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  • Fusão entre o restaurante corporativo e o varejo. Lucros à vista!

    Fusão entre o restaurante corporativo e o varejo. Lucros à vista!

    Há muitas oportunidades para inovações com a fusão entre restaurantes corporativos e o varejo. Com tantos desafios enfrentados nos últimos anos, muitos restaurantes corporativos têm tido menos margem de manobra, e, assim, tiveram que se reestruturar para se manter de pé.

    Muitos restaurantes unificaram compras, reformularam os contratos, os menus e cardápios para reajustar as finanças, reduzir os custos e garantir a saúde financeira do negócio. Agora, para diversificar sua fonte de receitas, os restaurantes corporativos estão se unindo ao varejo para ampliar seu negócio.

    Neste artigo você vai conhecer a nova realidade dos restaurantes corporativos e o novo perfil de seus consumidores, que são os trabalhadores de indústrias, empresas de serviços, hospitais, escolas etc. Você também saberá quais são as estratégias que as concessionárias de alimentação estão trabalhando para aumentar o faturamento.

    O food service está se reinventando, e aqueles que oferecem refeições coletivas estão apostando em implantar o varejo para operar com os restaurantes corporativos, assumindo um aspecto mais comercial.

    Trataremos sobre esses assuntos nesse artigo:

    1. Estratégias criativas para sobreviver e sobressair no novo normal do mundo pós pandemia;
    2. Alternativas para diversificar seu restaurante corporativo;
    3. Como os softwares para gestão da alimentação podem trabalhar de forma integrada com os sistemas para restaurantes – PDV – sistema para gestão de vendas?
    4. Como conclusão: como as novas tendências favorecem o negócio do food service?

    Continue lendo, você pode encontrar uma boa ideia para aplicar ao seu negócio!

    Novos desafios e novas oportunidades para os restaurantes corporativos

    Os restaurantes corporativos, que atuam dentro de empresas, escolas e universidades, por exemplo, reduziram suas atividades uma vez que os funcionários das empresas contratantes estão executando suas tarefas de trabalho em home office.

    Entretanto, os que trabalham na linha de produção tiveram que exercer suas funções normalmente. Então, os restaurantes corporativos também continuaram suas atividades produzindo, obviamente, em uma escala menor de refeições que atendesse aos trabalhadores que se mantiveram trabalhando fora de casa.

    Assim como todos os outros estabelecimentos que lidam com o comércio alimentício estão, aos poucos, voltando às suas atividades normais, os restaurantes corporativos também estão. Com essa volta, é certo que serão encontrados diversos desafios e dificuldades pela frente.

    As novas tendências no pós pandemia, por si só, já estão forçando os restaurantes  de alimentação para coletividade a se reinventarem. Mais do que nunca, o consumidor está preocupado com a garantia de uma experiência de alimentação saudável, segura e higiênica — que se tornou uma norma para o funcionamento dos estabelecimentos.

    Saber disso,  ao mesmo tempo que mostra um desafio é uma grande oportunidade frente às mudanças de comportamento do consumidor.

    Porém, essas restrições não devem ser vistas apenas pelo lado negativo, mas sim pelo desafio positivo e pela oportunidade que os empresários, com a ajuda das inovações tecnológicas e da criatividade, podem ter para aumentar o faturamento e fazer do seu restaurante corporativo algo diferenciado e único, aproveitando o “reset” que a quarentena causou no mercado nacional e mundial.

    O novo perfil dos consumidores que fazem suas refeições nos restaurantes das empresas onde trabalham e suas novas exigências

    Com toda a competitividade e variedade do comércio alimentício em geral, sempre foi um grande desafio atrair, cativar e manter seus clientes. No âmbito dos restaurantes corporativos isso não é diferente. É muito importante que esses restaurantes mantenham seus comensais satisfeitos, para que a empresa cliente do restaurante corporativo nem pense em substituí-lo.

    A concorrência é grande e, por isso, os estabelecimentos do food service precisam, cada vez mais, se aperfeiçoar para não perderem seus lugares dentro das empresas contratantes. Mantendo seus consumidores (trabalhadores das empresas) satisfeitos, eles não deixarão de fazer suas refeições e vão demonstrar sua satisfação e apreço pela comida oferecida. Ou seja, não havendo reclamações relevantes relacionadas ao restaurante corporativo por parte dos trabalhadores, a empresa contratante não buscará alternativas ou substituições.

    A exigência dos consumidores que fazem suas refeições fora de casa, inclusive dos comensais dos restaurantes corporativos, já era uma tendência natural e contínua. Com a pandemia causada pela COVID-19 e todas as restrições por ela geradas, essa predisposição se intensificou.

    Com o novo normal, surgiu também um novo perfil de consumidor, mais desconfiado e resistente a novas experiências. Com isso, surge a oportunidade de criar estratégias para manter esse tipo de consumidor fidelizado à marca. Isso também vale para os restaurantes corporativos.

    No Brasil, observam-se diversas modificações no padrão de consumo e comportamento da população nos últimos anos, principalmente com o arrefecimento da pandemia, em que os “novos consumidores” passaram a ter novas exigências e cuidados, como preferirem:

    • Espaços abertos e bem ventilados;
    • Mesas em varandas;
    • Salões com grandes janelas ou espaços abertos e ao ar livre etc.

    Por isso, é preciso oferecer uma experiência diferenciada para que o seu negócio se destaque da concorrência, que se torna cada vez maior. O fato do consumidor já estar no mesmo ambiente funcional do refeitório é um grande facilitador e pode ser aproveitado, pois, para o trabalhador, é confortável não ter que se deslocar, principalmente se as opções do restaurante corporativo de seu local de trabalho forem atrativas, diversificadas e, é claro, oferecer refeições saborosas e que atendam às suas preferências.

    Ao mesmo tempo que é um desafio fidelizar clientes, também é uma oportunidade que surge para os segmentos de refeições coletivas. Mas você pode estar se perguntando: como? Vamos te explicar! Continue sua leitura.

    Quais são as estratégias para aumentar o faturamento no setor de refeições coletivas?

    Agora que já sabemos dos desafios para o food service, além do novo perfil mais exigente do consumidor, lhe daremos 7 dicas e estratégias para que você, dono de uma concessionária de alimentação, ou para você que tem um restaurante próprio dentro de uma corporação, possa aumentar seu faturamento utilizando o varejo em seus restaurantes coletivos.

    1. Oferta de novas modalidades de alimentos sendo comercializadas nos restaurantes corporativos

    As concessionárias de alimentação estão surpreendendo seus consumidores oferecendo novas alternativas de alimentação, comidas para viagens, como o modelo de alimentação rápida Grab And Go (Pegue e Vá), que está se tornando muito popular por ser um restaurante de conveniência com foco em pratos prontos e pré-preparados. Esse modelo, além da praticidade, ajuda a reduzir o desperdício de alimentos. Por exemplo, escolas, universidades, hotéis etc. relatam jogar toneladas de alimentos de qualidade e comestíveis todos os anos simplesmente porque prepararam muito de certos alimentos ou esses itens não venderam tão bem quanto o esperado.

    O estilo de comida Grab And Go tem se tornado uma fonte valiosa de receita adicional para os gestores de serviços de alimentação, encontrados em todos os tipos de ambientes, desde lobbies de hotéis de luxo a lojas de conveniência, escolas e universidades.

    Os clientes mais atraídos por comidas prontas querem que suas refeições sejam de alta qualidade, diversificadas e deliciosas como seriam em um restaurante. Sendo assim, se você deseja manter os clientes satisfeitos fora do seu estabelecimento, considere adicionar opções de café da manhã saudáveis ​​para viagem ou lanches para viagem ao seu menu semanal. Ter, por exemplo, um TAA -Terminal de autoatendimento onde os clientes possam facilmente escolher sua próxima refeição e retirar no fim do expediente de trabalho permite conveniência.

    Ter refeições assim, aumenta o faturamento que antes era composto apenas pelos resultados que os refeitórios proporcionavam. O que era firmado em contrato estava fechado, isto é, o número de comensais efetivos x preço unitário da refeição.

    Basicamente, o lucro tende a ter um valor fixo, e essas novas modalidades de venda prometem aumentar esse lucro com vendas adicionais.

    Por causa do home office é projetada uma redução de comensais in loco, fato, mas com a oferta de outros produtos alimentícios, além de fidelizar os consumidores ou comensais efetivos, também pode trazer mais lucratividade ao negócio.

    Além das opções mencionadas, outra grande tendência é a exigência dos consumidores com comidas saudáveis (ou “green food”). Em português, “green food” é comida verde, que são os alimentos orgânicos livres de agrotóxicos.

    Também podemos citar as opções vegetarianas e veganas. O número de vegetarianos cresce cada vez mais. Segundo a revista Encontro, que cita pesquisas do Ibope, esse número já está próximo ao de 30 milhões de pessoas no Brasil, representando uma porção significativa da população.

    “Existem estudos que dizem que, até 2050, se a população continuar crescendo no mesmo ritmo que o atual e se o nosso processo de produção for similar ao que existe hoje, vai faltar proteína”, alerta Cristina Souza, CEO da consultoria Gouvêa Foodservice. “Nesse sentido, o consumo de alimentos de base vegetal é uma alternativa.” (Fonte: Mercado e Consumo, texto publicado em 16 de novembro de 2020)

    A busca por alternativas para agradar os comensais demonstram cuidado e foco na saúde e bem-estar dos trabalhadores. Por isso, a revisão e atualização do cardápio ou menus é uma estratégia importante para atender os novos perfis de consumidores.

    Será que dá para apostar na expansão da marca através de franquias de alimentação?

    É sabido que muitos consumidores optam pela variedade de opções na hora de realizar sua refeição, então, por que não disponibilizar essas opções dentro da empresa que este consumidor trabalha? Esse poderia ser um diferencial pra lá de interessante na sua rede de restaurantes corporativos.

    Cientes do novo comportamento dos consumidores, algumas concessionárias estão usando a criatividade e optando por criarem suas marcas de fast food para compor o novo tipo de negócio e outras optam por manterem suas marcas existentes. E ainda tem as que optam por adquirir franquias de marcas já consolidadas no mercado. Pense sobre isso!

    2. Alternativas de venda que vão além do tradicional almoço dos restaurantes corporativos, mas que requer tecnologia para fazer a gestão dos restaurantes corporativos

    Um bom sistema para gestão de alimentação coletiva é composto pelo menos pelos módulos de planejamento de cardápio, estoque, faturamento, compras etc. Já os PDVs, soluções de automação comercial, são compostos por módulo para gestão das vendas, integrados ao caixa e às demais áreas da empresa.

    Para a concessionária que deseja incorporar o varejo em seu negócio, seria ideal utilizar sistemas que são integrados entre si, dessa forma, eliminando os retrabalhos, gerando ganho de produtividade, agilizando a operação, gerando a demanda necessária para compra, mas principalmente, permitindo a visualização do resultado global da unidade, considerando o contrato de refeições e a venda de itens extras.

    Se o restaurante corporativo já tem o contrato com a empresa contratante para fornecer aos seus funcionários almoço e/ou jantar, porque não oferecer também um suco especial para complementar a refeição, uma sobremesa para depois ou um lanche/café adicional para o meio do expediente?

    São algumas opções de itens que os restaurantes corporativos podem, visando aumentar seus lucros, adicionar em seus menus para que o trabalhador possa realizar uma compra adicional durante seu expediente de trabalho.

    Cardápio digital e aplicativo próprio de delivery

    Com o EatSafe , solução desenvolvida pela Teknisa – todas essas novas opções de adicionais ou extras poderão ser entregues ao funcionário em sua estação de trabalho, conforme agendamento de horário e local.

    Outra modalidade para incrementar o faturamento dos restaurantes corporativos é o canal Take Away, que vai além do expediente de trabalho. Nele, o trabalhador tem a opção de comprar, por exemplo, um prato congelado para levar para casa e para desfrutar, de forma prática, de uma outra refeição fornecida pelo restaurante corporativo.

    Os sistemas da Teknisa trabalham de forma completamente integrada usando banco de dados único. Com isso, o restaurante corporativo que decidir implementar características ou produtos do varejo vai poder fazer a gestão do estabelecimento com os benefícios do sistema para PDV Odhen by Teknisa, amplamente utilizado por restaurantes comerciais, com a possibilidade de manter a comunicação com o TecFood sistemas para gestão da alimentação (restaurantes corporativos).

    3. Adaptação dos restaurantes corporativos ao novo normal do mundo pós pandemia

    As exigências do “novo normal” são extremas, tanto por parte dos consumidores, que estão mais resistentes do que nunca, quanto pelos órgãos que determinam as novas regras de funcionamento de estabelecimentos que lidam com refeições, claro, incluindo os restaurantes corporativos.

    Um dos métodos mais promissores para atrair e manter consumidores é conquistando a confiança deles no quesito segurança, higiene, desinfecção e limpeza em geral. Desinfecção de mesas e cadeiras, distanciamento adequado entre as pessoas e higiene no local e no preparo das refeições são alguns dos fatores que geram credibilidade.

    Dessa forma, fica garantida a segurança de quem realiza refeições no local, quebrando suas resistências e temores, e mantendo-o fiel ao estabelecimento (no caso, o restaurante corporativo que está utilizando também o varejo). Dificilmente, as empresas contratantes desses restaurantes corporativos vão pensar em substituições já que os restaurantes corporativos agregam tanto valor.

    Se as concessionárias vão mesmo ter lanchonetes ou, talvez, até mesmo inovarem com o modelo de franquias de alimentos dentro das indústrias, elas terão que se encaixar nos moldes dos restaurantes comerciais, afinal, a única diferença será ter um estabelecimento de vendas de alimentos, porém, dentro do espaço da indústria contratante.

    Para reflexão: o número de trabalhadores de uma empresa geralmente é fixo, porém, o número de vendas a serem feitas pode variar. Vai depender da propaganda, do preço, da qualidade, da promoção, da periodicidade, do atendimento e da segurança alimentar e do estabelecimento.

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    4. O uso da tecnologia como suporte nos refeitórios em corporações

    Um ponto chave para o sucesso e para aumentar a produção e o faturamento de um restaurante — seja comercial ou corporativo — é o uso da tecnologia como suporte, de forma a dinamizar os processos.

    Segundo a pesquisa High-tech Retail, tecnologia e o comportamento de compra do brasileiro, da Croma Marketing Solutions, aponta que 60,4% dos consumidores brasileiros almejam efetuar suas compras por meio do autoatendimento nos próximos 3 anos.

    Trata-se de um número expressivo e que pode ser contemplado por alguns métodos. Um deles é o método “touch free”, por meio do seu próprio smartphone ou por totens disponibilizados na indústria ou empresa contratante, o trabalhador pode ter acesso a menus digitais e inteligentes que contêm, por exemplo, os valores nutricionais dos alimentos, entre outros.

    Nesse método, o trabalhador, caso compre algum item adicional em suas refeições ou opte por uma refeição alternativa, poderá fazer o pagamento de suas contas no smartphone ou no totem que estarão sendo utilizados. Ele poderá selecionar a forma de pagamento que preferir. Isto é, caso a concessionária opte e possa vender alimentos dentro das empresas contratantes.

    Na cozinha, o uso da tecnologia também é muito importante, inclusive na implantação do conceito “cozinhas inteligentes”. As “cozinhas inteligentes”, se comparadas às cozinhas tradicionais, ocupam menos espaço físico — quesito muito importante para instalação de restaurantes corporativos em corporações.

    A função das “cozinhas inteligentes” é garantir uma melhor conservação dos alimentos, redução de gastos — como gás, água, produtos de limpeza etc. —, e, é claro, proporcionar mais rapidez e dinamismo no preparo dos alimentos, além da diminuição de desperdícios e lixos gerados.

    A consequência disso é um serviço inteligente e mais produtivo. Já é de conhecimento comum que há um aumento de produtividade dos restaurantes que fazem uso da “cozinha inteligente”, acrescido de uma diminuição significativa dos gastos com energia elétrica, por exemplo.

    Os sistemas TecFood vão ao encontro da essência das “cozinhas inteligentes” e oferecem tecnologias de produção que podem trazer grandes benefícios aos restaurantes corporativos.

    No “cook and chill”, por exemplo, os alimentos são embalados em plásticos e só são abertos na hora de servir ao consumidor, além de possuírem uma “etiqueta inteligente”, que permite que o estoque seja otimizado com base na data de produção e de validade. Um auxílio e tanto para reduzir os desperdícios e evitar perdas por contaminação ou por vencimento da validade.

    Confira alguns benefícios dos sistemas TecFood para restaurantes corporativos:

    • Controle de entregas adaptado de acordo com o agendamento de pedidos;
    • Uma projeção do número de pratos que serão fornecidos nos dias seguintes;
    • Relatórios, com base nas vendas, dos “pedidos extras” mais vendidos e menos vendidos;
    • Utilização de “etiquetas inteligentes” que contêm a data de produção e de validade de cada alimento;
    • Auxílio no controle de estoque.

    Por meio do EatSafe os pedidos feitos através dos totens de autoatendimento ou dos smartphones vão direto para a cozinha, onde os pratos são preparados de acordo com o agendamento do horário que o consumidor determinou ao realizar o pedido. Uma vantagem e tanto, pois a refeição será preparada segundo a demanda, mais um ponto parecido com os restaurantes comerciais.

    E por falar na produção de refeições por demanda, vale ressaltar que o sistema KDS (Kitchen Display System) da Teknisa oferece ganhos na dinâmica e mais proatividade dos funcionários do restaurante corporativo, garantindo vantagens com relação aos pedidos extras dos trabalhadores da empresa na qual o restaurante corporativo está inserido. Por exemplo, um menor tempo de espera para a entrega desses pedidos, que serão entregues no ponto ideal e no momento que foi agendado.

    Assista ao case de sucesso da Cozzi e saiba como ela melhorou seus resultados financeiros usando o TecFood.

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    5. Promoções e clubes de desconto adaptados para restaurantes corporativos

    Uma ótima forma para os restaurantes corporativos alavancarem o faturamento é a implementação de clubes de desconto que oferecem promoções e preços mais baixos. Copiando a ideia dos restaurantes comerciais.

