Autor: Marketing Teknisa

  • 07 erros ao planejar um cardápio

    07 erros ao planejar um cardápio

    Vários fatores podem influenciar um bom planejamento. Você está atento a tudo que pode estar atrapalhando o sucesso do seu cardápio?

    Nesse e-book você terá maior consciência das possíveis melhorias que você pode fazer na sua maneira de planejar o seu cardápio

    E o melhor: vamos te contar como minimizar cada um desses erros.

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  • Procesos bien definidos en restaurantes corporativos y reduccion de costes

    Procesos bien definidos en restaurantes corporativos y reduccion de costes

    Identifique los puntos críticos y garantice la reducción de costos y alta productividad en su restaurante corporativo.

    Hacer la gestión de costos de un emprendimiento es una tarea necesaria y, muchas veces también es considerada compleja.La búsqueda por herramientas innovadoras que faciliten este procedimiento se ha vuelto cada vez mayor.

    El mercado de food service, inclusive, ya sintió la importancia de la automatización de los procesos hace algún tiempo.Son varias las posibilidades ofrecidas por los software houses, sin embargo, es necesario estar atento al alcance de las soluciones comercializadas.

    Enumeramos cuatro factores necesarios que deben ser observados al momento de escoger su plataforma de gerenciamiento para obtener éxito en su operación.

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  • Processos bem definidos e identificação de pontos críticos garantem redução de custos em restaurantes corporativos

    Processos bem definidos e identificação de pontos críticos garantem redução de custos em restaurantes corporativos

    Processos bem definidos e identificação de pontos críticos garantem redução de custos em restaurantes corporativos

    Para garantir a redução de custos e aumentar a produtividade em seu restaurante corporativo, é crucial ter processos bem definidos e identificar pontos críticos. Empresas de alimentação fora do lar têm se destacado ao integrar setores como compras, estoque e planejamento, e aplicar boas práticas de análise financeira para eliminar desperdícios e custos desnecessários, inclusive em tributação.

    Além disso, a gestão eficiente e a integração de todos os setores são essenciais. Utilizar um sistema ERP especializado em gestão de alimentação, como o TecFood, pode ser a solução ideal. Esse software é amplamente utilizado e referenciado no segmento de alimentação coletiva.

    A otimização do tempo e a obtenção de melhores resultados são possíveis com essas práticas integradas.

    Saiba mais lendo o e-book que preparamos para você!

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  • 5 dicas para otimizar os processos da Central de Produção e dos Restaurantes Corporativos

    5 dicas para otimizar os processos da Central de Produção e dos Restaurantes Corporativos

    O trabalho da central de produção vai muito além de garantir que os produtos pré-processados ou prontos cheguem até seu destino, no caso as empresas que têm refeitórios próprios ou aos restaurantes terceirizados (UAN).

    Também é necessário que os gestores da área se atentem a outros processos que estão diretamente interligados a essa rotina, buscando por soluções que otimizam desde o planejamento do cardápio até o controle de estoque do estabelecimento.

    Para te auxiliar com a decisão de adotar um sistema para restaurantes corporativos, separamos algumas dicas neste e-book, preparado para gestores antenados e que buscam otimizar o controle de produção em sua empresa de alimentação fora do lar. Boa leitura!

    Boa leitura!

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  • Nota fiscal: Saiba como otimizar a emissão do PAF-ECF, do SAT ou da NFC-e

    Nota fiscal: Saiba como otimizar a emissão do PAF-ECF, do SAT ou da NFC-e

    Quando falamos de um cenário que contempla, principalmente, o varejo, é comum que uma das siglas PAF-ECF, SAT e NFC-e apareçam com certa frequência junto ao controle de nota fiscal. Se você é gestor, ou exerce algum cargo de liderança que exige tomadas de decisão acertadas sabe que ter o controle das taxas, tributos etc. é fundamental , pois quando se trata de  grandes volumes de compras pode-se ter uma economia relevante para o seu negócio.

    No entanto, antes de falarmos um pouco mais sobre esse assunto, pense sobre as perguntas a seguir: você está atento às melhores práticas para a gestão de controladoria? Utiliza alguma ferramenta ou software que o auxilie, por exemplo, na emissão de notas fiscais?

    Caso sua resposta seja não, saiba como obter excelência na Gestão de Controladoria da sua empresa. Agora, se sua resposta for sim, ótimo, talvez seja interessante examinar outros pontos de desempenho de sua ferramenta e até mesmo o valor que é pago por esse seu software de gestão de PAF-ECF, do SAT ou da NFC-e para saber se o custo-benefício está adequado ao seu bolso. A Teknisa está pronta para te ouvir e fazer essa avaliação com você! Fale com a gente!

    Ao realizar a gestão dos negócios, certamente você já identificou que algumas rotinas administrativas não possuem margem de erro, não é mesmo? Esse é o caso quando falamos da emissão de nota fiscal, uma vez que a sua empresa está suscetível às implicações relacionadas às obrigações legais vigentes em nosso país.

    A emissão de notas fiscais é uma tarefa obrigatória, e o processo, quando executado da forma correta, não implica em grandes transtornos ao gestor ou ao empresário. Porém, muitas vezes, ao realizar essa rotina burocrática, podem ocorrer certas adversidades, como o lançamento de um dado incorreto.

    Para fugir dessas possíveis armadilhas, o gestor deve buscar por ferramentas adequadas a fim de tornar a emissão de NFe mais ágil e menos suscetível a falhas.

    Assim, com o uso da ferramenta adequada, o gestor poderá utilizar sistemas para a automação em processos fiscais, contando com a configuração e a aplicação das leis, garantindo assim, a melhora do seu desempenho.

    E quanto ao controle das regras fiscais determinadas nesse processo? Como garantir o cumprimento das normas fiscais?

    Sem um bom sistema para controle das regras fiscais é difícil obter êxito, e é o que falaremos no próximo tópico. Aproveite a leitura para ficar por dentro desse assunto!

    1. Como atingir a Parametrização Fiscal Centralizada?

    Na gestão de uma empresa é fundamental ter mais controle no tratamento das regras fiscais. Obter mais expertise com essa demanda deve ser um dos seus objetivos para atingir uma gestão eficaz.

    A partir disso é que se percebe a necessidade de implantar um software de gestão que auxilie os líderes a cumprirem suas rotinas administrativas, como a emissão de notas fiscais, sem comprometer o prazo de entrega e tampouco sua regularização com a Receita Federal.

    Dessa forma, por meio de software para gestão contábil, fiscal e financeira é possível parametrizar os processo que envolvem essas áreas em determinadas etapas como:

    • Atendimento às legislações e suas obrigações;
    • Aprovação dos impostos;
    • Consolidação das informações fiscais;
    • Transmissão eletrônica de notas fiscais;
    • Integração dos impostos a recolher com o financeiro, entre outros.

    com software, dá para se parametrizar: compliance legislativo, aprovação dos impostos, consolidação fiscal, transmissao de nfe, integração do fiscal com o financeiro

    2. O que é NFC-e?

    Semelhante à Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), a Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica (NFC-e) consiste em um documento utilizado para vendas ao consumidor final, transmitido pelo estabelecimento varejista à Secretaria da Fazenda no momento em que a compra online é realizada.

    Para que a NFC-e seja executada, é preciso conexão com a internet. Caso realizada fora da rede (off-line), existem regras de contingência que devem ser respeitadas pelo profissional responsável.

    Diferentemente da SAT e do PAF-ECF, não há necessidade de se instalar nenhum equipamento para a emissão do documento. Dessa forma, o processo se torna ainda mais prático, já que independe de qualquer espaço físico para ser executado.

    Vale lembrar que, como o documento é emitido online, você pode fazê-lo através de qualquer dispositivo móvel como smartphone ou tablet. Ressaltando que, como é armazenada apenas digitalmente, a NFC-e não necessita ser impressa.

    Entre as principais vantagens em se aderir à NFC-e (Nota Fiscal Eletrônica do Consumidor) estão:

    • Aprimoramento da gestão dos documentos;
    • Diminuição dos gastos com impressão;
    • Economia para armazenar documentos fiscais;
    • Plano de contas integrado com a Receita, entre outros.

    NFC-e: é necessário conexão com internet. não ha necessidade de instalar equipamentos para emissao

    3. Definição de SAT

    A sigla SAT designa Sistema Autenticador e Transmissor, e sua execução se dá por meio de um programa de computador fornecido por uma empresa credenciada pela Secretaria da Fazenda, que é responsável pela emissão e validação do Cupom Fiscal Eletrônico (CF-e).

    É importante destacar que, para utilizar o sistema, o contribuinte deverá possuir um certificado digital, que será usado pelo SAT para fins de assinatura digital e transmissão de todos os dados da venda da loja ou do comércio varejista.

    SAT: depende de um programa fornecido por empresa credenciada. Necessita de certificado digital para fins de assinatura

    4. Entendendo o PAF-ECF

    O PAF-ECF, descrito como Programa Aplicativo Fiscal – Emissor de Cupom Fiscal, nada mais é do que uma impressora utilizada para a emissão de cupons fiscais. Contudo, para que seu funcionamento se consolide, é necessário que a ordem de impressão seja feita a partir de um software específico com este objetivo, como é o caso da PAF.

    Um dos grandes benefícios desse emissor, é a capacidade de armazenar em sua memória todos os cupons fiscais e imagens emitidas. Dessa forma, não é necessário ter conexão com a internet para o acesso às informações. Entretanto, manutenções devem ser realizadas por empresas credenciadas pelo fisco para se evitar a perda dos totalizadores salvos no ECF.

    Em contrapartida, devido às exigências que a legislação propõe para o uso desta aplicação — como a não implantação em softwares não previstos pelas regras ou funcionalidades que interferem no desempenho das máquinas em que estão instaladas — os comerciantes têm optado pela SAT ou NFC-e, buscando flexibilidade quanto ao manuseio em seus PDV.

    PAF-ECF: não necessita de conexão com internet, informações armazenadas na memoria interna, necessita de software especifico e manutencao especializada

    O que é ERP e como essa tecnologia te auxilia com a gestão da Nota Fiscal?

    ERP: Enterprise Resource Planning em inglês e em português pode ser traduzido como Planejamento dos Recursos da Empresa. O software ERP é um conjunto de softwares de gestão de várias áreas de uma empresa. O ERP reúne, unifica e compartilha informações relevantes entre os departamentos em um fluxo que promove alto desempenho dos processos e das atividades. Um dos sistemas que compreende o ERP é o de gestão contábil/fiscal que auxilia a empresa com seus processos internos como um todo, centralizando-os em uma única plataforma. O sistema ERP incorpora processos das  áreas e gera benefícios que refletem como diferenciais competitivos.

