Autor: Raphael Fernandes

  • Fusão entre o restaurante corporativo e o varejo. Lucros à vista!

    Fusão entre o restaurante corporativo e o varejo. Lucros à vista!

    Há muitas oportunidades para inovações com a fusão entre restaurantes corporativos e o varejo. Com tantos desafios enfrentados nos últimos anos, muitos restaurantes corporativos têm tido menos margem de manobra, e, assim, tiveram que se reestruturar para se manter de pé.

    Muitos restaurantes unificaram compras, reformularam os contratos, os menus e cardápios para reajustar as finanças, reduzir os custos e garantir a saúde financeira do negócio. Agora, para diversificar sua fonte de receitas, os restaurantes corporativos estão se unindo ao varejo para ampliar seu negócio.

    Neste artigo você vai conhecer a nova realidade dos restaurantes corporativos e o novo perfil de seus consumidores, que são os trabalhadores de indústrias, empresas de serviços, hospitais, escolas etc. Você também saberá quais são as estratégias que as concessionárias de alimentação estão trabalhando para aumentar o faturamento.

    O food service está se reinventando, e aqueles que oferecem refeições coletivas estão apostando em implantar o varejo para operar com os restaurantes corporativos, assumindo um aspecto mais comercial.

    Trataremos sobre esses assuntos nesse artigo:

    1. Estratégias criativas para sobreviver e sobressair no novo normal do mundo pós pandemia;
    2. Alternativas para diversificar seu restaurante corporativo;
    3. Como os softwares para gestão da alimentação podem trabalhar de forma integrada com os sistemas para restaurantes – PDV – sistema para gestão de vendas?
    4. Como conclusão: como as novas tendências favorecem o negócio do food service?

    Continue lendo, você pode encontrar uma boa ideia para aplicar ao seu negócio!

    Novos desafios e novas oportunidades para os restaurantes corporativos

    Os restaurantes corporativos, que atuam dentro de empresas, escolas e universidades, por exemplo, reduziram suas atividades uma vez que os funcionários das empresas contratantes estão executando suas tarefas de trabalho em home office.

    Entretanto, os que trabalham na linha de produção tiveram que exercer suas funções normalmente. Então, os restaurantes corporativos também continuaram suas atividades produzindo, obviamente, em uma escala menor de refeições que atendesse aos trabalhadores que se mantiveram trabalhando fora de casa.

    Assim como todos os outros estabelecimentos que lidam com o comércio alimentício estão, aos poucos, voltando às suas atividades normais, os restaurantes corporativos também estão. Com essa volta, é certo que serão encontrados diversos desafios e dificuldades pela frente.

    As novas tendências no pós pandemia, por si só, já estão forçando os restaurantes  de alimentação para coletividade a se reinventarem. Mais do que nunca, o consumidor está preocupado com a garantia de uma experiência de alimentação saudável, segura e higiênica — que se tornou uma norma para o funcionamento dos estabelecimentos.

    Saber disso,  ao mesmo tempo que mostra um desafio é uma grande oportunidade frente às mudanças de comportamento do consumidor.

    Porém, essas restrições não devem ser vistas apenas pelo lado negativo, mas sim pelo desafio positivo e pela oportunidade que os empresários, com a ajuda das inovações tecnológicas e da criatividade, podem ter para aumentar o faturamento e fazer do seu restaurante corporativo algo diferenciado e único, aproveitando o “reset” que a quarentena causou no mercado nacional e mundial.

    O novo perfil dos consumidores que fazem suas refeições nos restaurantes das empresas onde trabalham e suas novas exigências

    Com toda a competitividade e variedade do comércio alimentício em geral, sempre foi um grande desafio atrair, cativar e manter seus clientes. No âmbito dos restaurantes corporativos isso não é diferente. É muito importante que esses restaurantes mantenham seus comensais satisfeitos, para que a empresa cliente do restaurante corporativo nem pense em substituí-lo.

    A concorrência é grande e, por isso, os estabelecimentos do food service precisam, cada vez mais, se aperfeiçoar para não perderem seus lugares dentro das empresas contratantes. Mantendo seus consumidores (trabalhadores das empresas) satisfeitos, eles não deixarão de fazer suas refeições e vão demonstrar sua satisfação e apreço pela comida oferecida. Ou seja, não havendo reclamações relevantes relacionadas ao restaurante corporativo por parte dos trabalhadores, a empresa contratante não buscará alternativas ou substituições.

    A exigência dos consumidores que fazem suas refeições fora de casa, inclusive dos comensais dos restaurantes corporativos, já era uma tendência natural e contínua. Com a pandemia causada pela COVID-19 e todas as restrições por ela geradas, essa predisposição se intensificou.

    Com o novo normal, surgiu também um novo perfil de consumidor, mais desconfiado e resistente a novas experiências. Com isso, surge a oportunidade de criar estratégias para manter esse tipo de consumidor fidelizado à marca. Isso também vale para os restaurantes corporativos.

    No Brasil, observam-se diversas modificações no padrão de consumo e comportamento da população nos últimos anos, principalmente com o arrefecimento da pandemia, em que os “novos consumidores” passaram a ter novas exigências e cuidados, como preferirem:

    • Espaços abertos e bem ventilados;
    • Mesas em varandas;
    • Salões com grandes janelas ou espaços abertos e ao ar livre etc.

    Por isso, é preciso oferecer uma experiência diferenciada para que o seu negócio se destaque da concorrência, que se torna cada vez maior. O fato do consumidor já estar no mesmo ambiente funcional do refeitório é um grande facilitador e pode ser aproveitado, pois, para o trabalhador, é confortável não ter que se deslocar, principalmente se as opções do restaurante corporativo de seu local de trabalho forem atrativas, diversificadas e, é claro, oferecer refeições saborosas e que atendam às suas preferências.

    Ao mesmo tempo que é um desafio fidelizar clientes, também é uma oportunidade que surge para os segmentos de refeições coletivas. Mas você pode estar se perguntando: como? Vamos te explicar! Continue sua leitura.

    Quais são as estratégias para aumentar o faturamento no setor de refeições coletivas?

    Agora que já sabemos dos desafios para o food service, além do novo perfil mais exigente do consumidor, lhe daremos 7 dicas e estratégias para que você, dono de uma concessionária de alimentação, ou para você que tem um restaurante próprio dentro de uma corporação, possa aumentar seu faturamento utilizando o varejo em seus restaurantes coletivos.

    1. Oferta de novas modalidades de alimentos sendo comercializadas nos restaurantes corporativos

    As concessionárias de alimentação estão surpreendendo seus consumidores oferecendo novas alternativas de alimentação, comidas para viagens, como o modelo de alimentação rápida Grab And Go (Pegue e Vá), que está se tornando muito popular por ser um restaurante de conveniência com foco em pratos prontos e pré-preparados. Esse modelo, além da praticidade, ajuda a reduzir o desperdício de alimentos. Por exemplo, escolas, universidades, hotéis etc. relatam jogar toneladas de alimentos de qualidade e comestíveis todos os anos simplesmente porque prepararam muito de certos alimentos ou esses itens não venderam tão bem quanto o esperado.

    O estilo de comida Grab And Go tem se tornado uma fonte valiosa de receita adicional para os gestores de serviços de alimentação, encontrados em todos os tipos de ambientes, desde lobbies de hotéis de luxo a lojas de conveniência, escolas e universidades.

    Os clientes mais atraídos por comidas prontas querem que suas refeições sejam de alta qualidade, diversificadas e deliciosas como seriam em um restaurante. Sendo assim, se você deseja manter os clientes satisfeitos fora do seu estabelecimento, considere adicionar opções de café da manhã saudáveis ​​para viagem ou lanches para viagem ao seu menu semanal. Ter, por exemplo, um TAA -Terminal de autoatendimento onde os clientes possam facilmente escolher sua próxima refeição e retirar no fim do expediente de trabalho permite conveniência.

    Ter refeições assim, aumenta o faturamento que antes era composto apenas pelos resultados que os refeitórios proporcionavam. O que era firmado em contrato estava fechado, isto é, o número de comensais efetivos x preço unitário da refeição.

    Basicamente, o lucro tende a ter um valor fixo, e essas novas modalidades de venda prometem aumentar esse lucro com vendas adicionais.

    Por causa do home office é projetada uma redução de comensais in loco, fato, mas com a oferta de outros produtos alimentícios, além de fidelizar os consumidores ou comensais efetivos, também pode trazer mais lucratividade ao negócio.

    Além das opções mencionadas, outra grande tendência é a exigência dos consumidores com comidas saudáveis (ou “green food”). Em português, “green food” é comida verde, que são os alimentos orgânicos livres de agrotóxicos.

    Também podemos citar as opções vegetarianas e veganas. O número de vegetarianos cresce cada vez mais. Segundo a revista Encontro, que cita pesquisas do Ibope, esse número já está próximo ao de 30 milhões de pessoas no Brasil, representando uma porção significativa da população.

    “Existem estudos que dizem que, até 2050, se a população continuar crescendo no mesmo ritmo que o atual e se o nosso processo de produção for similar ao que existe hoje, vai faltar proteína”, alerta Cristina Souza, CEO da consultoria Gouvêa Foodservice. “Nesse sentido, o consumo de alimentos de base vegetal é uma alternativa.” (Fonte: Mercado e Consumo, texto publicado em 16 de novembro de 2020)

    A busca por alternativas para agradar os comensais demonstram cuidado e foco na saúde e bem-estar dos trabalhadores. Por isso, a revisão e atualização do cardápio ou menus é uma estratégia importante para atender os novos perfis de consumidores.

    Será que dá para apostar na expansão da marca através de franquias de alimentação?

    É sabido que muitos consumidores optam pela variedade de opções na hora de realizar sua refeição, então, por que não disponibilizar essas opções dentro da empresa que este consumidor trabalha? Esse poderia ser um diferencial pra lá de interessante na sua rede de restaurantes corporativos.

    Cientes do novo comportamento dos consumidores, algumas concessionárias estão usando a criatividade e optando por criarem suas marcas de fast food para compor o novo tipo de negócio e outras optam por manterem suas marcas existentes. E ainda tem as que optam por adquirir franquias de marcas já consolidadas no mercado. Pense sobre isso!

