Autor: Marketing Teknisa

  • Tecnologia na escola: incentivo ou distração no ensino?

    Tecnologia na escola: incentivo ou distração no ensino?

     

    A tecnologia vem ganhando seu espaço cada dia mais dentro da sala de aula. Em consequência disso, a relação entre professor e aluno é modificada; e até mesmo a execução de tarefas sofre grandes mudanças.

    Desde a sala de aula, até a hora do recreio, os recursos tecnológicos mudam o dia a dia de todos os envolvidos em uma escola; inclusive as lanchonetes escolares, que comercializam os lanches, acabam tendo uma participação importante na educação dos estudantes.

    Um estudo feito pela CETIC (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação), aponta que 52% das redes de ensino básico utilizam o celular em atividades escolares.

    Por outro lado, o professor Claudemir Belintane, da Faculdade de Educação da USP, afirma: “Não podemos achar que as crianças vão aprender mais só porque estão mais envolvidas com os efeitos tecnológicos”.

    Mas afinal, até que ponto o uso da tecnologia em sala de aula incentiva os alunos? Será que essas ferramentas trazem mais distração do que benefícios? Descubra até o final deste post.

    Como utilizar a tecnologia em sala de aula?

    Já não é novidade que a tecnologia está presente na vida das crianças, adolescentes e adultos. Recursos digitais como tablets, lousas digitais e aplicativos, são capazes de transformar a vida de muitos alunos; e ainda possibilitam uma rotina escolar mais atraente, dinâmica e inovadora. Veja bem:

    Lousa digital

    Tanto em escolas públicas quanto em particulares, é crescente o uso da lousa digital no ensino. É um recurso que facilita a prática pedagógica dos professores e oferece uma autonomia maior para a criação de projetos mais atraentes.

    E, por ser totalmente sensível ao toque, a lousa também facilita até mesmo quem possui a atividade motora comprometida, pois o aluno que não sabe escrever, pode apenas tocar a tela e realizar prontamente suas atividades.

    Outros benefícios: é um recurso multimídia versártil, desperta a curiosidade e motiva os alunos ao conhecimento de coisas novas.

    Gamificação

    Sabemos que a gamificação, ou gamification, nada mais é que usar elementos de jogos para engajar pessoas a atingir um objetivo.

    Isso não significa que será necessário o uso de jogos prontos, visto que também é possível utilizar elementos dos games para auxílio da aprendizagem. Como por exemplo: desafios onde os alunos possam lidar com obstáculos, dinâmicas envolvendo missões, entre outros.

    A gamificação também pode ser um importante combustível para fins pedagógicos; já que muitos alunos estão presentes há muito tempo nesse universo de games e são completamente familiarizados.

    Tablets

    Comumente utilizado para lazer, os tablets já se tornaram úteis também para os estudos. Quando inseridos na sala de aula com um propósito, o dispositivo ajuda não só na produtividade dos alunos, mas também interfere em sua participação nas aulas, pois ele tende a se expressar mais do que nas aulas expositivas.

    Além do mais, esse dispositivo é um interessante aliado à educação. Isso ocorre, pois seus estímulos visuais contam com uma ampla diversidade de conteúdo, incluindo: vídeos, fotos, músicas, jogos, entre outros; meios que constantemente despertam o interesse dos jovens.

    Aplicativos e TAA

    Além de colaborar no processo de ensino-aprendizagem, as ferramentas tecnológicas também estão presentes em outros locais na escola, como por exemplo, na hora do lanche.

    Neste caso, os alunos compram seus lanches sozinhos com o apoio dos terminais de autoatendimento (TAA) e/ou por meio dos aplicativos. Diante disso, até os pais dos alunos são envolvidos. Com o uso de um aplicativo, os pais têm a oportunidade de controlar a verba que será destinada à alimentação. Assim, o aluno recebe um cartão magnético ou pulseira QR Code e o responsável pode recarregá-lo de casa ou do trabalho e fazer o acompanhamento em tempo real.

    A partir disso, o aluno pode fazer seu pedido através do seu celular, e imediatamente a cantina recebe as solicitações por meio de um painel. Os atendentes, por sua vez, entregam os pedidos com mais agilidade de horários, evitando filas e circulação de dinheiro em espécie.

    Também é possível agilizar o pedido através do sistema de autoatendimento, no qual o aluno solicita antecipadamente, confirma a compra e retira o pedido no caixa. Outros benefícios também são visíveis, tais como: redução de custo de mão de obra, aumento de faturamento, entre outros.

    Essa praticidade favorece à todos, pois: é bom para as lanchonetes que vendem mais e também para os alunos que conseguem comprar sem filas; além da vantagem de estabelecer mais contato com soluções tecnológicas desenvolvidas para facilitar o dia dia, ensinando-os até mesmo a lidarem com a verba destinada à alimentação saudável.

    Resta ainda falar sobre os benefícios aos pais que podem ficar bem mais tranquilos fazendo a gestão dos gastos e da nutrição de seus filhos. Em outras palavras, de maneira simples, os pais adquirem mais autonomia para: limitar a quantidade de consumo de alguns produtos por período e também o valor gasto diariamente; fazer um acompanhamento nutricional da alimentação por meio dos cálculos de macronutrientes; e promover boas práticas de alimentação saudável.

    Ferramentas tecnológicas como apoio à educação

    Um estudo feito pelo núcleo de ensino da Unesp (Universidade Estadual de São Paulo) aponta que o uso de ferramentas tecnológicas educativa aumentam em até 32% o rendimento dos alunos em física e matemática; comparando-se ao conteúdo expositivo em aula.

    A pesquisa ainda mostrou que os estudantes com menor performance em sala de aula, melhoraram em 51% seu desempenho após o uso de ferramentas tecnológicas.

    Silvio Fiscarelli, coordenador do projeto e responsável pelo departamento de didática da Unesp, afirma: “Isso mostra que os alunos que têm maior dificuldade de aprendizagem são os mais beneficiados pelo uso dessa tecnologia. Esses índices evidenciam a importância de olhar com mais atenção para a criação e difusão de recursos que ajudem a inovar as metodologias didáticas”

    Fiscarelli ainda destaca: “Antes de fornecer quais equipamentos é preciso pensar primeiro não no hardware, mas no software. Não adianta levar uma lousa digital para a sala de aula se não tiver por trás um bom software”.

    No entanto, ainda ocorre uma resistência frequente de alguns professores no processo de aceitação dessas ferramentas tecnológicas. Muitas das vezes, essa recusa é consequência da falta de auxílio para o conhecimento de ferramentas disponíveis no mercado. Mas ainda assim, os resultados da implantação tecnológica têm se mostrado consideravelmente promissores e aceitos por grande parte desses profissionais.

    Conclusão

    Como vimos, ignorar as inovações tecnológicas pode ser um grande equívoco. São inúmeras vantagens que visam agregar às aulas, tornando o convívio escolar muito mais proveitoso, dinâmico e inovador.

    Portanto, o modelo de ensino convencional está aos poucos se modificando, para melhor, dia após dia. A tecnologia auxilia de diversas formas os alunos, contribuindo com uma motivação maior para os estudos, amplo acesso à informação e novos caminhos para o conhecimento. Afinal, o modo de aprendizagem se torna ainda mais atrativo por meio desses recursos.

    Conhece alguma escola que já faz o uso de alguma dessas tecnologias? Comente abaixo 🙂

  • O que é Produção Cadenciada e por que é sustentável?

    O que é Produção Cadenciada e por que é sustentável?

    Você já ouviu falar do termo produção cadenciada? Conhece o seu significado ou entende a sua importância? Enquanto imersos no cenário das concessionárias de alimentação, este tipo de produção pode surgir como uma alternativa que prevê sustentabilidade, o que aponta para o consumo sob medida de alimentos.

    Mas, enquanto gestor, é interessante entender que o termo está diretamente relacionado a outro assunto de suma importância: o desperdício.

    Em tempos em que o conceito de sustentabilidade encontra-se cada vez mais em evidência, adotar estratégias para evitar perdas excessivas é essencial.

    Apesar de atentos às práticas para evitar o desperdício, o Brasil ainda possui altos índices. Em 2017, foi constatado a perda de até 40% de alimentos entre a colheita e consumo final. O dado ainda é alarmante.