    Quando um trabalhador tem seu cadastro pessoal em um dos estabelecimentos que vendem lanches, por exemplo, ele tem a garantia de que ele será premiado com ofertas, preços mais baixos e promoções. Por isso, a tendência é a constância e a fidelidade a esse estabelecimento.

    Em um restaurante corporativo a fidelização do consumidor poderá ser fomentada por várias estratégias. Uma delas é por meio de um cadastro online. Utilizando os dados cadastrados, quando o trabalhador realizar 10 refeições extras (como a do canal Take Away, por exemplo) nesse mesmo restaurante corporativo, ele ganhará uma refeição gratuita; ou, em outro exemplo, quando o trabalhador optar pela compra adicional de 2 opções no mesmo dia (sobremesas, bebidas etc.), ele ganhará outro item adicional de sua escolha. Esses métodos de promoções incentivam um maior número de compras adicionais/extras por parte dos trabalhadores e, por consequência, um lucro maior para a concessionária.

    A Teknisa indica 7 ideias de programas de fidelidade para implementar no seu negócio. Elas também podem ser utilizadas por restaurantes corporativos, caso adotem o varejo em seu negócio.

    6. Atendimento de qualidade em restaurantes corporativos

    O atendimento já era um dos quesitos mais importantes na hora de fidelizar consumidores em restaurantes comerciais e corporativos, agora, no mundo pós pandemia, pode ter se tornado algo ainda mais determinante.

    Se antes os consumidores de restaurantes buscavam por preços melhores e descontos, hoje, eles se preocupam muitíssimo com a higiene. Um estudo da Galunion, é uma empresa especializada em alimentação e catalisadora de conhecimento, network e inovação em prol dos negócios e profissionais do Food service, indica que 73% das pessoas se sentem “mais confortáveis” se o estabelecimento demonstra, de forma nítida, o cuidado que eles têm com o preparo e com o processo de embalar o produto.

    Essa questão, agora, também se alastrou e faz parte da opinião do público dos restaurantes corporativos, principalmente quando o assunto é higiene e saudabilidade. E, ainda, agora que as concessionárias estão implantando a venda de refeições ou o varejo de food service dentro das indústrias, o preço e os jogos de fidelização são vistos com bons olhos.

    Levando em conta que os restaurantes corporativos geralmente possuem uma lotação ainda maior do que a dos restaurantes comerciais, os empregados desses estabelecimentos agora devem ser treinados para serem cuidadosos ao máximo com a higienização do local. Deve haver um foco em limpar mesas e cadeiras, verificar constantemente a disponibilização de álcool em gel em todos os locais necessários e também manter a higienização própria, com o uso adequado e constante de álcool em gel, máscaras, luvas descartáveis e protetores faciais; tudo isso sem perder a cortesia e a eficiência.

    O Odhen by Teknisa, solução de automação comercial geralmente utilizada em restaurantes comerciais, pode auxiliar também o seu restaurante corporativo no atendimento ao trabalhador, buscando evitar problemas relacionados à satisfação. Com esse sistema, é possível evitar problemas comuns, como por exemplo: a confusão na hora de entregar o pedido (o comensal não recebe o que gostaria); a temperatura da comida fora do ponto ideal e pedidos entregues em tempos diferentes.

    Conheça um pouco mais sobre essa solução que promete trazer a satisfação do cliente, a produtividade, a padronização do seu estabelecimento e outros ganhos.

    7. Novos métodos tecnológicos aplicados em restaurantes de refeições coletivas

    O  mundo atual gira em torno da tecnologia, realidade. No setor do comércio alimentício, no qual, agora, pode-se citar os restaurantes corporativos, isso não é diferente. Gestores que optam pela inovação buscam, a cada dia que passa, por novos métodos tecnológicos que facilitem o processo de compra e venda de consumidores e lojistas.

    O Self-Checkout, o Honest Market e os aplicativos de cardápio digital e delivery e o TAA – Terminal de Autoatendimento são algumas das novas modalidades tecnológicas que vieram para revolucionar, dinamizar e ajudar na rotina dos estabelecimentos de comércio de alimentos. No caso do restaurante corporativo, essas novas modalidades chegam como um grande complemento para aumentar o lucro.

    Terminal de autoatendimento TAA

    Essas novas tecnologias diminuem os gastos com funcionários, diminuem o desperdício, o espaço físico necessário para realizar operações, o contato físico entre as pessoas, o uso de filas, o tempo de espera e o tempo gasto em grandes deslocamentos, além de facilitar o uso de informações por parte dos consumidores.

    Conclusão

    Com o “reset” que aconteceu no mercado de food service, há muitos desafios a serem enfrentados pelos gestores do setor.

    Contudo, com o uso da criatividade e da tecnologia, é possível trazer resultados positivos e até mesmo melhorias no ramo dos restaurantes corporativos.

    Claramente, o mercado de food service tem muito potencial de retomada e crescimento, desde que vise a atender as demandas de um consumidor cada vez mais exigente. Além disso, os gestores dos restaurantes corporativos e comerciais devem estar atentos à urgência em se adequar à nova realidade e demandas do setor.

    A primeira grande barreira a ser enfrentada é voltar a ter a confiança do consumidor nesse contexto, pois ele se mostra bem mais resistente e desconfiado, com um novo perfil. Isso vale para os consumidores dos estabelecimentos comerciais e dos restaurantes corporativos.

    O primeiro ponto é quebrar essa resistência e entender da melhor maneira possível esse novo perfil, garantindo ao consumidor um ambiente higiênico e livre de riscos, sem perder a qualidade.

    Passada essa barreira, foram apresentadas alternativas para cativar os comensais e as empresas em que estes restaurantes corporativos estão inseridos, além de novos canais, uma maior implementação da tecnologia, novos métodos e novas estratégias, tais como varejo de food service para aumentar o faturamento das concessionárias de alimentação. Essas foram as 7 dicas e estratégias expostas e explicadas ao longo do texto:

    Dicas e estratégias para alavancar vendas no segmento de refeições coletivas:

    1. Oferta de diversas modalidades de alimentos e serviços, apesar dos restaurantes corporativos continuarem em operação;
    2. Alternativas de venda que vão além do tradicional almoço dos restaurantes corporativos;
    3. Adaptação dos restaurantes corporativos ao novo normal no mundo pós pandemia;
    4. Uso da tecnologia como suporte aos processos de refeitórios em corporações;
    5. Fidelização de consumidores usando promoções e clubes de desconto adaptados para o perfil dos restaurantes corporativos;
    6. Diversificação de canais de venda e de atendimento dos consumidores dos restaurantes corporativos;
    7. Implementação de métodos tecnológicos aplicados em restaurantes de refeições coletivas: aplicativos e TAA – Terminais de Autoatendimento.

    E você, empreendedor, como está vendo este novo quadro pós pandemia referente ao food service? Alternativas inteligentes e acessíveis existem, fato. Gostaríamos de estar ao seu lado nessa nova fase tão desafiante e, ao mesmo tempo, tão promissora.

    O que achou das ideias apresentadas? Quais são as maiores dificuldades e oportunidades que você enxerga? Conte-nos! Vamos crescer juntos!

    Até a próxima =)

  • Como adaptarse a las tendencias del mercado food service

    Como adaptarse a las tendencias del mercado food service

    Dado el contexto actual en Brasil y el retorno gradual de las actividades comerciales e industriales, los gerentes deben adaptar sus restaurantes corporativos y comerciales a las tendencias del mercado de servicios de alimentos y prepararlos para la recuperación gradual del sector.

    Mientras que algunos gerentes todavía están preocupados por la supervivencia de sus restaurantes, que han sufrido muchos impactos desde el comienzo de la pandemia del Covid-19, otros están saliendo del modo de supervivencia y pensando en estrategias a largo plazo para preparar sus negocios para el futuro.

    En resumen, los gerentes de servicios de alimentos se están adaptando a procesos que los ayuden a superar los desafíos actuales, como las preocupaciones sobre seguridad alimentaria, reducción de costos, inflación con precios altos, logística y ventas, sustentabilidad, entre otros.

    Lo cierto es que el sector de servicios de alimentos está atravezando un periodo de cambio, acelerado por la pandemia, la alta inflación y la evolución tecnológica.

    De hecho, debido a la falta de soluciones para la gestión inteligente del servicio de alimentación, las empresas del sector no pueden repercutir ni reducir costos, ni rentabilizar su negocio.

    La pérdida de contratos, la disminución de comensales por despidos masivos y la adopción del home office en las empresas contratistas fueron los principales factores perjudiciales para las empresas de servicios de alimentos en masa.

    Naturalmente, la disminución de comensales en los comedores corporativos contribuye a la disminución en el volumen de comidas brindadas en las empresas que contratan restaurantes corporativos.

    La reducción de consumidores en los restaurantes comerciales afecta drásticamente al negocio. Por ello, estos negocios atraviesan un momento en el que reinventarse es una necesidad.

    Además de la búsqueda de nuevos canales para aumentar los ingresos, es necesario adaptarse a una serie de restricciones y cambios en el comportamiento de los empleados y consumidores, además del ambiente donde se sirven las comidas.

    Cuestiones como el distanciamiento social, la seguridad alimentaria y la gestión de la producción para evitar la contaminación se unen a las tendencias del mercado de alimentación y exigen una nueva actitud por parte de las empresas de restaurantes corporativos, así como de los restaurantes comerciales.

    La tecnología surge como un medio de adaptación a los tres factores: distancia social, seguridad, gestión en alimentación y gestión de la producción para evitar contaminación.

    Es evidente la necesidad de prestar atención a los recursos tecnológicos disponibles o a los procesos bien diseñados que puedan promover un buen resultado.

    Nunca ha sido fácil trabajar en el servicio de alimentos y los gerentes de este negocio siempre han tenido que esquivar los altos precios de las materias primas por problemas en la cosecha, por ejemplo, entre muchos otros.

    Ahora, queda por ver cómo tantos cambios pueden afectar a sus restaurantes corporativos o comerciales. Pero, para ello, se está siempre pensando en soluciones para la transformación digital del food service, así como la reducción de costos y adaptaciones a las tendencias de este mercado por parte de Teknisa, especialista de la gestión en alimentación fuera del hogar.

    ¡Que este artículo lo inspire a tomar las mejores decisiones!

    ¡Buena lectura!

    ¿Qué ha cambiado en la estructura del comercio minorista/fast food y qué podemos aplicar a los restaurantes corporativos?

    La pandemia ha cambiado la forma en cómo se comportan los consumidores. Según un estudio publicado en el European Journal of Social Psychology, se necesitan unos dos meses para que un nuevo comportamiento se convierta en un hábito. Hoy se puede ver que se han formado nuevas preferencias y hábitos, y lo mismo ocurre con las expectativas sobre el crecimiento del sector de alimentación.

    Con base en conocimientos como estos, Teknisa, en colaboración con la especialista Simone Galante de GALUNION – empresa especializada en alimentación y catalizadora de conocimiento, networking e innovación para empresas y profesionales del food service – comparte con usted sus experiencias a lo largo del periodo de la pandemia. A partir de aquí, tendremos una idea de cómo serán las tendencias en el mercado del food service.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/KjiZ8j_UDJ4″]

    Seminario web con Simone Galante de GALUNION: los datos de 2020 aún se destacan como tendencia en el food service este nuevo año.

    La nueva realidad del mundo pospandemia exigirá a los establecimientos, ya sean comerciales o corporativos, nuevas estrategias donde el uso de la tecnología será el elemento esencial del negocio. Satisfacer tantas demandas de los consumidores solo es posible con tecnología orientada a los procedimientos del food service.

    Conozca a continuación cuáles son las nuevas tendencias en el mercado del food service, más precisamente aquí en los restaurantes corporativos y cómo deben implementarse en su negocio para que mantenga el “fuego encendido”, aún enfrentando las restricciones del “nuevo normal”.

    Los desafíos del mercado food service: cómo reinventarse

    El mercado de food service, que según el IFB (Instituto Foodservice Brasil) tiene una facturación de 101 mil millones de reales por año, 160 millones de consumidores por mes y 96 mil establecimientos en Brasil, fue uno de los sectores de la alimentación fuera del hogar más afectados por la pandemia del Covid-19.

    Los canales de food service tienen una participación del 27% en las ventas totales de la industria de alimentos en el mercado interno, según la Asociación Brasileña de la Industria de Alimentos (ABIA).

    Y para hablar un poco sobre la comida rápida, que también forma parte del universo del food service, vale la pena mencionar a la Asociación Brasileña de Bares y Restaurantes (ABF), que, al realizar una encuesta con empresarios en varias partes de Brasil, trajo como resultado que el 79% de ellos se muestran esperanzados con la reanudación progresiva y una parte de ellos (31%) planean contratar a más personas para la atención de esta nueva etapa y estilo de vida.

    La Asociación de Bares y Restaurantes (ABRASEL) habla de una tendencia que tiene ventajas reales, que son las cocinas oscuras o cocinas fantasma. Según ABRASEL, esta modalidad tiene como principal ventaja el costo de operación, que es mucho menor, ya que no hay servicio de sala, ni meseros ni otros gastos relacionados con el salón.

    En concreto, Dark Kitchens (cocinas oscuras) es un restaurante virtual o incluso un restaurante fantasma. Es un tipo de negocio de alimentación solo para entrega de alimentos en línea (delivery).

    Também os consultores especializados no mercado de franquias de bares e restaurantes e fast food vêm observando que a tendência do food service, após as pessoas passarem tanto tempo confinadas, é adotar um estilo de vida mais exigente e possivelmente mais saudável, tanto na forma de trabalhar quanto na de se alimentar.

    Consultores especializados en el mercado de franquicias de bares y restaurantes y comida rápida también han observado que la tendencia del food service, después de que las personas han pasado tanto tiempo confinadas, es adoptar un estilo de vida más exigente y posiblemente más saludable, tanto en la forma de trabajar como en la forma de alimentarse.

    Según Simone Galante, 2022 tiende a ser el año del restablecimiento del segmento de alimentación.

    Se retoman las reuniones y se restablece la rutina de comer fuera de casa. El crecimiento de las ventas debe superar la inflación en alrededor de 3 a 4 puntos porcentuales y creemos que la entrega a domicilio seguirá siendo un área de relevancia para los negocios”, destaca la consultora. 

    Con base en estos pronósticos, el mercado de alimentación tenderá a estar más ocupado, aunque gradualmente, pero lo que trae indicios de que surgirán nuevos y prometedores negocios.

    La alta inflación y sus impactos en la gestión de los restaurantes corporativos

    Es bien sabido que la alta inflación nos debe acompañarnos por un tiempo. De cara al futuro, podemos predecir algunos años de aumento de precios; y eso tiene el potencial de cambiar la dinámica de la industria del food service de manera significativa.

    La inflación afecta todo y repercute en toda la cadena de producción y consumo. Conforme los gerentes de restaurantes corporativos gastan más en la compra de insumos, trasladan estos costos a los consumidores (específicamente a las empresas contratistas).

    Un estudio de GALUNION, en colaboración con la Asociación Nacional de Restaurantes (ANR) y el Instituto Foodservice Brasil (IFB) revela que el 48% de los bares y restaurantes deben tardar hasta tres años en recuperarse de los efectos de la pandemia. Con un escenario incierto, tanto en términos políticos como macroeconómicos, la inflación es uno de los próximos desafíos a enfrentar por parte de los gestores.

    Los gestores del sector de alimentos deben, por tanto, tomar algunas acciones para driblar la inflación y mitigar sus efectos, con el objetivo de reducir costos y gastos operativos, reducir desperdicios, optimizar la gestión, reducir mano de obra, etc.

    Para mantener la calidad de la comida y reducir costos, por ejemplo, los cambios en el menú deben ser fundamentales en los restaurantes. Una de las posibilidades es la elaboración de menús y menús reducidos. Un menú bien elaborado, que proporcione cambios de alimentos costosos a los más asequibles del momento, pero sin afectar los valores nutricionales, puede reducir los costos. Además, utilizando este menú bien elaborado, es posible hacer una mejor gestión de las compras y el stock, que debe ser simplificado, así como reducir el desperdicio de alimentos.

    Estos cambios pueden impactar directamente en su rentabilidad, de hecho. Al reducir o modificar las opciones del menú, también brinda a los chefs colectivos y gerentes de restaurantes la oportunidad de desarrollar aún más la creatividad y la competencia con los elementos del menú, mejorando la calidad de las preparaciones.

    Las nuevas tendencias en el mercado de la alimentación fuera del hogar pueden cambiar la forma en que piensa sobre su negocio y su competencia. Pero recuerde, es hora de buscar formas de operar y reconsiderar lo que sus clientes esperan de una experiencia gastronómica. Para ello, cuente con el TecFood para gestionar el menú de sus Unidades de Alimentación y Nutrición.

    La sostenibilidad tendrá cada vez más protagonismo en el sector de la alimentación

    Uno de los cambios en el comportamiento del consumidor se refiere a la conciencia ecológica que ha ganado cada vez más espacio.

    Esto significa que los consumidores interactúan con sus restaurantes y alimentos favoritos de diferentes maneras. Para empezar, esperan buenas experiencias y comodidad, incluso cuando comen comidas preparadas por restaurantes colectivos.

    En los restaurantes comerciales, también están a la espera de nuevas formas de pago para incluso realizar pedidos, ya que existe un uso creciente de la tecnología sin efectivo para realizar compras. Los menús digitales también se han vuelto más populares, lo que garantiza más seguridad para el consumidor.

    Los consumidores conscientes de la salud y los defensores de los derechos de los animales en todo el mundo han tenido un impacto en el sector de alimentación. Opciones de comidas como a base de plantas, veganas, etc. tienden a ser más ecológicamente correctas, y el crecimiento de este mercado puede favorecer la reducción de precios, contribuyendo aún más a su adopción.

    El creciente interés de los comensales por los alimentos de origen vegetal también representa una sólida oportunidad de ventas para los restaurantes comerciales que aún no ofrecen alternativas a la carne que se han vuelto escasas y caras debido a los retrasos en la cadena de suministro. Los restaurantes corporativos también deberían pensar bajo esta luz.