    2. Alternativas de venda que vão além do tradicional almoço dos restaurantes corporativos, mas que requer tecnologia para fazer a gestão dos restaurantes corporativos

    Um bom sistema para gestão de alimentação coletiva é composto pelo menos pelos módulos de planejamento de cardápio, estoque, faturamento, compras etc. Já os PDVs, soluções de automação comercial, são compostos por módulo para gestão das vendas, integrados ao caixa e às demais áreas da empresa.

    Para a concessionária que deseja incorporar o varejo em seu negócio, seria ideal utilizar sistemas que são integrados entre si, dessa forma, eliminando os retrabalhos, gerando ganho de produtividade, agilizando a operação, gerando a demanda necessária para compra, mas principalmente, permitindo a visualização do resultado global da unidade, considerando o contrato de refeições e a venda de itens extras.

    Se o restaurante corporativo já tem o contrato com a empresa contratante para fornecer aos seus funcionários almoço e/ou jantar, porque não oferecer também um suco especial para complementar a refeição, uma sobremesa para depois ou um lanche/café adicional para o meio do expediente?

    São algumas opções de itens que os restaurantes corporativos podem, visando aumentar seus lucros, adicionar em seus menus para que o trabalhador possa realizar uma compra adicional durante seu expediente de trabalho.

    Cardápio digital e aplicativo próprio de delivery

    Com o EatSafe , solução desenvolvida pela Teknisa – todas essas novas opções de adicionais ou extras poderão ser entregues ao funcionário em sua estação de trabalho, conforme agendamento de horário e local.

    Outra modalidade para incrementar o faturamento dos restaurantes corporativos é o canal Take Away, que vai além do expediente de trabalho. Nele, o trabalhador tem a opção de comprar, por exemplo, um prato congelado para levar para casa e para desfrutar, de forma prática, de uma outra refeição fornecida pelo restaurante corporativo.

    Os sistemas da Teknisa trabalham de forma completamente integrada usando banco de dados único. Com isso, o restaurante corporativo que decidir implementar características ou produtos do varejo vai poder fazer a gestão do estabelecimento com os benefícios do sistema para PDV Odhen by Teknisa, amplamente utilizado por restaurantes comerciais, com a possibilidade de manter a comunicação com o TecFood sistemas para gestão da alimentação (restaurantes corporativos).

    3. Adaptação dos restaurantes corporativos ao novo normal do mundo pós pandemia

    As exigências do “novo normal” são extremas, tanto por parte dos consumidores, que estão mais resistentes do que nunca, quanto pelos órgãos que determinam as novas regras de funcionamento de estabelecimentos que lidam com refeições, claro, incluindo os restaurantes corporativos.

    Um dos métodos mais promissores para atrair e manter consumidores é conquistando a confiança deles no quesito segurança, higiene, desinfecção e limpeza em geral. Desinfecção de mesas e cadeiras, distanciamento adequado entre as pessoas e higiene no local e no preparo das refeições são alguns dos fatores que geram credibilidade.

    Dessa forma, fica garantida a segurança de quem realiza refeições no local, quebrando suas resistências e temores, e mantendo-o fiel ao estabelecimento (no caso, o restaurante corporativo que está utilizando também o varejo). Dificilmente, as empresas contratantes desses restaurantes corporativos vão pensar em substituições já que os restaurantes corporativos agregam tanto valor.

    Se as concessionárias vão mesmo ter lanchonetes ou, talvez, até mesmo inovarem com o modelo de franquias de alimentos dentro das indústrias, elas terão que se encaixar nos moldes dos restaurantes comerciais, afinal, a única diferença será ter um estabelecimento de vendas de alimentos, porém, dentro do espaço da indústria contratante.

    Para reflexão: o número de trabalhadores de uma empresa geralmente é fixo, porém, o número de vendas a serem feitas pode variar. Vai depender da propaganda, do preço, da qualidade, da promoção, da periodicidade, do atendimento e da segurança alimentar e do estabelecimento.

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    4. O uso da tecnologia como suporte nos refeitórios em corporações

    Um ponto chave para o sucesso e para aumentar a produção e o faturamento de um restaurante — seja comercial ou corporativo — é o uso da tecnologia como suporte, de forma a dinamizar os processos.

    Segundo a pesquisa High-tech Retail, tecnologia e o comportamento de compra do brasileiro, da Croma Marketing Solutions, aponta que 60,4% dos consumidores brasileiros almejam efetuar suas compras por meio do autoatendimento nos próximos 3 anos.

    Trata-se de um número expressivo e que pode ser contemplado por alguns métodos. Um deles é o método “touch free”, por meio do seu próprio smartphone ou por totens disponibilizados na indústria ou empresa contratante, o trabalhador pode ter acesso a menus digitais e inteligentes que contêm, por exemplo, os valores nutricionais dos alimentos, entre outros.

    Nesse método, o trabalhador, caso compre algum item adicional em suas refeições ou opte por uma refeição alternativa, poderá fazer o pagamento de suas contas no smartphone ou no totem que estarão sendo utilizados. Ele poderá selecionar a forma de pagamento que preferir. Isto é, caso a concessionária opte e possa vender alimentos dentro das empresas contratantes.

    Na cozinha, o uso da tecnologia também é muito importante, inclusive na implantação do conceito “cozinhas inteligentes”. As “cozinhas inteligentes”, se comparadas às cozinhas tradicionais, ocupam menos espaço físico — quesito muito importante para instalação de restaurantes corporativos em corporações.

    A função das “cozinhas inteligentes” é garantir uma melhor conservação dos alimentos, redução de gastos — como gás, água, produtos de limpeza etc. —, e, é claro, proporcionar mais rapidez e dinamismo no preparo dos alimentos, além da diminuição de desperdícios e lixos gerados.

    A consequência disso é um serviço inteligente e mais produtivo. Já é de conhecimento comum que há um aumento de produtividade dos restaurantes que fazem uso da “cozinha inteligente”, acrescido de uma diminuição significativa dos gastos com energia elétrica, por exemplo.

    Os sistemas TecFood vão ao encontro da essência das “cozinhas inteligentes” e oferecem tecnologias de produção que podem trazer grandes benefícios aos restaurantes corporativos.

    No “cook and chill”, por exemplo, os alimentos são embalados em plásticos e só são abertos na hora de servir ao consumidor, além de possuírem uma “etiqueta inteligente”, que permite que o estoque seja otimizado com base na data de produção e de validade. Um auxílio e tanto para reduzir os desperdícios e evitar perdas por contaminação ou por vencimento da validade.

    Confira alguns benefícios dos sistemas TecFood para restaurantes corporativos:

    • Controle de entregas adaptado de acordo com o agendamento de pedidos;
    • Uma projeção do número de pratos que serão fornecidos nos dias seguintes;
    • Relatórios, com base nas vendas, dos “pedidos extras” mais vendidos e menos vendidos;
    • Utilização de “etiquetas inteligentes” que contêm a data de produção e de validade de cada alimento;
    • Auxílio no controle de estoque.

    Por meio do EatSafe os pedidos feitos através dos totens de autoatendimento ou dos smartphones vão direto para a cozinha, onde os pratos são preparados de acordo com o agendamento do horário que o consumidor determinou ao realizar o pedido. Uma vantagem e tanto, pois a refeição será preparada segundo a demanda, mais um ponto parecido com os restaurantes comerciais.

    E por falar na produção de refeições por demanda, vale ressaltar que o sistema KDS (Kitchen Display System) da Teknisa oferece ganhos na dinâmica e mais proatividade dos funcionários do restaurante corporativo, garantindo vantagens com relação aos pedidos extras dos trabalhadores da empresa na qual o restaurante corporativo está inserido. Por exemplo, um menor tempo de espera para a entrega desses pedidos, que serão entregues no ponto ideal e no momento que foi agendado.

    Assista ao case de sucesso da Cozzi e saiba como ela melhorou seus resultados financeiros usando o TecFood.

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    5. Promoções e clubes de desconto adaptados para restaurantes corporativos

    Uma ótima forma para os restaurantes corporativos alavancarem o faturamento é a implementação de clubes de desconto que oferecem promoções e preços mais baixos. Copiando a ideia dos restaurantes comerciais.

    Quando um trabalhador tem seu cadastro pessoal em um dos estabelecimentos que vendem lanches, por exemplo, ele tem a garantia de que ele será premiado com ofertas, preços mais baixos e promoções. Por isso, a tendência é a constância e a fidelidade a esse estabelecimento.

    Em um restaurante corporativo a fidelização do consumidor poderá ser fomentada por várias estratégias. Uma delas é por meio de um cadastro online. Utilizando os dados cadastrados, quando o trabalhador realizar 10 refeições extras (como a do canal Take Away, por exemplo) nesse mesmo restaurante corporativo, ele ganhará uma refeição gratuita; ou, em outro exemplo, quando o trabalhador optar pela compra adicional de 2 opções no mesmo dia (sobremesas, bebidas etc.), ele ganhará outro item adicional de sua escolha. Esses métodos de promoções incentivam um maior número de compras adicionais/extras por parte dos trabalhadores e, por consequência, um lucro maior para a concessionária.

    A Teknisa indica 7 ideias de programas de fidelidade para implementar no seu negócio. Elas também podem ser utilizadas por restaurantes corporativos, caso adotem o varejo em seu negócio.

    6. Atendimento de qualidade em restaurantes corporativos

    O atendimento já era um dos quesitos mais importantes na hora de fidelizar consumidores em restaurantes comerciais e corporativos, agora, no mundo pós pandemia, pode ter se tornado algo ainda mais determinante.

    Se antes os consumidores de restaurantes buscavam por preços melhores e descontos, hoje, eles se preocupam muitíssimo com a higiene. Um estudo da Galunion, é uma empresa especializada em alimentação e catalisadora de conhecimento, network e inovação em prol dos negócios e profissionais do Food service, indica que 73% das pessoas se sentem “mais confortáveis” se o estabelecimento demonstra, de forma nítida, o cuidado que eles têm com o preparo e com o processo de embalar o produto.

    Essa questão, agora, também se alastrou e faz parte da opinião do público dos restaurantes corporativos, principalmente quando o assunto é higiene e saudabilidade. E, ainda, agora que as concessionárias estão implantando a venda de refeições ou o varejo de food service dentro das indústrias, o preço e os jogos de fidelização são vistos com bons olhos.

    Levando em conta que os restaurantes corporativos geralmente possuem uma lotação ainda maior do que a dos restaurantes comerciais, os empregados desses estabelecimentos agora devem ser treinados para serem cuidadosos ao máximo com a higienização do local. Deve haver um foco em limpar mesas e cadeiras, verificar constantemente a disponibilização de álcool em gel em todos os locais necessários e também manter a higienização própria, com o uso adequado e constante de álcool em gel, máscaras, luvas descartáveis e protetores faciais; tudo isso sem perder a cortesia e a eficiência.