    Diferenciais competitivos referentes à área fiscal, contábil e financeira têm a ver  com o cumprimento de todas exigências legais e também com redução de custos. Um sistema fiscal pode e deve impulsionar a produtividade dentro da área fiscal/financeira de uma empresa. As funcionalidades devem ser pensadas para promover alto desempenho na execução das tarefas do setor fiscal/contábil, pois visam automatizar processos e garantir cumprimento das regras fiscais sem causar retrabalhos, entre outros erros.

    Redução de custos no departamento fiscal? É possível?

    Redução de custos em um departamento financeiro, fiscal e contábil está ligada ao aumento da produtividade e entrega de resultados coerentes. Utilizar um sistema na automatização de processos fiscais, viabiliza o cumprimento das atividades fiscais necessárias e aumenta a eficiência no recolhimento de todos os tributos e geração de informações consolidadas e seguras para a empresa.

    Automatização de processos e a centralização de documentos fiscais, fazem parte da organização que pode promover redução de custos. Por exemplo, na ‘manifestação do destinatário’ manter centralizadas e saber antecipadamente de todas as Notas Fiscais Eletrônicas emitidas contra o CNPJ de sua empresa é essencial e evita problemas com fraudes etc.

    Sonegador, um triste título para aqueles que têm sua contabilidade irregular. Porém, existe uma diferença entre aquele que não paga porque não tem lucro e nem recurso, e aquele que obtém lucros e recursos suficientes, mas não recolhe tributos.

    A carga tributária no Brasil é excessivamente alta e possui um sistema de arrecadação burocrático, complexo e oneroso, compreendido entre taxas e tributos, que, sabemos, não traz retornos tangíveis, ou seja, muitos impostos e poucos serviços. E não para por aí. Não raro, temos notícias de aumento dos impostos, e estes com cargas tributárias muito elevadas. Há quem afirme que estas taxas, do ponto de vista da legalidade, são discutíveis. Cabe ao empresário manter a empresa viva, mesmo sendo sufocada pelo emaranhado de números a pagar. Ainda é mais grave quando o software para gestão da emissão de notas fiscais não é tem alto desempenho.

    Arcar com todas as obrigações tributárias requer um jogo de cintura esgotante, por isso contar com um sistema para gestão tributária é fundamental. Trabalha-se muito sem nada retirar em benefício próprio. A escolha está entre pagar os funcionários, aluguéis e matéria-prima, deixando de pagar alguns dos impostos, ou ter a situação regularizada junto aos governos municipais, estaduais e federais.

    A primeira opção é uma tentativa esperançosa, pois estes empresários acreditam que, vencendo as dificuldades passageiras, conseguirão logo pagar os tributos. Em uma negociação entre franqueador e franqueado, por exemplo, o momento pode ficar tenso, pois seus balanços e demonstrações financeiras estão comprometidos.

    Então, o empresário está novamente em um momento de difícil decisão: abrir o jogo mostrando os resultados ou não. Omitir estes resultados pode, inclusive, gerar uma bola de neve, porque os candidatos a gestores, mais dia ou menos dia, vão sentir isso na própria pele. E a dor não será só dele, é um efeito em cadeia. Para permanecer na legalidade, as empresas são obrigadas a embutir em seus produtos o valor dos tributos e os custos burocráticos de recolhê-los.

    Como se não bastasse, tem-se que concorrer com as empresas que não pagam tributos e, por isso, conseguem ter um preço menor. Investir no marketing e aumentar o poder de compra pode ser uma boa saída. Além disso, fazer uma análise minuciosa e um planejamento tributário de ações judiciais e de outras formas lícitas de reduzir os ônus pode ser revelador, pois é comum se deparar com um quadro em que se paga mais do que se deve ou paga o que não se deve. As formas lícitas se referem à pequenas aberturas da lei, a elisão fiscal (Baixe o e-book e saiba mais sobre “Elisão Fiscal”.

    Como lidar com as inconsistências relativas aos tributos?

    É da responsabilidade do Fisco combater os abusos. Junto à lei, todo caso é estudado e argumentado como único. Usa-se como base o princípio da razoabilidade e da moralidade. Fica claro que um advogado com tal habilidade é imprescindível, mesmo porque é arriscado ir tomando atitudes às avessas e acabar como um fora da lei.

    Perante essa situação, muitos param e pensam: controlar ou não meu estabelecimento? A resposta é sim. É possível encontrar, através de controles disponibilizados por um software para gestão fiscal, procedimentos que permitem verificar inconsistências relativas a tributos.

    Então, para a escolha do melhor software para gestão contábil e financeira, é preciso observar se ele possui travas, ou seja, se parametriza o imposto que o contador instrui, o que deve ser tributado e o que não deve.

    O positivo dessa história é que, se o sistema foi habilitado conforme a consultoria contábil e a advocacia tributária, ele criticará qualquer coisa diferente nos documentos. O sistema de gestão fiscal deve não permitir entradas divergentes ao princípio instituído, a não ser que alguém autorize isso. A maior parte dos sistemas disponíveis no mercado apenas importa as notas fiscais. O imposto dessas é digitado sem critério.

    Geralmente, não se faz conferências a respeito das notas fiscais e seus impostos, ou seja, taxas podem ser incluídas quando não deveriam ser ou até mesmo deixando ser incididas.

    Exemplificando melhor: se um empresário comprou um produto novo e não sabe se ele deve tributar ou não,  por exemplo, um papel higiênico de folha simples tem uma tributação, e um de folha dupla, que vem do sul do país, tem outra condição diferenciada de imposto. Se o software de gestão fiscal e contábil foi parametrizado para não permitir esse tipo de ação, ele não aceitará essa compra, logo, protege a empresa de pagar aquilo que não planejou pagar.

    O certo é validar e consistir o imposto na hora de lançar a nota fiscal e só permitir o que está previsto. Ter o controle nas mãos faz toda a diferença, pois no final de tudo, instaura-se uma economia gigantesca quando estamos falando um grande volume de compras.

    Os sistemas da Teknisa detêm um diferencial que merece destaque: ambiente único de parametrização de impostos

    No departamento fiscal o planejamento dos processos internos deve ser realizado com o objetivo de eliminar falhas e suas graves consequências. Prever ações referentes às obrigações fiscais e seus prazos de vencimento é garantir que todos os compromissos sejam cumpridos. Por isso mesmo a solução fiscal da Teknisa tem o recurso ‘Parametrização Fiscal em uma só tela’, que facilita o dia a dia dos profissionais da área financeira e contábil. Assim é possível controlar as rotinas internas com agilidade e assertividade, evitando complicações por deslizes.

    Dessa maneira, em uma única tela do sistema, o gestor pode fazer toda a parametrização fiscal de forma centralizada. Melhorando as ações que envolvem processos como, a geração de guias, impostos a pagar, geração de livros fiscais, aprovação de impostos, consistência de documentos etc.

    Automatização de processos por meio de sistemas fiscais

    Sabe-se que, independente do porte do seu empreendimento ele terá obrigações legais que deverão ser cumpridas a rigor e com a máxima clareza para que a sua empresa atenda todas as demandas de contabilidade fiscal e gerencial. Por isso, é essencial contar com um sistema ERP que aprimore e proporcione assertividade na gestão de sua empresa.

    Assim, automatizando os processos e contando com uma tela única para realizar parametrizações, como é o caso dos sistema fiscal/financeiro da Teknisa, a gestão fiscal poderá ser parametrizada com a consolidação das informações fiscais, aprovação dos impostos, cancelamento eletrônico, entre outras vantagens.

    Poder contar com vantagens proporcionadas por um bom sistema ERP para gestão contábil, fiscal e financeira é ideal para que os serviços não sejam faturados sem medições ou apropriações de horários, ou faturar automaticamente todos os vencimentos por competência, e também otimizar seu tempo gasto para o processo de faturamento.

    Além disso, outras vantagens serão atribuídas como o controle dos documentos por meio da gestão dos dados fiscais, que facilita a entrega das obrigações acessórias federais (SPED, contribuições, etc.) estaduais (SPED fiscal) e municipais, a Integração online com os módulos do ERP e muito mais.

    Acompanhar as várias mudanças que acontecem na legislação tributária é um dos desafios dos gestores, e um bom sistema para gestão fiscal pode se manter atualizado quanto às alterações, garantindo que todas as obrigações sejam observadas.

    Para garantir o ‘Compliance Fiscal‘ é necessário contar com um sistema fiscal e observar todas as normas legais que precisam ser seguidas, evitando multas e outras penalidades.

    CTA e-book épico fiscal contábil

    Conclusão

    Com esse conteúdo, buscamos demonstrar que para o gestor obter mais segurança e consolidação nas informações em vários níveis organizacionais, é necessária a adesão a soluções tecnológicas que contribuam para otimizar o processo de emissão de nota fiscal.

    Diante do que foi dito sobre PAF-ECF, SAT ou NFC-e, você deve avaliar os sistemas mais adequados, de acordo com a sua condição financeira e adotá-los para aumentar a performance do seu negócio.

    Assim, mais importante que se preocupar com a assiduidade da emissão de notas fiscais é poder contar com um software que torne o processo mais ágil e prático, garantindo também que todas as variáveis utilizadas sejam devidamente faturadas e recebidas.

    Além disso, com a tecnologia ERP e as soluções fiscal/contábil sua empresa terá o controle dos documentos por meio do mapa de apuração, pré-validando todos os dados fiscais.

    Por meio da integração do software ERP Pebbian, da Teknisa, é possível ter a certeza de que os valores faturados serão enviados, ou seja, as notas fiscais e as contas a receber.

    Quer saber mais? Entre em contato com um dos consultores da Teknisa e conheça mais as soluções de quem possui expertise de mercado!

    Não se esqueça de comentar abaixo o que você achou do texto. Compartilhe também em suas redes sociais. Esperamos ter te auxiliado a tomar a melhor decisão. Até a próxima! 🙂

  • Gestão de almoxarifado e estoque em indústrias: quais os problemas mais comuns?

    Gestão de almoxarifado e estoque em indústrias: quais os problemas mais comuns?

    Em uma indústria são inúmeras as atividades que devem ser realizadas diariamente para garantir o bom funcionamento e a produção local. E é claro que a gestão de almoxarifado e estoque em indústrias faz parte desse conjunto de tarefas, entretanto, alguns problemas lhes são comuns em vários casos, o que torna este tipo de tarefa em um trabalho de atenção e estratégia.