    Sabemos que la producción y el consumo de alimentos contribuye con más del 20 % a las emisiones globales de gases de efecto invernadero y representa más del 90 % del consumo mundial de agua dulce. Según algunas previsiones para los próximos años, el probable crecimiento de la población mundial hasta los 10 000 millones en 2050, junto con un nuevo cambio en las dietas, podría aumentar las emisiones relacionadas con los alimentos en un 46 % más, mientras que la demanda de tierras agrícolas podría aumentar en un 49%. %. Este es un factor que muchas empresas de alimentación han estado enfatizando.

    El informe de Credit Suisse, un banco de inversión suizo, señala que la industria basada en plantas será 100 veces más grande en 2050. Según el informe, “existe un potencial de crecimiento para los productos de proteína animal alternativos y se estima que el mercado  de carne y lácteos alternativos puede crecer de 14 000 millones de dólares en la actualidad a 1,4 billones de dólares en 2050”. Por lo tanto, habrá muchas oportunidades de inversión interesantes en este segmento en los próximos años.

    Sin embargo, pensar en las tendencias del food service actuales de consumo de alimentos apenas como cambio en la dieta por sí solos puede no ser suficiente para hacer que el medio ambiente sea más sostenible. Las mejoras adicionales de productividad a lo largo de la cadena de suministro en el sector de alimentación son importantes y pueden lograrse mediante la adopción de nuevas tecnologías.

    Los ingredientes para el restaurante del futuro están listos 

    Dado que muchos restaurantes corporativos necesitan adaptarse a las tendencias del food service para conquistar a sus clientes y garantizar su rentabilidad, la optimización de las operaciones de la cocina puede ayudar a brindar una experiencia consistente al cliente de manera efectiva.

    Muchos propietarios de restaurantes están invirtiendo en software de gestión de restaurantes corporativos para mejorar los procesos internos. Las cocinas simplificadas pueden significar una mayor eficiencia en todos los canales, brindando a los gerentes y propietarios la confianza y la libertad para probar nuevos conceptos de restaurantes.

    Lo ideal es que un sistema ERP para la gestión de comidas industriales sea como el TecFood, que es utilizado por los principales actores del mercado de alimentación fuera del hogar.

    Productividad mejorada a través de sistemas de gestión de restaurantes unificados e integrados. Como los clientes exigen una experiencia más personalizada y los gerentes de restaurantes confían más en los datos para tomar decisiones de negocios, debe existir una plataforma de sistemas unificada para la gestión de restaurantes colectivos.

    Es en esta intersección donde entran en juego las transacciones y los análisis en tiempo real. Las integraciones juegan un papel crucial en la construcción de un desempeño unificado y continuo en la gestión de restaurantes colectivos. Los gerentes pueden obtener muchas funciones importantes, como la planificación y la gestión de compras, de stock y de la distribución de comidas, de la gestión de empleados, los pagos, la entrega, la contabilidad y mucho más.

    Gestión de Stock de Food Service: Más Eficiencia

    Los gerentes de restaurantes corporativos y comerciales han entendido la importancia de la gestión de stock y la vida útil de los insumos, y cómo esto afecta su rentabilidad y reducción de costos.

    El inventario justo-a-tiempo y otros métodos de pedido y entrega ayudan a los restaurantes a reducir la cantidad de ingredientes que no son utilizados más allá de su vida útil. Ser eficiente con el stock contribuye en gran medida a reducir el desperdicio de alimentos y es una práctica ecológica correcta. Por eso es importante decir que el TecFood es un software de gestión de stock enfocado en la reducción de costos en los restaurantes para la colectividad.

    Administrar el stock de manera más inteligente ha sido un tema positivo en el sector de food service, ya que los minoristas hacen todo lo posible para mitigar los ingredientes y suministros que se convierten en desperdicios.

    Es hora de impulsar su negocio adoptando nuevas tecnologías para administrar su restaurante y responder de manera efectiva a los cambios en el comportamiento del consumidor. Obtenga más información a continuación.

    ¿Cómo puede la transformación digital contribuir a los restaurantes corporativos a reinventarse?

    La respuesta es sencilla: el servicio de entrega a domicilio combinado con un menú digital.

    Con el uso de un menú digital, el empleado de una empresa contratista de servicios de alimentación tercerizados, en su propio puesto de trabajo, puede utilizar una APP o Código QR disponible individualmente para que pueda tener acceso al menú de los restaurantes corporativos, pudiendo así , hacer sus elecciones y pedir sus comidas. Además de poder contratar servicios extras al contrato establecido con el proveedor.

    Por ejemplo: imagine poder aumentar sus ingresos ofreciendo una estación de comida japonesa, pizzas y postres para que el cliente final pueda, además de aprovechar lo que ofrece la empresa, comprar un artículo extra.

    Además de ofrecer nuevas experiencias, reduciendo la evasión de los comensales que “se cansan de la comida tradicional”, usted, gerente de una empresa de comidas colectivas, ¡también crea un nuevo canal de ventas!

    De esta forma, los restaurantes corporativos podrán incrementar sus ingresos y los consumidores tendrán la debida agilidad, sumado a la comodidad de ordenar en un restaurante que está dentro de la propia empresa donde laboran, además de brindarles nuevas experiencias, comodidad y confianza de que ya conocen el restaurante. El consumidor ya sabrá qué medidas preventivas y de higiene se van a tomar.

    Ventajas de las innovaciones tecnológicas para los restaurantes corporativos

    La mayoría de las veces, los restaurantes corporativos tienen un contrato para brindar “apenas” el almuerzo y la cena a los trabajadores de una determinada empresa o industria. Pensando en mayores ingresos por parte de las concesionarias de alimentos y un mayor número de opciones para los comensales, ¿por qué no brindar y dar la opción de un coffee-break, snack, postre u otros servicios adicionales, por ejemplo? Esto sigue las mismas reglas mencionadas en el subtítulo anterior.

    Otra opción interesante para aumentar los ingresos de los restaurantes corporativos, y al mismo tiempo dar algo nuevo al consumidor, es la implementación de un canal take away (tómelo y llévelo), que también es una  tendencia en el mercado de food service. En este canal, los consumidores tendrán la opción de poder llevarse un plato listo y congelado a su domicilio, para que además tengan la comodidad de hacer la última comida del día sin tener que salir de casa, evitándose preocupaciones.

    Como en un restaurante corporativo hay muchos consumidores buscando el servicio al mismo tiempo, un menú digital será una buena estrategia para agilizar el proceso, de modo que el consumidor, desde su puesto de trabajo, pueda ver cuáles son sus opciones de servicios del día (platos disponibles, opción de armar su propio plato, servicios extras, etc.).

    El comportamiento del consumidor ha cambiado, ahora todos estamos más preocupados por lo saludable y por el origen de los ingredientes que forman parte de nuestras comidas.

    Pensando en la preocupación de las personas por mantener una vida saludable y teniendo como principal fuente la alimentación, el menú digital es una fuerte tendencia en el mercado de food service. Las comidas saludables aumentan la inmunidad y mantienen la salud de las personas, algo de suma importancia, sobre todo en el ‘nuevo normal’.

    Desde el momento en que el cliente hace su elección o monta su propio plato, ya tendrá informaciones nutricionales. Una experiencia diferente y rica para el nuevo consumidor, que cada vez está más interesado en lo que come.

    Este menú, creado con ayuda de la tecnología, contará con informaciones nutricionales de comidas y alimentos, como el valor calórico, valor proteico, la cantidad y variedad de vitaminas, entre otros. De esta forma, el cliente también podrá elegir lo que quiere excluir o añadir a sus comidas.

    En este modelo, otra de las ventajas, tanto para el cliente como para el restaurante corporativo, es que el cliente podrá consultar otros artículos que no están en el contrato (como el zumo o el postre). A través de este medio digital, el consumidor seleccionará lo que desee, realizará su compra adicional y realizará su pago en línea, en la forma que crea conveniente.

    Nuevos procesos para reducir el desperdicio y aumentar la rentabilidad de los restaurantes corporativos en materia de seguridad alimentaria

    Según una tabla elaborada por la Asociación Médica de Texas, en Estados Unidos, el grado de riesgo de comer en un restaurante de autoservicio es alto.

    Teniendo esto en cuenta, las normas de seguridad sanitaria son muy importantes en el ‘nuevo normal’ para los restaurantes comerciales.

    Ya en el caso de los restaurantes corporativos, a raíz e incluso durante la pandemia, es importante que organicen los turnos de los clientes, de esta forma, controlando así el flujo de personas al interior de un restaurante, el cual debe trabajar con distanciamiento de las mesas, culminando en la disminución del número de lugares disponibles para las comidas.

    También es importante recordar que según las normas de la  Agencia Nacional de Vigilancia Sanitaria (Anvisa), los restaurantes comerciales y los restaurantes corporativos deben contar con servicios de limpieza, higienización y desinfección de ambientes, que deben realizarse con los procedimientos adecuados y productos regularizados, con los equipos de protección necesarios para todos los empleados y consumidores.

    Con la adopción de tecnologías que facilitarán el día a día de la empresa, de los empleados y la cocina, como el EatSafe, también es posible evitar el desperdicio. Sabiendo qué alimentos ha elegido el consumidor, evitará el despilfarro de alimentos, evitando también el despilfarro de inversión en el restaurante corporativo y, de esta forma, como consecuencia directa, aumentará el beneficio.

    Infografico blog Restaurantes Corporativos

    En este modelo EatSafe, tras realizar el pedido, el personal del restaurante armará la bandeja del cliente según el plato y opciones adicionales. El profesional de la empresa (cliente de los restaurantes corporativos) recibirá su bandeja con todos los elementos para poder comer donde quiera.

    Si el empleado de la empresa no puede utilizar el celular para hacer todo esto, sería interesante repartir tótems de autoservicio en la entrada de la cafetería o en la entrada de la empresa para que el empleado pueda hacer su pedido

    Esta es una buena manera de trabajar, aumentar las ganancias y vender artículos adicionales en la nueva realidad, durante/después de la pandemia.

    En el mundo actual es sumamente necesario relacionar y establecer cómo serán las ventas, la producción y la entrega. Las empresas de comidas corporativas deben invertir en nuevos procesos para reducir los residuos.

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    Conozca EatSafe, una solución para que los restaurantes corporativos se adapten a las tendencias del mercado del food service

    Ahora que sabemos que en el ‘nuevo normal’ los restaurantes corporativos, además de necesitar garantizar la calidad del servicio y las comidas, también deben garantizar la higiene y la seguridad sanitaria para sus clientes. Con eso en mente, y con la capacidad de ayudar a los restaurantes corporativos con todas las nuevas necesidades y tendencias en el food service y/o venta minorista, !Teknisa ha desarrollado una nueva solución: el EatSafe!

    Con el EatSafe, los empleados que consumen sus comidas en restaurantes corporativos pueden ordenar desde sus propios teléfonos inteligentes o desde tótens de autoservicio.

    En el EatSafe, el empleado puede elegir lo que quiere comer y beber del menú del día y el pedido es recibido inmediatamente por la cocina, que comienza a producir de forma cadenciada, alineando la producción con el consumo del cliente.

    Y eso no es todo. La recogida del pedido también la programa por el EatSafe, que ofrece opciones de horario para consumo en las mesas, entrega en puesto de trabajo o incluso reserva de comidas para recoger y llevar a casa o para comer donde quiera.

    Esta es una estrategia que contribuye directamente a reducir la contaminación y asegurar el funcionamiento de los restaurantes durante las medidas restrictivas.

    Otras estrategias y nuevas tendencias en food service y/o del comercio minorista que fueron citadas en los textos están adoptándose, como la opción de que los clientes compren ítems adicionales a los menús, o incluso productos además de aquellos disponibles en los servicios tradicionales, como platos congelados, kits de ensaladas, snacks y toda una gama de productos de conveniencia. Ideal para aumentar las ventas dentro de los clientes y ofrecer un servicio diferenciado a los consumidores.

    Disponer aplicaciones y terminales de autoservicio en las empresas que atienden sus restaurantes corporativos trae varios beneficios, como la fidelización de los clientes por la calidad del servicio, prediciendo la ocupación ideal del comedor, ofreciendo más seguridad a los comensales, cumpliendo con las normas de seguridad sanitaria, elaborando comidas con más asertividad, reduciendo las sobras y desperdicios de alimentos y, por supuesto, generando más ganancias.

    Vea algunas soluciones para sus restaurantes corporativos que el EatSafe de Teknisa proporciona :

    Aplicaciones y Autoservicio para restaurantes corporativos

    • Programe y elija la comida del día siguiente;
    • Elija los tipos de platos, porciones, tamaños, etc.;
    • Reciba los alimentos dondequiera que estén en la empresa;
    • Lleve comidas a casa (para llevar);
    • Reduzca el contacto con otras personas tanto como sea posible;
    • Aumente la seguridad higiénica de los alimentos a consumir.

    ¿Por qué implementar la solución de autoservicio en sus comedores?

    • Producir comidas bajo demanda y en la cantidad adecuada;
    • Aumentar los ingresos con la venta de comidas y refrigerios;
    • Producir basado en el historial de consumo;
    • Aumentar la satisfacción de los consumidores por la calidad y seguridad de los alimentos;
    • Aumentar la seguridad de los comensales;
    • Aplicar las normas sanitarias y velar por su cumplimiento;
    • Producir en la medida justa, reduciendo los sobrantes de comida;
    • Asegurar un número seguro de personas en la cafetería.

    ¿Por qué los usuarios se van a adherir al uso de la APP o al Tótem de Servicios en los comedores corporativos?

    • Disminución de contacto personal y colas;
    • Mayor rendimiento durante el período de las comidas;
    • El cliente recibirá su comida ya lista;
    • Recibir la comida donde el cliente prefiera;
    • Horario de programación;
    • Evite que la comida se enfríe;
    • Cálculo preciso de la cantidad de alimento disponible;
    • Elección detallada de lo que el cliente quiere comer;
    • Variedad en tipos de comidas;
    • Opción de llevar a casa comida preparada (To Go).

    Conclusión

    Los retos que tenemos por delante no son pocos ni pequeños, sin embargo, como se ha comprobado, el uso de la tecnología resulta ser un gran aliado en esta etapa de reinvención y adaptación a las tendencias del food service, por parte de los restaurantes corporativos.

    Con el mejor software para la gestión de restaurantes corporativos, TecFood, es posible revertir las restricciones, afrontar los retos que vendrán e incluso convertirlos en una mayor rentabilidad para las empresas.

    Varias medidas y tendencias de food service y la venta minorista de alimentación lo largo del texto se mencionaron y evaluaron EatSafe, la nueva APP/Código QR, llega al mercado para ayudar a los empresarios de restaurantes corporativos con las mejores soluciones disponibles.

    Los futuros usuarios de la aplicación de atención en comedores corporativos podrán disfrutar de varias ventajas:

    • Entregar las comidas al lugar de trabajo del cliente
    • Aumentar la facturación con la venta de comidas y refrigerios;
    • Producir comidas bajo demanda y en la cantidad adecuada;
    • Aumentar la satisfacción de los consumidores por la calidad y seguridad de los alimentos;
    • Reducción del desperdicio de alimentos;
    • Aplicar reglas sanitarias;
    • Disminución de contacto personal y colas;
    • Evitar que la comida se enfríe;
    • Calcular la cantidad, con exactitud, de alimentos disponibles;
    • Elegir lo que el cliente quiere comer detalladamente;
    • Variar los tipos de comidas;
    • Opción de llevar a casa comida preparada (To Go).

    ¡Y mucho más!

    ¿Cuáles son las dificultades que usted, empresario de restaurantes corporativos o comerciales, ha encontrado en su campo? ¿Qué le han parecido las soluciones que le hemos presentado? ¡Coméntenos! De esta manera nos ayudará a mejorar y ayudar aún más a la industria del food service.

    Hasta la próxima =)

  • Refeições transportadas: gestão eficiente, qualidade e segurança em qualquer distância

    As refeições transportadas são um modelo estratégico no food service, especialmente para empresas e instituições que precisam oferecer alimentação preparada em um local e consumida em outro. Essa operação, que envolve logística precisa, segurança alimentar e padronização, está presente em diversos setores — de indústrias e escolas até hospitais, catering aéreo e eventos.

    O mercado brasileiro de refeições coletivas, segundo dados da ABERC (2024), atende mais de 37 milhões de pessoas diariamente, movimenta cerca de R$21 bilhões por ano e emprega 350 mil profissionais. Dentro desse cenário, o transporte de refeições representa um elo fundamental para garantir qualidade e eficiência em grande escala.

    O que são refeições transportadas e onde são aplicadas

    No modelo de refeições transportadas, os alimentos são preparados em cozinhas centrais ou industriais e enviados para unidades de consumo. É uma solução amplamente utilizada em:

    • Indústrias e obras – fornecimento diário para locais remotos ou sem estrutura própria de cozinha.

    • Escolas e universidades – atendimento alinhado a padrões nutricionais e horários específicos.

    • Hospitais e clínicas – refeições personalizadas para dietas especiais e com rigor sanitário.

    • Catering para transporte de passageiros – como companhias aéreas, ferroviárias e marítimas.

    • Eventos corporativos e sociais – demandas pontuais com entrega pronta para consumo.

    Desafios na gestão de refeições transportadas

    Transportar refeições exige muito mais do que deslocar alimentos. Trata-se de gerenciar uma operação complexa, que precisa atender normas de segurança e expectativas do cliente final. Os principais desafios incluem:

    1. Controle de temperatura

    Manter o alimento acima de 60 °C ou abaixo de 5 °C é essencial para evitar contaminações.

    2. Embalagens adequadas

    Uso de caixas térmicas, hot boxes ou cubas gastronômicas para preservar sabor, textura e integridade.

    3. Logística precisa

    Planejamento eficiente para evitar atrasos, perdas de qualidade ou desperdícios.

    4. Padronização das porções

    Seguir fichas técnicas garante consistência, controle de custo e satisfação do consumidor.

    5. Rastreabilidade

    Registrar cada etapa da produção e entrega para auditorias e conformidade com normas da Anvisa.

    Boas práticas para garantir qualidade e eficiência

    A excelência na gestão de refeições transportadas depende da combinação entre planejamento, equipe capacitada e tecnologia de apoio. Algumas práticas essenciais incluem:

    • Planejamento antecipado de cardápios e demandas.