    O Odhen by Teknisa, solução de automação comercial geralmente utilizada em restaurantes comerciais, pode auxiliar também o seu restaurante corporativo no atendimento ao trabalhador, buscando evitar problemas relacionados à satisfação. Com esse sistema, é possível evitar problemas comuns, como por exemplo: a confusão na hora de entregar o pedido (o comensal não recebe o que gostaria); a temperatura da comida fora do ponto ideal e pedidos entregues em tempos diferentes.

    Conheça um pouco mais sobre essa solução que promete trazer a satisfação do cliente, a produtividade, a padronização do seu estabelecimento e outros ganhos.

    7. Novos métodos tecnológicos aplicados em restaurantes de refeições coletivas

    O  mundo atual gira em torno da tecnologia, realidade. No setor do comércio alimentício, no qual, agora, pode-se citar os restaurantes corporativos, isso não é diferente. Gestores que optam pela inovação buscam, a cada dia que passa, por novos métodos tecnológicos que facilitem o processo de compra e venda de consumidores e lojistas.

    O Self-Checkout, o Honest Market e os aplicativos de cardápio digital e delivery e o TAA – Terminal de Autoatendimento são algumas das novas modalidades tecnológicas que vieram para revolucionar, dinamizar e ajudar na rotina dos estabelecimentos de comércio de alimentos. No caso do restaurante corporativo, essas novas modalidades chegam como um grande complemento para aumentar o lucro.

    Terminal de autoatendimento TAA

    Essas novas tecnologias diminuem os gastos com funcionários, diminuem o desperdício, o espaço físico necessário para realizar operações, o contato físico entre as pessoas, o uso de filas, o tempo de espera e o tempo gasto em grandes deslocamentos, além de facilitar o uso de informações por parte dos consumidores.

    Conclusão

    Com o “reset” que aconteceu no mercado de food service, há muitos desafios a serem enfrentados pelos gestores do setor.

    Contudo, com o uso da criatividade e da tecnologia, é possível trazer resultados positivos e até mesmo melhorias no ramo dos restaurantes corporativos.

    Claramente, o mercado de food service tem muito potencial de retomada e crescimento, desde que vise a atender as demandas de um consumidor cada vez mais exigente. Além disso, os gestores dos restaurantes corporativos e comerciais devem estar atentos à urgência em se adequar à nova realidade e demandas do setor.

    A primeira grande barreira a ser enfrentada é voltar a ter a confiança do consumidor nesse contexto, pois ele se mostra bem mais resistente e desconfiado, com um novo perfil. Isso vale para os consumidores dos estabelecimentos comerciais e dos restaurantes corporativos.

    O primeiro ponto é quebrar essa resistência e entender da melhor maneira possível esse novo perfil, garantindo ao consumidor um ambiente higiênico e livre de riscos, sem perder a qualidade.

    Passada essa barreira, foram apresentadas alternativas para cativar os comensais e as empresas em que estes restaurantes corporativos estão inseridos, além de novos canais, uma maior implementação da tecnologia, novos métodos e novas estratégias, tais como varejo de food service para aumentar o faturamento das concessionárias de alimentação. Essas foram as 7 dicas e estratégias expostas e explicadas ao longo do texto:

    Dicas e estratégias para alavancar vendas no segmento de refeições coletivas:

    1. Oferta de diversas modalidades de alimentos e serviços, apesar dos restaurantes corporativos continuarem em operação;
    2. Alternativas de venda que vão além do tradicional almoço dos restaurantes corporativos;
    3. Adaptação dos restaurantes corporativos ao novo normal no mundo pós pandemia;
    4. Uso da tecnologia como suporte aos processos de refeitórios em corporações;
    5. Fidelização de consumidores usando promoções e clubes de desconto adaptados para o perfil dos restaurantes corporativos;
    6. Diversificação de canais de venda e de atendimento dos consumidores dos restaurantes corporativos;
    7. Implementação de métodos tecnológicos aplicados em restaurantes de refeições coletivas: aplicativos e TAA – Terminais de Autoatendimento.

    E você, empreendedor, como está vendo este novo quadro pós pandemia referente ao food service? Alternativas inteligentes e acessíveis existem, fato. Gostaríamos de estar ao seu lado nessa nova fase tão desafiante e, ao mesmo tempo, tão promissora.

    O que achou das ideias apresentadas? Quais são as maiores dificuldades e oportunidades que você enxerga? Conte-nos! Vamos crescer juntos!

    Até a próxima =)

  • Use um sistema de RH SaaS e torne o setor mais estratégico

    Use um sistema de RH SaaS e torne o setor mais estratégico

    O sistema de RH SaaS permite que as empresas tirem o máximo proveito de sua força de trabalho. Como profissional de RH, você precisa ter um amplo conjunto de habilidades para desempenhar as principais funções da área.

    A área de Recursos Humanos – denominada setor de Recursos Humanos em algumas empresas, e também muitas vezes abreviada para apenas RH – é a parte da organização a qual cabe a responsabilidade de gerir e lidar com os colaboradores.

    Dentro dessa gestão, são designadas várias tarefas importantíssimas para o bom funcionamento da empresa como um todo.

    O profissional de RH possui diversas responsabilidades dentro de uma organização, como por exemplo: contratação, admissão, demissão, organização da folha de pagamento, redução dos custos com
    contratações, aumento da produtividade dos colaboradores e da empresa em geral, etc.

    Além de tarefas destinadas ao fator humano, como:

    • a recorrência de avaliações de desempenho e pesquisa de clima organizacional;
    • a elaboração de eventos visando a integração dos colaboradores da empresa e o engajamento a causas sociais importantes.

    Com tantas responsabilidades, o profissional de Recursos Humanos trabalha, diariamente, com um banco gigante de dados e de números.

    Para otimizar e deixar os processos da área mais eficientes, o setor de RH de toda companhia deve procurar por uma solução – um sistema de RH/ software de RH SaaS – que facilite essas operações “mecânicas”, para que, assim, o setor trabalhe realmente com soluções estratégicas e, dessa forma, a empresa cresça e aumente a produção.

    Ao longo deste blog explicaremos, de forma detalhada, as funções dos diferentes cargos e dos subsetores da área de Recursos Humanos; da importância do setor e das habilidades mais relevantes de um profissional de RH.

    Você poderá, também, entender as vantagens de utilizar um software / sistema  para RH de uma organização.

    Vamos aprender mais? Continue lendo!

    O que é Recursos Humanos

    A origem da criação da área de Recursos Humanos – que existe desde a época da revolução industrial – veio da necessidade de fazer a composição entre os interesses da empresa e os de seus colaboradores. Esse objetivo vale até os dias de hoje.

    Com o decorrer dos anos, como em todo o mercado de trabalho e a sociedade em geral, a área de Recursos Humanos passou a ter um olhar especial para o bem-estar de todos que estão envolvidos com a organização, agregando métodos da psicologia para que os colaboradores se tornem funcionários mais produtivos e com uma maior qualidade de trabalho e de vida.

    Dentro de uma organização, cabe ao setor de Recursos Humanos gerir as pessoas que ali estão empregadas, especificamente pela inter-relação entre elas e o aperfeiçoamento da interação.

    A área de Recursos Humanos é o setor responsável por manter os colaboradores satisfeitos e motivados e, ao mesmo tempo, aumentar a produção de todos eles, com o objetivo de alcançar as metas da empresa.

     

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    Quais são as funções da área de Recursos Humanos?

    A área de Recursos Humanos existe para apoiar os funcionários, seguindo as regras, as normas e os objetivos da empresa na qual ela está instalada.

    Confira algumas das tarefas realizadas diariamente pelo departamento de Recursos Humanos.

    Recrutar colaboradores

    É função do departamento de Recursos Humanos entender as necessidades da empresa e, dessa forma, garantir que elas sejam atendidas recrutando novos colaboradores para novos cargos.

    É preciso analisar o mercado, consultar pessoas interessadas e gerenciar as contas.

    Contratar os colaboradores certos

    O setor de RH é o responsável por contactar os candidatos, marcar as entrevistas, gerenciar os custos e esforços de contratação e fazer a integração dos novos colaboradores.

    Além, claro, de garantir que toda a burocracia que envolve uma contratação esteja em dia e dentro da lei.

    Gerenciar a folha de pagamento

    Todo mês, no dia de pagamento, deve ser feito todo o gerenciamento da folha de pagamento. As horas devem ser calculadas, coletadas e processadas. Além, claro, do cálculo dos impostos.

    Se é difícil para uma pessoa física pagar os impostos uma vez por ano, imagine para o setor de RH, que deve fazer isso em toda data de pagamento.

    Conduzir medidas disciplinares

    Uma das partes mais duras e complicadas do setor de RH é a de condução de medidas disciplinares.

    Uma medida disciplinar, quando aplicada de maneira inadequada, pode resultar na perda de um funcionário valioso para a empresa, além do risco de má reputação.

    Porém, quando bem conduzida, pode resultar em uma transformação positiva na carreira do colaborador. Também é tarefa do RH saber quando e se as medidas devem ser aplicadas.

    Os departamentos de Recursos Humanos devem saber que o funcionário em questão é valioso para a empresa e merece esse esforço (que pode ser custoso), ou se a melhor opção é dispensá-lo.

    Manter as políticas da empresa atualizadas

    É dever do setor de Recursos Humanos analisar e atualizar as políticas da empresa conforme as mudanças da organização, ou, pelo menos, uma vez ao ano.

    Também é tarefa do RH atualizar as políticas da empresa em todos os setores, além de sugerir as mudanças que o departamento julgue como necessárias.

    Claro, tudo isso seguindo sempre as leis em vigência.

    Gerir os dados dos funcionários

    Os registros dos funcionários são fundamentais para todas as organizações. Esses dados possuem detalhes pessoais e contatos para emergência de cada funcionário.

    Os dados dos funcionários ajudam o setor de RH e a empresa a identificarem necessidades ou lacunas, para que, com isso, o processo de recrutamento e contratação fique mais fácil.

    É uma grande ajuda na hora de cumprir regulamentos, como os demográficos. Os dados também auxiliam a empresa a readmitir um funcionário que deixou de trabalhar na organização e está sendo
    recontratado.

