliar o diretor de um estabelecimento alimentício com as boas práticas citadas no tópico anterior, o serviço de consultoria é uma estratégia coerente com o mercado.

    Sabemos que o dia a dia de um restaurante costuma ser bastante movimentado, o que contribui para que muitos processos sejam executados no automático. Em outras palavras, “da forma que tem dado certo”.

    No entanto, muitas práticas podem não estar sendo realizadas de maneira correta, o que é bastante provável que possam ocasionar o desperdício de alimentos. E o que é pior: sem que o gestor perceba, já que ele se encontra imerso na cultura da empresa.

    Por isso, o serviço de consultoria surge com a importante missão de melhor orientar a equipe do restaurante, reforçando as melhores práticas do mercado. Acompanhando os processos operacionais de forma diária, os consultores identificam os pontos que devem ser melhorados, propondo soluções imediatas.

    A equipe de consultoria também é capaz de identificar erros nas metodologias aplicadas, inclusive desvios que podem prejudicar o segmento financeiro do estabelecimento. E o que é mais importante: a como evitar o desperdício de comida no restaurante!

    Sistemas para restaurantes: aprimorando sua gestão!

    Como o sistema para restaurantes ajuda a reduzir desperdícios?

    É claro que os gestores não só podem como devem contar com a tecnologia para otimizar os processos em seu restaurante. Principalmente se o objetivo é o de evitar o desperdício de alimentos.

    Investindo em sistemas de gestão, a equipe do restaurante tem acesso a todos as informações em apenas uma única ferramenta, facilitando a visualização e permitindo um controle mais apurado dos processos.

    É o caso da gestão de estoque, que pode ser ainda mais assertiva. Por meio do software, o diretor realiza compras com mais exatidão, de acordo com a necessidade do restaurante, evitando assim produtos para mais e contribuindo para o menor índice de desperdício, como citado anteriormente.

    Outra funcionalidade que pode reduzir a quantidade de comida jogada fora é a revisão de receitas, que possibilita um planejamento mais bem executado de acordo com a quantidade de comensais já calculados. Isto é, quantos pratos para a quantidade certa de quem irá consumidor, evitando o desperdício.

    Confira o vídeo acima em que Cíntia Rios, diretora de mercado da Teknisa, explica como o planejamento centralizado de cardápio auxilia os restaurantes com o desperdício.
    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/GxuAx0giW4Y”]

    Conclusão

    Diminuir o desperdício de alimentos é um grande desafio, porém, tomando decisões estratégicas, os diretores e colaboradores conseguem implementar práticas que contribuem para a redução desse índice.

    Em síntese, são três caminhos que o gestor pode percorrer:

    • Se atentar às melhores práticas de mercado e implementá-las ao negócio;
    • Contar com consultorias para entender o que pode ser feito para esse objetivo;
    • Adotar um sistema de gestão que otimiza dados e processos e auxilia com uma gestão mais estratégica do negócio.

    Que tal comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente adotando as melhores práticas para reduzir o desperdício de alimentos? Coloque em prática!

    Quer saber mais sobre a ferramenta de gestão TecFood ou o serviço de consultoria, citados no texto? Converse agora com um dos nossos consultores e tire todas as suas dúvidas.

    Não se esqueça de comentar e compartilhar esse texto em suas redes sociais. Até a próxima!