    Esse processo envolve, principalmente, a conservação das matérias-primas e dos itens que serão armazenados para produção em suas prateleiras. Por isso, é essencial garantir que os procedimentos sejam realizados da forma correta. Nesse caso, a atenção deve ser redobrada!

    Assim, o gestor da indústria não corre o risco de perder materiais e arcar com prejuízos financeiros em larga escala.

    No entanto, esse tipo de controle, a depender de como é feito, pode representar um grande desafio aos profissionais das mais diversas áreas. Isso porque não estamos falando apenas de dois ou três tipos de produtos, mas de centenas de insumos e mercadorias que necessitam de igual atenção.

    Então, como garantir o sucesso da operação gestão de almoxarifado e estoques? Saiba que, por meio de softwares de gestão específicos, como o ERP, é possível otimizar esse processo, tornando o acesso às informações mais ágil e estratégica.

    E é sobre a solução ERP para gestão de almoxarifado e estoques que vamos falar hoje. Quer saber mais? Então, continue nos acompanhando. 🙂

    Vamos começar explicando: O que é ERP?

    Primeiramente, é importante entender o conceito de ERP e que tipo de solução essa tecnologia oferece a uma empresa ou indústria. Você está familiarizado(a) com esse termo?

    O que é ERP?

    ERP é uma sigla derivada do termo Enterprise Resource Planning, sendo que a tecnologia ERP surgiu no mercado com o intuito de integrar todas as informações estratégicas de um negócio em apenas uma ferramenta.
    O software ERP facilita o acesso dos gestores aos dados e permite que eles tomem decisões mais assertivas e em menor tempo.

    Em outras palavras: é poder gerir toda a empresa em um só lugar, a incluir alguns de seus principais segmentos como:

    • Financeiro e Contábil;
    • Compras e Vendas;
    • Capital Humano;
    • Fabricação;
    • Marketing;
    • Entre outros.

    A princípio, o sistema ERP é a solução que todos os gestores de empresas e indústrias precisam, certo?

    No entanto, é necessário se atentar a alguns cuidados antes de implantar a tecnologia ao negócio, como avaliar as reais necessidades da organização ou se o software adotado é capaz de ser executado em dispositivos móveis, por exemplo.

    Mas, o que é muito importante: entender se o sistema ERP oferece um módulo de gestão de almoxarifado e estoque que permite ao gestor acompanhar as etapas de recebimento, armazenagem e distribuição de forma mais prática e apurada.

    Em caso de resposta afirmativa, contar com solução ERP e como o sistema de gestão de almoxarifado pode aumentar a performance da sua equipe, convertendo seus resultados em uma receita maior.

    Mas, como o sistema ERP atua, de fato, na gestão de estoque e auxilia os gestores a atuar com mais expertise no controle das indústrias? Continue acompanhando! 🙂

    ERP para almoxarifado: a tecnologia como pilar do setor industrial

    Isso quer dizer que, sem um controle apropriado de cada segmento de uma organização, as chances da companhia fechar as portas para o mercado são ainda maiores

    gestão eficiente

    Sabemos que o segmento de indústrias é muito competitivo. Isto é, não adianta ter todo um trabalho para fabricar um produto se ele não trouxer um retorno financeiro significativo. Sem contar a qualidade da mercadoria, que deve ser sempre o principal foco antes, durante e após a produção.

    Até porque, para que cada produto ou matéria-prima chegue às prateleiras das lojas, existe todo um processo a ser seguido, que faz muita diferença no fim das contas. Sendo assim, é primordial atentar-se ao cuidado de cada uma das mercadorias.

    Naturalmente, você deve imaginar que a tecnologia, como é o caso do sistema ERP, é uma importante aliada ao setor de indústrias. Essencial, diga-se de passagem.

    Agora pense conosco: e se você pudesse ter acesso às informações de cada produto em tempo hábil, proporcionando uma gestão de estoque de forma mais assertiva? Com o software adequado à indústria, é possível! Entenda a seguir. 🙂

    Gestão de Estoque: quais os problemas mais comuns?

    Se um cliente chega a um estabelecimento e pede por um produto que não é entregue porque a mercadoria não está disponível, isso significa que a gestão do almoxarifado e estoque não está sendo realizada da forma correta.

    Seja em uma empresa ou em uma indústria, os problemas são praticamente os mesmos, até porque, todos eles envolvem a falta de logística, que pode comprometer tanto a expedição quanto a distribuição dos produtos em cadeia.

    Mas, você sabe quais são os problemas mais comuns que os gestores enfrentam quando o assunto é gestão de estoque e almoxarifado em uma indústria? Vamos enumerar alguns deles, acompanhe!

    Gestão de almoxarifado e estoque: principais problemas

    1. Não realizar o inventário de estoque com frequência

    Este item não é necessariamente um problema, mas pode acarretar muitos prejuízos, já que a conferência do inventário realizada mensalmente, ou a cada quinze dias, dificulta a visão do gestor sobre os produtos no estoque ou almoxarifado.

    Isso acontece porque se o colaborador responsável faz esse levantamento de forma espaçada, é muito provável que o número dos produtos físicos em estoque não seja condizente com o descrito no relatório.

    A partir daí, os gestores devem fazer uma investigação minuciosa, a fim de descobrir o porquê dos valores não coincidirem. Sem contar que, enquanto isso, ocorrências como o vencimento de produtos, a perda de mercadorias (como um frasco que se quebrou) e até desvios podem acontecer, dificultando ainda mais a apuração do inventário.

    Como solucionar? Com o sistema ERP para indústrias, os gestores, atentos à listagem de produtos centralizados na ferramenta, poderão fazer a conferência do inventário de estoque mais rapidamente, e o que é melhor: com mais frequência.

    Evite o descontrole e a perda de produtos

    2. Descontrole das informações referentes ao almoxarifado em indústrias

    Continuando com o assunto de falta de controle, o descontrole de informações é outro problema bastante comum enfrentado por empresas e indústrias.

    É comum que, em se tratando do segmento de almoxarifado e estoque, as informações cheguem aos montes aos profissionais envolvidos, cabendo a eles aplicar uma metodologia para lidar com cada número. Porém, muitas vezes a ferramenta de gestão não costuma ser a mais indicada.

    Empresas de logística ainda utilizam planilhas

    Isso sem contar que são muitas as indústrias que optam por relatórios em que os dados são levantados manualmente.

    Por que utilizar planilhas e um software não específico para gestão de almoxarifado é um problema? No dia a dia de empresas e indústrias, são inúmeros os dados que chegam a cada momento e, muitas vezes, acompanhá-los por meio de ferramentas manuais pode demandar muito tempo e até performance dos profissionais responsáveis.

    Outro agravante é que os colaboradores estão vulneráveis a erros, como contar um produto para mais, ou até mesmo digitar um valor incorretamente na planilha. Como resultado? Muito retrabalho!

    Como solucionar? Digitalizando a rotina e automatizando processos por meio do sistema ERP, o gestor centraliza as informações do almoxarifado e estoque de forma prática, podendo acompanhar a entrada e saída de produtos com muito mais rapidez.

    Isso contribui para um controle de mais qualidade, além de capacitar os profissionais a desempenharem a função com mais agilidade, e o que é melhor, canalizando suas habilidades em outras atividades até mais importantes dentro da organização. Em outras palavras: é não perder um dia inteiro preenchendo planilhas ou relatórios manuais.

    Com isso, você evita o descontrole das informações e toma decisões com mais sabedoria, sempre tendo em mãos os números corretos de sua indústria.

    3. Limitação quanto ao acesso de dados do almoxarifado presos em computadores isolados

    Já que tocamos no assunto “ter em mãos os números de sua indústria”, nada mais apropriado do que destacar aqui o terceiro problema enfrentado pelos gestores: a limitação quanto ao acesso de dados.

    Comumente, em indústrias, as informações de almoxarifado e estoque ficam restritas a máquinas específicas alocadas no espaço físico da organização, muitas vezes fora da rede física.

    Além de limitar o acesso dos profissionais, esse tipo de cenário também não garante a segurança das informações, já que um simples defeito em um computador pode comprometer todos os dados já registrados.

    Imagine a seguinte situação: um colaborador, que não se encontra na indústria, precisa acessar um dado específico do estoque para tomar uma decisão importante. Essa restrição o fará dependente não apenas dos hardwares mas também de outros colaboradores, certo?

    Investir em uma tecnologia ERP

    Como solucionar? Investindo em uma tecnologia ERP, o gestor não apenas conta com os dados estratégicos centralizados na ferramenta, como também garante a mobilidade no acesso aos dados, já que é possível visualizar todos as informações através da tela de smartphones e tablets.

    Dessa forma, o profissional, estando na empresa ou não, pode garantir um controle mais ágil e independente do estoque. Isso gera mais autonomia tanto para o líder quanto para o colaborador.

    Ah, nem precisamos reforçar que a mobilidade também auxilia na rápida tomada de decisões, não é?

    4. Falta de segurança das informações referentes ao almoxarifado e estoque por não estarem na nuvem

    A segurança da informação é um tópico em evidência já que as organizações, e também as pessoas, encontram-se vulneráveis a ataques virtuais e até mesmo à perda de dados causadas por diversos motivos.

    Em uma indústria, o grande número de dados gerados a cada dia precisam ser armazenados da melhor forma. Lembra-se do item anterior, referente à limitação do espaço ao acesso das informações? Esse é um fator de risco.

    Isso porque se os dados estão salvos apenas em determinadas máquinas, o que acontece se, por alguma razão, elas pararem de funcionar ou coisa do tipo? As informações serão perdidas.

    Com isso, os gestores terão muito retrabalho para reunir tudo o que já foi registrado novamente. E aí você já sabe: muito tempo investido para nenhum retorno efetivo!

    Como solucionar? O ideal é contar com uma solução que garanta que as informações da indústria sejam armazenadas em nuvem, isto é, em uma rede não física que garante o salvamento dos dados, bastando apenas o acesso à internet para sincronizar os números.

    O software ERP garante o armazenamento eficiente e gestão em nuvem

    5. Falta de atenção quanto ao armazenamento de produtos e insumos

    Em uma indústria, o armazenamento de produtos e matérias-primas é, muitas vezes, realizado no setor de almoxarifado. Ou seja, esse espaço exige uma atenção especial e é determinante para a produção de mercadorias.

    Apesar disso, muitas empresas acabam não tendo um bom resultado por não tratarem o almoxarifado como, de fato, é necessário.