    Conduzir a análise de benefícios

    É de extrema importância para uma organização que ela se mantenha competitiva na hora de recrutar funcionários.

    Um funcionário capacitado, na hora de escolher uma empresa, pode optar por outra oportunidade de trabalho somente pelos benefícios oferecidos, mesmo que o salário seja igual ou até menor.

    O setor de Recursos Humanos deve se manter atualizado com relação aos benefícios oferecidos em outras organizações, e, é claro, tentar manter a empresa sempre competitiva e atrativa para os
    funcionários mais capacitados do mercado.

    Gerir o desenvolvimento pessoal e corporativo

    O desenvolvimento pessoal passa por partes como o desenvolvimento de habilidades e do potencial dos funcionários. Ele deve contribuir para o bem-estar e para a qualidade de vida dos colaboradores.

    O setor de RH deve estar atento aos colaboradores e tratá-los sempre como pessoas importantíssimas para a organização.

    Gerir a performance dos colaboradores

    O setor de Recursos Humanos de uma empresa deve medir a performance de seus colaboradores, sempre motivando e buscando o aumento de produtividade, por meio de treinamentos, auxílios e
    benefícios.

    Fazer o gerenciamento de desempenho é essencial para garantir que os trabalhadores permaneçam produtivos e engajados. O bom gerenciamento de desempenho envolve boa liderança, definição clara de metas e feedback aberto, por exemplo.

    É importante que os colaboradores estejam nivelados e trabalhem com o mesmo nível de eficiência.

    Claro, tudo isso fica muito mais fácil e prático com um sistema / software de Recursos Humanos que possua indicadores de performance. Hoje, quem não faz o uso dessas inovações tecnológicas acaba
    ficando para trás.

    Treinamento

    Os treinamentos da empresa devem ser realizados pelo departamento de Recursos Humanos. Deverão ser ensinadas tarefas gerais e específicas de cada cargo e área, além das regras da empresa.

    O treinamento introdutório é fundamental para que o novo colaborador conheça a empresa e se sinta parte dela. A partir desse ponto, o funcionário passa a participar ativamente das atividades da empresa.

    Integração

    Assim como o treinamento inicial, a integração do funcionário é parte chave do setor de Recursos Humanos e da empresa em questão.

    A integração é feita para que o novo colaborador conheça o local de trabalho, a política da empresa, seus companheiros de setor e de trabalho. Estando integrado, o novo funcionário dá os primeiros passos dentro da empresa.

    Para que o novo funcionário tenha uma boa primeira impressão, é essencial a participação do setor de RH para conduzir de perto a trajetória da integração.

     

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    Como é dividida a área de Recursos Humanos?

    A área de Recursos Humanos é dividida entre diferentes tarefas e responsabilidades. A divisão, geralmente, é feita da seguinte forma:

    Gestão de pessoas

    É a parte que se dedica a fazer uma gestão de treinamento dos colaboradores (não apenas de novos colaboradores, mas também de reciclagem de antigos colaboradores, por exemplo), de avaliar a
    performance dos funcionários, bem como o bem-estar e a felicidade deles. A forma mais eficiente de fazer a gestão do capital humano, sem dúvida, é através da tecnologia.

    Administração de pessoas

    Essa parte é responsável por gerir os colaboradores da organização.  Alguns dos processos que devem ser geridos são:

    • Conferência de ponto (pontualidade, faltas, horas extra, etc);
    • Compras e gastos;
    • Prêmios;
    • Salários etc.

    Saúde e segurança do trabalho

    A saúde e a segurança do trabalho do colaborador são responsabilidades do RH e, para lidar com isso, há uma parte específica dentro do setor.

    Essa parte deve conhecer as leis trabalhistas e proporcionar a melhor qualidade de saúde e segurança do trabalho possível, fazendo uma mediação entre os colaboradores e a empresa.

    A essa área, alinhada com a legislação vigente, cabe também definir o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO e PPRA – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais da respectiva
    organização

     

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    Recrutamento

    O processo de recrutamento pode ser feito pela área de gestão de pessoas, porém, em algumas empresas, ele faz parte de uma área exclusiva.

    Algumas organizações determinam que a atividade precisa ser feita por um profissional próprio, que não deve ocupar seu tempo com outras atividades do setor.

    Remuneração

    Cabe a essa parte do setor criar um sistema de salários.

    Esse sistema é feito de acordo com a remuneração específica dos cargos, que varia da responsabilidade, dos objetivos e também dos recursos disponíveis e disponibilizados pela empresa.

    Benefícios

    Além do setor da remuneração / salários, existe também o setor de RH que trata dos benefícios dos colaboradores.

    O oferecimento de benefícios em uma organização é uma ferramenta muito importante para manter e atrair empregados qualificados.

    São alguns exemplos de benefícios que podem ser oferecidos pelas empresas:

    – Vale alimentação;
    – Vale transporte;
    – Vale cultura;
    – Plano de saúde;
    – Plano odontológico;
    – Auxílio creche;
    – Programas de auxílio à família;
    – Plano de previdência privada;
    – Cesta Básica;
    – Convênio farmácia;
    – Seguro de Vida;
    – Vale Refeição.

    Visões equivocadas da área de Recursos Humanos

    Generalizando, as pessoas têm visões equivocadas sobre a área de RH, e elas não são poucas.

    Os profissionais de Recursos Humanos:

    – Não são protetores dos empregados;
    – Não têm o poder de colocar quem eles quiserem onde eles quiserem;
    – Não têm a condição de preparar os empregados para qualquer situação;
    – Não têm o poder de mudar salários e cargos;
    – E eles não têm o poder de influenciar o gestor a tomar decisões.

    Trabalhar no setor de Recursos Humanos não é somente trabalhar com pessoas. É extremamente  necessário que o profissional de RH conheça o negócio da empresa, o meio que ela está inserida e quais são os objetivos dela.

    Ele deve melhorar o desempenho dos colaboradores sem que eles percam qualidade de vida e bem-estar.

    Primeiros passos para a construção de um departamento de Recursos Humanos

    Se sua empresa ainda não possui um departamento de Recursos Humanos, o que você está esperando? O cenário para 2021 parece bastante otimista, tanto para o empregador, quanto para o
    empregado.

    Segundo pesquisa da empresa Robert Half (2021), o empregador se mostra confiante em um aumento de perspectiva de crescimento para o primeiro semestre de 2021, além de um olhar também otimista do colaborador/profissional com relação às perspectivas de carreiras, expectativas salariais e jornadas de trabalho ideais para 2021.

    Tendo isso em conta e a motivação da criação de um departamento de Recursos Humanos, podemos dizer que sua construção vai depender de alguns fatores.

    O processo de criação de um departamento de Recursos Humanos depende de em que estágio a organização se encontra; se é uma nova empresa ou se a empresa já existe há algum tempo, e só está
    planejando criar um departamento de Recursos Humanos agora.

    Fora isso, as questões iniciais de criação de um departamento RH são afetadas pelo tamanho, poder aquisitivo, infraestrutura, qualidade de suporte e crescimento planejado da empresa, além da
    visão e cultura organizacional.

    Algumas questões que devem ser consideradas pelos gestores que têm o interesse de criar um departamento de RH em uma organização são:

    – Plano de colaboradores do RH;
    – Plano de orçamento de RH;
    – Obrigações fiscais;
    – Sistema e gestão da folha de pagamento;
    – Plano de colaboradores da empresa em geral;
    – Descrições de cargos de emprego;
    – Estrutura de pagamento;
    – Planos de benefícios;
    – Manual de funcionários;
    – Procedimentos de segurança;
    – Anúncios de empregos;
    – Procedimentos de contratação;
    – Sistema e gestão de arquivos e dados de colaboradores;
    – Medidores que proporcionem a avaliação de desempenho.

    Para as organizações que ainda farão parte do mercado, é bom saber que as etapas para implementar um departamento de Recursos Humanos com certeza vão começar do zero.

    Não é pouco trabalho, por isso um profissional experiente de Recursos Humanos deve fazer parte dessa missão.

    Para empresas já atuantes, o primeiro passo é avaliar um status atual das atividades relacionadas a Recursos Humanos.

    Essa avaliação/revisão das atividades é essencial para determinar as prioridades e para um planejamento ideal das ações que devem ser tomadas.

    Entenda a missão de um profissional de Recursos Humanos

    O trabalho de um profissional de Recursos Humanos envolve todo o processo de contratação, admissão, demissão, folha de pagamento, pagamento de funcionários, treinamento e acompanhamento dos
    colaboradores, com o objetivo de auxiliá-los em suas carreiras dentro da organização.

    O profissional de Recursos Humanos deve entender que seu papel na organização é contribuir para que a empresa cresça, tenha bons resultados e, ao mesmo tempo, que as pessoas que ali trabalham
    estejam satisfeitas e motivadas.

    Ele deve entender as pessoas e saber lidar com conflitos e com as mais diversas relações interpessoais.

    Os funcionários, os gerentes, donos da empresa, fornecedores e até os clientes têm uma expectativa muito grande com relação ao trabalho da área de Recursos Humanos.

    9 habilidades essenciais para o profissional de Recursos Humanos

    Agora que você já tem uma ideia de como é o trabalho do profissional de Recursos Humanos, vamos expor e explicar com mais detalhes 9 habilidades que são fundamentais para o trabalho do profissional de Recursos Humanos no mercado de trabalho atual.

    1. Facilidade com relações interpessoais;

    Empresas de sucesso prezam pela qualidade da relação entre os funcionários da organização, inclusive na relação empregador-empregado.

    A capacidade de identificar e resolver conflitos entre colaboradores é fundamental para um profissional de Recursos Humanos. As empresas buscam um ambiente satisfatório, onde empregadores e
    empregados tenham uma boa convivência.

    2. Onboarding

    A rotatividade de empregados custa caro. As empresas estão buscando profissionais de Recursos Humanos que ajudem a diminuir a rotatividade. O “Onboarding” é uma expressão que se refere ao
    processo de adaptação de novos contratados da empresa.

    Para as empresas, quanto mais rápido o empregado se adaptar, mais vantajoso e menos custoso será, sendo essa uma tarefa fundamental do profissional de Recursos Humanos.

    3. Capacidade de ensinar e incentivar

    Uma das funções mais importantes designadas para o profissional de Recursos Humanos é a de aumentar a produtividade dos colaboradores, sempre norteando-os para os objetivos da empresa.