    Visando a adoção de metodologias que evitam o desperdício de alimentos, além de outras metas sustentáveis, muitas empresas têm se atentado quanto às práticas mais efetivas para lidar com a questão.

    Inclusive, a preocupação socioambiental também se consiste em um posicionamento diferenciado da empresa frente ao mercado.

    O mesmo se aplica ao cenário que engloba as concessionárias de alimentação. Principalmente se estamos dialogando sobre empresas de grande porte, em que são servidas, diariamente, uma quantidade considerável de refeições.

    Mas, em que momento a produção cadenciada se introduz neste contexto? Acompanhe o post!

     

    Produção Cadenciada: entenda de uma forma prática

    Vamos imaginar o seguinte cenário: uma empresa que possui uma quantidade X de alimentos a ser preparada aos colaboradores.

    Partimos do pressuposto que a quantidade de funcionários é um dado que a cozinha detém. Afinal, é a partir dele que o estoque é estruturado.

    Supomos que, nessa empresa, o horário de almoço se dá entre onze às duas horas da tarde. Ou seja, entre cada período é esperada uma quantidade aproximada de colaboradores para a refeição.

    Se, hipoteticamente, 25% dos colaboradores almoça às onze, a cozinha deve ter em mente uma quantidade para atender a esta demanda. De modo a evitar o desperdício de alimentos.

    O mesmo vale para os 40% dos funcionários que optam por almoçar meio-dia e assim por diante. Se a cozinha não obter uma gestão apurada sobre cada refeição servida, haverá desperdício, o que levará, ocasionalmente, ao prejuízo da empresa.

    A produção cadenciada seria essa gestão apurada, ou metodologia inteligente, para um controle mais assertivo das refeições nos restaurantes corporativos. Dessa forma, a prática estimula o aumento na produção, melhora o desempenho na produção dos pratos, e reduz o desperdício (resto ingesta e sobra limpa), evitando prejuízos financeiros à empresa.

    Como ser adepta(a) à metodologia?

    Para garantir o controle apurado das refeições servidas em seu restaurante corporativo, é necessário ter em mente algumas estratégias.

    Por exemplo, é uma boa tática contratar uma consultoria em negócios do food service para apoiar as decisões do gestor deste segmento, e para mapear seus processos para garantir alta performance na produção, compras, estoque etc, além de encontrar lacunas na gestão que podem ser supridas.

    A orientação também colabora para um planejamento mais assertivo das refeições a serem servidas.

    Muitas vezes, tanto os gestores quanto a equipe de cozinha encontram-se condicionados a adotar determinada metodologia penando que ela vá atender. É aí que pode estar o erro.

    A resposta está na tecnologia

    O vício em práticas que não aproveitam os recursos da maneira correta também pode ser identificado pela consultoria. A partir daí, outras estratégias serão pensadas para melhor aproveitar a preparo dos alimentos.
    Outro posicionamento que os gestores podem optar é a adoção de softwares de gestão. Por meio do sistema para restaurantes corporativos, é possível mensurar dados importantes como: quantidade de alimentos do estoque; estimativa de colaboradores; orçamentos etc.

    Ainda dentro deste assunto, vale abordar o KDS (Kitchen Display System). O conceito é um sistema que é reproduzido em um monitor dentro da cozinha de restaurantes, hamburguerias etc. Nesse sistema entram os pedidos dos pratos que devem ser entregues, e, à medida que vão sendo produzidos, eles vão saindo desse sistema.

    A ideia é que eles proporcionem mais eficiência para as cozinhas e dê ao gestor condições de monitoramento da produção. Se quiser saber mais sobre o KDS, entre em contato.

    Diante do acesso aos mais diversos dados, também é possível estruturar um planejamento mais assertivo. Assim, o preparo de alimentos é otimizado, contribuindo para uma fluxo mais eficaz da cozinha, e evitando desperdícios ou possíveis transtornos, como a perda da qualidade da refeição ou longas esperas.

    E por que não investir em aplicativos que facilitem a gestão das preparos? A mobilidade torna o acesso a dados mais tangível, permitindo que o gestor os visualize onde quer que esteja.

    A tecnologia por meio dos aplicativos também permite a disponibilização do cardápio aos colaboradores, facilitando seu controle. Além disso, a ferramenta pode oferecer dados relevantes como quantidades que evitam desperdícios, dicas de consumo, avaliações dos pratos servidos etc.

    KDS

    Conclusão

    A produção cadenciada é uma vertente sustentável que visa o máximo do aproveitamento das refeições.

    Aprendemos que, por meio desta solução:

    • Otimiza-se os processos internos da cozinha;
    • Evita-se o desperdício massivo de sobras;
    • Reduz-se gastos desnecessários com alimentos;
    • Aumenta-se a produtividade e satisfação dos colaboradores para com as refeições servidas;
    • Contribui-se com a produção sustentável de alimento.

    Vários benefícios, não é? Ser sustentável é contribuir, não apenas à sua empresa, mas a todo o planeta!

    Você sabia que, dentre os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável, estabelecidos pelas Nações Unidas em 2015, destaca-se: reduzir pela metade, até 2030, o desperdício de alimentos per capita mundial? Por isso, estar a par da metodologia da produção cadenciada é de suma importância.

    O que achou da metodologia? Para gestores interessados em soluções sustentáveis, investir na produção cadenciada é uma forma interessante de otimizar processos.

    Queremos saber a sua opinião. Conte pra gente! 🙂

  • Como organizar o estoque do restaurante de forma ágil e simples?

    Como organizar o estoque do restaurante de forma ágil e simples?

     

    Em um restaurante corporativo, são inúmeros os processos a serem administrados. Da mesma forma, são vários colaboradores desempenhando diversas funções. No entanto, organizar o estoque tem sido apontado como um grande desafio aos gestores. Então, como lidar com esta gestão?

    Atualmente, muito dialogamos sobre a tecnologia e suas vertentes. As ferramentas, que surgem como engrenagens em qualquer cenário em que se insere, ocasionam transformações. Sobretudo a nível de mercado.

    Antes de mais nada, é importante ter em mente que as ferramentas, desenvolvidas por meio do aprimoramento tecnológico, possuem um objetivo em comum: tornar o cotidiano ainda mais prático.

    Em tempos de grande exigência do mercado, somada a uma ampla concorrência, possuir um diferencial é de suma importância. Principalmente aos gestores que têm como meta a longevidade do seu empreendimento. Este diferencial pode ser agregado por meio das ferramentas tecnológicas e softwares de gestão.

    É sabido que os consumidores estão mais exigentes. Você sabia que 59% dos potenciais clientes, que possuem entre 25 a 34 anos, compartilham experiências de atendimento negativas na internet?

    A informação nos revela que os próprios consumidores, em detrimento do avanço tecnológico, também adquiriram outro posicionamento. Por isso, garantir excelência no serviço prestado é essencial.

    Quando regressamos à pergunta inicial, “como lidar com a organização do estoque?”, a resposta parece mais tangível. Por meio do software para restaurantes!

    Acompanhe-nos!

    Organizar o estoque: missão impossível?

    Organizar o estoque requer planejamento e, principalmente, lógica para evitar possíveis transtornos. O grande desafio para os gestores consiste nesta administração, que exige atenção redobrada.

    Em empresas de grande porte, por exemplo, a quantidade dos alimentos, tais como os pedidos dos fornecedores, é mensurada, muitas vezes, de forma manual. Por meio de planilhas, o que demanda muito tempo do profissional que as preenche.

    Geralmente, todo o processo é centralizado na gerente de unidade, o que pode comprometer alguma etapa, já que são várias as atribuições a serem executadas. O ideal é buscar por soluções que alinhem o controle do estoque, tornando-o mais ágil e menos manual.

    Podemos destacar aqui também que é fundamental seguir a tendência de mercado e resolver o problema de tarefas centralizadas na gerente de unidade. Pode-se criar uma área que acumule tais tarefas e que deixe a gerente de unidade mais livre para focar no atendimento de qualidade ao cliente.