    Sendo assim, aqui vale uma reflexão: como você trata todos os diferentes elementos que chegam na sua indústria para produção?

    Para não ter contratempos com a Vigilância Sanitária, e ficar longe de notificações e, principalmente, de embargo do seu estabelecimento, é imprescindível atentar-se às divisões do almoxarifado.

    Como solucionar? Existem ferramentas especializadas, como o sistema ERP, que te auxiliam na organização dos itens que precisam ser armazenados separadamente, como: os secos, os úmidos, os inflamáveis, os perecíveis, os reagentes, os produtos que precisam de abrigos de luz e constante ventilação, entre outros.

    E é nesse contexto que reforçamos a importância em adotar os softwares de gestão, que tornam a gestão de estoque e do almoxarifado mais estratégica.

    ERP te proporciona mais controle e evita desperdícios

    Conclusão

    A gestão correta de almoxarifado e estoque é essencial em qualquer indústria. Até porque, a falta de logística nos processos pode comprometer desde a armazenagem e distribuição até a expedição de mercadorias.

    No entanto, quem investe na implantação de ferramentas tecnológicas de gestão, como é o caso do sistema ERP para indústria, reduz o índice de alguns problemas e resolve questões que podem comprometer o negócio.

    Benefícios do software ERP para gestão de estoque e almoxarifado:

    • Mais praticidade no levantamento do inventário de estoque;
    • Mais mobilidade na conferência do almoxarifado e estoque;
    • Mais detalhamento e centralização das informações;
    • Menos limitação quanto ao acesso de dados;
    • Mais segurança das informações;
    • Menos retrabalhos na gestão.

     

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/4RIYkq-5tSk“]

     

    Sabendo de tudo isso, busque um sistema que te auxilie na tratativa dos vários estoques da sua indústria, e, ainda, o estoque de quarentena, de produto acabado e de terceiros.

    Com um bom software para indústria, você também conseguirá criar vários almoxarifados no sistema, intitulá-los e ainda vincular ao local de estoque adequado.

    Ficou interessado e quer saber mais? Entre em contato com um de nossos consultores e tire todas as dúvidas sobre o assunto. O bate-papo é sem compromisso.

    O conteúdo foi útil para você? Deixe a sua opinião abaixo. Esperamos ter auxiliado em sua gestão, tornando-a mais simples e prática. Até a próxima! 🙂

  • Como otimizar o processamento de alimentos na central de produção e nas UANs

    Como otimizar o processamento de alimentos na central de produção e nas UANs

    O dia a dia em uma central de produção costuma ser de grande movimento. Ter como otimizar o processamento de alimentos e o planejamento de produção é mesmo um desafio tanto para as centrais de produção quanto para a UANs – Unidades de Alimentação e Nutrição. Isso quer dizer que sempre há muito trabalho, principalmente no que se refere ao plano de produção do que será entregue às UANs , ou seja, aos Restaurantes Corporativos, que englobam desde alimentos in natura e processados, pré-processados e até mesmo as refeições prontas – entrega de marmitas, quentinhas ou transportadas como são mais conhecidas.

    Porém, antes que os alimentos cheguem às cubas dos Restaurantes (UAN) ou até ao prato do cliente, é necessário se atentar a alguns processos.

    O fato é que, em alguns casos, o planejamento de cardápio de uma cozinha pode ser decidido horas antes do início do preparo das refeições pelo setor de produção do restaurante corporativo, restando à equipe responsável contar com a sorte de ter em seu estoque os ingredientes necessários para cada opção disponível no cardápio daquela unidade de alimentação específica.

    Por isso, o gestor ou os nutricionistas responsáveis por tal restaurante corporativo ou UAN devem se atentar a algumas práticas de mercado, que asseguram toda a assertividade dos processos realizados. Observando até mesmo a qualidade do que é servido à mesa dos comensais de maneira que sejam cumpridos com êxito e em tempo hábil, oferecendo sempre uma alimentação saudável. Uma dessas práticas é poder contar com uma central de produção, por exemplo.

    Sendo assim, vamos debater neste texto algumas das principais necessidades para que a gestão da central de produção, setor que normalmente fica à parte do restaurante corporativo, desempenhe um trabalho assertivo. Além disso, entenderemos como os sistemas para gestão em alimentação podem auxiliar os gestores das centrais de produção e ao mesmo tempo os das UANs.

    Continue acompanhando para saber mais! Vamos lá? 🙂

    O que é uma Central de Produção de Alimentos?

    Primeiramente, é importante entender o que é uma central de produção. Vamos expandir o significado?

    Uma central de produção é uma área criada por uma empresa de gestão terceirizada em alimentação que separa uma equipe e um local, exclusivamente, para a realização da pré-produção e/ou produção de alimentos. A central de produção de alimentos prepara e distribui, por exemplo: as carnes pré-processadas, refeições congeladas, refeições prontas etc. para as Unidades. Também ocorre de as centrais de produção entregarem as refeições transportadas, como comumente são chamadas, para a empresas contratantes deste tipo de serviço.

    Em outras palavras, é onde os alimentos são descascados, desossados, picados, triturados, pré-cozidos, cozidos, refrigerados, congelados etc., os quais são distribuídos a restaurantes ou unidades de alimentação (UAN) instauradas dentro de indústrias, complexos de resorts e hotéis, grandes obras de construção civil, entre outros.

    Assim, além de otimizar a rotina operacional das cozinhas corporativas, a central de produção de alimentos pré-processados também contribui para a redução dos gastos pelas empresas contratantes, já que não é necessário a contratação de um profissional (como um açougueiro que lida com os cortes de carne, por exemplo) para auxiliar no preparo diário das refeições.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/RHQHOuMl76I”]

    Para que serve uma Central de Produção de Alimentos?

    Uma concessionária de alimentação pode escolher como estratégia contar com uma ou com várias centrais de produção de alimentos. Sendo assim, a CPDA pode servir a várias Unidades Administradas / Restaurantes Corporativos.

    Imagine uma empresa X que atende a 50 indústrias na região Sudeste e 30 no Nordeste do Brasil. Em cada empresa dessa lista existe uma cozinha instalada, isto é, terceirizada. Porém, a maioria dos alimentos a serem preparados, conforme os cardápios definidos, são enviados pelas centrais de produção, prontos para serem aquecidos ou cozidos, o que reduz mão de obra, equipamentos e o tempo de preparo dos pratos.

    Ainda nesse cenário, é essencial que essa central de produção possa garantir a qualidade dos alimentos preparados. Para isso, os profissionais nutricionistas devem se atentar às melhores práticas como:

    Estruturar células que separam, limpam e preparam os gêneros alimentícios por classificação: vegetais, carnes, peixes, aves etc. O que evita a contaminação cruzada;
    Saber administrar os restos não utilizados (lixos) de forma heterogênea, o que também minimiza riscos à saúde dos comensais;
    Contar com equipamentos específicos para cada tipo de função desempenhada para uma performance mais assertiva da equipe, entre outros.

    Dessa forma, o consumidor final (o comensal) poderá usufruir dos alimentos que serão servidos, com mais qualidade e segurança.

    Vale lembrar que, garantir a satisfação dos clientes que se alimentam todos os dias em locais de trabalho, assegura a permanência dos restaurantes terceirizados dentro das empresas contratantes. Por isso, atente-se às melhores soluções e práticas de mercado!

    Central de Produção de restaurantes corporativos: peça-chave para mais praticidade?

    Seja em um restaurante corporativo ou comercial, a atenção a todos os processos que compõem a cadeia de produção deve ser integral e ininterrupta.

    Aqui vai um exemplo: imagine se o gestor de restaurante corporativo, ciente do número diário de comensais, decida se planejar e preparar as refeições no mesmo dia em que serão servidas. A partir daí, quais são os principais riscos?

    Vamos enumerar alguns desses riscos que envolvem a central de produção:

    Se você, gerente de uma UAN, conta com uma central de produção veja o que não fazer:

    Ao não dar a devida atenção ao planejamento de cardápio, o gestor pode exceder o uso de matérias-primas do gênero alimentício previstas no contrato, influenciando a gestão de estoque e até mesmo os custos já estimados em um orçamento pré-definido;

    Ao não ter uma comunicação clara com a central de produção, os gestores das unidades de restaurantes corporativos podem notar a falta de algum alimento ou produto solicitado pelo cardápio. Como resultado: ruído na comunicação entre os profissionais e até mesmo gastos acima no orçamento.

    Esses são apenas alguns riscos que o gestor pode assumir por não pensar, de forma macro, em cada processo produtivo.

    Por isso, o ideal é ter em mente a importância da central de produção para restaurantes corporativos enquanto componente essencial, principalmente no controle de qualidade do que é servido aos comensais em um restaurante corporativo e no controle de custos.

    Sendo assim, o ideal não seria automatizar cada processo, reunindo todas as informações estratégicas em apenas um único local de trabalho? Essa é a premissa de um sistema de gestão para restaurantes corporativos.

    Quer saber mais a respeito dessa tecnologia? Então continue acompanhando o texto!

    Planejamento de produção: o que é?

    É a fase inicial do processo de produção de alimentos em um restaurante corporativo ou unidade de alimentação e nutrição.  Para dimensionar o volume de produção em uma cozinha, algumas informações são essenciais, por exemplo, é necessário ter a previsão de pessoas que irão se alimentar. Também é fundamental conhecer as preferências e os hábitos alimentares desses consumidores, além de outros pontos para alcançar o sucesso ao planejar o cardápio.

    De igual modo tais informações são importantes para executar as demais etapas relacionadas ao planejamento da produção, como por exemplo: gerar as demandas de compras de matérias-primas, cruzando-as com a quantidade em estoque; saber exatamente a quantidade necessária de insumos para retirada do estoque e produção diária das refeições, dentre outras. O cálculo da produção é baseado na per capita, que é a quantidade estimada de alimento que uma pessoa irá ingerir por preparação, multiplicado pelo número total de comensais.

    5 dicas para otimizar os processos da Central de Produção e dos Restaurantes Corporativos

    Um bom sistema pode auxiliar no planejamento da produção, pois cada restaurante terá o seu próprio “per capita” e demais particularidades. São vários os fatores que influenciam no planejamento da produção e que determinam o volume do consumo dos alimentos: contrato, faixa etária, atividade exercida, sexo, região onde atua o restaurante, nicho social etc.