    O setor de Recursos Humanos tem a tarefa de designar metas, monitorar a performance, desenvolver a capacidade de produção e avaliar cada funcionário individualmente.

    Todas essas tarefas dependem muito da capacidade de ensinar e de incentivar, que é essencial para o profissional de Recursos Humanos.

    4. Trabalho em equipe

    Os profissionais de Recursos Humanos têm o objetivo de criar o melhor ambiente de trabalho possível para as empresas e, justamente por isso, é extremamente importante que eles deem o exemplo,
    sendo um “modelo a seguir” de trabalho em equipe.

    5. Organização e bom senso de planejamento

    É necessário que profissionais de Recursos Humanos tenham uma boa organização e um bom senso de planejamento, pois muitos cargos exigem um bom planejamento de tarefas e prioridades da equipe ou
    da empresa em si.

    É importante que o setor de Recursos Humanos seja capaz de criar um plano que permita que todos os colaboradores atinjam seus objetivos.

    6. Trabalho com o cliente (empatia e comunicação)

    O profissional de Recursos Humanos passa boa parte do seu tempo de trabalho em situações de “conflito”, mediando e, se possível, solucionando essas situações.

    Além do trabalho em equipe e do trabalho com os demais colaboradores da organização, o profissional de RH também deve saber interagir com o cliente, que no final das contas são eles que mantêm a
    saúde financeira da empresa.

    São necessárias habilidades que são difíceis de ensinar, como a empatia e a comunicação.

    7. Liderança

    O RH está quase sempre no meio dos grandes projetos das empresas, com isso, é muito importante que os profissionais tenham capacidade de liderança.

    É tarefa do RH alinhar os gerentes aos alvos que eles devem atingir, que são sempre guiados pelos objetivos da empresa.

    8. Conhecimento dos direitos do trabalhador

    O RH é o setor que lida com incidentes de lesões ou doenças relacionadas ao trabalho. A empresa, junto com o setor de RH, deve ter um plano de ação para esses ocorridos que esteja dentro das leis trabalhistas.

    O profissional de Recursos Humanos deve conhecer e entender as leis relativas à compensação do trabalhador, para que seja possível ajudar nas negociações do processo entre o funcionário e a
    empresa.

    9. Aptidão tecnológica

    Independente de sua área de trabalho, a aptidão tecnológica é uma vantagem enorme que o profissional pode ter no mercado de trabalho.

    Como todas as outras áreas do mercado, a área de Recursos Humanos também está em uma constante busca por modernização tecnológica.

    É uma área que hoje, se não usufruir de uma tecnologia de ponta (como software para RH e sistemas designados exclusivamente para a área de Recursos Humanos), vai ficar para trás com relação às outras
    empresas do mercado.

    Tendo isso em mente, é muito importante que o profissional de Recursos Humanos tenha uma aptidão tecnológica, justamente para ter o melhor desempenho individual e coletivo, além de poder servir
    como exemplo para as demais áreas e os demais colaboradores da empresa.

    Conheça os cargos da área de Recursos Humanos

    Um bom setor de Recursos Humanos deve contar com um leque de profissionais competentes, que atuem em diferentes cargos, com diferentes funções e que tenham diferentes níveis de experiência.

    Para que você entenda os diferentes cargos da área de Recursos Humanos, suas funções e os níveis hierárquicos, listamos e explicaremos todos eles.

    Cargos iniciais

    Assim como em outros setores da empresa, os cargos iniciais geralmente são ocupados por profissionais mais jovens, com pouca ou nenhuma experiência de trabalho, algumas vezes profissionais que ainda nem terminaram a graduação.

    Os cargos iniciais também são fundamentais em qualquer setor de Recursos Humanos. São eles que auxiliam e dão o suporte para os demais funcionários, e é normal que venham com tal conhecimento
    desde a faculdade.

    Estagiário de Recursos Humanos

    Também como nos outros setores das empresas, o estágio é o primeiro cargo que o profissional de Recursos Humanos ocupa, muitas vezes antes mesmo de terminar a graduação.

    É importante ter estagiários de RH na empresa, pois é a partir do estágio que o profissional de RH ganha experiência prática da profissão, muitos talentos são descobertos nesta fase e a empresa
    que oferece esta oportunidade também é a primeira a ter o retorno financeiro desses profissionais em formação.

    Auxiliar de Recursos Humanos

    Geralmente, esse é o primeiro cargo oficial do estagiário dentro da empresa. O auxiliar de Recursos Humanos é responsável por diversas responsabilidades administrativas da empresa, flutuando
    entre os setores jurídico, financeiro e contábil da empresa.

    Consultor de Recursos Humanos

    O consultor de RH é o responsável pelas análises e avaliações da empresa. É o profissional que dá sugestões e propõe mudanças para que a empresa cresça.

    Coordenador de Recursos Humanos

    O coordenador de Recursos Humanos é o responsável por garantir que a empresa esteja dentro das leis vigentes do país, evitando processos e multas. É também quem faz a gestão de pagamentos, dos
    aumentos de salário, das demissões e do ponto eletrônico.

    Especialista de setores

    Especialistas são os profissionais que estarão focados em diferentes setores específicos da área de Recursos Humanos.

    Eles devem ser especialistas no setor em que estão inseridos, pois serão referência. Os especialistas são essenciais para que os diferentes subsetores do RH funcionem com primor.

    Recrutador

    O recrutamento e a seleção são partes fundamentais do RH. É necessária a expertise em contratação de funcionários por parte de profissionais desse cargo.

    Em algumas empresas é até mesmo exigido uma formação no curso superior de psicologia para trabalhar nesse cargo, pois o recrutador deve saber fazer testes psicológicos e de personalidade no
    processo de seleção.

    Cargos intermediários

    Para ocupar um cargo intermediário no setor de Recursos Humanos é necessário que o profissional tenha mais experiência e até mesmo um perfil de liderança. Em algumas companhias os profissionais
    que ocupam esses cargos são denominados supervisores.

    Especialistas de setores sênior

    Um especialista sênior já possui alguns anos de experiência e já é capaz de liderar seu setor, treinando novos colaboradores e funcionários menos experientes.

    Recrutador sênior

    O recrutador sênior é aquele que possui anos de experiência, e também é capaz de liderar e treinar. O profissional desse cargo deve ser capaz de atuar no recrutamento de cargos avançados da
    organização.

    Gestor de Recursos Humanos

    O gestor de Recursos Humanos é responsável por manter um bom clima organizacional, sendo o elo e mantendo a harmonia entre empregado e empregador. O profissional atuante desse cargo também pode
    atuar na gestão de salários, em treinamentos e outras funções administrativas.

    Gerente de Recursos Humanos

    O gerente de Recursos Humanos deve ser capacitado e ter a expertise para gerenciar todos os processos do departamento de RH.

    É o responsável por reter talentos, fazer plano de carreira para colaboradores, avaliar o desempenho, manter os funcionários do departamento instruídos e treinados etc.

    Cargos avançados

    É o último nível da hierarquia do departamento de Recursos Humanos.

    Para que o profissional de Recursos Humanos chegue a cargos desse nível, são necessários anos de experiência e especializações.

    Consultor de Recursos Humanos

    Um cargo de nível avançado no setor de Recursos Humanos é o de consultor. Para ter o nível necessário para esse cargo são necessários muitos anos de experiência, especialização e muita expertise.

    O Consultor de Recursos Humanos deve ter a capacidade de avaliar a operação do setor de Recursos Humanos e aconselhar melhorias.

    Um consultor pode trabalhar dentro da empresa (como contratado) ou como um serviço terceirizado para a empresa.

    Diretor de Recursos Humanos

    O Diretor de Recursos Humanos deve ser o responsável pela boa operação do departamento de Recursos Humanos.

    É o líder máximo do departamento e deve orientar, treinar e ensinar todos os outros funcionários de RH. Dentro da empresa, hierarquicamente, só está abaixo do CEO.

    O profissional desse cargo deve trabalhar com o desenvolvimento de pessoas, para extrair ao máximo o potencial dos colaboradores do departamento, explorando o máximo de rendimento possível do capital humano disponível, visando aumentar a produtividade e atingir os objetivos da empresa.

    O próximo passo, agora que conhecemos os cargos e as habilidades mais importantes de um profissional de Recursos Humanos, é entender a evolução do departamento de RH e as vantagens de utilizar um software/sistema na área de Recursos Humanos de uma organização.

    Vem comigo!

    Entenda a evolução de RH, e a situação atual

    Nos primórdios do surgimento da área de Recursos Humanos, os funcionários ainda eram tratados como objetivos mecânicos de trabalho, sem nenhum interesse com relação à qualidade de vida,
    segurança de trabalho, projeção de carreira ou motivação dos colaboradores.

    O setor de Recursos Humanos foi um dos que mais sofreu alterações nos últimos tempos. Alterações positivas e de evolução.

    Se antes era um setor operacional, hoje é um lugar estratégico, que busca cada vez mais implementar a tecnologia. Hoje, a área é denominada RH 3.0

    Vamos entender um pouco mais da história do RH, até os dias de hoje, com o RH 3.0? Continue a leitura!

    RH 1.0

    O RH 1.0, que era denominado DP, era focado apenas em mediar a relação do patrão e do funcionário, checando apenas fatores de compromisso do empregado, como a pontualidade, admissão, demissão e
    férias, por exemplo.

    Porém, o mercado, em geral, mudou. E com ele, o RH também passou por diversas evoluções.

    RH 2.0

    Com a evolução do mercado em geral, a concorrência ficou maior, os clientes ficaram mais minuciosos e o mercado mais competitivo.

    Com isso, as empresas que não trabalhavam com funcionários comprometidos com os objetivos e a missão da organização, acabavam não sobrevivendo.

    O RH 2.0 surgiu fruto da necessidade de uma maior atenção na atração e na continuidade de bons empregados.

    RH 3.0

    No mundo de hoje, completamente tomado pela tecnologia e pela inteligência artificial, é uma necessidade para toda empresa que deseja sobreviver no mercado, trabalhar com uma tecnologia de
    ponta.

    Com isso, surgiu o RH 3.0 que é um departamento com influência gigante da tecnologia, usada para facilitar operações diárias do RH, como por exemplo:

    – Recrutamento;
    – Seleção;
    – Treinamento;
    – Medição de produtividade;
    – Entre outros.

    Com a otimização dessas tarefas, será possível para o setor trabalhar com soluções estratégicas e criativas para que a empresa tenha um progresso maior e aumente a produção.