    • Uso de embalagens térmicas adequadas ao tipo de alimento e distância.

    • Treinamento da equipe para manipulação e transporte seguro.

    • Monitoramento constante de temperaturas durante todo o percurso.

    • Controle de estoque e compras alinhado à demanda real para evitar desperdícios.

    Como a Teknisa transforma a gestão de refeições transportadas

    A Teknisa desenvolveu o TecFood, um sistema especializado para empresas de alimentação coletiva e refeições transportadas. A solução integra todas as etapas da operação, desde o planejamento do cardápio até a entrega final, com controle rigoroso e informações em tempo real.

    Soluções do TecFood

    • Planejamento inteligente de cardápios: fichas técnicas, custos e informações nutricionais adaptadas para cada unidade.

    • Cálculo automático de embalagens e insumos: evita excesso ou falta de materiais.

    • Monitoramento de temperatura e transporte: segurança alimentar garantida até a entrega.

    • Integração de compras, estoque e logística: gestão unificada em um único sistema.

    • Relatórios e indicadores de desempenho: facilitam auditorias e decisões estratégicas.

    • Controle de CMV e redução de custos: economia de até 7% nos gastos totais da operação.

    Impactos reais para empresas do setor

    Empresas que adotam o TecFood obtêm resultados concretos, como:

    • Redução de 2% nos custos de cardápio com planejamento preciso.

    • Economia de 2% nas compras ao alinhar estoque e demanda.

    • Corte de 1,5% nos custos de estoque com giro controlado.

    • Aumento de 1,5% no faturamento por melhor aproveitamento de insumos.

    Esses números representam não apenas ganhos financeiros, mas também maior competitividade e eficiência operacional.

    Tendências no transporte de refeições

    O setor de refeições transportadas segue em evolução, incorporando novas tecnologias e práticas mais sustentáveis como:

    • Rastreamento em tempo real de veículos e temperaturas.

    • Embalagens eco-friendly para reduzir impacto ambiental.

    • Personalização de cardápios com base em dados nutricionais e preferências.

    • Integração com inteligência artificial para prever demandas e ajustar produção.

    Empresas que adotam essas tendências estão mais preparadas para atender exigências de clientes e órgãos reguladores.

    Conclusão

    As refeições transportadas são uma solução essencial para empresas que precisam garantir qualidade, segurança e eficiência, mesmo a quilômetros de distância do ponto de produção. Com planejamento, boas práticas e tecnologia, é possível transformar a logística em um diferencial competitivo.

    O TecFood da Teknisa se consolida como uma ferramenta estratégica, oferecendo controle total da operação, redução de custos e melhoria contínua dos processos — elementos indispensáveis para líderes do setor que buscam excelência.

  • Sistema Cook-Chill e o Sistema para Refeições Transportadas: uma combinação perfeita

    Sistema Cook-Chill e o Sistema para Refeições Transportadas: uma combinação perfeita

    O setor de food service mudou drasticamente nos últimos anos, por isso administrar uma operação de produção de refeições transportadas requer métodos inovadores para que ela se torne cada vez mais lucrativa.

    Portanto, incorporar um processo Cook-Chill pode ser a abordagem necessária na sua empresa. O método Cook-Chill pode melhorar muito os padrões de eficiência e segurança de sua cozinha.

    O Software TecFood da Teknisa opera de maneira a manter o controle do início ao fim do processo de produção de alimentos submetidos aos sistemas Cook-Chill.

    Você vai ler neste e-book sobre os processos em que o sistema TecFood vai agir como o seu coadjuvante no pré-preparo dos alimentos e na produção das refeições, sejam elas transportadas ou não, para lucrar muito mais.

    Boa leitura!

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  • Proceso Cook-Chill & el Servicio de Comidas Transportadas:  una combinación perfecta

    Proceso Cook-Chill & el Servicio de Comidas Transportadas: una combinación perfecta

    El Sistema Cook-Chill y el Sistema para Comidas Transportadas: una combinación perfecta

    El sector de food service cambió drásticamente en los últimos años, por eso administrar una unidad de producción de comidas transportadas requiere métodos innovadores para que esta se vuelva cada vez más rentable.

    Por tanto, incorporar un proceso Cook-Chill puede ser una actitud necesaria en su empresa. El método Cook-Chill puede mejorar mucho los estándares de eficiencia y seguridad de su cocina.

    El Software TecFood de Teknisa opera de manera que mantiene el control de inicio a fin del processo de producción de alimentos sometidos a los sistemas Cook-Chill.

    Usted va a tener en este e-book los procesos des obre cómo el sistema TecFood actuará como su ayudante en el pre preparo de los alimentos y en la producción de las comidas, sean estas transportadas o no, para ganar mucho más.

    ¡Buena lectura!

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  • Sistema de compras reduz 2% dos custos em restaurantes corporativos

    Sistema de compras reduz 2% dos custos em restaurantes corporativos

    Utilizar um bom sistema de compras para promover redução de custos, melhorar a gestão da  cadeia de suprimentos e a gestão dos fornecedores nos restaurantes corporativos minimiza diversos problemas. Sabe-se que as cadeias de suprimentos têm sido impactadas pela tecnologia 4.0. Com as inovações disruptivas mudando o cenário de muitos setores e seus modelos de negócios, os processos cada vez mais digitalizados e o crescimento exponencial das tecnologias ditam as regras.

    Neste artigo vamos falar sobre como realizar compras mais inteligentes para restaurantes corporativos, com mais agilidade e eficiência, através de softwares específicos para o segmento de alimentação fora do lar, que operam de maneira integrada com as demais áreas.

    Boa leitura!

    Entenda qual a importância da gestão de compras

    Fazer a gestão da cadeia de suprimentos nos restaurantes corporativos minimiza diversos problemas. Sabe-se que as cadeias de suprimentos têm sido impactadas pela tecnologia 4.0. Com as inovações disruptivas mudando o cenário de muitos setores e seus modelos de negócios, os processos cada vez mais digitalizados e o crescimento exponencial das tecnologias ditam as regras.

    Neste artigo vamos falar sobre como realizar compras mais inteligentes para restaurantes corporativos, com mais agilidade e eficiência, através de softwares específicos para o segmento de alimentação fora do lar, que operam de maneira integrada com as demais áreas.

    As tecnologias digitais favorecem as inovações dos processos da cadeia de suprimentos permitindo interações instantâneas com os fornecedores através de portais de compras web, além de direcionar o comprador a fazer as melhores compras de forma estratégica, a fim de automatizar as atividades operacionais.

    As tecnologias estão permitindo mais eficiência nos modelos operacionais do supply chain, remodelando o setor de compras e suprimentos.

    Por ser um setor estratégico, não é surpresa que a administração de compras seja uma das atividades mais importantes na cadeia de suprimentos. Uma vez que, por meio de uma boa gestão e de um excelente sistema de compras, é possível agregar valor ao negócio, reduzir custos, trabalhar com previsibilidade, atendendo às necessidades do restaurante corporativo ou das Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN).

    Se você quer saber como otimizar a gestão de compras na cadeia de suprimentos do seu restaurante corporativo ou Unidades de Alimentação (UAN), continue acompanhando a leitura.

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    Gestão da cadeia de suprimentos: compras mais inteligentes

    A gestão de compras é um processo estratégico e não se limita ao ato de comprar e monitorar as entregas, pois envolve questões referentes aos custos, negociação e qualificação de fornecedores. Vamos ver alguns pontos:

    • É necessário dar atenção ao assunto preços, qualidade etc., pois devido aos custos elevados decorrentes de compras mal feitas — para restaurantes corporativos ou Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN) —, é difícil atingir uma boa margem de lucros;
    • Outro fator relevante em uma boa gestão de compras diz respeito à definição prévia de um budget para compras, o qual pode ser estabelecido por Unidade, além de definições de valores limites por comprador, definição de alçadas para aprovação de compras, dentre outras práticas desse mercado;
    • Ainda sobre as definições de alçadas, a tecnologia pode contribuir, e muito, através de software de compras e aplicativos (Apps) que podem ser acessados de qualquer dispositivo móvel, notificando os responsáveis, além de permitir, por exemplo, aprovar e confirmar ordem ou solicitação de compras de forma ágil e eficiente.

    Para alcançar excelência na aquisição de matérias-primas, é necessário ter um sistema de gestão de compras referência no mercado que permita definir bem padrões e processos, workflow, através do qual as cadeias de suprimentos (supply chain) sejam mais racionalizadas, a fim de obedecer a métodos adequados, de forma a reduzir custos e desperdícios e acompanhar as relações com os fornecedores de forma eficaz.

    Mas, qual é mesmo a diferença entre suprimentos, compras, supply chain? Entenda!

    O que é cadeia de suprimento?

    Segundo Ronald H. Ballou (2009, p. 29), a cadeia de suprimentos “[…] é um conjunto de atividades funcionais (transporte, controle de estoques, etc.) que se repetem inúmeras vezes ao longo do canal pelo qual matérias-primas vão sendo convertidas em produtos acabados, aos quais se agrega valor ao consumidor”.

    Qual o papel do setor de compras?

    O papel do setor de compras é se envolver com o processo sistemático de aquisição e é através dele que os bens e serviços são adquiridos. Compras é tida também como uma função transacional da cadeia de suprimentos na aquisição de bens e serviços. E isso funciona quando o assunto é compras e restaurantes corporativos.

    O que é supply chain management (SCM)?

    Conhecido como supply chain, “cadeia de suprimentos” ou “cadeia logística”, na tradução para o português, consiste, segundo Sevenson (2007), numa filosofia de negócios que atua de forma a integrar as atividades, atores e recursos dependentes entre os diferentes níveis dos pontos de origem e consumo nos canais.

    Sendo assim, o gerenciamento da cadeia de suprimentos é o manuseio de todo fluxo de produção de bens e serviços — desde os componentes brutos até a entrega final ao consumidor

    Considere ter o melhor sistema para gestão de compras

    • Elaborar as fichas técnicas de alimentos com as definições das quantidades per capitas conforme o perfil do consumidor e regras contratuais;
    • Definir a quantidade de comensais para cada serviço que será fornecido;
    • Planejar o cardápio com base na meta de custo estabelecida para cada serviço;
    • Selecionar e qualificar os fornecedores, para melhorar a qualidade dos insumos, cumprimento das entregas, dentre outras vantagens;
    • Calcular automaticamente, através de um software ERP para gestão em alimentação, a necessidade real de compras dos produtos alimentícios por Unidade, considerando informações importantes, tais como: posição do estoque, marcas, estoque de segurança da matéria-prima, periodicidade de entrega do fornecedor que atende à região, dentre outras particularidades;
    • Gerar o processo de cotação de preços com os fornecedores para posterior apuração de melhores compras, levando em consideração fatores primordiais com o preço objetivo, aproveitamento de crédito, inflação, melhores prazos e formas de pagamento;
    • Determinar métricas para medir se a cadeia de suprimentos do segmento de alimentação é eficiente, eficaz, e se agrega valor ao cliente final e atende às metas da concessionária de alimentação;
    • Controlar as ordens de compras e confrontar as Notas Fiscais de entrada da mercadoria alimentícia com as autorizações realizadas;
    • Coordenar a logística de entrega e de possíveis devoluções de mercadorias;
      Estabelecer processos para monitorar informações em toda a cadeia de suprimentos e garantir a conformidade.

    Continue a leitura e veja quais são as tendências para o gerenciamento da cadeia de suprimentos para otimizar seu restaurante corporativo e ter mais chances de sucesso.

    Tendências no gerenciamento da cadeia de suprimentos

    O setor de logística sofreu uma grande mudança nos últimos anos, passando de uma função puramente operacional, que se reportava à vendas e era focada em garantir o fornecimento de matérias-primas ao setor de produção e entrega ao consumidor final, a uma função independente de gerenciamento da cadeia de suprimentos.

    O foco da função de gerenciamento da cadeia de suprimentos mudou para processos avançados de planejamento. Ou seja, o que os compradores ou gerentes de Unidades, antes, eram focados apenas em operações táticas de movimentação de produtos, hoje enfrentam um grande desafio e risco nas operações da cadeia de suprimentos.

    Isso requer pensamento inovador, e as empresas correm o risco de fracassar se não conseguirem se adaptar a essa nova mentalidade.

    E a indústria 4.0 exige que as empresas repensem a maneira como projetam sua cadeia de suprimentos. Até porque várias tecnologias estão alterando as formas tradicionais de trabalho. Além disso, as tendências e expectativas dos clientes têm interferido em todos os processos da cadeia de suprimentos.

    Além da necessidade de adaptação, as cadeias de suprimentos também têm a oportunidade de alcançar um patamar de eficácia operacional, alavancar os modelos de negócios e transformar a gestão empresarial com o uso da tecnologia, contando com específicos sistemas de gestão para o segmento de alimentação, como Apps e plataformas online conectando os setores do restaurante corporativo, além de canal direto e integrado com os fornecedores.

    A transparência online e o fácil acesso a uma infinidade de opções sobre onde comprar e o que comprar impulsiona a concorrência das cadeias de suprimentos.

    Para desenvolver essas tendências e lidar com os requisitos alterados, as cadeias de suprimentos precisam se tornar muito mais rápidas, mais granulares e, é claro, mais precisas.

    Por isso, os processos da sua cadeia de suprimentos devem ser realizados de forma consistente com sistemas de gestão de compras e de suprimentos que permitam que sua empresa esteja em uma posição privilegiada para estimular o crescimento.

    Gestão de compras para restaurantes corporativos: como realizar esse processo de forma eficiente

    Coordenar o fluxo de produtos e serviços entre as empresas é um dos desafios na gestão de cadeia de suprimentos. Por isso, a decisão de quando, como e quanto comprar torna-se uma preocupação constante para gestores de restaurantes corporativos que, muitas vezes, não contam com específicos sistemas que automatizam o processo de compras de itens alimentícios.

    Nessa tomada de decisão deve haver a integração entre as áreas da cadeia de suprimentos, principalmente com a área de Planejamento de cardápios.

    Nunca é demais insistir na ideia de que deve haver a inter-relação dos demais setores do canal de suprimentos, como: produção, estoque, compras, entre outras.

    Sendo assim, é necessário reconhecer que a dependência dessas áreas pode afetar positivamente o desempenho do supply chain. Tal comunicação entre os setores é essencial para alcançar uma integração entre áreas e processos, de forma eficaz, em toda a cadeia de suprimentos de restaurantes corporativos.

    Até mesmo porque, as necessidades da área de produção (na cozinha), que utiliza como orientador o cardápio previamente elaborado, os dados do estoque entre outros indicadores — que representam a demanda a ser comprada —, carecem que os produtos estejam disponíveis no período exato para execução dos serviços e atendimento ao consumidor das refeições. Por isso, as compras devem sempre ser bem planejadas ou programadas.

    Naturalmente, quanto mais eficientes forem os processos da cozinha, acarretará em mais economia em dinheiro, tempo e energia. Assim como melhor visibilidade, previsão de demanda e coordenação, reduzindo uma série de problemas na cadeia de suprimentos dos restaurantes, como excesso de estoque e/ou falta dele.

    Gestão de compras centralizadas para UAN – Será que é uma boa ideia?

    Segundo pesquisa do Cenário Food Service realizada com frequência pela Teknisa, a maioria das empresas de food service adotam o modelo de compras de forma centralizada. Esse tipo de controle permite um gerenciamento central de compras por volume que levam a melhores preços e condições, otimização de recursos, além da capacidade de trabalhar com fornecedores maiores.

    Contudo, ainda existem concessionárias de alimentação que não adotam o processo de compra centralizada de produtos alimentícios, ou que enfrentam desafios para implantar o processo de centralização de compras, simplesmente por não utilizarem ferramentas tecnológicas eficazes.

    Sendo assim, para melhor fluidez, é importante considerar a utilização de um software de gestão de compras de produtos alimentícios que seja capaz de fazer um bom planejamento das necessidades de matérias-primas e suprimentos, e que especifique a periodicidade de entrega, quantidade e limite de segurança.

    Isto é, com base no cardápio, através de um bom sistema de compras, é possível calcular com quantos dias de antecedência o seu produto precisa estar disponível. Normalmente, a tratativa do limite de segurança vem ao encontro de pré-preparos mais elaborados que requer o serviço que será fornecido.

    Dica: Ter processos automatizados em seu restaurante corporativo para a gestão de compras facilita ter pedidos precisos, o que significa ter menos itens em estoque, maior giro dos insumos, e gastar menos tempo para registros de recebimentos de mercadorias ou solucionar faltas.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/H0zslDgvdnE”]

    Entenda como funciona um sistema de compras em restaurantes coletivos

    A chave para uma gestão eficiente da cadeia de suprimentos (supply chain) é a integração fluente entre fornecedor e comprador, isto é, dos fornecedores de matérias-primas, passando pela distribuição e chegando aos canais de vendas. Cada setor deve estar perfeitamente integrado.

    Dada a complexidade, é preciso estar certo de que só um sistema de compras para manter a integração de forma sistemática. Mas não deveria ser qualquer sistema, ou seja, ele deve ser específico para o negócio, visto que existem várias particularidades nesse mercado de atuação.

    Em termos mais práticos, imagine que a cozinha de um restaurante corporativo não tenha um planejamento de cardápio e nem um sistema de cotação de preços dos alimentos, ou seja, um fluxo regular de compras de suprimentos e matérias-primas.

    Imagem com um texto sobre a importância de se ter um software para gestão de compras e fornecedores

    Por causa disso, se faz necessário fazer o processo de sourcing (veja abaixo o que é processo de sourcing) que envolve um garimpo relativo ao custo total de aquisição das matérias-primas e aos serviços por meio do mapeamento e da avaliação das especificações dos materiais, níveis de serviço e dos fornecedores.

    Com um sistema de gestão de compras para alimentação coletiva, o setor de compras deve requerer dele importantes funções. O software para gestão de compras deve fazer o cálculo automático e apurado das matérias-primas necessárias e programar a reposição dos insumos à medida em que os estoques se esgotam ou a depender da necessidade de produção com base nas fichas técnicas elaboradas de acordo com o perfil da Unidade, no número de comensais estimados e no planejamento prévio do cardápio.