    Como um bom sistema para planejamento de produção, por exemplo, o TecFood, funciona:

    • Definição do contrato e de suas regras;
    • Planejamento de cardápios com gestão dos custos de matéria-prima e dos custos indiretos, através de um orçamento pré-definido;
    • Controle de sazonalidade dos gêneros alimentícios;
    • Acompanhamento financeiro e nutricional dos cardápios;
    • Fichas técnicas das preparações com as quantidades em per capita. Através das quantidades e do número de comensais estimados é possível ter a quantidade e os custos planejados por Serviço;
    • Planejamento das compras com base nos cardápios elaborados, saldo de estoque, etc;
    • Requisições e baixas diárias do estoque, conforme os cardápios planejados e a execuções dos ‘Serviços’ (Café da manhá, Almoço, Lanche, Jantar, etc.;
    • Gestão das Unidades de Alimentação e Nutrição..

    Trabalhando todas as informações gerenciais em apenas um sistema de gestão para restaurantes corporativos

    Sabemos que, no dia a dia de uma central de produção para restaurantes corporativos, são inúmeros os processos a serem executados, certo?

    E isso exige muita organização e sabedoria de cada gestor principalmente ao lidar com atividades como controle de produção e controle de estoque. Até porque, a perda de um pequeno detalhe pode comprometer os números do negócio.

    Desse modo, cabe aos gestores da área buscarem soluções que não apenas aprimorem a performance da equipe como também evitem problemas contratuais com seus clientes.

    Sistemas para restaurantes corporativos e central de produção

    E é nesse momento que surgem os sistemas de gestão para restaurante corporativo, que vêm com a premissa de tornar a rotina dos profissionais da área de food service ainda mais prática. Em outras palavras, dispor de uma gestão mais estratégica que vai muito além de conferência em calendários e planilhas manuais.

    Além disso, os gestores mais antenados também devem se atentar às novas tecnologias que têm ditado tendências dentro e fora do cenário de alimentação fora do lar, como é o caso da IOT (Internet of Things), traduzido como Internet das Coisas.

    Mas, antes de prosseguirmos com algumas funcionalidades oferecidas por cada solução, vamos enumerar abaixo algumas dores enfrentadas por gestores de unidades de alimentação, e que podem ser resolvidas por ferramentas desenvolvidas para a central de produção para restaurantes corporativos. Confira!

    Como reduzir o desperdício alimentar em restaurantes corporativos com a criação de uma central de produção?

    É quase impossível falar a respeito de restaurantes corporativos sem ao menos tocar no assunto do desperdício de alimentos, não é?

    Até porque, esse problema continua surtindo impacto em todo o cenário nacional e até mesmo mundial. E os números, até o momento, não são menos alarmantes.

    “De acordo com relatório Os rastros do desperdício de alimentos: impactos sobre os recursos naturais, elaborado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO, sigla em inglês) em 2013, o mundo desperdiça, anualmente, cerca de 1,3 bilhão de toneladas de alimentos. Os efeitos desse desperdício proporcionam prejuízos significativos à sociedade, constatados em perdas econômicas, em contexto de redução da oferta e consequente aumento dos preços do produto. Estima-se que as consequências econômicas diretas do desperdício de alimentos alcancem, aproximadamente, US$ 750 bilhões todos os anos.”

    Outro dado divulgado pela FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) nos revela que cerca de 14% dos alimentos é perdido antes mesmo de chegar ao varejo.

    Softwares para redução de desperdícios em restaurantes corporativos

    Cientes desse problema, os gestores comumente recorrem a estratégias para reduzir esse índice e, nesse sentido, os sistemas de gestão para restaurantes corporativos surgem como grandes aliados para solucionar este casos.

    A partir da otimização dos planejamentos de cardápios, por exemplo, é possível analisar indicadores como o número de comensais esperados diariamente, permitindo um preparo mais assertivo por conta da central de produção, para abastecimentos adequado dos restaurantes corporativos.

    Outra funcionalidade do sistema para restaurantes corporativos que auxilia na redução do desperdício alimentar é o apontamento e a confirmação da quantidade de matérias-primas que serão utilizadas em cada etapa de preparação dos alimentos, que permite uma visão mais horizontal do que deve ser solicitado à central de produção.

    Além disso, sistemas de gestão para restaurantes corporativos também auxiliam os gestores no cálculo de sobras: sobra limpa e resto ingesta, colaborando para a redução do desperdício, adequação das fichas técnicas e análise das preferências dos consumidores da Unidade.

    Como proporcionar mais agilidade aos restaurantes corporativos após a entrega dos alimentos pré-processados na UAN?

    Entender o funcionamento de uma cozinha é essencial a qualquer profissional da área. No entanto, também é necessário saber como é possível acelerar ainda mais o trabalho no setor de produção dos restaurantes corporativos, permitindo que os alimentos cheguem às rampas de forma mais assertiva e em menor tempo.

    Uma boa forma é adotar a produção cadenciada que proporciona integração entre a cozinha e o setor de atendimento, garantindo a satisfação do cliente, além do acompanhamento em tempo real do volume de refeições já servidas, que garante ganho de produtividade, economia e muito mais controle.

    Nesse caso, o sistema de gestão para alimentação corporativa também surge como um importante aliado aos gestores da área. E ainda, quando o assunto é produção cadenciada um software com Inteligência Artificial (AI) vem para desmistificar os desafios da produção, da gestão de custos e do bom atendimento aos clientes do restaurante.

    Por exemplo: vamos supor que a sua equipe da cozinha segue corretamente o planejamento de cardápio mas não consegue preparar o alimento em tempo hábil para servi-lo no horário determinado. Isso pode ser um desafio, certo?

    Para isso, é possível contar com soluções, como o KDS de produção cadenciada, que otimiza os processos internos da equipe da cozinha, tornando sua rotina mais prática.

    Você sabe o que é KDS?

    Do inglês Kitchen Display System, o sistema KDS é caracterizado como uma ferramenta tecnológica que visa, principalmente, aumentar a performance da equipe de profissionais que trabalha com o preparo dos alimentos.

    Como funciona a tecnologia KDS? Através de uma tela alocada na cozinha, o KDS de produção de alimentos exibe o que deve ser preparado, além do tempo necessário para o preparo de cada um.

    Assim, a equipe da produção ou cocção de alimentos sabe exatamente o que deve ser entregue e em quanto tempo, sem comprometer a hora do almoço ou jantar dos funcionários da empresa contratante.

    Deste modo, sabendo o que deve ser entregue e qual o tempo estipulado, a equipe da cozinha consegue trabalhar com mais assertividade e rapidez, evitando erros, problemas com a execução dos alimentos e até o desperdício de insumos.

    Outra funcionalidade importante e que garante mais agilidade na tomada de decisões é a rastreabilidade de matéria-prima em restaurantes corporativos, que identifica quantidade de produtos e de insumos durante a cadeia produtiva em tempo hábil, o que geralmente colabora para que se tenha produto final de qualidade.

    A rastreabilidade das matérias-primas é um componente que garante mais qualidade para o processo. O gestor da unidade poderá movimentar — via código de barras, por exemplo as mercadorias e os seus respectivos lotes, desde a entrada no estoque até a liberação para seu preparo pela equipe da cozinha. Esse processo permite a rastreabilidade dos insumos dentro dos Restaurantes Corporativos e na Central de Produção, através de relatórios gerenciais que poderão ser emitidos a qualquer momento, mediante o registro das movimentações dos insumos nos seus locais de estoque.

    Você deve estar se perguntando: e nos caso dos meus vários restaurantes que recebem os alimentos pré-processados das centrais de produção, em que a rastreabilidade pode ser útil?

    Para os seus restaurantes corporativos espalhados por aí, o sistema de rastreabilidade dos produtos alimentícios garante, por sua vez, que caso haja um problema com os alimentos pré-processados, exista mais facilidade de ser identificada a causa. Nesse caso, a identificação do lote de produtos, a devolução do produto, o registro da justificativa, a solicitação por um novo produto torna-se muito mais simples.

    Inteligência das Coisas para o food service: a solução de todos os problemas?

    Definida como uma rede de dispositivos conectados à internet que se comunicam entre si, a IoT — Internet das Coisas (Internet of Things) — é uma realidade hoje em dia, e torna-se uma importante aliada nos mais diversos cenários em que está inserida. No segmento de alimentação fora do lar, a IoT pode se desdobrar de várias formas.

    Por exemplo, imagine que as gerentes de unidade têm muito trabalho para controlar tudo o que entra e o que sai das cubas em um restaurante corporativo. Isso porque, também é necessário que as profissionais estejam atentas às suas anotações para tomar a melhor decisão. Nesse sentido, a tecnologia pode exercer, por meio da captação de imagem, a função IoT reposição de cubas.

    Essa funcionalidade permite que a gerente saiba quais alimentos já estão nas cubas (e se é o momento da reposição), além da temperatura das refeições por meio de sensores energizados para sua verificação. Todas essas informações, inclusive o número de pessoas que estão passando pelo restaurante, se cruzam e auxiliam os profissionais a resolverem seus problemas mais rapidamente.

    Outro exemplo de aplicação da IoT é seu uso para o controle de temperatura em câmaras frias que armazenam alimentos — como caminhões frigoríficos — e que transportam essa carga utilizando sensores energizados. Manter as condições sanitárias dos produtos é fundamental e exigida pelos órgão certificadores e regulamentadores.

    Nesse caso, esse tipo de inteligência permite uma gestão a distância, indicando às gerentes de unidade e às centrais de produção as ocorrências em tempo real — como problemas com o freezer ou com o próprio veículo — para que as medidas sejam tomadas rapidamente.

    Como resultado? Mais performance e inteligência à tomada de decisões da equipe!

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/Hyjw0m5EdL4″]

    Conclusão

    Para atender à demanda diária e constante da central de produção de restaurantes corporativos, os gestores da área de food service precisam pensar em estratégias para manter todos os processos produtivos funcionando dentro dos conformes.

    Dessa forma, é preciso considerar soluções tecnológicas, como sistemas de gestão para alimentação corporativa, que otimizam a rotina dos profissionais e agilizam as entregas.

    Em contrapartida, essa solução para a gestão em alimentação também se torna ideal para entender a capacidade de entrega do restaurante corporativo, aprimorando o trabalho dos gestores e, principalmente, das gerentes de unidade.

    Outra vertente que merece atenção são as tecnologias desenvolvidas a partir da Inteligência das Coisas (IoT), que vêm com a premissa de aproximar ainda mais os clientes aos produtos, proporcionando uma experiência diferenciada e única.