    Entenda, então, as vantagens que um software de RH pode proporcionar para uma empresa.

    Quais são as vantagens de utilizar um software / sistema de Recursos Humanos

    Conforme visto, o profissional de RH possui diversas responsabilidades, como por exemplo:

    – Contratação;
    – Admissão;
    – Emissão;
    – Organização da folha de pagamento;
    – Aumento da produtividade dos colaboradores;
    – Redução dos custos com contratações;
    – Entre outros.

     

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    Com tantas responsabilidades, o profissional de Recursos Humanos trabalha, diariamente, com um número gigante de dados e números, e, para otimizar e deixar esse processo mais eficiente, o setor
    de RH deve contar com um software de Recursos Humanos.

    O software de Recursos Humanos é uma ferramenta de auxílio para otimizar os processos do setor.

    Geralmente, a demora é considerável para fazer um processo seletivo, para identificar realocações possíveis ou até mesmo para um recrutamento interno. Com um software de Recursos Humanos isso
    fica muito mais ágil, fácil e otimizado.

    As informações são acessadas de forma mais rápida. Tudo isso reduz os custos com operações e acelera a produção dos colaboradores.

    Com o software de RH, o setor se torna mais estratégico. Ele para de perder tempo com tarefas “mecânicas” e muito operacionais, e começa a realmente a pensar em estratégias para que a empresa
    cresça e aumente a produção.

    O uso de um software de Recursos Humanos otimiza e facilita diversas atividades do RH, como por exemplo:

    – Controle (ou eliminação) de planilhas salariais;
    – Avaliações;
    – Manutenções;
    – Treinamentos e recrutamentos da organização;
    – Remuneração e benefícios;
    – Segurança do trabalho;
    – Controle de frequência;
    – Saúde do colaborador;
    – Performance;
    – Auxílio na carreira do contribuinte;
    – Entre outros.

    Tendo em conta toda a diferença que um software/sistema de Recursos Humanos pode proporcionar dentro de uma organização, apresentaremos o HCM, um software/sistema da Teknisa designado
    exclusivamente para a área de Recursos Humanos, usado e recomendado por empresas que são exemplo no mercado.

     

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    Conheça o HCM, o software/sistema da Teknisa feito para auxiliar a área de Recursos Humanos das organizações.

    O HCM é um sistema de RH que possui todas as funcionalidades referentes e necessárias ao departamento de Recursos Humanos, da gestão do Departamento Pessoal e até da gestão do Capital Humano.

    O HCM, software para a gestão de RH, também promove a integração com o sistema contábil e o sistema financeiro de um ERP, garantindo a gestão de pessoas e o aumento da produtividade dos times.

     

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    Vale explicar o que é sistema ERP

    ERP é um Sistema Integrado de Gestão ou Sistema de Recursos Empresariais. Esse software ERP engloba os principais módulos de sistemas pertencentes aos vários segmentos de uma empresa, como financeiro, vendas, controladoria e também à solução Capital Humano.

    O sistema ERP permite uma visão mais analítica de uma empresa, proporcionando mais agilidade ao acesso às informações e à tomada de decisões.

     

    [tekvideo loading=”lazy” link=”https://www.youtube.com/embed/a-aJxAF5Z-M”]

     

    Confira algumas das vantagens do sistema HCM da Teknisa

    São várias vantagens que o sistema HCM da Teknisa pode proporcionar para o seu negócio. Confira!

    Folha de pagamento

    Encargos sociais e trabalhistas, previdenciários, impostos e IRRF, e-social, controle contábil e financeiro, obrigações fiscais, holerites, processos trabalhistas, etc.

    Remuneração e benefícios

    Encargos, férias, 13º, parcerias; Vale Refeição e Transporte; Competências X Salários; Avaliação de desempenho; Progressões de salários; Convênio farmácia; Seguro de Vida; Vale Refeição, etc.

    Segurança do trabalho

    Treinamentos, plano de ação, dispositivos de prevenção de acidentes e combate à incêndios, agentes e riscos ambientais, EPIs, etc.

    Controle de frequência

    Controle de jornada e cálculos; Regras de apontamento; Controle de banco de horas, faltas, atrasos e afastamento; horas extras, DSR, FGTS, etc.

     Seleção e recrutamento

    Vagas, quadro de posições internas, banco de talentos, perfis, cargos planejados, autorizados, congelados, ocupados e vagos, etc.

     Saúde e medicina

    Exames periódicos preventivos, prontuários, perfil , laudos de medicações, previdenciário, afastamentos, atestados, CAT, PPRA, PCMSO, EPI’s e EPC’s.

     Performance e clima

    Pesquisa de clima; Plano e ações corretivas; Plano de metas; Desenvolvimento pessoal, Admissão e desligamento.

     Treinamento carreira

    EAD e Presenciais; Administração de agenda; Necessidades de treinamentos; Plano de capacitação; Índices de eficácia dos cursos.

    História de sucesso com um sistema de RH

    Além do ERP e do HCM, o Giraffas usa o PDV da Teknisa e pode contar com informações confiáveis, como obrigações fiscais, contábeis, pessoais, vendas etc.

    “Ter um sistema todo integrado tem resultado em um aumento de performance e ganhos referentes ao desempenho de processos.”

    (Marcos Zanetti, gerente de TI da Rede Giraffas).

     

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    Conheça algumas características que um bom sistema HCM deve ter, comparando-o ao software HCM da Teknisa

    •  O HCM da Teknisa cobre 8 áreas do capital humano, possui uma variedade de sistemas, aplicativos e portais;
    •  O sistema HCM tem  indicadores e ainda podem ser customizados pelos usuários conforme necessidade;
    •  O HCM possui aplicativos destinados à descentralização da operação do DP/RH; um app para o gestor e outro para seu auxiliares;
    •  O sistema HCM opera de maneira integrada ao ERP da Teknisa: contabilidade, financeiro, apontamento para apuração de contratos, discriminação de despesas de mão-de-obra, compra de benefícios, entre outros;
    •  Sistema HCM é mantido na nuvem, não precisa ser instalado localmente, é totalmente SaaS, 100% web e, além disso, a infraestrutura necessária é da responsabilidade da equipe de gestão de cloud Teknisa;
    • O sistema HCM é adaptado ao eSocial e tem todas as informações padrões já previamente parametrizadas, bem como as obrigações acessórias;
    • Geração de eventos do eSocial relacionados à saúde e segurança do trabalho;
    • Importação dos arquivos XML e informações importantes do eSocial. Os dados são disponibilizados em planilhas Excel com layout amigável;
    •  A solução HCM é preparada para atender a legislação trabalhista vigente com flexibilidade para as tratativas de particularidades do cenário de cada cliente;
    • É possível fazer a utilização do HCM para realizar um BPO de toda a sua contabilidade. Com uma estrutura organizacional múltipla do sistema, é permitindo um compartilhamento de eventos e incidências padrão;
    •  É possível fazer a gestão dos colaboradores conforme o organograma, seguindo a hierarquia organizacional múltipla;
    • É feito o armazenamento das informações históricas de todos os colaboradores (inclusive ex-colaboradores);
    • É registrada a movimentação dos colaboradores dentre os centros de custos, departamentos e/ou equipes diversas dentro da empresa;
    • É feita a customização de relatórios conforme a necessidade da empresa;
    • É feita a gestão inteligente de benefícios: cadastramento, compra, descontos, integração com principais fornecedores dos Brasil, etc;
    •  Não é necessário adquirir todos os módulos do HCM de uma vez. Os módulos são vendidos de forma separada, de acordo com a vontade e a necessidade do cliente.

    Assista ao vídeo em que Marcelo Silva, gerente de produtos da Teknisa, fala sobre os 05 aspectos fundamentais para a avaliação de um sistema de DP/RH ideal para sua empresa: o que ele deve contemplar!

    [tekvideo link=”https://www.youtube.com/embed/6vEvhE4HM_k”]

    Agora que batemos esse papo sobre a área de Recursos Humanos nas organizações e já apresentamos as vantagens, funcionalidades e características do sistema de Recursos Humanos HCM da Teknisa, cabe a
    você fazer uma análise da qualidade da solução e compará-lo com outros sistemas para, finalmente, tomar decisão de fazer a diferença.

    Como os módulos do sistema HCM são vendidos separadamente, isso dá liberdade e flexibilidade para que você, nosso futuro cliente, tenha a oportunidade de escolher um plano que condiz com seus
    recursos financeiros e melhor atende às necessidades de sua empresa, podendo discutir e implementar customizações para que seu empreendimento possa funcionar de maneira eficaz.

    Consulte nossos planos e preços!

    E-book sistema para capital humano

    Soluções para automação da gestão do Capital Humano e para a simplificação do fechamento da Folha de Pagamento

    Confira, por fim, as soluções para automação da gestão do Capital Humano e para a simplificação do fechamento da Folha de Pagamento, proporcionadas pelo HCM by Teknisa.

    Solução para gestão do Capital Humano

     

    [tekvideo loading=”lazy” link=”https://www.youtube.com/embed/3T8KXIVGLDY”]

     

    Conclusão

    O papel desempenhado pelos profissionais que atuam na área de Recursos Humanos de uma empresa é vasto e de uma importância única. Nesse sentido, o uso da tecnologia é uma necessidade real e
    urgente, para que o RH da empresa se torne mais estratégico.

    Com um sistema/software de Recursos Humanos, o setor passará a focar em atividades criativas que agreguem valor ao seu desempenho, uma vez que não perderá mais tempo com funções “mecânicas”
    cotidianas, cujas soluções já se encontram prontas e disponibilizadas pela tecnologia.

    Com isso e com as diversas vantagens citadas no texto, o HCM, novo sistema/software da Teknisa desenvolvido exclusivamente para a área de RH, vem ao mercado para auxiliar as empresas com as
    melhores vantagens e soluções disponíveis para o setor de Recursos Humanos.