    É importante garantir mais disponibilidade de tempo à gerente da unidade. A tendência, hoje, é que as matrizes centralizem em uma outra equipe alguns dos processos, que antes eram responsabilidade destas profissionais, para que o tempo delas seja melhor aproveitado na função de atender com qualidade máxima os tão exigentes consumidores.

    Uma vez livres de tais tarefas, ainda assim, as gerentes de unidade continuam com atribuições que podem ser simplificadas, pois também consiste em uma forma para tornar o atendimento mais apurado.

    Por exemplo, contar com ferramentas que possibilitam o lançamento de nota fiscal de forma automática, como se fosse um pré-nota, permite uma conferência mais ágil, evitando assim, divergência com pedidos de fornecedores, desfalques no estoque e gastos em grande escala.

    Se os produtos e insumos não podem ser mensurados com exatidão, haverá lacunas. Inclusive, boa parte irá se convergir em transtornos e prejuízos ocasionados por desperdícios ou escassez de mercadorias.

    A par do cenário, cabe aos gestores buscar por soluções para reduzir riscos e aumentar sua produtividade.

    Poder contar com softwares que centralizam informações relevantes do estoque, tornando-as mais acessíveis aos gestores, é uma estratégia que deve ser considerada.

    A resposta está na própria tecnologia

    A adoção de um sistema para restaurantes corporativos é capaz de auxiliar os gestores na organização do estoque. Por isso, se encontrar adepto à tecnologia é o primeiro passo.

    A Teknisa, referência em soluções tecnológicas por meio de softwares de gestão, oferece uma ferramenta valiosa aos gestores. Principalmente no momento de organizar o estoque.

    Por meio do sistema TecFood, líder no segmento de gestão para refeições coletivas, é possível prever um controle de estoque com agendamentos de inventários, auditorias sem manipulações de resultados e controle de acesso restrito. Todas essas soluções são viabilizadas pela função “Estoque Cego”.

    Essa aplicação do sistema torna mais simples alguns processos, como o de envio de NF, que evita discrepância nos pedidos dos fornecedores, desfalques no estoque e gastos desnecessários. Situações comuns a diversos gestores do setor, conforme citadas anteriormente.

    Além disso, o sistema também permite uma visualização mais detalhada dos dias de estoque dos produtos. E o que é melhor: sem comprometer o planejamento já estipulado pela matriz ou filial. Também permite, da mesma forma, outros tipos de estratégias a partir do diagnóstico recebido pelo sistema TecFood.

    Conclusão

    Perceba quantas questões podem ser resolvidas por meio da adoção do sistema para restaurantes:

    • Centralização de informações sobre o estoque;
    • Liberação da gerente da unidade para outras atribuições;
    • Controle mais assertivo dos dados;
    • Redução de gastos desnecessários,
    • Minimização de discrepância entre os pedidos dos fornecedores, além dos desfalques no estoque.

    Diante de tantas vantagens, não optar pelo sistema é um posicionamento incoerente para com a sua empresa. E, por que não dizer, também com os seus colaboradores.

    Organizar o estoque pode ser uma tarefa apurada. Opte pelo sistema TecFood e disponha de bons resultados em curto e longo prazo!

    Curtiu as dicas? Acredita que a adoção do sistema TecFood é essencial ao seu empreendimento? Não deixe de comentar! 🙂

  • Faturamento do restaurante: como você pode aumentá-lo?

    Faturamento do restaurante: como você pode aumentá-lo?

    Existe alguma fórmula para aumentar o faturamento do restaurante corporativo ou outro empreendimento de alimentação fora do lar?

    Você, que nos acompanha nesta leitura, deve estar se perguntando isso. Provavelmente em busca de uma solução efetiva para lhe ajudar na gestão do seu estabelecimento alimentício.

    Administrar um empreendimento é sempre um desafio, isso é fato. Independente do segmento, os profissionais têm buscado adotar estratégias que tornam a gestão mais efetiva.

    Quando falamos de restaurantes corporativos, por exemplo, estamos lidando com um cenário em específico. Entretanto, o objetivo para quem administra é o mesmo: aumentar o faturamento e garantir, assim, mais produtividade e satisfação dos clientes.

    Contextualizando o panorama ao cenário tecnológico, é impossível não poder contar com a tecnologia como aliada. O constante avanço dos recursos digitais tem permitido que o desempenho de tarefas, como a gestão, por exemplo, sejam mais práticas e assertivas.

    É interessante visualizar a tecnologia como uma aliada que veio, não para sobrepôr à mão de obra humana, mas para aprimorá-la.

    Voltando à pergunta inicial: se existe alguma fórmula para aumentar o faturamento do restaurante? E se te dissermos que a resposta é “sim”, e que você pode fazer uso de uma ferramenta tecnológica para tornar a gestão do seu estabelecimento ainda mais eficaz?

    É o caso do software para restaurantes, que agrega mais praticidade ao dia a dia dos gestores, desempenhando funções com mais exatidão e em menor tempo.

    Quais as vantagens e como a ferramenta aumenta o faturamento do restaurante? Vamos enumerá-las logo abaixo. Acompanhe!

    1. Gestão centralizada e assertiva dos processos da empresa

    Por meio do software para restaurantes, Odhen, é possível centralizar a gestão e tornar os fluxos internos mais visíveis. Dessa forma, o gestor pode administrar cada processo com mais assertividade, além de tornar o time de colaboradores mais integrado.

    Otimizar a comunicação entre a equipe da cozinha e os atendentes, por exemplo, contribui para o desenvolvimento mais ágil das demandas.

    Poder contar com KDS (Kitchen Display System) também é um diferencial que colabora para a produção mais assertiva, aumentando em até 50% da performance interna. Através de telas projetadas pelo sistema, os gestores podem demandar e acompanhar o andamento de cada processo.

    Estabelecer metas a partir de cálculos apurados, também permitidos pelo sistema para restaurantes, contribui para o aumento da produtividade e, consequentemente, do seu faturamento.

    2. Gestão financeira e nutricional dos cardápios

    Imagine poder controlar os trâmites financeiros por meio do software para restaurantes? Obter acesso a dados relevantes que permitem um planejamento mais assertivo da gestão é apenas mais um benefício da ferramenta.

    Outra aplicação interessante é poder gerir o planejamento nutricional dos cardápios. Permite-se, então, uma visualização mais tangível aos colaboradores que lidam com os menus.

    Solução muito vantajosa, inclusive, aos profissionais de nutrição, por exemplo, que poderão sugerir e acompanhar as opções no software. Mais atenção que assegura o controle de qualidade e, por que não dizer, aumento no controle de faturamento do restaurante?

    3. Otimização e acompanhamento dos processos

    Poder acompanhar cada processo interno contribui para que o fluxo de atividades seja mais fluido. Dessa forma, os gestores são capazes de perceber quais são os erros cometidos pela equipe, tal como seus acertos.

    A visualização dos desdobramento dos processos auxilia os profissionais sobretudo na rápida tomada de decisão. Muito importante quando dialogamos sobre o cenário corporativo, diga-se de passagem.

    4. Controle de custos planejados e realizados

    É sabido que o software de gestão para restaurantes possibilita um controle financeiro mais assertivo. O sistema armazena dados relevantes e os mensura com exatidão, evitando assim, o preenchimento manual de planilhas e possíveis transtornos com erros de cálculos.

    Além disso, centralizar as informações em um único software torna o acesso mais tangível. Não apenas aos gestores mas também aos profissionais responsáveis pelo controle financeiro do estabelecimento.

    A visualização dos dados e cálculos auxilia no controle de gastos, reduzindo os custos com a compra de mercadorias, por exemplo, evitando o desperdício e não comprometendo o orçamento da empresa.

    5. Rastreabilidade de produtos

    A projeção de informações relevantes no sistema também colabora com a visualização mais apurada das mercadorias no estoques. Estamos falando da rastreabilidade.

    Identificar a localização de um produto, seus componentes, ou serviço, nas etapas da produção é mais uma vantagem que o sistema agrega à sua empresa.

    A rastreabilidade permite este acesso ao histórico da mercadoria, tornando o controle ainda mais apurado. Dessa forma, evita-se a perda de informações sobre aquela mercadoria em específico, assegurando ainda mais a procedência e segurança aos consumidores.