    Independentemente se sua concessionária de alimentação tem como estratégia as centrais de produção ou não ou da tecnologia que deve ser utilizada, deve-se ter em mente que um bom planejamento é essencial em qualquer restaurante corporativo, principalmente para a central de produção de alimentos ou para os setores de produção de cada restaurante, que lida diretamente com cada item, além dos valores que fazem parte da cadeia produtiva.

    Quer saber mais? Entre em contato com um dos nossos consultores. Aproveite para tirar todas as suas dúvidas. Até a próxima! 🙂

  • Cómo optimizar el procesamiento de alimentos en la central de producción y en las UAN´s

    Cómo optimizar el procesamiento de alimentos en la central de producción y en las UAN´s

    La jornada en una central de producción suele ser de gran movimiento. Tener como optimizar el procesamiento de alimentos y la planificación de producción es realmente un desafío tanto para las centrales de producción como para la UAN´s – Unidades de Alimentación y Nutrición. Eso quiere decir que siempre hay mucho trabajo, principalmente en lo que se refiere al plan de producción de lo que será entregue a las UAN’s , o sea, a los Restaurantes Corporativos, que engloban desde alimentos in natura y procesados, pre procesados e incluso las comidas listas – entrega de loncheras, calientitas o transportadas como son más conocidas.

    Pero, antes de que la comida llegue a las cubas de los Restaurantes (de las UAN’s) o hasta el plato del cliente, es necesario prestar atención a algunos procesos.

    El caso es que, en algunos casos, la planificación del menú de una cocina puede decidirse horas antes del inicio de la preparación de las comidas por parte del sector de producción del restaurante corporativo, dejando al equipo responsable contar con la suerte de tener en su stock los ingredientes necesarios para cada opción disponible en el menú de esa unidad de alimentación específica.

    Para ello, el gerente o nutricionistas responsables de dicho restaurante corporativo o UAN deben prestar atención a algunas prácticas del mercado, que aseguran toda la asertividad de los procesos que se llevan a cabo. Observando incluso la calidad de lo que se sirve en la mesa de los comensales para que se cumplan con éxito y en tiempo hábil, ofreciendo siempre una alimentación saludable. Una de estas prácticas es poder contar con un central de producción, por ejemplo.

    Así, comentaremos en este texto algunas de las principales necesidades para que la gestión de la central de producción, sector que suele estar al margen del restaurante corporativo, realice un trabajo asertivo. Además, entenderemos cómo los sistemas de gestión alimentaria pueden ayudar a los responsables de las centrales de producción y al mismo tiempo a los de la UAN´S.

    ¡Continúe acompañando para saber más! ¡Anímese! 🙂

    ¿Qué es una Central de Producción de Alimentos?

    Primero, es importante comprender qué es una central de producción. ¿Vamos a ampliar el significado?

    Una central de producción es un área creada por una empresa de gestión tercerizada en alimentación que separa un equipo y un local, exclusivamente, para la pre producción y/o producción de alimentos. La central de producción de alimentos prepara y distribuye, por ejemplo: las carnes pre procesadas, comidas congeladas, comidas preparadas, etc. para las Unidades. También se da el caso de que las centrales de producción entregan las comidas transportadas, como se les denomina comúnmente, a las empresas que contratan este tipo de servicio.

    Es decir, es donde los alimentos son pelados, deshuesados, picados, triturados, pre cocinados, cocidos, refrigerados, congelados, etc., que se distribuyen a los restaurantes o unidades de alimentación (UAN) establecidas dentro de industrias, complejos turísticos. y hoteles, grandes obras de construcción civil, entre otros.

    Así, además de optimizar la rutina operativa de las cocinas corporativas, la central de producción de alimentos pre procesados ​​también contribuye a la reducción de gastos por parte de las empresas contratantes, ya que no es necesario contratar a un profesional (como un carnicero que se encarga de los cortes de carne, por ejemplo) para ayudar en la preparación diaria de las comidas.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/Rg70dEameVo”]

    ¿Para qué sirve una Central de Producción de Alimentos?

    Una concesionaria de alimentos puede elegir como estrategia tener una o varias centrales de producción de alimentos. Siendo así, la CPDA puede servir a varias Unidades Administradas/Restaurantes Corporativos.

    Imagine la empresa X que atiende a 50 industrias en la región Sureste y 30 en el Noreste de Brasil. En cada empresa de esta lista hay una cocina instalada, es decir, una tercerizada. Sin embargo, la mayoría de los alimentos a preparar, de acuerdo con los menús definidos, son enviados por las centrales de producción, listos para ser calentados o cocinados, lo que reduce la mano de obra, equipo y tiempo de preparación de los platos.

    Aún en este escenario, es fundamental que esta central de producción pueda garantizar la calidad de los alimentos preparados. Para ello, los profesionales de la nutrición deben prestar atención a las mejores prácticas como:

    Estructurar células que separan, limpian y preparan los géneros alimentarios por clasificación: vegetales, carnes, pescados, aves, etc. lo que evita la contaminación cruzada;

    Saber administrar los restos no utilizados (basura) de forma heterogénea, lo que además minimiza los riesgos para la salud de los comensales;

    Contar con equipos específicos para cada tipo de función realizada para un desempeño más asertivo del equipo, entre otros.

    De esta forma, el consumidor final (el comensal) podrá disfrutar de los alimentos que se le servirá, con más calidad y seguridad.

    Cabe recordar que, garantizar la satisfacción de los clientes que se alimentan todos los días en locales de trabajo, asegura que los restaurantes tercerizados permanezcan dentro de las empresas contratantes. Por eso, ¡preste atención a las mejores soluciones y prácticas del mercado!

    Central de Producción de restaurantes corporativos: ¿pieza clave para más practicidad?

    Ya sea en un restaurante corporativo o comercial, la atención a todos los procesos que componen la cadena productiva debe ser integral e ininterrumpida.

    Aquí hay un ejemplo: Imagine que el gerente de un restaurante corporativo, consciente del número diario de comensales, decide si planifica y prepara las comidas el mismo día en que se servirán. A partir de ahí, ¿cuáles son los principales riesgos?

    Enumeremos algunos de estos riesgos que involucran la central de producción:

    Si usted, gerente de una UAN, cuenta con una central de producción vea lo que no debe hacer:

    Al no prestar la debida atención a la planificación del menú, el gerente puede exceder el uso de materias primas de los alimentos previstos en el contrato, influyendo en la gestión del stock e incluso en los costos ya estimados en un presupuesto pre definido;

    Al no tener una comunicación clara con la central de producción, los gerentes de las unidades de restaurantes corporativos pueden notar la falta de cualquier alimento o producto solicitado por el menú. Como resultado: ruido en la comunicación entre los profesionales e incluso gastos por encima del presupuesto.

    Estos son solo algunos de los riesgos que el gerente puede correr por no pensar, de forma macro, en cada proceso de producción.

    Por eso, lo ideal es tener en cuenta la importancia de la central de producción para restaurantes corporativos como un componente esencial, principalmente en el control de calidad de lo que se sirve a los comensales en un restaurante corporativo y en el control de costos.

    Siendo así, ¿no sería ideal automatizar cada proceso, reuniendo todas las informaciones estratégicas en un solo lugar de trabajo? Esta es la premisa de un sistema de gestión para restaurantes corporativos.

    ¿Quiere saber más sobre esta tecnología? ¡Entonces, continue leyendo el texto!

    Planificación de producción ¿qué es?

    Es la fase inicial del proceso de producción de alimentos en un restaurante corporativo o unidad de alimentación y nutrición. Para medir el volumen de producción en una cocina, algunas informaciones son fundamentales, por ejemplo, es necesario tener la previsión de personas que comerán. También es fundamental conocer las preferencias y hábitos alimentarios de estos consumidores, así como otros puntos para lograr el éxito a la hora de planificar el menú.

    De igual modo, dichas informaciones son importantes para realizar los demás pasos relacionados con la planificación de la producción, tales como: generar demandas de compra de materias primas, cruzándolas con la cantidad en stock; conocer exactamente la cantidad necesaria de insumos para la retirada de stock y producción diaria de comidas, entre otros. El cálculo de la producción se basa en el per cápita, que es la cantidad estimada de alimentos que consumirá una persona por preparación, multiplicada por el número total de comensales.

    sistema de gestion de procesos de centros de producción y servicios de alimentación

    Un buen sistema puede ayudar en la planificación de la producción, ya que cada restaurante tendrá su propio “per cápita” y otras particularidades. Son varios los factores que influyen en la planificación de la producción y determinan el volumen de consumo de alimentos: contrato, grupo de edad, actividad, sexo, región donde actúa el restaurante, nicho social, etc.

    Como buen sistema de planificación de la producción, por ejemplo, TecFood, funciona:

    • Definición del contrato y sus reglas;
    • Planificación de menús con gestión de los costos de materia prima y costos indirectos, a través de un presupuesto pre definido;
    • Control de la estacionalidad de los alimentos;
    • Acompañamiento financiero y nutricional de los menús;
    • Fichas técnicas de las preparaciones con las cantidades en per cápita. A través de las cantidades y número de comensales estimados es posible tener la cantidad y los costos planificados por Servicio;
    • Planificación de las compras basada en menús elaborados, saldo de stock, etc.;
    • Solicitudes y bajas diarias de stock, según los menús planificados y la ejecución de los ‘Servicios’ (Desayuno, Almuerzo, Merienda, Cena, etc.);
    • Gestión de las Unidades de Alimentación y Nutrición.

    Trabajando todas las informaciones de gestión en un solo sistema gestión para restaurantes corporativos

    Sabemos que, en el día a día de una central de producción para restaurantes corporativos, hay innumerables procesos por ejecutar, ¿no?,

    Y esto requiere de mucha organización y sabiduría por parte de cada gerente, especialmente cuando se trata de actividades como el control de producción y de stock, ya que, la pérdida de un pequeño detalle puede comprometer los números del negocio.

    De ese modo, cabe a los gerentes del área buscar soluciones que no solo mejoren el desempeño del equipo sino que también eviten problemas contractuales con sus clientes.

    sistema gestión para restaurantes corporativos

    Y es en este momento cuando aparecen los sistemas de gestión para restaurante corporativo, que vienen con la premisa de hacer aún más práctica la rutina de los profesionales de food service. En otras palabras, tener una gestión más estratégica que va mucho más allá de la consulta de calendarios y planillas manuales.

    Además, los gerentes más atentos también deben observar las nuevas tecnologías que han dictado tendencias dentro y fuera del escenario de la alimentación fuera del hogar, como es el caso de IOT (Internet of Things), traducido como Internet de las Cosas.