    As empresas usuárias do HCM by Teknisa poderão usufruir de diversas vantagens no setor de Recursos Humanos:

    • Encargos sociais e trabalhistas, previdenciários, impostos e IRRF, e-social, controle contábil e financeiro, obrigações fiscais, holerites, processos trabalhistas
    • Encargos, férias, 13º, parcerias; Vale Refeição e Transporte; Competências X Salários; Avaliação de desempenho; Progressões de salários
    • Treinamentos, plano de ação, dispositivos de prevenção de acidentes e combate à incêndios, agentes e riscos ambientais, EPIs, etc.
    • Controle de jornada e cálculos; Regras de apontamento; Controle de banco de horas, faltas, atrasos e afastamento; horas extras, DSR, FGTS, etc.
    • Vagas, quadro de posições internos, banco de talentos, perfis, cargos planejados, autorizados, congelados, ocupados e vagos, etc.
    • Exames periódicos preventivos, prontuários, perfil , laudos de medicações, previdenciário, afastamentos, atestados, CAT, PPRA, PCMSO, EPI´s e EPC´s
    • Pesquisa de clima; Plano e ações corretivas; Plano de metas; Desenvolvimento pessoal, Admissão e desligamento.
    • EAD e Presenciais; Administração de agenda; Necessidades de treinamentos; Plano de capacitação; Índices de eficácia dos cursos.

    E muito mais!

    Quais dificuldades você, profissional de Recursos Humanos, tem encontrado no exercício da sua função?

    Quais seriam as melhores vantagens ao utilizar o HCM by Teknisa? Quais seriam as áreas do RH que mais se beneficiariam, na sua opinião? Deixe seu comentário! Será um prazer interagir com você. Até a próxima =)

  • Self-Checkout e Honest Market: quais são as vantagens do PDV?

    Self-Checkout e Honest Market: quais são as vantagens do PDV?

    O que é Self-Checkout e o que tem a ver com Honest Market?

    O Self-Checkout teve origem nos Estados Unidos e já vem sendo amplamente utilizado em alguns países da Europa. Self-Checkout é um modelo de autoatendimento, através do qual o próprio consumidor realiza o pagamento de suas compras, sem a presença de operadores de caixa de PDV – sistema para ponto de venda. O modelo promete acabar com as filas, diminuir o número de funcionários e otimizar o tempo e o espaço nos estabelecimentos de varejo do mercado de alimentação. Além disso, é parte importante de um novo conceito que promete muito: o Honest Market.

    Ao longo deste artigo explicaremos de forma clara e detalhada o funcionamento e as vantagens do método Self-Checkout, que é totalmente automatizado e revolucionário, e que já é uma tendência no mercado. Falaremos também dos benefícios do Honest Market, tanto para os consumidores, bem como para os lojistas. Também Falaremos da importância de contar com sistemas para aumentar o desempenho do novo negócio.

    Como funciona o Self-Checkout?

    As máquinas que permitem o autoatendimento, mais conhecidas como Self-Checkouts, funcionam de forma segura, ágil, fácil e intuitiva, tanto para os lojistas quanto para aos consumidores.

    Após um consumidor terminar seu processo tradicional de seleção de produtos que quer comprar, ele vai se dirigir até o setor onde estarão instaladas as máquinas eletrônicas de Self-Checkouts para realizar a conferência de itens, fazer o pagamento e finalizar sua compra. Pelo menos é assim que funciona em grandes estabelecimentos.

    Como a ideia é tornar o processo mais ágil que o tradicional, geralmente os gestores podem contar com uma opção para limitar um número máximo de itens por vez para cada pessoa no Self-Checkout.

    O próprio consumidor pode “passar” seus produtos – um de cada vez – pelo leitor de código de barras. O processo é bem fácil, pois é intuitivo.

    No caso do varejo, como em supermercados, por segurança e para evitar acidentes, podem ser usados cestos acoplados a balanças para checar se o peso dos itens que lá foram colocados correspondem ao peso dos itens que foram lidos pelo código de barras. Vale ressaltar que os itens devem estar previamente registrados em um sistema de PDV – ponto de venda.

    Como uma outra medida de segurança, o sistema de Self-Checkout também poderá liberar a leitura de outros itens somente se não houver nenhuma divergência entre o que já foi lido pelo leitor de código de barras e o peso correspondente registrado na balança.

    Após os produtos serem registrados pelo leitor de código de barras e serem colocados no cesto, o cliente poderá finalmente escolher seu método de pagamento (que será realizado no próprio Self-Checkout), fazer o pagamento, retirar o comprovante e finalizar sua compra, de forma prática e evitando a perda de tempo desnecessária.

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    Quais são as vantagens do Self-Checkout?

    Agora que já sabemos como é o funcionamento do Self-Checkout, explicaremos as vantagens proporcionadas por esta nova tecnologia.

    1 – Redução de custos operacionais

    • Com o Self-Checkout implantado, poderá haver um remanejamento dos operadores de caixa para outras áreas da empresa, reduzindo assim os custos desta operação. Sem contar a redução do espaço físico necessário, já que os Self-Checkouts ocupam menos espaço que os caixas tradicionais.

    2 – Agilidade nos processos de compra

    • Um dos principais benefícios ofertados pelo Self-Checkout é a redução drástica de filas para efetuar o pagamento das mercadorias, proporcionando agilidade nos processos de compra realizados pelo consumidor.

    3 – Processo de pagamento ágil e intuitivo

    • Com o Self-Checkout, o consumidor irá diretamente até uma máquina de autoatendimento, através da qual realizará um processo de compra e de pagamento independente, rápido e acima de tudo, simples.
    • Essa inovação do mercado não precisa de manual de instrução, o método é tão simples que há praticamente uma interação imediata entre consumidor e máquina, tornando a operação intuitiva desde o primeiro contato. O sistema de pagamento abarcado nas máquinas de Self-Checkout vão, de forma inteligente, acompanhando e guiando o processo até a sua finalização.

    4 – Uma nova experiência para o consumidor e a mídia espontânea

    • Nos tempos atuais, estamos em um caminho sem volta rumo à inteligência artificial. A tecnologia aliada à inteligência das máquinas está invadindo o nosso cotidiano, facilitando processos rotineiros e até mesmo substituindo profissionais.
    • O Self-Checkout, já utilizado amplamente nos países de primeiro mundo, é mais uma dessas inovações que também deverá tomar o Brasil, visto o sucesso em países que já o utilizam.
    • Por ser uma novidade tecnológica, a inovação atrai novos clientes pelo fator curiosidade, o que também proporcionará uma mídia positiva e espontânea para as empresas que adotarem esse processo.
    • Se seu negócio for o primeiro da sua cidade a adotar esse método, é ainda melhor. Isso poderá atrair a atenção positiva de outras mídias, como comentários nas redes sociais, canais de televisão, rádio e jornais, além de proporcionar ao seu consumidor uma experiência totalmente inusitada e antenada com o futuro.

    5 – Otimização do espaço da loja

    Seria ótimo ter a disponibilidade de um espaço maior no seu estabelecimento, não é mesmo?

    • Normalmente um lojista busca ter uma otimização do seu espaço, seja para expor um maior número de produtos e fazer alguma divulgação ou seja investir na decoração.
    • Nada melhor do que a substituição dos antigos caixas, que ocupam grande espaço, por inovadoras máquinas de Self-Checkout, já que são menores podem proporcionar mais espaço.
    • Além das máquinas de autoatendimento ocuparem menos espaço que um caixa tradicional, diminuem consideravelmente a área ocupada pelas corriqueiras filas em frente ao antigo caixa operado por equipes de atendentes porque aceleram o fluxo de clientes atendidos dentro do estabelecimento.

    6 – Segurança do método

    • Segundo a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), 2,2% do faturamento dos supermercados é desperdiçado na perda e extravio de itens, porém a má operação de funcionários de caixas também tem sua parcela de culpa nesta porcentagem. Mas com o sistema automatizado do Self-Checkout e as balanças que conferem o que está sendo registrado pelo próprio consumidor, a cada item, esse número poderá ser reduzido. Mais à frente vamos falar longamente sobre o programa e conceito do Honest Market, que envolve o consumidor na checagem dos produtos que ele pretende comprar, pois se as equipes que trabalham no caixa têm suas falhas, será que o consumidor vai lidar bem com a função de ser seu próprio atendente? Será que o estabelecimento está protegido contra desvios ou roubos?
    • Para um funcionamento otimizado e mais seguro do sistema Self-Checkout, é recomendável o uso de câmeras e de um painel de segurança, para que, caso a máquina seja implementada em um supermercado, por exemplo, um supervisor acompanhe todos os passos dos clientes.
    • Um painel eletrônico pode ser usado para avaliar se está ocorrendo algum problema ou alguma dúvida do cliente com a operação, o supervisor pode ser acionado para que ele possa ajudar o cliente, além de verificar o que pode estar causando o problema.

    7 – Aumento no número de vendas

    • Devido ao grande número de vantagens proporcionadas para o consumidor e para a otimização dos processos da loja, o resultado final é o consequente aumento no número de vendas, um objetivo claro de todo lojista.
    • Além do aumento da quantidade de novos consumidores frequentando o estabelecimento, a princípio pela curiosidade de usufruir dos métodos inovadores; pela diminuição de filas e pelo processo mais rápido e ágil de pagamento, promoverá um maior fluxo de clientes, novos e antigos. Estes fatores proporcionarão um aumento considerável nas vendas (atraindo um maior número de clientes, em um número diferente de situações).
    • Um dos exemplos de clientes atraídos pelo novo Self-Checkout é é o daquele que sai de sua casa para comprar apenas um produto simples, como um refrigerante ou um chocolate e opta por não comprar para não enfrentar uma fila grande e indesejada para realizar uma pequena compra. Com a tecnologia do autoatendimento, o tempo total do processo vai diminuir sensivelmente, atraindo esse tipo de cliente, para este tipo de compra.
    • Além disso, o cliente do exemplo acima citado que opta pelo estabelecimento que utiliza essa tecnologia, provavelmente não se limitará à compra de um único produto. Uma vez dentro do estabelecimento, ele poderá ser tentado por algum outro produto ou uma promoção imperdível.

    8 – Versatilidade de implementação

    Para mercados pequenos, o Self-Checkout é importantíssimo pela utilização inteligente do espaço disponível. Com aproximadamente um terço da área ocupada pelos antigos caixas clássicos, as máquinas de autoatendimento serão a solução ideal para otimizar e modernizar o espaço, liberando lugar para a exposição de seus produtos, deixando o estabelecimento visualmente mais atrativo e moderno.

    Além da principal vantagem desse novo método, proporcionada à todos os diferentes tipos de estabelecimento: uma nova experiência tecnológica, a comodidade digital que vai garantir as mais diversas melhorias e otimizações dos processos de venda para todos os públicos.