    Conclusão

    Os benefícios agregados pela adoção do sistema de gestão lhe parece uma boa fórmula para aumentar o faturamento do restaurante? Ou de qualquer outro estabelecimento food service ou fast-food?

    É comprovado que a adoção do software Odhen, da Teknisa, reduz até 7% nos custos de matéria-prima, contribuindo para a assertividade dos processos e otimizando custos. Por isso, vale conversar com um de nossos consultores.

    Que tal dar uma olhada em nossas parcerias de sucesso? Não deixe de conferir!

    E você, o que achou deste artigo? Não deixe de nos contar. Queremos saber a sua opinião! 🙂

  • Sistema ERP para food services – 7 motivos para adotá-lo

    Você faz uso de um sistema ERP?

    Gerenciar uma empresa de food service demanda constantes desafios. E é comum que muitos restaurantes tenham dificuldades para controlar os inúmeros processos. Como: contas a pagar e a receber; estoque; notas fiscais; vendas; pagamento de funcionários; entre muitos outros.

    Desenvolvido principalmente para otimização de processos, o software ERP (Enterprise Resource Planning ou Planejamento dos Recursos de uma empresa) é um poderoso software de gerenciamento empresarial devido ao seu grande poder de facilitar o fluxo de informações das organizações. Isso ocorre, porque esse sistema coleta e organiza os dados em diferentes níveis, o que ajuda, e muito, na gestão e performance da sua empresa.

     

    O ERP também pode ser um ótimo sistema para restaurantes, afetando diretamente a lucratividade. É possível:

    • O acompanhamento isolado de demanda;
    • Gerar relatórios sobre a quantidade de vendas;
    • O gerenciamento eficiente e assertivo para lucros, entre muitas outras possibilidades que veremos até o final deste post.

    E como o Sistema ERP é dividido?

    Esse software é dividido basicamente em 3 camadas:

    Apresentação: Camada onde o usuário possui acesso ao sistema por meio de formulários e campos de preenchimento.

    Processamento lógico: Após o recebimento dos dados que o usuário informa na camada de apresentação, essa vertente integra com o sistema e ele dá uma resposta do que foi solicitado. As novas atualizações, processos empresariais, desempenho e segurança também ficam todas nesse segmento.

    Armazenagem: Depois do usuário digitar as informações, ele chegará na tela de armazenagem, que tem o objetivo de salvá-las em um banco de dados que permite acessos futuros.

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    Mas afinal, quais as vantagens de um sistema ERP para a minha empresa?

    1- Redução no estoque: Esse software permite que você planeje com muita eficiência seu estoque. Ele analisa preços menores para compras de matéria-prima, o que garante a diminuição de gastos.

    2- Produtividade: Considerando o fato de que são processos automatizados, erros são totalmente evitados. Assim, fica mais fácil e prático evitar a perda de tempo e visualizar com mais clareza a margem de lucros.

    3- Melhor atendimento para o seu cliente: A experiência de um consumidor dentro do restaurante deve sempre ser feita de forma muito empenhada, pois atrai mais clientes fiéis para o seu negócio. Esse sistema melhora a comunicação com os setores, reduz o tempo de atendimento e filas no caixa e ainda oferece várias possibilidades de pagamento. Com isso, é possível melhorar os processos de organização dentro da sua empresa, proporcionando mais satisfação aos clientes.

    4- Controle de processos: Tanto o atendimento ao cliente quanto a emissão de notas fiscais e relatórios (entre muitos outros processos) são organizados de forma eficiente no sistema ERP. Dessa forma, a empresa economiza tempo e otimiza sua produção.

    5- Melhores escolhas: Gerenciar restaurantes é uma tarefa que demanda muito trabalho e requer importantes decisões, como itens a comprar; processos para evitar desperdício; controle financeiro; saída e entrada de produtos; treinamento de funcionários, entre muitos outros. Com o software, fica mais fácil decidir de forma assertiva a execução desses processos, tornando mais prático a tomada de decisão.

    6- Controle de produtos: O software também te ajuda a controlar o prazo de validade dos produtos, evitando o desperdício. Esse é um fator de extrema importância para um gestor, pois assim pode-se evitar a perda de mercadorias e gerar novas soluções. Por exemplo: Você pode fazer um novo cardápio com os produtos que estão para vencer, e realizar uma promoção para o seu restaurante.

    7- Rotatividade de clientes: O sistema fornece dados valiosos da rotatividade de clientes, como dias e horários com maior demanda e também os pratos mais pedidos. Isso te dará uma ótima oportunidade para planejar a quantidade de alimentos para um dia específico.

    Conclusão

    Curtiu o conteúdo? Então não deixe de compartilhar nas redes sociais. Caso queira saber um pouco mais sobre a importância de softwares para restaurantes,  dê uma olhada nesse post sobre a gestão de PDV.  Por lá, você vai encontrar ótimas dicas para ter muito sucesso nessa jornada 🙂

  • Operação Triangular: o que você deve saber sobre o processo?

    Operação Triangular: o que você deve saber sobre o processo?

    Você já ouviu falar do termo operação triangular? Se não o conhece, é bem provável que já o tenha vivenciado sem saber o nome.

    Aqui vai uma pergunta que pode ajudar a esclarecer o panorama: já houve situações em que foi necessário entregar uma mercadoria produzida ao “cliente do seu cliente”?

    Para gestores em indústrias, a operação triangular, ou venda à ordem, pode parecer familiar. O panorama, como o próprio nome sugere, se consiste por meio de três agentes participantes:

    O produtor, que age na produção da mercadoria e a repassa ao distribuidor.

    O distribuidor, que, por sua vez, adquire o produto das mãos do produtor com o intuito de comercializá-lo.

    E, por fim, o cliente final, que comprou a mercadoria.

    Afinal, que operação triangular é essa?

    A par dos indivíduos que participam da operação, entender o processo é bem simples. O cliente final adquire a mercadoria do distribuidor, que, por sua vez, compra o produto da fábrica e solicita que o mesmo seja entregue diretamente ao seu cliente final.

    Dessa forma, é conferido à operação uma característica triangular, que garante alguns benefícios como mais agilidade no processo de distribuição dos produtos, agregando mais segurança ao transporte e reduzindo custos.

    E quanto à emissão de notas fiscais?

    Para acompanhar a mercadoria até o destinatário final, é necessário a emissão da nota fiscal de venda, independente do estado em que a operação triangular aconteça. O que irá diferenciar são as alíquotas dos impostos oriundas do produto.

    A fábrica, por sua vez, deverá emitir duas notas fiscais: uma que irá acompanhar o produto e será destinada ao cliente final, e outra destinada ao distribuidor. A NF do comprador é isenta de tributação e servirá apenas para transportar a mercadoria.

    Neste processo, quem paga todos os tributos referentes ao produto vendido para o cliente final é o distribuidor.

    O software ERP, da Teknisa, está preparado para atender este processo de forma fácil e rápida. Integrando todas as notas emitidas com os módulos fiscais, contábeis, financeiros e gestão de estoques.

    Para saber mais e conhecer como é, na prática, este procedimento dentro da nossa solução, entre em contato com de nossos consultores. Otimize seus processos tornando-os mais ágeis e gastando menos com cada etapa!

    Você já conhece a operação triangular? Está a par de como o processo é feito? Não deixe de comentar o que achou do texto. Queremos saber a sua opinião! 🙂

    * Para a produção deste texto, contamos com a ajuda do profissional Anderson Miranda, Consultor de Negócios na empresa Teknisa, que nos orientou com seu conhecimento abrangente sobre o tópico acima destacado.

  • Software ERP: 12 erros simples que você pode evitar ao adotá-lo

    Software ERP: 12 erros simples que você pode evitar ao adotá-lo

    Você está por dentro dos erros dos gestores, e que parecem superficiais, quando o assunto é software ERP?

    Adotar uma ferramenta digital, como é o caso de um sistema ERP, por exemplo, é uma decisão estratégica. Obrigatória, por assim dizer. Como em vários outros segmentos, contextualizar o empreendimento garante benefícios a quem o faz.

    Porém, apesar de promissora, a implantação do sistema deve ser assertiva para evitar possíveis transtornos.