    Pero, antes de continuar con algunas funcionalidades que ofrece cada solución, enumeraremos a continuación algunos dolores que enfrentan los gerentes de unidades de alimentación, los cuales pueden ser resueltos con herramientas desarrolladas para la central de producción para restaurantes corporativos. ¡Vea!

    ¿Cómo reducir el desperdicio de alimentos en los restaurantes corporativos con la creación de una central de producción?

    Es casi imposible hablar de restaurantes corporativos sin siquiera tocar el tema del desperdicio de alimentos, ¿no es así?

    Sobre todo porque, este problema continua causando impacto en todo el escenario nacional e incluso mundial. Y las cifras, hasta ahora, no son menos alarmantes.

    “Según el informe Los rastros del desperdicio de alimentos: impactos en los recursos naturales, elaborado por la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO, sigla en inglés) en 2013, el mundo desperdicia aproximadamente 1.300 millones de toneladas de alimentos al año. Los efectos de ese desperdicio traen importantes pérdidas a la sociedad, que se traducen en pérdidas económicas, en el contexto de reducción de la oferta y el consiguiente aumento de los precios del producto. Se estima que las consecuencias económicas directas del desperdico de alimentos alcancen aproximadamente los 750.000 millones de dólares cada año. “

    Otro dato divulgado por la FAO (Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación) revela que aproximadamente el 14% de los alimentos se pierden incluso antes de que lleguen al comercio minorista.

    reducir el desperdicio de alimentos

     

    Conscientes de este problema, los gerentes suelen recurrir a estrategias para reducir este índice y, en este sentido, los sistemas de gestión para restaurantes corporativos aparecen como grandes aliados para resolver estos casos.

    A partir de la optimización de las planificaciones de menús, por ejemplo, es posible analizar indicadores como el número de comensales esperados diariamente, permitiendo un preparo más asertivo por cuenta de la central de producción, para el adecuado abastecimiento de los restaurantes corporativos.

    Otra funcionalidad del sistema para restaurantes corporativos que ayuda a reducir el desperdicio de alimentos es la indicación y confirmación de la cantidad de materias primas que se utilizarán en cada etapa de preparación de los alimentos, lo que permite una visión más horizontal de lo que se debe solicitar a la central de producción.

    Además, los sistemas de gestión para restaurantes corporativos también ayudan a los gerentes en el cálculo de sobras: sobra limpia y resto ingesta, colaborando para reducir desperdicios, ajustar fichas técnicas y analizar las preferencias de los consumidores de la Unidad.

    ¿Cómo brindar más agilidad a los restaurantes corporativos después de la entrega de alimentos pre procesados ​​a las UAN’s?

    Entender cómo funciona una cocina es fundamental para cualquier profesional del sector. Sin embargo, también es necesario saber cómo es posible acelerar aún más el trabajo en el sector productivo de los restaurantes corporativos, permitiendo que la comida llegue a las rampas de forma más asertiva y en menos tiempo.

    Una buena forma es adoptar una producción cadenciada que proporcione integración entre la cocina y el sector de atención, garantizando la satisfacción del cliente, además del acompañamiento en tiempo real del volumen de comidas ya servidas, lo que garantiza ganancias en productividad, ahorro y mucho más control.

    En este caso, el sistema de gestión de alimentos corporativo también surge como un aliado importante para los responsables del área. Y, también, cuando se trata de producción cadenciada un software con Inteligencia Artificial (IA) viene a desmitificar los desafíos de la producción, la gestión de costos y la buena atención al cliente en el restaurante.

    Por ejemplo: supongamos que su equipo de cocina sigue correctamente la planificación del menú, pero no puede preparar el alimento en tiempo hábil para servirlo a la hora determinada. Esto puede ser un desafío, ¿verdad?

    Para ello, es posible contar con soluciones, como el KDS de producción cadenciada, que optimiza los procesos internos del equipo de cocina, haciendo más práctica su rutina.

    ¡¿Usted sabe lo que es KDS? Del inglés Kitchen Display System, el sistema KDS se caracteriza por ser una herramienta tecnológica que tiene como objetivo, principalmente, incrementar el desempeño del equipo de profesionales que trabaja con la preparación de los alimentos.

    ¿Cómo funciona la tecnología KDS? A través de una pantalla asignada en la cocina, el KDS para la producción de alimentos exhibe lo que se debe preparar, además del tiempo necesario para preparar cada uno.

    Así, el equipo de producción o cocción de alimentos sabe exactamente lo que se debe entregar y en cuanto tiempo, sin comprometer la hora de almuerzo o cena de los empleados de la empresa contratante.

    De esta forma, sabiendo lo que se debe entregar y el tiempo estipulado, el equipo de cocina puede trabajar de manera más asertiva y rápida, evitando errores, problemas con la ejecución de alimentos e incluso el desperdicio de insumos.

    Otra funcionalidad importante que garantiza una mayor agilidad en la toma de decisiones es el rastreo de materia prima en restaurantes corporativos, que identifica la cantidad de productos e insumos durante la cadena productiva en tiempo hábil, lo que generalmente contribuye para que se tenga un producto final de calidad.

    El rastreo de las materias primas es un componente que garantiza más calidad para el proceso. El gerente de la unidad podrá mover, vía código de barras, por ejemplo, la mercancía y sus respectivos lotes, desde la entrada en el stock hasta la autorización para su preparación por parte del equipo de cocina. Este proceso permite el rastreo de los insumos dentro de los Restaurantes Corporativos y en la Central de Producción, a través de informes de gestión que se pueden emitir a cualquier momento, registrando los movimientos de insumos en sus locales de stock.

    Usted debe estar preguntándose: ¿qué pasa con mis diversos restaurantes que reciben alimentos pre procesados ​​de las centrales de producción, donde el rastreo puede ser útil?

    Para sus restaurantes corporativos repartidos por los alrededores, el sistema de rastreo de los productos alimenticios asegura, a su vez, que si hay un problema con los alimentos pre procesados, la causa sea más fácil de identificar. En este caso, la identificación del lote de productos, la devolución del producto, el registro de la justificación, la solicitud de un nuevo producto se vuelve mucho más simple.

    Inteligencia de las Cosas para el food service: ¿la solución a todos los problemas?

    Definida como una red de dispositivos conectados a internet que se comunican entre sí, la IoT – Internet de las Cosas (Internet of Things) – es una realidad hoy, y se convierte en un aliado importante en los más diversos escenarios en los que se incorpora. En el segmento de alimentos fuera del hogar, la IoT se puede implementar de varias formas.

    Por ejemplo, imagine que los gerentes de unidad tienen mucho trabajo para controlar todo lo que entra y sale de las cubas en un restaurante corporativo. Esto se debe a que también es necesario que los profesionales estén atentos a sus anotaciones para tomar la mejor decisión. En este sentido, la tecnología puede ejercer, a través de la captura de imágenes, la función de IoT reposición de cubas.

    Esta funcionalidad permite al gerente saber qué alimentos ya están en las cubas (y si es el momento de reponerlos), además de la temperatura de las comidas a través de sensores energizados para verificación. Todas estas informaciones, incluida la cantidad de personas que pasan por el restaurante, se cruzan y ayudan a los profesionales a resolver sus problemas más rápidamente.

    Otro ejemplo de la aplicación de la IoT es su uso para el control de temperatura en cámaras frías que almacenan alimentos -como camiones frigoríficos- y que transportan esta carga mediante sensores energizados. Mantener las condiciones sanitarias de los productos es fundamental y requerido por los organismos certificadores y reguladores.

    En este caso, este tipo de inteligencia permite la gestión remota, indicando a los gerentes de unidad y a las centrales de producción las ocurrencias en tiempo real, como problemas con el congelador o el propio vehículo, para que se puedan tomar medidas rápidamente.

    ¿Cómo resultado? ¡Más rendimiento e inteligencia a la hora de tomar decisiones en equipo!

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    Conclusión

    Para atender la demanda diaria y constante de la central de producción de restaurantes corporativos, los gerentes del área de food service deben pensar en estrategias para mantener todos los procesos de producción funcionando dentro de los estándares.

    Por ello, es necesario considerar soluciones tecnológicas, como los sistemas de gestión de alimentos corporativos, que optimizan la rutina de los profesionales y agilizan las entregas.

    Por otro lado, esta solución para la gestión de alimentos también es ideal para comprender la capacidad de entrega del restaurante corporativo, mejorando el trabajo de los gerentes y, especialmente, de las gerentes de unidad.

    Otro aspecto que merece atención son las tecnologías desarrolladas a partir de la Inteligencia de las Cosas (IoT), que vienen con la premisa de acercar a los clientes a los productos, brindando una experiencia diferenciada y única.

    Independientemente de si su concesionaria de alimentos tiene como estrategia las centrales de producción, o no, o la tecnología que debe utilizar, debe tenerse en cuenta que una buena planificación es fundamental en cualquier restaurante corporativo, especialmente para la central de producción de alimentos o para los sectores de producción de cada restaurante, que se ocupa directamente de cada ítem, además de los valores que forman parte de la cadena productiva.

    ¿Desea aprender más al respecto? Póngase en contacto con uno de nuestros consultores. Aproveche para aclarar todas sus dudas. ¡Hasta la próxima! 🙂

  • Como aumentar o faturamento com um sistema PDV para bares e restaurantes

    Como aumentar o faturamento com um sistema PDV para bares e restaurantes

    Prefere áudio? Então clique e ouça este artigo

    Para aumentar o faturamento de bares e restaurantes e alcançar boas projeções no mercado, é fundamental contar com os melhores sistemas de PDV (Ponto de Venda) ou POS (do inglês: Point of Sale), que permitem a melhor performance para o seu frente de caixa. É bom ter em mente também que o seu cliente tenha a melhor experiência como consumidor. Assim, atrair um novo público e praticar  os seus programas de fidelidade, principalmente para aqueles que já conhecem o seu estabelecimento, colabora para o aumento das suas vendas.

    Além disso, a ferramenta de automação comercial PDV facilita o dia a dia da operação de frente de caixa em relação aos  atendentes em bares e restaurantes e é um ótimo começo para quem não sabe como investir em tecnologia, isto é, em software de gestão.

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/sBqora2tvgo”]

    O que é sistema de PDV e como ele atua em um restaurante?

    O PDV é um sistema de frente de caixa de uma loja ou outro local onde ocorre uma transação de venda. Com as novas tecnologias do mercado, as vendas podem ser realizadas também em máquinas de cartões inteligentes e outros terminais como os totens de autoatendimento (TAA), o que reduz filas e tempo de atendimento.