    Nesse caso, o departamento de compras coordena, junto ao setor de produção, o fluxo de materiais no canal de suprimentos, levando em conta o prazo de entrega do produto e a necessidade da cozinha.

    No vídeo abaixo, você pode assistir o vídeo Food Service: Sistema para gestão de compras muito mais inteligentes

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/_NZY0Y5ywnI”]

    Veja alguns exemplos de processos que podem ser otimizados com o uso de um software de gestão para restaurantes corporativos

    • Cadastrar os produtos e as fichas técnicas com as suas especificações;
    • Elaborar previamente os cardápios por serviço, com base no perfil da Unidade, restrições contratuais e conforme a quantidade de comensais;
    • Fazer o controle interno dos pedidos, por Unidade/Restaurante Corporativo;
    • Disponibilizar um canal web de comunicação, integrado ao sistema de compras, com acesso rápido e prático através de dispositivos móveis como smartphones, para facilitar e agilizar a troca de informações durante o processo de cotação de preços entre compradores e fornecedores;
    • Controlar o estoque; eliminando as incertezas ao longo do canal de suprimentos;
    • Criar fluxos de compras de produtos alimentícios que são cuidadosamente sincronizados com as respectivas demandas da área de Planejamento.

    Ter um sistema de gestão de compras e suprimentos integrado, que unifica todos esses processos, armazena todos os dados com segurança e executa tarefas de forma automatizada em uma solução On-Premise ou On-Cloud é primordial. Por isso, a Teknisa oferece o TecFood by Teknisa. Fale conosco! Agende uma demonstração!

    e-book-sistema-para-gestao-de-compras-e-fornecedores

    O que é o processo de sourcing?

    Conhecido como Strategic Sourcing – também chamado de Matriz Estratégica de Abastecimento – é uma metodologia para criação de valor de maior colaboração entre todos os setores da cadeia de suprimentos.

    O processo de sourcing é uma estratégia de compras para criação de valor nos processos de compras, focada na criação de resultados mutuamente benéficos para todas as partes envolvidas.

    O Strategic Sourcing se concentra na convergência e manutenção das relações comprador-fornecedor. O objetivo é alavancá-los, explorar suas capacidades, integrar e complementar as principais competências dos vários parceiros da cadeia de suprimentos, a fim de fornecer valor, eficiência de custos e criar interdependência entre eles.

    A metodologia do Strategic Sourcing visa

    • Otimizar a estrutura dos produtos;
    • Maximizar o custo-benefício das compra;
      Reduzir custos;
    • Aumentar o desempenho da cadeia produtiva;
    • Implementar estratégias de relacionamento com os fornecedores;
    • Melhorar a qualidade e agilidade dos procedimentos operacionais.

    Como fazer cotação de preços com fornecedores focados em restaurante corporativo?

    Com tantas mudanças no mercado food service, hoje em dia, temos muito mais possibilidades e formas de gerenciar e controlar a cadeia de suprimentos e o setor de compras de restaurantes corporativos.

    Por isso, fazer o processo de seleção de fornecedores é fundamental para realizar a cotação do restaurante corporativo, a fim de aumentar a competitividade da empresa.

    E para isso é necessária a avaliação de diferentes fornecedores com base em critérios específicos

    • Qualidade dos produtos;
    • Desempenho de entrega;
    • Tabulação das cotações;
    • Escolha de preço;
    • Emissão do pedido de compra no ERP com as condições negociadas;
    • Data e quantidade de entrega; entre outros.

    Sendo assim, a qualificação de fornecedores desempenha um papel importante no processo de cotação de preços dos insumos nos restaurantes corporativos, visando o fornecimento de insumos com qualidade e melhor prestação dos serviços.

    Além disso, o processo de seleção de fornecedores tem um papel significativo na redução de custos, melhora os lucros, além da qualidade dos produtos.

    Um dos objetivos de se ter um software de gestão em alimentação que faz a qualificação de fornecedores é de, além da necessidade de reduzir o custo total de aquisição, reduzir os riscos na hora da compra, maximizar o valor geral para o comprador e desenvolver relações de proximidade e de longo prazo entre compradores e fornecedores.

    Com o sistema de gestão para restaurantes corporativos, a informação da área de Planejamento de cardápios é integrada com a área de compras de insumos alimentícios para que compradores possam fazer as cotações e antecipar as necessidades, reduzindo o prazo de entrega e sua variabilidade.

    Fatores importantes na seleção de fornecedores para restaurantes corporativos

    Com um bom software ERP para gestão da alimentação coletiva, a empresa se torna mais capaz de selecionar os fornecedores que reúnam as características necessárias para a construção de parceria, permitindo fazer compras com mais qualidade, redução dos custos e, é claro, aumento de flexibilidade e ganhos no processo.

    Considerando que uma escolha errada de fornecedor pode levar a cadeia de suprimentos a sofrer perdas significativas e afetar o desempenho da empresa, os gerentes de compras devem se atentar aos critérios de seleção de fornecedores.

    Frequentemente, a gestão é manual e não há uma qualificação prévia dos fornecedores. Por exemplo: a coleta de preços dos fornecedores é feita manualmente, seja por e-mail, WhatsApp ou telefone, e os dados não são atualizados regularmente. Isso é muito ruim!

    imagem-com-uma-dica-importante-sobre-gestao-da-cadeia-de-suprimentos-em-restaurantes-corporativos

    Há, por exemplo, dados referentes aos prazos de entrega do fornecedor que são inseridos uma vez e permanecem inalterados por anos (às vezes nem isso é realizado por alguns compradores, visto a urgência de compra).

    Além disso, pode-se observar que os dados de planejamento ou previsão de compra não são determinados automaticamente, com base nos cardápios planejados e informações do estoque, ou seja, são lançados e consolidados manualmente pelos compradores, após envios dos pedidos pelas Unidades. E assim, a atividade logística da empresa é que acaba sofrendo.

    Sendo assim, otimizar o processo de gerenciamento da cadeia de suprimentos com um software de gestão específico para o segmento permite aperfeiçoar a estrutura organizacional. Por isso, as concessionárias de alimentação estão contando com soluções integradas para melhorar o desempenho e atingir melhores resultados.

    Dica: Leve em conta que uma seleção de fornecedores adequada reduz os custos de compra, melhora os lucros, diminui o prazo de entrega do produto, aumenta a satisfação do cliente e fortalece a competitividade.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/Hyjw0m5EdL4″]

    Conclusão

    Restaurantes corporativos de sucesso não se preocupam apenas com custos e a eficiência na cadeia de suprimentos, mas em como se adaptar às mudanças tecnológicas de forma rápida, mantendo o alinhamento do setor e, é claro, do negócio.

    A transformação em uma cadeia de suprimentos 4.0 requer que os recursos relacionados à digitalização sejam bem utilizados na organização.

    Sendo assim, controles e procedimentos devem ser instituídos para impedir que os custos fiquem fora de controle. Por isso, adquirir sistemas que integram os setores da organização, inclusive a cadeia de suprimentos, e que viabilizem um melhor desempenho aos restaurantes corporativos com otimização dos processos, agilidade e assertividade na tomada de decisão, é a saída mais eficaz.

    Considere conhecer o TecFood by Teknisa, o melhor sistema do mercado de food service, utilizado pelos principais players do segmento, que integra todas as áreas do restaurante corporativo, inclusive com Portal de Compras, também para uso do fornecedor, permitindo agilidade no processo de cotação de preços, melhores negociações, eliminação de retrabalhos para os setores de compras dos restaurantes corporativos, gerando eficiência no processo, promovendo melhores tomadas de decisão, redução de custos e ganho de produtividade.

    E mais! Adquira um bom sistema para para garantir uma redução de custos em até 2% nas compras, 1,5% no estoque e 2% no cardápio. Economia de 7% ao ano.

    Quer saber como reduzir 2% de seus custos com o TecFood? Agende um bate papo!
    Não se esqueça de comentar e compartilhar o texto em suas redes sociais.

    Até a próxima!

  • Sistema para automação e gestão de contratos de alimentação em seu restaurante

    Sistema para automação e gestão de contratos de alimentação em seu restaurante

    Utilizar um sistema para automação e gestão de contratos de alimentação do restaurante corporativo pode, e deve, ser um critério de prioridade para o gestor que almeja ser bem-sucedido nesse segmento.

    É notório o aumento da demanda de alimentação fora do lar. Esse fato resulta em um fluxo de trabalho bem intenso por parte das empresas que fornecem alimentação para os funcionários de indústrias e empresas contratantes com pouco tempo para o manuseio e consumo das refeições em domicílio.

    Para acompanhar o crescente do segmento de alimentação fora do lar, é necessário que a gestão dos restaurantes corporativos considere otimizar seus processos como: gestão de contratos de alimentação, a elaboração de orçamentos, a automatização no processo de elaboração de propostas, a previsão de receitas e despesas, o repasse dos custos, entre outros.

    E para isso, a solução dos seus problemas de gestão pode estar bem acessível. Como? Através da tecnologia aliada a gestão e a integração de todos os setores de seu estabelecimento.

    Continue a leitura e entenda melhor! 🙂

    Em primeiro lugar, vamos definir o que é a gestão de contratos de alimentação?

    A gestão de contratos é, em partes, trata da garantia para a realização de serviços e/ou produtos entre duas partes, previamente negociados. Por se tratar das obrigações recíprocas entre as partes contratuais — contratante/contratado considerando os aspectos que devem ser contemplados, como quantas refeições serão servidas, por exemplo.

    Aplicado no mercado de food service, setor com vasta concorrência, você precisa se diferenciar. E o segredo pode estar nos detalhes.

    O diferencial do seu restaurante corporativo está na automação dos processos através de softwares para a gestão de documentos e de contratos de alimentação.

    Com a automação de processos, um padrão de contratos é instaurado e ela também impede que informações erradas sejam repassadas e, por isso, proporciona bons resultados das negociações.

    Os contratos contemplam todos os custos como: os equipamentos que serão usados, a mão de obra por turno e até mesmo o planejamento de cardápio. E um bom sistema para gestão de contratos pode controlar tudo a partir do perfil do seu cliente, das restrições contratuais, do número de refeições e quais dias serão contratados, entre outros.

    Vamos falar um pouco mais sobre este assunto mais a frente, continue a leitura!

    E pra que serve a gestão de contratos de alimentação?

    A gestão de contratos de alimentação serve para observar e fazer cumprir as cláusulas de diferentes tipos de contratos, garantindo a segurança jurídica.

    Assim, uma vez negociado, estruturado e conduzido, o contrato regula-se ao padrão dos serviços acordados mediante cláusulas estabelecidas através do mesmo.

    Referente ao contrato, este será o tema do nosso próximo item. Continue conosco na leitura! 🙂

    04 motivos para automatizar a gestão de contratos

    Como elaborar o perfil do contrato de serviços de alimentação?

    A gestão de contratos de alimentação em um restaurante corporativo pode ser um desafio para os seus gestores, já que o acompanhamento do perfil do contrato e a fiscalização produtiva e eficaz do contrato são instrumentos imprescindíveis ao gestor.

    Suponha que, por falta de informação ou desatenção em alguma rotina, o seu estabelecimento não cumpra alguma disposição contratual efetuada com seu cliente.

    Esse tipo de erro pode ocasionar diversos problemas como a rescisão do contrato, por exemplo, além de gerar prejuízos e consequentemente, a aplicação de penalidades pelo código de defesa do consumidor, entre outros.

    Por isso, o gestor deve estar ciente da legislação e também das demandas dos clientes, assim como as tendências relacionadas às práticas no ambiente de trabalho e organização do segmento.

    Tendo em vista que são muitas informações e regras referentes aos contratos, que por isso mesmo não podem ser esquecidas, o que poderia auxiliar?

    A resposta é simples e está na automação dos processos por meio de um sistema integrado de gestão de contratos que contribui em diversos aspectos como:

    • A contemplação das cláusulas de diferentes tipos de contratos por mínimo de efetivos e/ou por equivalência (compensação, tablita).
    • Em função das particularidades contratuais, é fundamental que as empresas optem por uma automatização que apure cada concessão — apuração automática de todas as concessões — sem depender do profissional para aplicar as regras e realizar o processo de forma manual. Assim, eliminando a evasão do faturamento em restaurantes corporativos e garantindo o cumprimento do contrato.

    Desse modo, diante dessas importantes tarefas, o profissional que atua na gestão de contratos pode contar com a tecnologia para aumentar a produtividade do negócio, além de reduzir os custos.

    Abaixo vamos falar mais a respeito dessa tecnologia. Então continue acompanhando o texto!

    Qual a importância das propostas de alimentação em restaurantes corporativos?

    Os restaurantes corporativos se tornam cada vez mais necessários, principalmente às empresas com muitos colaboradores ou até mesmo empresas localizadas em regiões distantes de centros comerciais, o que dificulta o acesso a restaurantes ou mercados.

    Atualmente, é comum os restaurantes corporativos diversificarem tais cenários, buscando longevidade nos empreendimentos. Eles têm buscado expandir as áreas de alimentação do próprio local em que o consumidor dispõe de diversas opções de escolha, principalmente em tempos em que a as regras sanitárias estão ainda mais severas desde a Covid-19.

    Além disso, em busca de qualidade de vida, boa parte dos consumidores buscam se adaptar ou revolucionar seus hábitos alimentares ao optar por refeições mais naturais. E não somente quanto aos gostos pessoais, mas considerando também restrições alimentares, como intolerância à lactose ou ao glúten e reações alérgicas.

    Por esse motivo, os gestores de restaurantes corporativos têm buscado se adequar ao hábito alimentar dos clientes, proporcionando variedade e opções mais saudáveis para consumo. E o que pode auxiliá-los nessa tarefa?

    A tecnologia, através do sistema de planejamento de cardápio, permite realizar a gestão nutricional além de planejar a produção dos serviços. Tudo isso com harmonia do cardápio, além de priorizar produtos dentro da safra, o que garante mais qualidade e melhores custos.

    Além disso, tendo clara essas propostas de alimentação em restaurantes corporativos, adquire-se a previsão de receitas e despesas que serão consideradas ao realizar o planejamento de cardápio, assegurando a excelência e a qualidade nos serviços prestados por meio de soluções customizadas para empresas de alimentação em restaurantes corporativos.

    Como a automatização da gestão da elaboração de propostas otimiza o processo?

    Sistemas para a automatização no processo de elaboração de propostas é uma solução para uma das principais demandas dentro de uma Unidade de Alimentação e Nutrição – UAN, que é a elaboração de propostas.

    Devido à sua importância e complexidade, os gestores tentam diversas estratégias para simplificar e tornar essa rotina mais ágil e assertiva.

    Por envolver as aplicações financeiras do negócio é importante dedicar total atenção para as propostas, mas fazer isso de forma manual requer muitos recursos.

    E qual é a alternativa nesse caso? A solução é usar software para a automatização de processos de elaboração de propostas que torna possível a padronização das atividades por meio de índices reguladores.

    Dessa forma, a equipe comercial de uma concessionária de alimentação pode fazer um orçamento personalizado, considerando as necessidades identificadas da empresa contratante. Dado esse passo, a equipe deve avaliar se os serviços de produção de alimentos atende a esses requisitos levantados, e assim poder atender o máximo de demandas e propor uma melhor solução, condizente com as necessidades da contratante.

    Assista ao vídeo que cita 3 dicas estratégicas para promover
    mais produtividade na gestão de contratos.
    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/hd0cOWvImfU”]

    Ter um perfil de contrato e um modelo para seguir na hora da venda é essencial. Não ter um modelo padrão de contrato gera retrabalho, informações desencontradas e dificuldade em obter dados. Se sua equipe comercial fechar um contrato com informações erradas, a sua empresa pode perder dinheiro, e o cliente.

    Tudo isso pode ocasionar em uma enorme dor de cabeça no dia a dia de quem gerencia esses contratos, além do possível prejuízo no fechamento do mês. Pense sobre isso!

    Não dispor de um modelo padrão de contrato, com cláusulas definidas, tabelas de preços, gera retrabalho, informações desencontradas e dificuldade em obter dados.

    Além desses motivos, é fundamental que os planejadores de cardápios invistam na padronização de receitas e no uso apropriado de produtos, ciente da necessidade de cumprir o contrato (per capitas, frequência de pratos e produtos etc.).

    Como resultado? Mais performance e inteligência na padronização dos processos!

    Realize a previsão de receitas e despesas na gestão de todos os contratos de alimentação

    Segundo a definição do Ministério da Economia, receitas são recursos financeiros (impostos, taxas, contribuições e outras fontes de recursos) que servem para custear as despesas e os investimentos.

    Realizar a previsão de receita é indispensável para que se saiba como dimensionar seus investimentos. Além disso, a previsão de receitas e despesas auxilia os gestores no conhecimento do quanto a empresa de restaurantes corporativos ou de alimentação coletiva poderá lucrar, sendo que o acompanhamento dela é ainda mais importante para saber se as estratégias devem ser mantidas ou não.

    Através da elaboração de orçamentos é possível gerar propostas comerciais em tempo real. Além disso, gerar faturamento de forma automática, considerando preços de venda diferenciados por clientes, dia da semana e também de acordo com os comensais efetivos lançados no sistema, e ainda, fazer o faturamento por mínimo de efetivos.

    O ideal é poder contar com um software para gestão da produção de refeições que auxilie os gestores a melhor administrar os seus restaurantes corporativos.

    Ferramentas que colaboram para uma visão mais apurada dos orçamentos e dos gastos viabilizam mais autonomia e estratégias. Mas fique atento! O ideal é optar por uma renomada solução para gestão da produção e distribuição de refeições. A experiência neste ramo de negócio é um ponto relevante!

    E ainda, é importante observar que o sistema de gestão em alimentação também seja capaz de disponibilizar opções de controle sobre os valores. Ações como liberação de compras de acordo com o orçamento, ou travamento dela quando os valores não forem o suficiente para aquisições.

    A consulta às despesas segmentadas por fatores como matéria-prima, faturamento e mão de obra, são pontos positivos que tornam a gestão do orçamento mais assertiva.