     

    Acompanhe o post e observe se você, ou algum gestor conhecido, se encaixa em um dos perfis de erros aqui levantados. Atente-se, sobretudo, às sugestões e ao conselho de quem já viu estes equívocos serem cometidos várias vezes. Vamos descobrir juntos?

    1. Optar por um software sem expertise de mercado

    Como bastante observado, as opções no mercado, não apenas em soluções ERP, são inúmeras. Por isso, é natural que alguns gestores fiquem na dúvida sobre qual sistema adotar. O que é esperado, uma vez que a adoção virá com a premissa de melhorias à empresa contratante.

    Muitas vezes, a empresa faz uma simples e breve avaliação do fornecedor, dando mais atenção, principalmente, à parte financeira de aquisição do software, mas se esquece de avaliar se o fornecedor possui experiência suficiente para atender à grande demanda.

    Avaliar a metodologia utilizada, o nível de conhecimento e comprometimento da equipe de implantação envolvida são algumas das vertentes a serem observadas. Verificar se o software e o fornecedor são aderentes aos processos da sua empresa também é essencial no momento da pesquisa.

    Entretanto, muitas vezes, alguns gestores, ou tomadores de decisões, acabam optando por um software embasando-se, unicamente, na proposta de menor custo. Ou até mesmo mais facilidade em seu manuseio. Resultado? Muitos transtornos e dores de cabeça à organização como um todo.

    2. Não optar por um sistema ERP que atenda ao negócio

    É claro que, enquanto gestores, e seres humanos, buscamos por opções mais em conta. Porém, o produto ou serviço de menor custo não anula a sua qualidade de execução. Mediante pesquisas de mercado, alternativas já se encontram inseridas no mercado há algum tempo, e, com expertise, podem, e devem, ser consideradas.

    Não se esqueça também de procurar por boas referências do software. Com o acesso à tecnologia, a visualização dos feedbacks tornou-se ainda mais tangível. E tudo isso contribui, é claro, para uma decisão mais acertada por parte do consumidor interessado.

    Muitas vezes, acontece o contrário, isto é, os gestores também tendem a optar por um sistema ERP comercializado por preços elevados, julgando que são mais completos. Estes softwares, sem dúvida, possuem alta performance, mas as empresas que os comercializam não se atentam às necessidades específicas da organização deste gestor.

    Muitas companhias, em alguns casos, se tornam apenas meros números na perspectiva das empresas contratadas. Na Teknisa, por sua vez, cada cliente é tratado de maneira diferenciada. Prova disso são os vídeos de cases, em que cada companhia ressalta os benefícios trazidos pela parceria, destacando as melhorias em todos os setores após a implementação do sistema ERP.

    3. Não compreender/utilizar o software ERP corretamente

    Outro erro dos gestores é a dificuldade em entender como se usa completamente o sistema ERP. Este item nos convoca a uma reflexão e nos faz retornar ao erro de número 1, em que ponderamos a importância de optar por um sistema com expertise de mercado.

    Um software ERP com layout intuitivo e de fácil acesso permite um entendimento mais assertivo por parte dos gestores e colaboradores que farão uso da ferramenta.

    A usabilidade pouco entendível pode acarretar dores de cabeça aos gestores, levando-os a, inclusive, abandonarem o software por completo. Lembre-se: a tecnologia surge para agregar praticidade à rotina, e não para deixá-la ainda mais trabalhosa.

     

    4. Adotar um software ERP que não oferece mobilidade

    Estamos na era digital, ponto. Partimos do pressuposto que quaisquer ferramentas digitais, se já não existentes, serão adaptadas ao formato mobile. Por isso, é preciso atentar-se, no momento da pesquisa, se o software ERP pode ser executado em dispositivos móveis, como tablets e smartphones.

    Opções que disponibilizam o sistema por meio de sites responsivos, que se adaptam à tela portátil, e/ou aplicativos asseguram uma gestão mais assertiva. E aqui estamos falando de praticidade em todos os âmbitos, direcionada tanto a gestores como também colaboradores. Em referência ao item anterior, atente-se se a usabilidade do software nas plataformas móveis também é eficaz e intuitiva.

    Poder gerir o empreendimento de qualquer lugar também é essencial para gestores, principalmente os que não se encontram, na maioria das vezes, na sede da organização. Mais um ponto a favor do software que se adaptar ao contexto móvel.

    Além disso, a mobilidade ajuda com o acesso a informações e dados relevantes no momento de reuniões de prospecção, eventos, dentre outros contextos. Pensar e agir local e globalmente. E, claro, com agilidade.

    5. Adotar um software ERP que não oferece suporte com excelência

    Mais importante que adotar um sistema de gestão empresarial é poder  contar com um suporte eficaz. Uma equipe de atendimento em tempo integral para sanar dúvidas sobre o sistema faz toda a diferença no processo como um todo.

    É sabido que 66% dos consumidores trocam de empresa por causa de um atendimento ruim, por isso, evite transtornos. Avalie não apenas a qualidade do suporte, mas todo o contato com a empresa antes da contratação de seus serviços.

    Pesquise sobre, entre em contato com quem já fez uso e faça um apanhado dos benefícios oferecidos pelo sistema.

    A equipe do suporte Teknisa, por exemplo, possui parceria com provedores que possibilitam a abertura de chamados com mais agilidade, permitindo que os colaboradores e clientes interajam e acompanhem todas as movimentações por e-mail, além do acesso à uma rica base de conhecimento, alimentada por conteúdos de textos e vídeos didáticos.

    Processos emergenciais e de contingência, acesso a relatórios das requisições, atendimento por meio de videochamadas e personalizados também agregam eficácia ao processo do suporte. Suas opções em vista possuem tais diferenciais? Vale a pena pesquisar!

    6. Pensar que o software ERP irá aumentar a lucratividade por si só

    O sistema de gestão auxilia a empresa com seus processos internos como um todo. No entanto, a ferramenta não atua sem as métricas e/ou dados que só podem ser fornecidos pelos gestores. Assim, o software irá trabalhar com as informações de forma mais apurada, que a leva, naturalmente, à exatidão dos cálculos.

    O sistema de gestão auxilia a empresa com seus processos internos de maneira geral. No entanto, a ferramenta não atua sem que possua as diretrizes de um profissional conhecedor do potencial da ferramenta.

    Provavelmente, este gestor tem em mente algumas perguntas como: quais os problemas o software ERP deve suprir? Que tipo de melhorias são esperadas em curto e em longo prazo? Quais os resultados almejados de cada setor envolvido?

    Por meio deste norte será mais simples buscar por um software ERP que supra, ou aprimore, as necessidades da organização. Novamente: o sistema não funcionará sem que o gestor o direcione. Feito isso e o monitorando os resultados, as expectativas de bons resultados serão altas!

    7. Não se atentar à rastreabilidade como diferencial de mercado

    O conceito de rastreabilidade lhe parece familiar? A definição surge como um termo que designa a capacidade de poder rastrear um objeto. Em outras palavras, é poder identificar a localização de um produto, seus componentes, ou serviço, nas etapas da produção.

    A rastreabilidade viabiliza o acesso ao histórico da mercadoria, por exemplo, tornando o controle ainda mais apurado. Assim, evita-se a perda de informações sobre aquele produto em específico, assegurando ainda mais a procedência e segurança aos consumidores.

    Se a sua empresa possui processos de produção, certifique-se que eles estão devidamente usados e acessíveis às pessoas corretas. Um controle é fundamental, mas com a devida eficiência, é diferencial em um ambiente tão delicado que um sistema ERP eficaz é capaz de oferecer.

    Tenha certeza que, por meio do software, você conseguirá rastrear um lote em segundos, trazendo informações essenciais como: lote da matéria-prima de entrada, fornecedor, datas de validade de cada item, todos os equipamentos utilizados na produção, cada colaborador que participou do processo, incluindo assinaturas e autenticação, com informações de qual cliente o dado se destina.

    Um bom software ERP deve, não apenas se atentar à esta questão, como também viabilizá-la como ferramenta no sistema. A Teknisa também encontra-se atenta ao conceito de rastreabilidade, oferecendo uma pesquisa mais apurada e em menor tempo hábil em relação aos seus concorrentes.