    Ou seja, se algo pode realizar vendas no seu estabelecimento, existe a possibilidade de implementar um sistema PDV para restaurante com objetivo de otimizar e melhorar sua performance.

    Dica para aumentar as vendas

    Qual é a estrutura mínima necessária para ter um sistema de PDV em bares ou restaurantes?

    Se você está preocupado com o investimento tecnológico ou se o seu estabelecimento possui estrutura adequada para o sistema operar, fique tranquilo!

    Você vai precisar (na maioria dos casos):

    • Computador com monitor (caixa/retaguarda);
    • Gaveta de dinheiro;
    • Impressora: Fiscal, SAT, MFE ou NFCE;
    • Impressora não fiscal de pedidos (cozinha);
    • Scanner de código de barras;
    • Computador com monitor (caixa / retaguarda).

    Observação: os lojistas adicionam esses periféricos conforme suas necessidades.

    CTA para ebook de PDV

    8 motivos para você utilizar um sistema PDV para bares e restaurantes mais completos

    Agora que você já sabe como o sistema funciona e qual é a estrutura necessária para implementá-lo, nós separamos 8 motivos para utilizar o PDV para restaurante. Veja só:

    1. O sistema PDV fornece uma avaliação imediata, atualizada e precisa do seu estoque;
    2. Softwares PDV agilizam o processo de contabilidade, que passa a ter os dados das vendas em tempo real, por meio da integração de frente de loja com o back-office;
    3.  Ao contar com um bom sistema PDV, é possível encontrar facilmente transações passadas;
    4. Ao usar um sistema de ponto de venda adequado, os gestores podem rastrear seus produtos mais vendidos e reordená-los quanto ao estoque;
    5. Através do uso de um software de PDV é possível rastrear o estoque e fazer a comparação dos pedidos de um período com períodos anteriores, por exemplo, o que facilita a projeção de vendas para os próximos meses;
    6. Utilizando um sistema de PDV, você pode automatizar os pedidos de compra. Esse processo garante que seu bar ou restaurante nunca fique sem os produtos necessários;
    7. Os dispositivos de ponto de venda geralmente oferecem recibos detalhados para os clientes consumidores;
    8. O sistema PDV para restaurante reduz significativamente os erros do usuário.

    Diante desses 8 motivos, é de extrema importância contar com um bom sistema PDV em seu estabelecimento. Pesquise bem antes de aquirir e saiba que a Teknisa tem planos e preços especiais que cabem no seu bolso. E ainda, os pacotes da Teknisa contemplam os módulos do sistema Odhen para PDV necessários para que seu bar ou restaurante funcionem a todo vapor e com alta performance, seja de que porte for o seu negócio.

    automação comercial

    Como escolher o sistema PDV ideal para estabelecimentos de alimentação?

    Se você estiver procurando por um sistema de PDV para bar ou restaurante que atenda perfeitamente às suas necessidades, você precisa analisar as funcionalidades deste tipo de software de acordo com a sua operação, considerando as diversas opções de recursos e funcionalidades.

    Grande parte dos sistemas de gestão do ponto de venda rastreiam o estoque, fato. Mas, para as empresas de grande porte, um sistema robusto de rastreamento de estoque permitirá o acesso do inventário de forma mais completa, com relatórios e outras funcionalidades.

    Neste caso, ser robusto não significa ser complexo. Se seu estabelecimento é de grandes proporções, você precisará de mais recursos para atender os pedidos mais elaborados. Isso significa que será necessário investir em soluções que oferecem um equilíbrio de funcionalidades e facilidade de uso.

    Já os estabelecimentos de portes médios ou pequenos requerem um sistema PDV com a mesma desenvoltura de um utilizado em negócios de grande porte. Tais modalidades dispensam grandes investimentos em periféricos, por exemplo. Podendo o sistema de PDV ser simplificado para atender às necessidades essenciais, tornando-o mais em conta e mais simples ainda de usar.

    Mais uma vez, fica aí nosso conselho: consulte os planos e preços dos sistemas de automação comercial Odhen.

    Teknisa: mais inteligência e inovação tecnológica para o seu restaurante

    sistema pdv para restaurante

    A Teknisa atua desde 1990 no mercado de Food Service e entende quais são as demandas desse mercado, que é conhecido por muitos empreendedores por ser altamente competitivo, exigente e lucrativo. Por isso, convidamos você para conhecer alguns processos que se tornam mais ágeis e assertivos ao se utilizar o software Odhen PDV by Teknisa:

     

    [tekvideo loading=”lazy” link=”https://www.youtube.com/embed/p94jbJ1dReY”]

     

    1. Sistema para a gestão de inventário de estoque para bares e restaurantes

    Você concorda que a falta de gerenciamento do inventário de produtos pode causar um enorme problema? Com o sistema Odhen PDV, por exemplo, você conta com ferramentas de gerenciamento de estoque e pode realizar a retirada de estoque a cada venda automaticamente.

    • Gerenciamento de produtos em massa:
      Você pode adicionar e atualizar dados de vários produtos por vez. Isso pode economizar uma quantidade considerável de tempo se você tiver uma grande base de mercadorias em sua loja.
    • Rastreamento de produtos:
      Fazer a contagem e o controle de estoque, de forma geral, é uma tarefa muitas vezes demorada e negligenciada por gestores de restaurantes. Deixar os dados dos produtos em estoque sempre atualizados em um sistema facilita a auditoria, que identifica erros no processo de recebimento e desvios de produtos.
    • Registros personalizáveis:
      Organize os produtos da maneira mais intuitiva na exibição de registros para localizar rapidamente os itens no momento da venda;
    • Sistema de PDV homologado em todo Brasil:
      Seu restaurante pode contar com isso, é muito importante verificar este ponto.

    2. Sistema de compras para bares e restaurantes

    Com o sistema PDV para restaurante da Teknisa, você pode acompanhar e preparar pedidos de compras de forma centralizada, bem como definir um ponto de reabastecimento. No momento em que determinado item fica com pouco estoque, o software PDV adiciona à próxima solicitação de aquisição de produtos automaticamente. A compra centralizada cria menos problemas de pedidos do que o controle manual de pedidos. Além o movimento de nota fiscal de entrada e nota fiscal de saída podem ser administradas com mais segurança e assertividade.

    3. Relatórios para gestão de vendas e estoques de bares e restaurantes

    Os sistemas de PDV oferecem relatórios detalhados que incluem vendas, estoque etc. Você pode avaliar instantaneamente os itens mais vendidos, as vendas por um período específico e os itens que mal se movimentam.

    4. Administração de várias lojas ou franquias de um restaurante ou qualquer outro estabelecimento de alimentação

    A administração de várias franquias de um restaurante, por exemplo, a atualização de estoque e de preços pode se tornar muito mais fácil com o uso dos sistemas de ponto de venda da Odhen by Teknisa. Depois de atualizar essas informações em seu terminal, elas serão atualizadas em todos os lugares.

    Gestão de franquias de restaurantes na prática: case de sucesso

    A hamburgueria The Fifties é parceira da Teknisa desde 2016 e conta com os sistemas de PDV e backoffice para a gestão de seus negócios. Com o Odhen by Teknisa para gestão de vendas a otimização dos processos, a obtenção de relatórios ágeis e a análise de resultados foram ganhos que fizeram a diferença no dia a dia deste restaurante.

    O The Fifties atende mais de 170 mil pessoas nas suas 19 lojas, contando com mais de 150 mil pedidos por mês. Todo esse volume de pedidos é gerenciado pelo sistema Teknisa de forma ágil e eficiente.

    “O sistema Teknisa é completo! Ele nos ajuda a obter grandes resultados e relatórios que facilitam a tomada de decisão”, destaca o coordenador de TI da The Fifties hamburgueria, Fabio Sola.

    Assista ao case completo e saiba mais detalhes sobre essa parceria de sucesso:

     The Fifties e Teknisa: parceria de sucesso

    Conclusão: fique de olho na tecnologia

    Os sistemas de automação comercial vêm ganhando cada vez mais espaço no mercado. Não deixe escolher um bom software de PDV para o seu restaurante, certamente registrará mais produtividade e menor custo em seu negócio!

    Entre em contato com a Teknisa. Nós conhecemos e entendemos quais as melhores soluções para controle financeiro, de vendas, estoque, compras etc., do seu negócio! Entre em contato com a gente! =)

  • Ficha técnica de alimentos: 7 benefícios de possuí-la

    Ficha técnica de alimentos: 7 benefícios de possuí-la

    Você está aproveitando todo o potencial da ficha técnica de alimentos?

    Além de assegurar a segurança alimentar, a ficha técnica de alimentos é essencial para otimizar a gestão de custos e melhorar a eficiência operacional do seu restaurante.

    Isso porque a ficha técnica de alimentos permite a precificação dos pratos com precisão, além de otimizar a produção e reduzir desperdícios. Como resultado, teremos um maior controle de estoque, o que contribui diretamente para a lucratividade e a eficiência. Dessa forma, uma empresa que possui dados consistentespode ajustar compras, prevenir desperdícios e melhorar o controle financeiro de forma mais eficiente.

    Além disso, ficha técnica de alimentos é vital para a gestão de restaurantes corporativos e Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN), uma vez que promove a padronização e garantindo a consistência das operações. Esse controle é fundamental em um mercado competitivo, onde a padronização das receitas é crucial para manter a consistência. Isso porque o rígido controle de custos impacta diretamente tanto a lucratividade quanto a qualidade do serviço oferecido.

    Infográfico mostrando as vantagens da ficha técnica

    Ao garantir que cada prato seja preparado com consistência e conforme os parâmetros estabelecidos, a empresa eleva seus padrões operacionais. Além disso, isso fortalece a confiança dos clientes na marca, criando uma reputação sólida no mercado.

    De forma resumida, podemos dizer que, ao implementar a ficha técnica de alimentos com um sistema de gestão integrado, é possível reduzir custos operacionais, melhorar a qualidade das refeições e garantir a satisfação dos clientes.

    Ebook: 7 benefícios de possuir a ficha técnica de alimentos para restaurantes corporativos

    Tendo isso em vista, baixe nosso e-book gratuito e descubra como simplificar sua operação com a padronização de processos e a redução de custos, fortalecendo a segurança alimentar e o controle de insumos otimizando sua gestão e se destacando no mercado.

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    Para mais informações sobre gestão de restaurantes e soluções tecnológicas, visite nosso site.

    Boa leitura!

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