    O Self-Checkout poderá ser implementado nos mais diversos empreendimentos. O novo sistema já está sendo usufruído por um grande número de diferentes setores do varejo: em restaurantes, açaiterias, sorveterias, etc., em supermercados, em postos de gasolinas e também em conjunto com um outro programa inovador de vendas e pagamentos que é novidade no Brasil e que aborda o conceito do Honest Market.

    A seguir vamos introduzir e explicar a funcionalidade e as vantagens do Honest Market, que também promete despontar na comercialização de mercadorias.

    Honest Market e o Self-Checkout: sistemas de autoatendimento prático, ágil e seguro

    Afinal, o que é Honest Market?

    Honest Market é uma nova modalidade que promete revolucionar o mercado de produtos alimentícios e de conveniência.

    Seu significado em português é mercado honesto, pois é, conta com a honestidade do consumidor para realizar a compra e o pagamento sem ter que ter contato com um atendente. Mais especificamente, o que promete ser revolucionário nesse novo modelo é a forma com que os produtos passarão a ser comercializados.

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    Qual a definição do Honest Market e quais são suas inovações

    O conceito de Honest Market geralmente é aplicado em mini lojas, que podem ser pequenas mercearias mescladas com uma loja de conveniência, por exemplo, que funcionam de forma inteligente, sem a presença de um atendente. A maioria dos Honest Market`s estão instalados dentro de condomínios e empresas de médio e grande porte, isto, é ele pode ser instalado em qualquer lugar.

    De uma forma geral, os consumidores já estão familiarizados com as máquinas de bebidas e de lanches rápidos, já disponíveis em diversos locais: as máquinas pague e pegue. Porém, no Honest Market, o método é o pegue e pague, e não se limita aos produtos ofertados por uma máquina. A gama de produtos poderá ser tão ampla quanto a de uma mercearia de bairro, uma padaria personalizada e/ou uma pequena quitanda de frutas e legumes.

    Self-Checkout e Honest Market andam de mãos dadas, parecem ser a mesma coisa, mas o conceito Honest Market tem muito a ver com operações menores, que não necessitam de tanto equipamento e tecnologia como é o caso de grandes supermercados. O Honest Market tem sido bastante utilizado em ‘Mercadinhos’ instaurados dentro de condomínios ou de empresas, onde o público é mais conhecido e tende a ser mais confiável.

    É o mercado que vai até um condomínio ou até uma empresa seja de qual porte for. A relação dos consumidores com a tecnologia não para de evoluir, e dentro de um condomínio ou de uma empresa que preza pela modernidade e pela praticidade, incorporar a ideia do Honest Market é muito interessante.

    A grande inovação desta modalidade, além de estar em um ambiente a poucos metros de dos possíveis consumidores, é que ela dispensa o uso de funcionários (atendentes e operadores de caixa) e pode ficar aberto durante 24 horas por dia, 7 dias por semana.

    Em entrevista com a Teknisa, Harley Lemos Fontoura, dono de uma franquia de Honest Market da marca “Smart Store”, diz que o Self-Checkout é um complemento do Honest Market. Segundo ele, Self-Checkout é a máquina que permite ao consumidor passar a própria compra e efetuar o pagamento sem a necessidade do atendente “caixa” executar o trabalho, otimizando tempo e reduzindo filas. Já o Honest Market é um conceito do mercado aberto, disponível para o consumidor efetuar suas compras através do Self-Checkout, sem a presença de nenhum funcionário, ressaltando a honestidade do consumidor de passar pelo caixa todos os produtos que ele está levando. No Honest Market, diferentemente de outros tipos de varejo que utilizam o Self-Checkout, não existe um funcionário acompanhando as operações.

    [tekcta]Já pensou em aumentar essa receita investindo pouco? Ou fidelizar seus clientes através de uma experiência inovadora? Assista ao vídeo e conheça um modelo de autoatendimento que não conta com funcionários para fazer a cobrança.[/tekcta]

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    Como funciona, na prática, um Honest Market?

    A transação de compra e venda no conceito Honest Market tem como base a confiança no consumidor, fato. Entretanto, é necessário contar com um bom e intuitivo sistema para facilitar o processo de compra por parte dos clientes e para o perfeito registro de vendas. Bem, estamos falando de um sistema de PDV e de um sistema de pedidos online. Os estabelecimentos que investem em ‘Mercadinhos’ e que utilizam o conceito do Honest Market podem contar com as soluções Teknisa para proporcionarem aos consumidores uma excelente experiência e para garantirem a melhor performance do seu negócio quando o assunto é autoatendimento.

    Se você quer entender mais sobre o que é PDV, leia mais em nosso artigo “PDV o que é? Saiba por que implantar em seu restaurante?”

     

    Self-Checkout Honest Market PDV Autoatendimento

     

    As soluções e aplicativos da Teknisa permitem aos consumidores comprarem o que desejam de dentro de seus apartamentos, no caso dos condomínios, ou estando em suas estações de trabalho, podendo ainda retirar as mercadorias no local físico ou recebê-las em casa/em seu posto de trabalho. Além, claro, da opção de comprar e levar o produto diretamente no “Mercadinho Honest Market”, utilizando o Self-Checkout que estará dentro da loja.

    O processo funciona da seguinte forma: o consumidor entra no ambiente (loja), ele mesmo seleciona os produtos que quer comprar e, finalmente, escolhe se prefere pagar a compra utilizando a máquina de Self-Checkout, que é um equipamento disponibilizado pela loja ou através de um aplicativo no celular, que também contará com o método de cartão ou de paypal.

    Em ambas as opções de pagamento, o consumidor é quem vai escanear o código de barras, e com isso ele saberá o preço total da compra e o preço individual de cada produto.
    Como Honest Market tem sido implementado em condomínios e empresas, o que reduz o processo de deslocamento de funcionários ou de consumidores em geral, além de eliminar o uso de filas, o consumidor realiza sua compra em um curto espaço de tempo e já pode voltar para sua própria residência ou estação de trabalho. É fácil, simples e seguro.

    Outra vantagem é que o consumidor terá a facilidade de conferir os produtos e o número de itens que estarão disponíveis no Honest Market sem sair de casa.

    O que o consumidor pode encontrar dentro de um Honest Market?

    O Honest Market poderá conter os mais diversos produtos, como por exemplo: bebidas (alcoólicas e não alcoólicas), comidas congeladas, snacks, lanches, chocolates, comida para o animal de estimação, carnes para churrasco, entre outros produtos que o consumidor pode precisar a qualquer momento do dia.

    [tekcta]Assista ao vídeo e conheça o Honest Market da EatTake para food service.[/tekcta]

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    Onde pode ser instalado um Honest Market e qual é a segurança que ele oferece ao operador?

    O estabelecimento que usa Honest Market poderá se adaptar facilmente de acordo com a demanda e a necessidade do seu público, podendo ser construído até mesmo em pequenos espaços, como por exemplo em um hall, em um estacionamento, etc.

    O Honest Market, seja no ambiente de trabalho, no condomínio ou em qualquer outro lugar, pode permitir o amplo acesso ou permitir apenas a entrada de pessoas cadastradas em seus sistemas digitais ou software para condomínio. Isso vai depender do nível de investimento disponível para a infraestrutura do negócio, além da estratégia e dos objetivos de cada investidor ou gestor.

    Na maioria das vezes, o que os operadores estão fazendo é iniciar o processo, em um primeiro momento, permitindo o acesso amplo das pessoas e avaliando o índice de desvio de produtos, para então analisar se existe a necessidade de instalar um controle maior. É importante lembrar que um investimento maior em segurança também aumentaria o tempo de retorno do investimento da loja. Vale colocar na ponta do lápis e contar com os parceiros certos. Por isso, a Teknisa se coloca à disposição para expor as soluções que vão apoiar o seu negócio.

    Conclusão

    Tanto o Self-Checkout quanto o Honest Market andam juntos e como uma moderna modalidade de venda, que devem ter o apoio de uma tecnologia de ponta para trazer inovação, conforto e praticidade para a vida dos seus consumidores e ao mesmo tempo agilidade e aumento das vendas e alta performance para o negócio.

    O Self-Checkout, que basicamente é um caixa automatizado e de autoatendimento, é também uma tecnologia voltada para empresas que atuam no comércio de mercadorias. Ao longo do texto foram apresentadas as várias vantagens que essa nova tendência agrega tanto para os lojistas que a adquirirem quanto para seus clientes.

    As empresas que adquirirem o Self-Checkout e que também utilizam o Honest Market poderão usufruir das seguintes vantagens:

    • Redução com custos de mão de obra;
    • Aumento das vendas;
    • Fidelização dos consumidores através de pedido e pagamento ágeis e intuitivos;
    • Boa experiência e segurança para o consumidor;
    • Segurança nas transações de compra e pagamento.

    O Honest Market, por sua vez, é uma nova modalidade de comércio de produtos diversos (principalmente alimentícios) que normalmente são encontrados em lojas de conveniência e/ou mercearias/padarias. É uma novidade direcionada e bem explorada pelos condomínios e pelas empresas de médio e grande porte, que inclusive, para otimizar seus processos, faz o uso de máquinas de Self-Checkout.

    No caso de condomínios, a modalidade de vendas Honest Market, traz aos moradores ou funcionários a comodidade e facilidade de terem um espaço de compra de produtos variados, disponível 24 horas por dia, além de poderem adquirir produtos de forma ágil e prática, economizando, dessa forma, tempo e deslocamentos.

    Ao longo do texto também foram citadas diversas vantagens do Honest-Market, são elas:

    • Autoatendimento;
    • Disponibilidade 24 horas por dia;
    • Alinhamento de produtos de acordo com os consumidores;
    • Fidelização de clientes pela qualidade do serviço;
    • Proximidade máxima com o consumidor;
    • Variedade de lugares e fácil adaptação de espaços para a instalação;
    • Eliminação de gastos com operação (funcionários);
    • Redução de filas e o contato pessoal.

    O que mais você está esperando para fazer parte do futuro e incrementar suas vendas? Inove no seu ramo de atividade e em sua cidade, otimizando seus processo e alavancando suas vendas.

    A Teknisa está aqui para solucionar suas dúvidas e facilitar a informatização do seu estabelecimento. Conheça as soluções Teknisa: sistema para PDV – automação de vendas. Temos planos especiais para todos os portes de empresas do segmento de food service.

    Faça seu comentário dizendo qual parte destas inovações mais te atraem, será um prazer interagir com você! Até a próxima =)