    8. Optar por softwares de vários fornecedores simultâneos

    Integração, como não pensar sobre isso? Pois é, muitos gestores acabam optando por mais de um sistema para fazer a gestão empresarial.

    Você há de convir que seria providencial que o software para gestão do capital humano da empresa, do relacionamento com o cliente e da gestão de serviços prestados, que envolvem propostas, contratos, recursos e faturamento, e que fizessem parte de um só conjunto de sistemas, consistiria em uma estratégica mais prática e em conta. Isso sem falar no suporte técnico, na consultoria, no treinamento etc.

    Com a Teknisa, este problema deixa de existir, pois todas estas ferramentas de gestão empresarial fazem parte da suíte ERP. Vale a pena entrar em contato para bater um papo com os consultores Teknisa, pois a sua empresa estará prestes a fazer uma escolha que elevará, ainda mais, o nível competitivo frente ao mercado.

    9. Não comparar preços

    É comum que, enquanto consumidores, optamos por preços mais em conta de um produto ou serviço. No entanto, muitas vezes, somos conduzidos pela falsa premissa de que “o que possui menor custo é de pouca qualidade”. O que não é, necessariamente, verdade.

    Quando dialogamos sobre a adoção de um software ERP, é pertinente afirmar que os gestores encontram-se vulneráveis a cometer este erro. O tomador de decisão pode ser orientado a optar pelo sistema por um grande custo, tendo em mente que a ferramenta será mais efetiva, ou adotar um de menor valor pensando em economizar o orçamento da empresa.

    Independente da batida do martelo, deixar de realizar uma pesquisa de preços entre os softwares ERP, comparando o que cada um tem a oferecer, é um erro cometido por gestores.

    O ideal é procurar saber sobre a empresa que intermedia a ferramenta, se os clientes estão satisfeitos com seu uso e se o preço realmente é justificável. Dessa forma, evita-se gastos desnecessários e dores de cabeça em longo prazo.

    10. Não avaliar as variáveis financeiras de aquisição

    Da mesma forma que gestores optam por softwares ERP mais em conta, outros acabam adquirindo a ferramenta sem analisar o próprio orçamento de sua empresa.

    Por isso, para evitar o prejuízo financeiro por parte da organização contratante, é importante avaliar os seguintes custos imbuídos no contrato de implantação:

    • Custos com manutenção mensal;
    • Custos com as customizações para adequar o sistema aos processos da empresa;
    • Custos de acompanhamento após a fase de implantação inicial;
    • Custos com melhoria da infraestrutura atual e seu crescimento futuro.

    Atente-se a cada variante, faça uma análise dos gastos e opte por um software ERP que atenda às suas necessidades sem comprometer o próprio orçamento.

    11. Não envolver os colaboradores na implantação

    A adoção do software ERP pode, e deve, envolver os colaboradores que trabalharão diretamente com a ferramenta. Por isso, não deixá-los a par da implantação, e deixar de investir em um treinamento eficaz também consistem em erros cometidos por gestores.

    Por isso, é essencial que, durante o processo de implementação do software na empresa, os funcionários sejam devidamente apresentados ao novo sistema.

    É neste momento em que as dúvidas aparecerão e deverão ser esclarecidas pelos gestores. A percepção dos colaboradores sobre a ferramenta auxilia gestores a identificarem soluções para possíveis problemas nas funcionalidades apresentadas.

    Além disso, permite que os futuros usuários visualizam o software ERP funcionando na prática. Esta estratégia economiza tempo dos gestores, evitando assim, queda na produtividade dos funcionários-chave.

    12. Falta da definição prévia das necessidades da empresa

    Antes da adoção do software ERP na empresa, você, enquanto gestor, deve levar em consideração os seguintes questionamentos: quais são os objetivos e resultados esperados com a aquisição do sistema? A ferramenta será capaz de suprir cada lacuna? Quais os benefícios a serem alcançados?

    Não ter em mente a projeção dos processos internos que poderão ser contemplados pelo software ERP também consiste em um erro. Dessa forma, para evitar gastos que não serão revertidos em soluções efetivas, faça uma análise do panorama interno da empresa e conclua se a adoção do sistema resolverá cada questão levantada.

    Erros: evite-os e desfrute de bons resultados!

    Agora que você já conhece os erros mais comuns durante o período de busca e implementação de ERP, é hora de atentar-se e aplicar as estratégias antes de qualquer adesão.

    Se você precisar de alguma indicação de empresa que oferece soluções ERP, teremos o maior prazer de ajudá-lo nesta busca. Entre em contato com um de nossos consultores!

    O que achou? Você já cometeu algum erro no momento da implantação de softwares ERP? Conhece outro equívoco que não foi listado? Comente! 🙂

  • Capacitação de Equipe: como torná-la mais efetiva?

    Capacitação de Equipe: como torná-la mais efetiva?

    Uma capacitação de equipe, online ou presencial, é necessária. Por isso, é importante ter em mente que, para que a experiência seja positiva, tanto para os consumidores quanto colaboradores.

    O atendimento é um segmento indispensável a qualquer empresa. É por meio desta experiência que os consumidores realizam o contato inicial com a organização. Naturalmente, cada processo de atendimento é realizado de formas distintas.

    Você sabia que 66% dos consumidores trocam de empresa por causa de um atendimento insatisfatório? A estatística nos leva a um dado importante a respeito de como a população tem lidado com o processo. Se o atendimento realizado consistir em uma experiência negativa, a perda dos consumidores, e potenciais clientes, é irreparável.

    Desta forma, resta o questionamento: é possível garantir um atendimento mais assertivo aos consumidores? Uma experiência mais apurada que, não apenas solucione o problema do cliente, como também o fidelize?

    A resposta é: sim! Contudo, é importante entender que, para que o processo seja realizado de forma mais fluida, é necessário investir na base do segmento. Isto é, na própria equipe designada a realizar o atendimento. Em outras palavras, a capacitação de equipe é a chave para uma experiência apurada para com os consumidores. Quer saber como? Acompanhe-nos!

    Capacitação de Equipe: conte com as soluções Pebbian!

    Capacitar uma equipe, não apenas quanto ao atendimento, como também em outras funções internas da companhia, é essencial. Por meio de processos adequados a cada segmento, é possível tornar o grupo de trabalho mais produtivo.

    Porém, enquanto gestor, você sabia que a capacitação de equipe pode ser feita por meio de um software adequado? Por meio das soluções Pebbian, por exemplo, é possível desenvolver a capacidade produtiva e intelectual dos colaboradores.

    Conforme debatemos em postagens anteriores, a tecnologia surge, não para sobrepor a capacidade humano, mas sim, para aprimorá-la. E, no caso da gestão do capital humano, segmento em que a capacitação de equipe se encontra, não é diferente.

    O software Pebbian é capaz de administrar treinamentos, além de planos de carreira e benefícios. Assim, otimiza-se tempo e custos com processos mais burocráticos, por assim dizer. A incluir a capacitação de equipe, conforme debatemos aqui na postagem.

    Centralizando os dados relevantes em uma ferramenta é tornar as informações mais acessíveis, sobretudo as de grande relevância. Por exemplo, a solução Pebbian permite a análise do potencial de cada colaborador, ou da equipe como um todo. Dessa forma, as estratégias de capacitação tornam-se ainda mais apuradas.

    Com o software, também é possível realizar um levantamento das necessidades de treinamento, permitindo uma visão abrangente sobre cada colaborador. Assim, é possível visualizar se o funcionário necessita de treinamento, — à distância, e-learning, ou presencial — ou cursos.

    A capacitação de equipe está diretamente associada à estruturação do plano de carreira. E essa essa outra aplicação que a solução Pebbian de gestão do capital humano é capaz de agregar à sua empresa. A viabilização de um plano de carreira, somada à gestão de talentos, contribui positivamente para uma equipe ainda mais capacitada.

    Conclusão

    Dar atenção à capacitação de equipe é investir na própria empresa. Por isso, poder contar com as soluções Pebbian é de suma importância. A Teknisa, que intermedia a ferramenta, atua desde 1990 com excelência e expertise de mercado. Por isso, não deixe de entrar em contato com nossos consultores. A sua equipe agradece e, seus consumidores, também.