    Enfim, elaborar a previsão de receita é investir em planejamento, ação fundamental de quem deseja obter sucesso no segmento de alimentação fora do lar. Mas melhor do que isso é garantir a receita ou até gerar novos canais de vendas para aumentá-la, além de realizar o cumprimento do contrato e eliminar a evasão do faturamento.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/Hyjw0m5EdL4″]

    Conclusão

    Para acompanhar o segmento de alimentação fora do lar é necessário que a gestão dos restaurantes corporativos seja assertiva em seus diversos processos tais como:

    • Gestão de contratos de alimentação;
    • Elaboração de orçamentos;
    • Automatização no processo de elaboração de propostas;
    • Previsão de receitas e despesas, entre outros.

    E com o auxílio da tecnologia é possível executar as rotinas dos serviços de alimentação de forma mais prática e eficiente, entendendo a necessidade da empresa contratante para atender às suas expectativas.

    Aliando a gestão e integração de todos os setores de sua empresa de alimentação corporativa, você automatiza processos manuais, o que vai resultar em redução do tempo, além de eliminar erros e retrabalhos. Como é o caso da troca das planilhas por sistemas integrados de uma solução ERP para gestão de serviços de alimentação. Importante dizer que ERP é uma sigla que significa “Enterprise Resource Planning”, ou sistema de gestão integrado.  Uma solução ERP é uma plataforma que contém sistemas e concentra dados altamente relevantes que auxilia um gestor a melhorar os processos internos e a integrar as tarefas de diferentes áreas, como finanças, estoque, compras, fiscal, recursos humanos, faturamento e vendas, por exemplo.

    E por falar em vendas e faturamento, ressaltando que o ERP é uma plataforma completa de soluções integradas, ela proporciona, inclusive, mudança e otimização de processos que envolvem a confecção de propostas comerciais, que envolve assuntos referentes a clientes e fornecedores, aumenta a performance da análise de dados e garante o cumprimento de cada contrato.

    A excelência na gestão é fundamental, do início ao fim do cumprimento de um contratos da empresa. Se sua empresa está focada em crescer, é bom investir em uma solução que trate dos contratos e documentos já existentes e que cuide do novo volume vindouro de maneira ágil e eficaz.

    Com uma boa gestão do orçamento empresarial você ganha mais clientes, aumenta os lucros, reduz o desperdício de alimentos, aumenta a eficiência nos processos, como é no caso da proposta comercial, e, com isso, toma decisões mais inteligentes.

    Você se identificou com algum desses desafios na gestão de contratos de alimentação?

    Comente qual o seu maior obstáculo e compartilhe nosso material para outras pessoas que precisam conhecer a grande vantagem e os benefícios de adotar um sistema de gestão que compreende todo o ciclo de vida de um contrato estabelecido entre um restaurante corporativo e seus clientes.

    Entre em contato com um dos nossos consultores. Aproveite para tirar as suas dúvidas.

    Até a próxima! 🙂

  • Sistema para gestión de contratos de servicio de alimentación

    Sistema para gestión de contratos de servicio de alimentación

    Utilizar un sistema para la automatización y gestión de contratos de servicio de alimentación puede y debe ser un criterio prioritario para el gerente que aspira a tener éxito en este segmento.

    Es notorio el aumento de la demanda de alimentos fuera del hogar. Este hecho resulta en un flujo de trabajo muy intenso por parte de las empresas que proporcionan alimentos a los empleados de las industrias y empresas contratistas con poco tiempo para manipular y consumir las comidas en casa.

    Para acompañar el creciente segmento de la alimentación fuera del hogar, es necesario que la gestión de los restaurantes corporativos considere optimizar sus procesos tales como: la gestión de contratos de alimentación, elaboración de presupuestos, la automatización en el proceso de elaboración de propuestas, previsión de ingresos y gastos, transferencia de costos, entre otros.

    Y para eso, la solución a sus problemas de gestión puede ser muy accesible. ¿Cómo? A través de la tecnología aliada a la gestión y a la integración de todos los sectores de su establecimiento.

    ¡Continúe leyendo y comprenda mejor! 🙂

    En primer lugar, definamos ¿qué es la gestión de contratos de alimentación?

    La gestión de contratos es, en partes, trata sobre la garantía para la realización de servicios y/o productos entre dos partes, previamente negociados. Puesto que se tratan de obligaciones recíprocas entre las partes contractuales – contratante / contratista considerando los aspectos que se deben cubrir, como cuántas comidas se servirán, por ejemplo.

    Aplicado en el mercado de Food Service, un sector con amplia competencia, usted necesita diferenciarse. Y el secreto puede estar en los detalles.

    El diferencial de su restaurante corporativo radica en la automatización de procesos mediante softwares de gestión de documentos y de contratos de alimentación.

    Con la automatización de procesos se establece un estándar de contratos y además evita que se transmita una información equivocada y, por tanto, proporciona buenos resultados en las negociaciones.

    En los contratos se incluyen todos los costos tales como: el equipo que se utilizará, la mano de obra por turno e incluso la planificación del menú. Y un buen sistema de gestión de contratos puede controlar todo en función del perfil de su cliente, de las restricciones contractuales, del número de comidas y qué días se contratarán, entre otros.

    Hablaremos un poco más sobre este tema más adelante, ¡Continúe leyendo!

    Y ¿para qué sirve la gestión de contratos de alimentación?

    La gestión de los contratos de alimentación sirve para observar y hacer cumplir las cláusulas de los diferentes tipos de contratos, garantizando la seguridad jurídica.

    Así, una vez negociado, estructurado y realizado, el contrato se rige por el estándar de servicios acordados mediante cláusulas establecidas a través del mismo.

    En cuanto al contrato, este será el tema de nuestro próximo artículo. ¡Sigue leyendo con nosotros! 🙂

    Gestión de comidas colectivas

    ¿Cómo elaborar el perfil del contrato de servicio de comidas?

    La gestión de los contratos de alimentación en un restaurante corporativo puede ser un reto para sus responsables, ya que el acompañamiento del perfil del contrato y la fiscalización productiva y eficaz del contrato son herramientas imprescindibles para el gerente.

    Supongamos que, por falta de información o falta de atención en alguna rutina, su establecimiento no cumple con ninguna disposición contractual realizada con su cliente.

    Este tipo de error puede ocasionar varios problemas como la rescisión del contrato, por ejemplo, además de generar pérdidas y, en consecuencia, la aplicación de sanciones por parte del código de defensa del consumidor, entre otros.

    Por isso, o gestor deve estar ciente da legislação e também das demandas dos clientes, assim como as tendências relacionadas às práticas no ambiente de trabalho e organização do segmento.

    Por lo tanto, el gerente debe conocer la legislación y también las demandas de los clientes, así como las tendencias relacionadas con las prácticas en el ambiente de trabajo y la organización del segmento.

    Teniendo en cuenta que hay mucha información y reglas sobre contratos, y que por eso no se pueden olvidar, ¿qué es lo que podría ayudar?

    La respuesta es simple y está en la automatización de procesos a través de un sistema integrado de gestión de contratos que contribuye en varios aspectos, tales como:

    • La contemplación de las cláusulas de diferentes tipos de contratos por mínimo de efectivos y/o por equivalencia (compensación, cuadro).
    • En función de las particularidades contractuales, es fundamental que las empresas opten por una automatización que verifique cada concesión – verificación automática de todas las concesiones – sin depender del profesional para aplicar las normas y realizar el proceso de forma manual. De esta forma, se elimina la evasión de facturación en los restaurantes corporativos y se asegura el cumplimiento del contrato.

    Así, dadas estas importantes tareas, el profesional que trabaja en la gestión de contratos puede confiar en la tecnología para incrementar la productividad del negocio, además de reducir los costos.

    A continuación hablaremos más sobre esta tecnología. ¡Así que acompañe el texto!

    ¿Cuál es la importancia de las propuestas de alimentación en restaurantes corporativos?

    Los restaurantes corporativos se hacen cada vez más necesarios, especialmente para empresas con muchos empleados o incluso empresas ubicadas en regiones alejadas de los centros comerciales, lo que dificulta el acceso a restaurantes o mercados.

    Actualmente, es común que los restaurantes corporativos diversifiquen tales escenarios, buscando longevidad en sus emprendimientos. Han buscado ampliar las áreas de alimentación del propio lugar, donde el consumidor tiene varias opciones para elegir, especialmente en momentos en los que las normas sanitarias son aún más estrictas desde Covid-19.

    Además, en busca de calidad de vida, la mayoría de los consumidores buscan adaptar o revolucionar sus hábitos alimenticios optando por comidas más naturales. Y no solo en lo que respecta a los gustos personales, sino también considerando las restricciones alimentarias, como la intolerancia a la lactosa o al gluten y las reacciones alérgicas.

    Por ello, los gerentes de los restaurantes corporativos han buscado adaptarse a los hábitos alimentarios de sus clientes, aportando variedad y opciones de consumo más saludables. ¿Y qué les puede ayudar en esta tarea?

    A tecnologia, através do sistema de planejamento de cardápio, permite realizar a gestão nutricional além de planejar a produção dos serviços. Tudo isso com harmonia do cardápio, além de priorizar produtos dentro da safra, o que garante mais qualidade e melhores custos.

    La tecnología, a través del sistema de planificación de menús, permite realizar la gestión nutricional además de planificar la producción de servicios. Todo esto en armonía con el menú, además de priorizar productos dentro de la cosecha, lo que garantiza una mejor calidad y menores costos.

    Además, teniendo claras estas propuestas de alimentación en restaurantes corporativos, se adquiere la previsión de ingresos y gastos, que serán considerados a la hora de realizar la planificación del menú, asegurando la excelencia y calidad en los servicios prestados a través de soluciones personalizadas para empresas de alimentación en restaurantes corporativos.

    ¿Cómo la automatización de la gestión de la elaboración de propuestas optimiza el proceso?

    Los sistemas para la automatización en el proceso de elaboración de propuestas es una solución para una de las principales demandas dentro de una Unidad de Alimentación y Nutrición – UAN, que es la elaboración de propuestas.

    Debido a su importancia y complejidad, los gerentes prueban diferentes estrategias para simplificar y hacer esta rutina más ágil y asertiva.

    Debido a que involucra las aplicaciones financieras de la empresa, es importante prestar total atención a las propuestas, pero hacerlo manualmente requiere muchos recursos.

    ¿Y cuál es la alternativa en este caso? La solución es utilizar un software para automatizar el proceso de elaboración de propuestas que permita estandarizar actividades a través de índices regulatorios.

    De esta forma, el equipo comercial de una concesionaria de alimentos puede realizar un presupuesto personalizado, considerando las necesidades identificadas de la empresa contratante. Una vez dado este paso, el equipo debe evaluar si los servicios de producción de alimentos cumplen con estos requisitos, y así poder cubrir las máximas demandas y proponer una mejor solución, acorde con las necesidades del contratante.

     

    Vea el video que menciona 3 consejos estratégicos para promover una mayor productividad en la gestión de contratos.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/6gmBlW2EP9g”]

     

    Tener un perfil de contrato y un modelo a seguir al momento de la venta es esencial. No tener un modelo de contrato estándar generar retrabajo, información no coincidente y dificultades para obtener datos. Si su equipo de ventas cierra un contrato con informaciones incorrectas, su empresa puede perder dinero y al cliente.

    Todo ello puede causar un gran dolor de cabeza en el día a día de quienes gestionan estos contratos, además de la posible pérdida a final de mes. ¡Piense sobre eso!

    No contar con un modelo de contrato estándar, con cláusulas definidas, listas de precios, genera retrabajos, informaciones incompatibles y dificultad en la obtención de datos.

    Además de estos motivos, es fundamental que los planificadores de menús inviertan en estandarizar las recetas y en el uso adecuado de los productos, conscientes de la necesidad de cumplir el contrato (per cápita, frecuencia de platos y productos, etc.).

    ¿Cómo consecuencia? ¡Más rendimiento e inteligencia en la estandarización de los procesos!

    Realice la previsión de ingresos y gastos en la gestión de todos los contratos de alimentación

    Según la definición del Ministerio de Economía, los ingresos son recursos financieros (impuestos, tasas, contribuciones y otras fuentes de recursos) que se utilizan para costear gastos e inversiones.

    Realizar la previsión de ingresos es fundamental para que se sepa cómo dimensionar sus inversiones. Además, la previsión de ingresos y gastos ayuda a los gerentes a saber cuánto puede beneficiarse la empresa de restaurantes corporativos o comidas colectivas, y su acompañamiento es aún más importante para saber si las estrategias deben mantenerse o no.

    Mediante la elaboración de presupuestos es posible generar propuestas comerciales en tiempo real. Además, generar facturación de forma automática, considerando precios de venta diferenciados por clientes, día de la semana y también de acuerdo a los comensales efectivos ingresados ​​en el sistema, e incluso, hacer la facturación por número mínimo de empleados.

    Lo ideal es contar con un software para la gestión de la producción de comidas que ayude a los gerentes a gestionar mejor sus restaurantes corporativos.

    Herramientas que contribuyen a una visión más precisa de los presupuestos y gastos permiten una mayor autonomía y estrategias. ¡Pero estén atentos! Lo ideal es optar por una reconocida solución para la gestión de la producción y distribución de comidas. ¡La experiencia en esta línea de negocio es un punto importante!

    También, es importante tener en cuenta que el sistema de gestión de alimentos también es capaz de proporcionar opciones de control sobre los valores. Acciones como la autorización de compras según el presupuesto, o el bloqueo de esta cuando los valores no son lo suficiente para las compras.

    La consulta de gastos segmentados por factores como materias primas, ventas y mano de obra son puntos positivos que hacen más asertiva la gestión presupuestaria.

    En definitiva, preparar la previsión de ingresos es invertir en planificación, una acción fundamental para quienes quieren tener éxito en el segmento de alimentación fuera del hogar. Pero mejor que eso es garantizar ingresos o incluso generar nuevos canales de venta para aumentarlos, además de cumplir con el contrato y eliminar la evasión de los ingresos.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/Hyjw0m5EdL4″]

    Conclusión

    Para acompañar al segmento de alimentación fuera del hogar, es necesario que la gestión de los restaurantes corporativos sea asertiva en sus diversos procesos, tales como:

    • Gestión de contratos de alimentación;
    • Elaboración de presupuesto;
    • Automatización en el proceso de elaboración de propuestas;
    • Previsión de ingresos y gastos, entre otros.

    Y con la ayuda de la tecnología, es posible realizar las rutinas del servicio de alimentos de una manera más práctica y eficiente, entendiendo la necesidad de la empresa contratante para atender a sus expectativas.

    Combinando la gestión e integración de todos los sectores de su empresa de alimentación corporativa, usted automatiza los procesos manuales, lo que resultará en una reducción de tiempo, además de eliminar errores y retrabajos. Como es el caso del cambio de las planillas por sistemas integrados de una solución ERP para la gestión de servicios de alimentación. Es importante decir que ERP es un acrónimo que significa “Enterprise Resource Planning” o sistema de gestión integrado. Una solución ERP es una plataforma que contiene sistemas y concentra datos de alta relevancia que ayudan a un gerente a mejorar los procesos internos y a integrar tareas de diferentes áreas, como finanzas, stock, compras, fiscal, recursos humanos, facturación y ventas, por ejemplo.

    Y hablando de ventas y facturación, destacando que ERP es una plataforma completa de soluciones integradas, esta, incluso brinda cambio y optimización de procesos que involucran la elaboración de propuestas comerciales, que involucran asuntos relacionados con clientes y proveedores, aumenta el rendimiento del análisis de datos y asegura el cumplimiento de cada contrato.

    La excelencia en la gestión es fundamental, desde el inicio hasta el final del cumplimiento de los contratos de una empresa. Si su empresa está enfocada en crecer, es bueno invertir en una solución que maneje los contratos y documentos existentes y se encargue del nuevo volumen por venir de una manera ágil y eficiente.

    Con una buena gestión del presupuesto empresarial, se gana más clientes, se aumentan las ganancias, se reduce el desperdicio de alimentos, se aumenta la eficiencia de los procesos, como en el caso de la propuesta comercial, y, por tanto, se toman decisiones más inteligentes.

    ¿Se identificó con alguno de estos desafíos en la gestión de contratos de alimentación?

    Comente su mayor obstáculo y comparta nuestro material con otras personas que necesiten conocer la gran ventaja y los beneficios de adoptar un sistema de gestión que comprenda todo el ciclo de vida de un contrato establecido entre un restaurante corporativo y sus clientes.

    Entre en contacto con uno de nuestros consultores. ¡Aproveche para aclarar sus dudas!

    ¡Hasta la próxima! 🙂

  • Como otimizar o processamento de alimentos na central de produção e nas UANs

    Como otimizar o processamento de alimentos na central de produção e nas UANs

    O dia a dia em uma central de produção costuma ser de grande movimento. Ter como otimizar o processamento de alimentos e o planejamento de produção é mesmo um desafio tanto para as centrais de produção quanto para a UANs – Unidades de Alimentação e Nutrição. Isso quer dizer que sempre há muito trabalho, principalmente no que se refere ao plano de produção do que será entregue às UANs , ou seja, aos Restaurantes Corporativos, que englobam desde alimentos in natura e processados, pré-processados e até mesmo as refeições prontas – entrega de marmitas, quentinhas ou transportadas como são mais conhecidas.

    Porém, antes que os alimentos cheguem às cubas dos Restaurantes (UAN) ou até ao prato do cliente, é necessário se atentar a alguns processos.

    O fato é que, em alguns casos, o planejamento de cardápio de uma cozinha pode ser decidido horas antes do início do preparo das refeições pelo setor de produção do restaurante corporativo, restando à equipe responsável contar com a sorte de ter em seu estoque os ingredientes necessários para cada opção disponível no cardápio daquela unidade de alimentação específica.

    Por isso, o gestor ou os nutricionistas responsáveis por tal restaurante corporativo ou UAN devem se atentar a algumas práticas de mercado, que asseguram toda a assertividade dos processos realizados. Observando até mesmo a qualidade do que é servido à mesa dos comensais de maneira que sejam cumpridos com êxito e em tempo hábil, oferecendo sempre uma alimentação saudável. Uma dessas práticas é poder contar com uma central de produção, por exemplo.