    Curtiu? Não deixe de comentar! 🙂

  • Automação comercial para restaurantes: aumente seus lucros!

    Automação comercial para restaurantes: aumente seus lucros!

    Empreender vai muito além do que aplicar boa parte do dinheiro em uma ideia. É saber concebê-la, realizando um trabalho assertivo de gestão para que ela finalmente saia do papel. Além dos conhecimentos sobre o mercado, é necessário compreender como cada engrenagem da organização funciona. Em outras palavras, a busca pela informação deve ser constante.

    Dessa forma, compreende-se que o cenário ao redor encontra-se permeado pela tecnologia e seus subprodutos. O constante avanço dos recursos tecnológicos redefiniram, não apenas as relação sociais, como a forma de lidarmos com o mercado.

    O gradativo aprimoramento das ferramentas digitais têm contemplado os mais diversos segmentos profissionais. Seja em âmbito organizacional ou corporativo, a tecnologia surge como soluções para a otimização das empresas. E, muitas vezes, para sanar as que chamamos “dores” de quem realiza a gestão da companhia.

    É claro que, quando estabelecemos este diálogo, incluímos todas as vertentes do mercado. O food service, principalmente, já que ferramentas tecnológicas surgem como engrenagens para os estabelecimentos que compõem esse cenário. Os benefícios para a implementação, todavia, são inúmeros.

    Um gestor que visa aumentar a produtividade do seu estabelecimento, seja por parte da equipe ou vendas, por exemplo, pode e deve recorrer a um software para gestão food service ou fast food. Ferramenta prática e tecnológica que garante resultados.

    Poder contar com uma solução ERP, como é o caso do sistema para restaurantes aqui tratado, é uma solução em curto e longo prazo aos gestores. A adoção do software agrega diversos benefícios que surtem efeito direto na administração do estabelecimento.

    Imergir o empreendimento no cenário digital agrega diversas vantagens ao seu empreendimento food service. Acompanhe o nosso post e descubra quais são.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/5nTNXTGIYrU”]

    Automação comercial para restaurantes: amplie sua produtividade e resultados

    Se formos enumerar os benefícios, seria impossível não citar a automação comercial como o mais proeminente. Uma vez imersos no âmbito da gestão de um estabelecimento alimentício, como é o caso do restaurante, fica mais simples compreender o raciocínio que nos leva à conclusão de que otimizar os processos internos é a principal meta dos gestores como um todo.

    Sabemos que são vários os processos que devem ser executados para que o empreendimento se desenvolva, correto? É caso da gestão das comandas, por exemplo, ou da equipe de atendentes e cozinheiros. E o que dizer sobre as vendas diretas, pedidos em domicílio ou controle de entrada e saída dos clientes. Sim, todos esses processos, como já é sabido, fazem parte do fluxo interno do restaurante.

    Com o software para restaurantes, é possível otimizar cada etapa citada, centralizando-as em apenas uma ferramenta. Soluções práticas e acessíveis, por assim dizer. É o caso da ferramenta Odhen, da Teknisa, que contempla, não apenas restaurantes, mas franquias ou redes próprias, cantinas escolares, clubes, postos de gasolina, varejos de moda, entre outros segmentos.

    Mas, o que a solução oferece às companhias? O principal objetivo da ferramenta é otimizar os processos internos da empresa, além de agilizar as vendas como um todo. Dessa forma, a Odhen trabalha inúmeras vertentes que podem ser aplicadas em diversos tipos de organizações, independente do segmento trabalhado.

    automação comercial

    Organograma com as soluções de automação comercial da Teknisa by OdhenA imagem acima nos revela o organograma referentes às soluções oferecidas pela Odhen by Teknisa. É importante destacar como cada função oferecida se integra a um tipo de empreendimento, garantindo a ele um funcionamento mais assertivo. A completude agregada pelo software é a garantia da sua abrangência, sobretudo quanto aos objetivos acima citados.

    Soluções integradas para varejo seria uma definição mais apurada em relação ao que a ferramenta Odhen oferece. Por si só, contar com uma ferramenta ERP que centraliza as soluções contribui com uma administração mais assertiva do empreendimento.

    Soluções Odhen: ideais para seu estabelecimento food service

    Analisando sob a ótica de uma empresa food service, ou fast food, a adoção de um software de automação comercial para restaurantes consistem em uma estratégia que garante a ampla gestão dos processos que englobam a organização.

    O sistema de Ponto de Venda – PDV, que gere os pontos de venda, assegura a integração entre os fluxos do estabelecimento alimentício. Com o software para restaurantes, é possível administrar as vendas realizadas em mesas, por exemplo, permitindo ao usuário a visualização do status em cada uma delas. Se pedidos foram feitos, se há reserva, liberação e até mesmo inatividade.

    Além disso, o sistema PDV viabiliza o controle das vendas no balcão, assegurando mais assertividade no atendimento. As comandas eletrônicas, por sua vez, otimizam o atendimento, agilizando a solicitação de pedidos, registrando o histórico e controlando o fluxo de entrada e saída dos clientes com mais exatidão.

    Os terminais de autoatendimento também surgem como engrenagens do software para restaurantes. Como forma de garantir uma experiência tecnológica diferenciada, as ferramentas agilizam o atendimento e tornam a gestão de pedidos ainda mais assertiva. Assim, evitam-se transtornos como longas esperas e equívocos nas comandas. Vale lembrar que 60% dos consumidores pretendem utilizar a tecnologia de autoatendimento. Dado relevante para agregar à administração do estabelecimento alimentício.

    As soluções Odhen viabilizam um sistema de gestão operacional que permite um controle mais apurado das vendas. Por meio de relatórios gerenciais e estatísticos, o gestor obtém acesso aos dados mais relevantes de todos os processos. Dessa forma, é possível arquitetar estratégias para otimizar os fluxos internos, garantindo aumento da lucratividade.

    Controlar as diversas formas de pagamento e recebimento contribuem positivamente para o empreendimento. As soluções de automação comercial viabilizam EFC, SAT, NF-e, ideal para uma administração financeira com mais exatidão. Esta é mais um dos inúmeros benefícios que os softwares para restaurantes, bares e lanchonetes contribuem ao estabelecimento.

    Software para restaurantes: gestão PDV que gera resultado

    Controlar a entrada e saída de clientes pode ser um desafio para muitos gestores. Entretanto, as ferramentas Odhen otimizam o fluxo, tanto interno, quanto externo. Catracas integradas, por exemplo, garantem mais segurança e agilidade. Sem mencionar que otimizam o processo, assegurando aos clientes uma experiência diferenciada, embora não menos prática.

    O software para restaurantes também permite um atendimento mais ágil e personalizado aos clientes. Por meio da tecnologia de automação comercial, você agrega mais autonomia aos clientes, evitando transtornos gerados por filas de espera e equívocos nos pedidos. Internamente, também auxilia os colaboradores a melhor administrar as solicitações, e, posteriormente, a obter uma relação mais exata das comandas eletrônicas.

    Se o estabelecimento alimentício conta com serviços delivery, é possível torná-lo ainda mais otimizado por meio das soluções Odhen. Você sabia que mais de 40% dos consumidores optam por fazer pedidos pelo smartphone? Poder centralizar os processos em apenas um software auxilia, não apenas o gestor, mas também os colaboradores que o utilizam. Dessa forma, visualizar o fluxo de pedidos delivery, produção e entrega, torna o processo mais efetivo. Também é possível gerenciar os pontos de venda por demanda de produção.

    Conclusão

    Os benefícios da adoção dos softwares automação comercial para restaurantes são inúmeras. Poder contar com as soluções Odhen é investir, em curto e longo prazo, em seu empreendimento Food Service e Fast Food. Invista em ferramentas digitais para aumentar sua lucratividade. Entre em contato com um de nossos consultores e conte com a equipe Teknisa para colaborar com o crescimento do seu empreendimento!

  • Tabelas de composição de alimentos: atente-se a todas delas!

    Quem possui algum empreendimento nos setores Food Service, ou Fast Food, deve estar sempre atento às novidades. E não apenas as que se referem ao mercado, mas também, à própria alimentação como um todo. Estar inteirado quanto aos valores nutricionais de cada componente das refeições comercializadas é um requisito obrigatório aos gestores. Dessa forma, mais que poder contar com a orientação de bons profissionais nutricionistas, é ter as tabelas de composição de alimentos como principal ferramenta e aliada.

    No post de hoje, a profissional de Nutrição, Kristy Soraya Coelho¹, traz informações relevantes sobre as tabelas de composição de alimentos (TCA), contextualizando o panorama em que as informações nutricionais são dispostas na rede, e ressaltando que o uso dos dados exige cautela.

    O conteúdo agrega conhecimento e elenca algumas curiosidades relevantes sobre o cenário. Vamos conferir?

    Tabelas de composição de alimentos (TCA), ferramentas computacionais e suas características¹

    É relevante iniciar este tópico falando da importância da *Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TBCA, versão 7.1) para a formação da ficha técnica de alimentos, pois ela é composta de informações referentes aos alimentos nacionais.

    *A nova versão da TBCA contém as composições dos alimentos, inclusive os comuns apenas para algumas regiões do Brasil. A partir da TBCA é possível calcular e desenhar um perfil mais fiel do consumo alimentar. O Link está para o App TBCA está bem no final da página.

    Tabelas de composição de alimentos (TCA) centralizam informações sobre a composição química — nutrientes e outros componentes — de alimentos de um determinado país ou região, podendo ser disponibilizadas no formato impresso ou online — consulta ou download. Dados de composição de alimentos (CA) são elementos essenciais para ações nas áreas de nutrição, saúde e educação, agricultura, indústria, marketing de alimentos, podendo ser utilizados por diferentes profissionais. Considerando as demandas específicas de cada área, espera-se que os dados que compõe as TCA – tabelas de composição de alimentos tenham sido obtidos por métodos apropriados, de maneira criteriosa, refletindo assim, a composição real do alimento.

    Ferramentas computacionais têm sido utilizadas na área de nutrição desde os anos de 1960, visando o apoio à tomada de decisão ao nutricionista em sua prática profissional. TCA integram essas ferramentas, com o intuito de auxiliar o profissional de Nutrição na avaliação da ingestão de consumo, nos planejamentos alimentares para a coletividade sadia ou enferma, no cálculo de rótulos nutricionais, entre outras atividades. Dessa forma, antes de adotar uma ferramenta computacional, é necessário verificar se ela apresenta dados de CA com as informações necessário para atender o objetivo a que se destina.

    Dentre as informações necessárias ao usuário, destacam-se: (i) critérios adotados para análise e/ou compilação dos dados; (ii) descritores (características) dos alimentos — com casca ou descascado; fresco ou enlatado; (iii) definição dos componentes disponíveis — carboidratos totais ou disponíveis, fibra total (por método enzímico gravimétrico) ou fibra bruta; (iv) unidades de expressão de cada componente — kJ (quilojoule), kcal (quilocaloria), g (grama), mg (miligrama), mcg (micrograma). Rotineiramente, os valores dos componentes são descritos por 100 g ou por g de parte comestível, mas é preciso verificar quais unidades estão sendo utilizadas na TCA adotada.

    Usualmente, TCA internacionais são abrangentes, tanto no número de alimentos, quanto no número de componentes. Considerando a difícil tarefa de elencar um número representativo de alimentos e componentes — que caracteriza a elaboração de uma TCA — além da dificuldade de analisar a infinidade de alimentos, produtos e preparações de cada país, em sua maioria, essas TCA são elaboradas a partir do método misto — com dados analíticos próprios e dados compilados, inclusive de outras tabelas — especialmente norte-americanas e britânicas.

    Acredita-se que a primeira TCA brasileira tenha surgido em 1951, sendo ainda utilizada e reeditada, apesar de não ter passado por qualquer atualização; apresenta dados de alimentos crus, preparações e produtos industrializados, porém não apresenta a identificação da origem das informações e métodos de análise utilizados. Após isso, outras TCA foram lançadas, com as mais variadas características; outras apresentando dados de CA emprestados da TCA de 1951 e TCA internacionais, outras com dados de rótulos nutricionais e de TCA nacionais e internacionais. Ressalta-se que poucas TCA foram elaboradas a partir de dados analíticos, com a descrição detalhada dos alimentos, como nome científico nos alimentos in natura (MENDEZ et al., 1995; TBCA, 1998; TACO, 2004).

    Lançada em 2004, a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO) 4ªEdição – do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Alimentação da Universidade Estadual de Campinas (NEPA/Unicamp), centraliza informações de energia, macronutrientes, vitaminas e minerais de alimentos considerados como representativos do hábito alimentar brasileiro. Em 2011 foi lançada a 4ª edição, com dados de 597 alimentos (TACO, 2004).

    A Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TBCA), da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de São Paulo (FCF/USP), online desde 1998, foi relançada, totalmente reformulada, em 2017. Atualmente é coordenada pela Rede Brasileira de Dados de Composição de Alimentos (Brasilfoods), Centro de Pesquisa em Alimentos (Food Research Center FoRC/Cepid/Fapesp) e Universidade de São Paulo (FCF/Departamento de Alimentos e Nutrição Experimental). A base de dados da TBCA centraliza dados de análises químicas realizadas na FCF/USP, além da compilação de dados analíticos. A reformulação da TBCA, baseada na compilação de dados de fontes nacionais, preferencialmente, e internacionais, quando necessário, tem o intuito de disponibilizar um perfil de componentes de mais de 1900 itens alimentares (TBCA, 2017).

    O uso de TCA que não sejam provenientes do próprio país, deve ser feito com cautela, pois os resultados gerados podem não refletir a real ingestão de nutrientes do indivíduo ou da população estudada. Da mesma forma, o cálculo de planos alimentares, para coletividades sadias ou enfermas, baseados nessas TCA, apresenta mais chances de produzir informações que não correspondem à realidade, principalmente em relação a vitaminas e minerais.

    Conclusão

    Estar em dia quanto às informações presentes nas tabelas de composição de alimentos é crucial ao seu empreendimento. Assim, garante-se uma pesquisa mais assertiva, além de um recrutamento mais apurado de dados. Ao estabelecimento alimentício do segmento Food Service, ou Fast Food, o uso de tabelas referenciadas é de suma importância à pesquisa. Contudo, a atenção quanto à utilização deve ser feita com cautela e, de preferência, com a orientação de um profissional qualificado da área de Nutrição.

    E você, o que achou das dicas? Acredita que sejam valiosas ao seu empreendimento? Necessita da ajuda de uma empresa com expertise de mercado para orientá-lo(a)? Leia os cases de sucesso da Teknisa.

    Sobre a autora

    ¹ Kristy Soraya Coelho, MSc.
    Nutricionista pelas Faculdades Integradas “Espírita” (FIES). Especialista em Nutrição Clínica pela Universidade Norte do Paraná (UNOPAR). Mestre em Tecnologia em Saúde pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Doutoranda em Nutrição Humana Aplicada pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas/Universidade de São Paulo (FCF/USP). Pesquisadora do Food Research Center (FoRC/CEPID/FAPESP). Tem experiência na área de Nutrição Humana, Técnica Dietética, Gastronomia Hospitalar, Alimentação coletiva e Tecnologia em Saúde/Informática em Saúde. Atualmente trabalha com a Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TBCA) e suas aplicações.

    Referências Bibliográficas

    MENDEZ, M.H.M.; DERIVI, S.C.N.; RODRIGUEZ, M.C.R.; FERNANDES, M.L. Tabela de composição de alimentos. Rio de Janeiro: EDUFF, 1995. 41p.

    [TBCA] TABELA BRASILEIRA DE COMPOSIÇÃO DE ALIMENTOS. Universidade de São Paulo (USP). Food Research Center (FoRC). Versão 6.0. São Paulo, 2017. Disponível em: http://www.fcf.usp.br/tbca/ . Acesso em: mar. 2018.

    [TACO] TABELA BRASILEIRA DE COMPOSIÇÃO DE ALIMENTOS /NEPA – Unicamp. Campinas: Nepa-Unicamp, 2004. Disponível em: <http://www.unicamp.br/ nepa/taco>. Acesso em: mar. 2017.