    Sendo assim, vamos debater neste texto algumas das principais necessidades para que a gestão da central de produção, setor que normalmente fica à parte do restaurante corporativo, desempenhe um trabalho assertivo. Além disso, entenderemos como os sistemas para gestão em alimentação podem auxiliar os gestores das centrais de produção e ao mesmo tempo os das UANs.

    Continue acompanhando para saber mais! Vamos lá? 🙂

    O que é uma Central de Produção de Alimentos?

    Primeiramente, é importante entender o que é uma central de produção. Vamos expandir o significado?

    Uma central de produção é uma área criada por uma empresa de gestão terceirizada em alimentação que separa uma equipe e um local, exclusivamente, para a realização da pré-produção e/ou produção de alimentos. A central de produção de alimentos prepara e distribui, por exemplo: as carnes pré-processadas, refeições congeladas, refeições prontas etc. para as Unidades. Também ocorre de as centrais de produção entregarem as refeições transportadas, como comumente são chamadas, para a empresas contratantes deste tipo de serviço.

    Em outras palavras, é onde os alimentos são descascados, desossados, picados, triturados, pré-cozidos, cozidos, refrigerados, congelados etc., os quais são distribuídos a restaurantes ou unidades de alimentação (UAN) instauradas dentro de indústrias, complexos de resorts e hotéis, grandes obras de construção civil, entre outros.

    Assim, além de otimizar a rotina operacional das cozinhas corporativas, a central de produção de alimentos pré-processados também contribui para a redução dos gastos pelas empresas contratantes, já que não é necessário a contratação de um profissional (como um açougueiro que lida com os cortes de carne, por exemplo) para auxiliar no preparo diário das refeições.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/RHQHOuMl76I”]

    Para que serve uma Central de Produção de Alimentos?

    Uma concessionária de alimentação pode escolher como estratégia contar com uma ou com várias centrais de produção de alimentos. Sendo assim, a CPDA pode servir a várias Unidades Administradas / Restaurantes Corporativos.

    Imagine uma empresa X que atende a 50 indústrias na região Sudeste e 30 no Nordeste do Brasil. Em cada empresa dessa lista existe uma cozinha instalada, isto é, terceirizada. Porém, a maioria dos alimentos a serem preparados, conforme os cardápios definidos, são enviados pelas centrais de produção, prontos para serem aquecidos ou cozidos, o que reduz mão de obra, equipamentos e o tempo de preparo dos pratos.

    Ainda nesse cenário, é essencial que essa central de produção possa garantir a qualidade dos alimentos preparados. Para isso, os profissionais nutricionistas devem se atentar às melhores práticas como:

    Estruturar células que separam, limpam e preparam os gêneros alimentícios por classificação: vegetais, carnes, peixes, aves etc. O que evita a contaminação cruzada;
    Saber administrar os restos não utilizados (lixos) de forma heterogênea, o que também minimiza riscos à saúde dos comensais;
    Contar com equipamentos específicos para cada tipo de função desempenhada para uma performance mais assertiva da equipe, entre outros.

    Dessa forma, o consumidor final (o comensal) poderá usufruir dos alimentos que serão servidos, com mais qualidade e segurança.

    Vale lembrar que, garantir a satisfação dos clientes que se alimentam todos os dias em locais de trabalho, assegura a permanência dos restaurantes terceirizados dentro das empresas contratantes. Por isso, atente-se às melhores soluções e práticas de mercado!

    Central de Produção de restaurantes corporativos: peça-chave para mais praticidade?

    Seja em um restaurante corporativo ou comercial, a atenção a todos os processos que compõem a cadeia de produção deve ser integral e ininterrupta.

    Aqui vai um exemplo: imagine se o gestor de restaurante corporativo, ciente do número diário de comensais, decida se planejar e preparar as refeições no mesmo dia em que serão servidas. A partir daí, quais são os principais riscos?

    Vamos enumerar alguns desses riscos que envolvem a central de produção:

    Se você, gerente de uma UAN, conta com uma central de produção veja o que não fazer:

    Ao não dar a devida atenção ao planejamento de cardápio, o gestor pode exceder o uso de matérias-primas do gênero alimentício previstas no contrato, influenciando a gestão de estoque e até mesmo os custos já estimados em um orçamento pré-definido;

    Ao não ter uma comunicação clara com a central de produção, os gestores das unidades de restaurantes corporativos podem notar a falta de algum alimento ou produto solicitado pelo cardápio. Como resultado: ruído na comunicação entre os profissionais e até mesmo gastos acima no orçamento.

    Esses são apenas alguns riscos que o gestor pode assumir por não pensar, de forma macro, em cada processo produtivo.

    Por isso, o ideal é ter em mente a importância da central de produção para restaurantes corporativos enquanto componente essencial, principalmente no controle de qualidade do que é servido aos comensais em um restaurante corporativo e no controle de custos.

    Sendo assim, o ideal não seria automatizar cada processo, reunindo todas as informações estratégicas em apenas um único local de trabalho? Essa é a premissa de um sistema de gestão para restaurantes corporativos.

    Quer saber mais a respeito dessa tecnologia? Então continue acompanhando o texto!

    Planejamento de produção: o que é?

    É a fase inicial do processo de produção de alimentos em um restaurante corporativo ou unidade de alimentação e nutrição.  Para dimensionar o volume de produção em uma cozinha, algumas informações são essenciais, por exemplo, é necessário ter a previsão de pessoas que irão se alimentar. Também é fundamental conhecer as preferências e os hábitos alimentares desses consumidores, além de outros pontos para alcançar o sucesso ao planejar o cardápio.

    De igual modo tais informações são importantes para executar as demais etapas relacionadas ao planejamento da produção, como por exemplo: gerar as demandas de compras de matérias-primas, cruzando-as com a quantidade em estoque; saber exatamente a quantidade necessária de insumos para retirada do estoque e produção diária das refeições, dentre outras. O cálculo da produção é baseado na per capita, que é a quantidade estimada de alimento que uma pessoa irá ingerir por preparação, multiplicado pelo número total de comensais.

    5 dicas para otimizar os processos da Central de Produção e dos Restaurantes Corporativos

    Um bom sistema pode auxiliar no planejamento da produção, pois cada restaurante terá o seu próprio “per capita” e demais particularidades. São vários os fatores que influenciam no planejamento da produção e que determinam o volume do consumo dos alimentos: contrato, faixa etária, atividade exercida, sexo, região onde atua o restaurante, nicho social etc.

    Como um bom sistema para planejamento de produção, por exemplo, o TecFood, funciona:

    • Definição do contrato e de suas regras;
    • Planejamento de cardápios com gestão dos custos de matéria-prima e dos custos indiretos, através de um orçamento pré-definido;
    • Controle de sazonalidade dos gêneros alimentícios;
    • Acompanhamento financeiro e nutricional dos cardápios;
    • Fichas técnicas das preparações com as quantidades em per capita. Através das quantidades e do número de comensais estimados é possível ter a quantidade e os custos planejados por Serviço;
    • Planejamento das compras com base nos cardápios elaborados, saldo de estoque, etc;
    • Requisições e baixas diárias do estoque, conforme os cardápios planejados e a execuções dos ‘Serviços’ (Café da manhá, Almoço, Lanche, Jantar, etc.;
    • Gestão das Unidades de Alimentação e Nutrição..

    Trabalhando todas as informações gerenciais em apenas um sistema de gestão para restaurantes corporativos

    Sabemos que, no dia a dia de uma central de produção para restaurantes corporativos, são inúmeros os processos a serem executados, certo?

    E isso exige muita organização e sabedoria de cada gestor principalmente ao lidar com atividades como controle de produção e controle de estoque. Até porque, a perda de um pequeno detalhe pode comprometer os números do negócio.

    Desse modo, cabe aos gestores da área buscarem soluções que não apenas aprimorem a performance da equipe como também evitem problemas contratuais com seus clientes.

    Sistemas para restaurantes corporativos e central de produção

    E é nesse momento que surgem os sistemas de gestão para restaurante corporativo, que vêm com a premissa de tornar a rotina dos profissionais da área de food service ainda mais prática. Em outras palavras, dispor de uma gestão mais estratégica que vai muito além de conferência em calendários e planilhas manuais.

    Além disso, os gestores mais antenados também devem se atentar às novas tecnologias que têm ditado tendências dentro e fora do cenário de alimentação fora do lar, como é o caso da IOT (Internet of Things), traduzido como Internet das Coisas.

    Mas, antes de prosseguirmos com algumas funcionalidades oferecidas por cada solução, vamos enumerar abaixo algumas dores enfrentadas por gestores de unidades de alimentação, e que podem ser resolvidas por ferramentas desenvolvidas para a central de produção para restaurantes corporativos. Confira!

    Como reduzir o desperdício alimentar em restaurantes corporativos com a criação de uma central de produção?

    É quase impossível falar a respeito de restaurantes corporativos sem ao menos tocar no assunto do desperdício de alimentos, não é?

    Até porque, esse problema continua surtindo impacto em todo o cenário nacional e até mesmo mundial. E os números, até o momento, não são menos alarmantes.

    “De acordo com relatório Os rastros do desperdício de alimentos: impactos sobre os recursos naturais, elaborado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO, sigla em inglês) em 2013, o mundo desperdiça, anualmente, cerca de 1,3 bilhão de toneladas de alimentos. Os efeitos desse desperdício proporcionam prejuízos significativos à sociedade, constatados em perdas econômicas, em contexto de redução da oferta e consequente aumento dos preços do produto. Estima-se que as consequências econômicas diretas do desperdício de alimentos alcancem, aproximadamente, US$ 750 bilhões todos os anos.”

    Outro dado divulgado pela FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) nos revela que cerca de 14% dos alimentos é perdido antes mesmo de chegar ao varejo.

    Softwares para redução de desperdícios em restaurantes corporativos

    Cientes desse problema, os gestores comumente recorrem a estratégias para reduzir esse índice e, nesse sentido, os sistemas de gestão para restaurantes corporativos surgem como grandes aliados para solucionar este casos.

    A partir da otimização dos planejamentos de cardápios, por exemplo, é possível analisar indicadores como o número de comensais esperados diariamente, permitindo um preparo mais assertivo por conta da central de produção, para abastecimentos adequado dos restaurantes corporativos.

    Outra funcionalidade do sistema para restaurantes corporativos que auxilia na redução do desperdício alimentar é o apontamento e a confirmação da quantidade de matérias-primas que serão utilizadas em cada etapa de preparação dos alimentos, que permite uma visão mais horizontal do que deve ser solicitado à central de produção.

    Além disso, sistemas de gestão para restaurantes corporativos também auxiliam os gestores no cálculo de sobras: sobra limpa e resto ingesta, colaborando para a redução do desperdício, adequação das fichas técnicas e análise das preferências dos consumidores da Unidade.

    Como proporcionar mais agilidade aos restaurantes corporativos após a entrega dos alimentos pré-processados na UAN?

    Entender o funcionamento de uma cozinha é essencial a qualquer profissional da área. No entanto, também é necessário saber como é possível acelerar ainda mais o trabalho no setor de produção dos restaurantes corporativos, permitindo que os alimentos cheguem às rampas de forma mais assertiva e em menor tempo.

    Uma boa forma é adotar a produção cadenciada que proporciona integração entre a cozinha e o setor de atendimento, garantindo a satisfação do cliente, além do acompanhamento em tempo real do volume de refeições já servidas, que garante ganho de produtividade, economia e muito mais controle.

    Nesse caso, o sistema de gestão para alimentação corporativa também surge como um importante aliado aos gestores da área. E ainda, quando o assunto é produção cadenciada um software com Inteligência Artificial (AI) vem para desmistificar os desafios da produção, da gestão de custos e do bom atendimento aos clientes do restaurante.

    Por exemplo: vamos supor que a sua equipe da cozinha segue corretamente o planejamento de cardápio mas não consegue preparar o alimento em tempo hábil para servi-lo no horário determinado. Isso pode ser um desafio, certo?

    Para isso, é possível contar com soluções, como o KDS de produção cadenciada, que otimiza os processos internos da equipe da cozinha, tornando sua rotina mais prática.

    Você sabe o que é KDS?

    Do inglês Kitchen Display System, o sistema KDS é caracterizado como uma ferramenta tecnológica que visa, principalmente, aumentar a performance da equipe de profissionais que trabalha com o preparo dos alimentos.

    Como funciona a tecnologia KDS? Através de uma tela alocada na cozinha, o KDS de produção de alimentos exibe o que deve ser preparado, além do tempo necessário para o preparo de cada um.

    Assim, a equipe da produção ou cocção de alimentos sabe exatamente o que deve ser entregue e em quanto tempo, sem comprometer a hora do almoço ou jantar dos funcionários da empresa contratante.

    Deste modo, sabendo o que deve ser entregue e qual o tempo estipulado, a equipe da cozinha consegue trabalhar com mais assertividade e rapidez, evitando erros, problemas com a execução dos alimentos e até o desperdício de insumos.

    Outra funcionalidade importante e que garante mais agilidade na tomada de decisões é a rastreabilidade de matéria-prima em restaurantes corporativos, que identifica quantidade de produtos e de insumos durante a cadeia produtiva em tempo hábil, o que geralmente colabora para que se tenha produto final de qualidade.

    A rastreabilidade das matérias-primas é um componente que garante mais qualidade para o processo. O gestor da unidade poderá movimentar — via código de barras, por exemplo as mercadorias e os seus respectivos lotes, desde a entrada no estoque até a liberação para seu preparo pela equipe da cozinha. Esse processo permite a rastreabilidade dos insumos dentro dos Restaurantes Corporativos e na Central de Produção, através de relatórios gerenciais que poderão ser emitidos a qualquer momento, mediante o registro das movimentações dos insumos nos seus locais de estoque.

    Você deve estar se perguntando: e nos caso dos meus vários restaurantes que recebem os alimentos pré-processados das centrais de produção, em que a rastreabilidade pode ser útil?

    Para os seus restaurantes corporativos espalhados por aí, o sistema de rastreabilidade dos produtos alimentícios garante, por sua vez, que caso haja um problema com os alimentos pré-processados, exista mais facilidade de ser identificada a causa. Nesse caso, a identificação do lote de produtos, a devolução do produto, o registro da justificativa, a solicitação por um novo produto torna-se muito mais simples.

    Inteligência das Coisas para o food service: a solução de todos os problemas?

    Definida como uma rede de dispositivos conectados à internet que se comunicam entre si, a IoT — Internet das Coisas (Internet of Things) — é uma realidade hoje em dia, e torna-se uma importante aliada nos mais diversos cenários em que está inserida. No segmento de alimentação fora do lar, a IoT pode se desdobrar de várias formas.

    Por exemplo, imagine que as gerentes de unidade têm muito trabalho para controlar tudo o que entra e o que sai das cubas em um restaurante corporativo. Isso porque, também é necessário que as profissionais estejam atentas às suas anotações para tomar a melhor decisão. Nesse sentido, a tecnologia pode exercer, por meio da captação de imagem, a função IoT reposição de cubas.

    Essa funcionalidade permite que a gerente saiba quais alimentos já estão nas cubas (e se é o momento da reposição), além da temperatura das refeições por meio de sensores energizados para sua verificação. Todas essas informações, inclusive o número de pessoas que estão passando pelo restaurante, se cruzam e auxiliam os profissionais a resolverem seus problemas mais rapidamente.

    Outro exemplo de aplicação da IoT é seu uso para o controle de temperatura em câmaras frias que armazenam alimentos — como caminhões frigoríficos — e que transportam essa carga utilizando sensores energizados. Manter as condições sanitárias dos produtos é fundamental e exigida pelos órgão certificadores e regulamentadores.

    Nesse caso, esse tipo de inteligência permite uma gestão a distância, indicando às gerentes de unidade e às centrais de produção as ocorrências em tempo real — como problemas com o freezer ou com o próprio veículo — para que as medidas sejam tomadas rapidamente.

    Como resultado? Mais performance e inteligência à tomada de decisões da equipe!

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/Hyjw0m5EdL4″]

    Conclusão

    Para atender à demanda diária e constante da central de produção de restaurantes corporativos, os gestores da área de food service precisam pensar em estratégias para manter todos os processos produtivos funcionando dentro dos conformes.

    Dessa forma, é preciso considerar soluções tecnológicas, como sistemas de gestão para alimentação corporativa, que otimizam a rotina dos profissionais e agilizam as entregas.

    Em contrapartida, essa solução para a gestão em alimentação também se torna ideal para entender a capacidade de entrega do restaurante corporativo, aprimorando o trabalho dos gestores e, principalmente, das gerentes de unidade.

    Outra vertente que merece atenção são as tecnologias desenvolvidas a partir da Inteligência das Coisas (IoT), que vêm com a premissa de aproximar ainda mais os clientes aos produtos, proporcionando uma experiência diferenciada e única.

    Independentemente se sua concessionária de alimentação tem como estratégia as centrais de produção ou não ou da tecnologia que deve ser utilizada, deve-se ter em mente que um bom planejamento é essencial em qualquer restaurante corporativo, principalmente para a central de produção de alimentos ou para os setores de produção de cada restaurante, que lida diretamente com cada item, além dos valores que fazem parte da cadeia produtiva.

    Quer saber mais? Entre em contato com um dos nossos consultores. Aproveite para tirar todas as suas dúvidas. Até a próxima! 🙂

  • Cómo optimizar el procesamiento de alimentos en la central de producción y en las UAN´s

    Cómo optimizar el procesamiento de alimentos en la central de producción y en las UAN´s

    La jornada en una central de producción suele ser de gran movimiento. Tener como optimizar el procesamiento de alimentos y la planificación de producción es realmente un desafío tanto para las centrales de producción como para la UAN´s – Unidades de Alimentación y Nutrición. Eso quiere decir que siempre hay mucho trabajo, principalmente en lo que se refiere al plan de producción de lo que será entregue a las UAN’s , o sea, a los Restaurantes Corporativos, que engloban desde alimentos in natura y procesados, pre procesados e incluso las comidas listas – entrega de loncheras, calientitas o transportadas como son más conocidas.

    Pero, antes de que la comida llegue a las cubas de los Restaurantes (de las UAN’s) o hasta el plato del cliente, es necesario prestar atención a algunos procesos.

    El caso es que, en algunos casos, la planificación del menú de una cocina puede decidirse horas antes del inicio de la preparación de las comidas por parte del sector de producción del restaurante corporativo, dejando al equipo responsable contar con la suerte de tener en su stock los ingredientes necesarios para cada opción disponible en el menú de esa unidad de alimentación específica.

    Para ello, el gerente o nutricionistas responsables de dicho restaurante corporativo o UAN deben prestar atención a algunas prácticas del mercado, que aseguran toda la asertividad de los procesos que se llevan a cabo. Observando incluso la calidad de lo que se sirve en la mesa de los comensales para que se cumplan con éxito y en tiempo hábil, ofreciendo siempre una alimentación saludable. Una de estas prácticas es poder contar con un central de producción, por ejemplo.

    Así, comentaremos en este texto algunas de las principales necesidades para que la gestión de la central de producción, sector que suele estar al margen del restaurante corporativo, realice un trabajo asertivo. Además, entenderemos cómo los sistemas de gestión alimentaria pueden ayudar a los responsables de las centrales de producción y al mismo tiempo a los de la UAN´S.

    ¡Continúe acompañando para saber más! ¡Anímese! 🙂

    ¿Qué es una Central de Producción de Alimentos?

    Primero, es importante comprender qué es una central de producción. ¿Vamos a ampliar el significado?

    Una central de producción es un área creada por una empresa de gestión tercerizada en alimentación que separa un equipo y un local, exclusivamente, para la pre producción y/o producción de alimentos. La central de producción de alimentos prepara y distribuye, por ejemplo: las carnes pre procesadas, comidas congeladas, comidas preparadas, etc. para las Unidades. También se da el caso de que las centrales de producción entregan las comidas transportadas, como se les denomina comúnmente, a las empresas que contratan este tipo de servicio.

    Es decir, es donde los alimentos son pelados, deshuesados, picados, triturados, pre cocinados, cocidos, refrigerados, congelados, etc., que se distribuyen a los restaurantes o unidades de alimentación (UAN) establecidas dentro de industrias, complejos turísticos. y hoteles, grandes obras de construcción civil, entre otros.

    Así, además de optimizar la rutina operativa de las cocinas corporativas, la central de producción de alimentos pre procesados ​​también contribuye a la reducción de gastos por parte de las empresas contratantes, ya que no es necesario contratar a un profesional (como un carnicero que se encarga de los cortes de carne, por ejemplo) para ayudar en la preparación diaria de las comidas.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/Rg70dEameVo”]

    ¿Para qué sirve una Central de Producción de Alimentos?

    Una concesionaria de alimentos puede elegir como estrategia tener una o varias centrales de producción de alimentos. Siendo así, la CPDA puede servir a varias Unidades Administradas/Restaurantes Corporativos.

    Imagine la empresa X que atiende a 50 industrias en la región Sureste y 30 en el Noreste de Brasil. En cada empresa de esta lista hay una cocina instalada, es decir, una tercerizada. Sin embargo, la mayoría de los alimentos a preparar, de acuerdo con los menús definidos, son enviados por las centrales de producción, listos para ser calentados o cocinados, lo que reduce la mano de obra, equipo y tiempo de preparación de los platos.

    Aún en este escenario, es fundamental que esta central de producción pueda garantizar la calidad de los alimentos preparados. Para ello, los profesionales de la nutrición deben prestar atención a las mejores prácticas como:

    Estructurar células que separan, limpian y preparan los géneros alimentarios por clasificación: vegetales, carnes, pescados, aves, etc. lo que evita la contaminación cruzada;

    Saber administrar los restos no utilizados (basura) de forma heterogénea, lo que además minimiza los riesgos para la salud de los comensales;

    Contar con equipos específicos para cada tipo de función realizada para un desempeño más asertivo del equipo, entre otros.

    De esta forma, el consumidor final (el comensal) podrá disfrutar de los alimentos que se le servirá, con más calidad y seguridad.

    Cabe recordar que, garantizar la satisfacción de los clientes que se alimentan todos los días en locales de trabajo, asegura que los restaurantes tercerizados permanezcan dentro de las empresas contratantes. Por eso, ¡preste atención a las mejores soluciones y prácticas del mercado!

    Central de Producción de restaurantes corporativos: ¿pieza clave para más practicidad?

    Ya sea en un restaurante corporativo o comercial, la atención a todos los procesos que componen la cadena productiva debe ser integral e ininterrumpida.

    Aquí hay un ejemplo: Imagine que el gerente de un restaurante corporativo, consciente del número diario de comensales, decide si planifica y prepara las comidas el mismo día en que se servirán. A partir de ahí, ¿cuáles son los principales riesgos?

    Enumeremos algunos de estos riesgos que involucran la central de producción:

    Si usted, gerente de una UAN, cuenta con una central de producción vea lo que no debe hacer:

    Al no prestar la debida atención a la planificación del menú, el gerente puede exceder el uso de materias primas de los alimentos previstos en el contrato, influyendo en la gestión del stock e incluso en los costos ya estimados en un presupuesto pre definido;

    Al no tener una comunicación clara con la central de producción, los gerentes de las unidades de restaurantes corporativos pueden notar la falta de cualquier alimento o producto solicitado por el menú. Como resultado: ruido en la comunicación entre los profesionales e incluso gastos por encima del presupuesto.

    Estos son solo algunos de los riesgos que el gerente puede correr por no pensar, de forma macro, en cada proceso de producción.

    Por eso, lo ideal es tener en cuenta la importancia de la central de producción para restaurantes corporativos como un componente esencial, principalmente en el control de calidad de lo que se sirve a los comensales en un restaurante corporativo y en el control de costos.

    Siendo así, ¿no sería ideal automatizar cada proceso, reuniendo todas las informaciones estratégicas en un solo lugar de trabajo? Esta es la premisa de un sistema de gestión para restaurantes corporativos.

    ¿Quiere saber más sobre esta tecnología? ¡Entonces, continue leyendo el texto!

    Planificación de producción ¿qué es?

    Es la fase inicial del proceso de producción de alimentos en un restaurante corporativo o unidad de alimentación y nutrición. Para medir el volumen de producción en una cocina, algunas informaciones son fundamentales, por ejemplo, es necesario tener la previsión de personas que comerán. También es fundamental conocer las preferencias y hábitos alimentarios de estos consumidores, así como otros puntos para lograr el éxito a la hora de planificar el menú.

    De igual modo, dichas informaciones son importantes para realizar los demás pasos relacionados con la planificación de la producción, tales como: generar demandas de compra de materias primas, cruzándolas con la cantidad en stock; conocer exactamente la cantidad necesaria de insumos para la retirada de stock y producción diaria de comidas, entre otros. El cálculo de la producción se basa en el per cápita, que es la cantidad estimada de alimentos que consumirá una persona por preparación, multiplicada por el número total de comensales.

    sistema de gestion de procesos de centros de producción y servicios de alimentación

    Un buen sistema puede ayudar en la planificación de la producción, ya que cada restaurante tendrá su propio “per cápita” y otras particularidades. Son varios los factores que influyen en la planificación de la producción y determinan el volumen de consumo de alimentos: contrato, grupo de edad, actividad, sexo, región donde actúa el restaurante, nicho social, etc.

    Como buen sistema de planificación de la producción, por ejemplo, TecFood, funciona:

    • Definición del contrato y sus reglas;
    • Planificación de menús con gestión de los costos de materia prima y costos indirectos, a través de un presupuesto pre definido;
    • Control de la estacionalidad de los alimentos;
    • Acompañamiento financiero y nutricional de los menús;
    • Fichas técnicas de las preparaciones con las cantidades en per cápita. A través de las cantidades y número de comensales estimados es posible tener la cantidad y los costos planificados por Servicio;
    • Planificación de las compras basada en menús elaborados, saldo de stock, etc.;
    • Solicitudes y bajas diarias de stock, según los menús planificados y la ejecución de los ‘Servicios’ (Desayuno, Almuerzo, Merienda, Cena, etc.);
    • Gestión de las Unidades de Alimentación y Nutrición.

    Trabajando todas las informaciones de gestión en un solo sistema gestión para restaurantes corporativos

    Sabemos que, en el día a día de una central de producción para restaurantes corporativos, hay innumerables procesos por ejecutar, ¿no?,

    Y esto requiere de mucha organización y sabiduría por parte de cada gerente, especialmente cuando se trata de actividades como el control de producción y de stock, ya que, la pérdida de un pequeño detalle puede comprometer los números del negocio.

    De ese modo, cabe a los gerentes del área buscar soluciones que no solo mejoren el desempeño del equipo sino que también eviten problemas contractuales con sus clientes.

    sistema gestión para restaurantes corporativos

    Y es en este momento cuando aparecen los sistemas de gestión para restaurante corporativo, que vienen con la premisa de hacer aún más práctica la rutina de los profesionales de food service. En otras palabras, tener una gestión más estratégica que va mucho más allá de la consulta de calendarios y planillas manuales.

    Además, los gerentes más atentos también deben observar las nuevas tecnologías que han dictado tendencias dentro y fuera del escenario de la alimentación fuera del hogar, como es el caso de IOT (Internet of Things), traducido como Internet de las Cosas.

    Pero, antes de continuar con algunas funcionalidades que ofrece cada solución, enumeraremos a continuación algunos dolores que enfrentan los gerentes de unidades de alimentación, los cuales pueden ser resueltos con herramientas desarrolladas para la central de producción para restaurantes corporativos. ¡Vea!

    ¿Cómo reducir el desperdicio de alimentos en los restaurantes corporativos con la creación de una central de producción?

    Es casi imposible hablar de restaurantes corporativos sin siquiera tocar el tema del desperdicio de alimentos, ¿no es así?

    Sobre todo porque, este problema continua causando impacto en todo el escenario nacional e incluso mundial. Y las cifras, hasta ahora, no son menos alarmantes.

    “Según el informe Los rastros del desperdicio de alimentos: impactos en los recursos naturales, elaborado por la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO, sigla en inglés) en 2013, el mundo desperdicia aproximadamente 1.300 millones de toneladas de alimentos al año. Los efectos de ese desperdicio traen importantes pérdidas a la sociedad, que se traducen en pérdidas económicas, en el contexto de reducción de la oferta y el consiguiente aumento de los precios del producto. Se estima que las consecuencias económicas directas del desperdico de alimentos alcancen aproximadamente los 750.000 millones de dólares cada año. “

    Otro dato divulgado por la FAO (Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación) revela que aproximadamente el 14% de los alimentos se pierden incluso antes de que lleguen al comercio minorista.

    reducir el desperdicio de alimentos

     

    Conscientes de este problema, los gerentes suelen recurrir a estrategias para reducir este índice y, en este sentido, los sistemas de gestión para restaurantes corporativos aparecen como grandes aliados para resolver estos casos.

    A partir de la optimización de las planificaciones de menús, por ejemplo, es posible analizar indicadores como el número de comensales esperados diariamente, permitiendo un preparo más asertivo por cuenta de la central de producción, para el adecuado abastecimiento de los restaurantes corporativos.

    Otra funcionalidad del sistema para restaurantes corporativos que ayuda a reducir el desperdicio de alimentos es la indicación y confirmación de la cantidad de materias primas que se utilizarán en cada etapa de preparación de los alimentos, lo que permite una visión más horizontal de lo que se debe solicitar a la central de producción.

    Además, los sistemas de gestión para restaurantes corporativos también ayudan a los gerentes en el cálculo de sobras: sobra limpia y resto ingesta, colaborando para reducir desperdicios, ajustar fichas técnicas y analizar las preferencias de los consumidores de la Unidad.

    ¿Cómo brindar más agilidad a los restaurantes corporativos después de la entrega de alimentos pre procesados ​​a las UAN’s?

    Entender cómo funciona una cocina es fundamental para cualquier profesional del sector. Sin embargo, también es necesario saber cómo es posible acelerar aún más el trabajo en el sector productivo de los restaurantes corporativos, permitiendo que la comida llegue a las rampas de forma más asertiva y en menos tiempo.

    Una buena forma es adoptar una producción cadenciada que proporcione integración entre la cocina y el sector de atención, garantizando la satisfacción del cliente, además del acompañamiento en tiempo real del volumen de comidas ya servidas, lo que garantiza ganancias en productividad, ahorro y mucho más control.

    En este caso, el sistema de gestión de alimentos corporativo también surge como un aliado importante para los responsables del área. Y, también, cuando se trata de producción cadenciada un software con Inteligencia Artificial (IA) viene a desmitificar los desafíos de la producción, la gestión de costos y la buena atención al cliente en el restaurante.

    Por ejemplo: supongamos que su equipo de cocina sigue correctamente la planificación del menú, pero no puede preparar el alimento en tiempo hábil para servirlo a la hora determinada. Esto puede ser un desafío, ¿verdad?

    Para ello, es posible contar con soluciones, como el KDS de producción cadenciada, que optimiza los procesos internos del equipo de cocina, haciendo más práctica su rutina.

    ¡¿Usted sabe lo que es KDS? Del inglés Kitchen Display System, el sistema KDS se caracteriza por ser una herramienta tecnológica que tiene como objetivo, principalmente, incrementar el desempeño del equipo de profesionales que trabaja con la preparación de los alimentos.

    ¿Cómo funciona la tecnología KDS? A través de una pantalla asignada en la cocina, el KDS para la producción de alimentos exhibe lo que se debe preparar, además del tiempo necesario para preparar cada uno.

    Así, el equipo de producción o cocción de alimentos sabe exactamente lo que se debe entregar y en cuanto tiempo, sin comprometer la hora de almuerzo o cena de los empleados de la empresa contratante.

    De esta forma, sabiendo lo que se debe entregar y el tiempo estipulado, el equipo de cocina puede trabajar de manera más asertiva y rápida, evitando errores, problemas con la ejecución de alimentos e incluso el desperdicio de insumos.

    Otra funcionalidad importante que garantiza una mayor agilidad en la toma de decisiones es el rastreo de materia prima en restaurantes corporativos, que identifica la cantidad de productos e insumos durante la cadena productiva en tiempo hábil, lo que generalmente contribuye para que se tenga un producto final de calidad.

    El rastreo de las materias primas es un componente que garantiza más calidad para el proceso. El gerente de la unidad podrá mover, vía código de barras, por ejemplo, la mercancía y sus respectivos lotes, desde la entrada en el stock hasta la autorización para su preparación por parte del equipo de cocina. Este proceso permite el rastreo de los insumos dentro de los Restaurantes Corporativos y en la Central de Producción, a través de informes de gestión que se pueden emitir a cualquier momento, registrando los movimientos de insumos en sus locales de stock.

    Usted debe estar preguntándose: ¿qué pasa con mis diversos restaurantes que reciben alimentos pre procesados ​​de las centrales de producción, donde el rastreo puede ser útil?

    Para sus restaurantes corporativos repartidos por los alrededores, el sistema de rastreo de los productos alimenticios asegura, a su vez, que si hay un problema con los alimentos pre procesados, la causa sea más fácil de identificar. En este caso, la identificación del lote de productos, la devolución del producto, el registro de la justificación, la solicitud de un nuevo producto se vuelve mucho más simple.

    Inteligencia de las Cosas para el food service: ¿la solución a todos los problemas?

    Definida como una red de dispositivos conectados a internet que se comunican entre sí, la IoT – Internet de las Cosas (Internet of Things) – es una realidad hoy, y se convierte en un aliado importante en los más diversos escenarios en los que se incorpora. En el segmento de alimentos fuera del hogar, la IoT se puede implementar de varias formas.

    Por ejemplo, imagine que los gerentes de unidad tienen mucho trabajo para controlar todo lo que entra y sale de las cubas en un restaurante corporativo. Esto se debe a que también es necesario que los profesionales estén atentos a sus anotaciones para tomar la mejor decisión. En este sentido, la tecnología puede ejercer, a través de la captura de imágenes, la función de IoT reposición de cubas.

    Esta funcionalidad permite al gerente saber qué alimentos ya están en las cubas (y si es el momento de reponerlos), además de la temperatura de las comidas a través de sensores energizados para verificación. Todas estas informaciones, incluida la cantidad de personas que pasan por el restaurante, se cruzan y ayudan a los profesionales a resolver sus problemas más rápidamente.

    Otro ejemplo de la aplicación de la IoT es su uso para el control de temperatura en cámaras frías que almacenan alimentos -como camiones frigoríficos- y que transportan esta carga mediante sensores energizados. Mantener las condiciones sanitarias de los productos es fundamental y requerido por los organismos certificadores y reguladores.

    En este caso, este tipo de inteligencia permite la gestión remota, indicando a los gerentes de unidad y a las centrales de producción las ocurrencias en tiempo real, como problemas con el congelador o el propio vehículo, para que se puedan tomar medidas rápidamente.

    ¿Cómo resultado? ¡Más rendimiento e inteligencia a la hora de tomar decisiones en equipo!

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    Conclusión

    Para atender la demanda diaria y constante de la central de producción de restaurantes corporativos, los gerentes del área de food service deben pensar en estrategias para mantener todos los procesos de producción funcionando dentro de los estándares.

    Por ello, es necesario considerar soluciones tecnológicas, como los sistemas de gestión de alimentos corporativos, que optimizan la rutina de los profesionales y agilizan las entregas.

    Por otro lado, esta solución para la gestión de alimentos también es ideal para comprender la capacidad de entrega del restaurante corporativo, mejorando el trabajo de los gerentes y, especialmente, de las gerentes de unidad.

    Otro aspecto que merece atención son las tecnologías desarrolladas a partir de la Inteligencia de las Cosas (IoT), que vienen con la premisa de acercar a los clientes a los productos, brindando una experiencia diferenciada y única.

    Independientemente de si su concesionaria de alimentos tiene como estrategia las centrales de producción, o no, o la tecnología que debe utilizar, debe tenerse en cuenta que una buena planificación es fundamental en cualquier restaurante corporativo, especialmente para la central de producción de alimentos o para los sectores de producción de cada restaurante, que se ocupa directamente de cada ítem, además de los valores que forman parte de la cadena productiva.

    ¿Desea aprender más al respecto? Póngase en contacto con uno de nuestros consultores. Aproveche para aclarar todas sus dudas. ¡Hasta la próxima! 🙂