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  • Como a cantina escolar inteligente melhora a merenda escolar?

    Como a cantina escolar inteligente melhora a merenda escolar?

    Imagine uma cantina escolar pública sem perdas, com controle rigoroso, cardápios mais aceitos e alunos satisfeitos. Isso é possível.

    Ao unir gestão moderna, boas práticas administrativas e tecnologia aplicada à merenda escolar, a escola pública alcança excelência e transparência na execução dos recursos do PNAE.

    Neste artigo, você vai aprender como estruturar uma cantina escolar eficiente, focada na merenda escolar pública, cumprindo a legislação, adotando inovação e fortalecendo a gestão educacional.

    👉Continue a leitura para conquistar esse salto!

    Tecnologia e inovação na cantina escolar pública

    Para modernizar a cantina escolar da rede pública, é essencial incorporar soluções tecnológicas que promovam automação, rastreabilidade e controle em tempo real. Ademais, essas ferramentas elevam a qualidade da merenda escolar e organizam rotinas críticas.

    Esses sistemas integrados garantem eficiência e facilitam a prestação de contas — fator indispensável à gestão pública transparente. Portanto, a merenda escolar ganha visibilidade, padronização e registros auditáveis.

    Por que digitalizar a cantina escolar é urgente

    Muitos gestores ainda dependem de planilhas manuais ou controles isolados. Isso gera retrabalho, falhas e desperdício de alimentos comprados com recursos públicos, especialmente na ausência de um sistema para alimentação escolar na cantina escolar.

    Com um sistema para alimentação escolar digital e integrado, o controle torna-se automatizado, com visibilidade total do processo — do estoque ao atendimento da cantina escolar. Além disso, as decisões ficam mais ágeis e melhor embasadas.

    A integração entre nutricionista, cozinha e secretaria de educação garante sinergia. Nesse sentido, ao adotar um sistema para merenda escolar na cantina escolar, ajustes no cardápio chegam automaticamente à produção, assim evitando desvios e perdas. Portanto, a operação ganha eficiência, transparência e rastreabilidade.

    👉 Conheça o papel do TecFood da Teknisa na gestão pública da merenda escolar e veja como levar essa eficiência para a sua rede.

    O papel do TecFood da Teknisa na gestão pública da merenda escolar

    O TecFood, da Teknisa, é uma solução web (em nuvem) desenvolvida para gestão de alimentação coletiva, com total aderência às exigências do PNAE.

    Nesse contexto, é amplamente utilizado em redes públicas de ensino, o sistema centraliza todas as etapas da operação — desde o planejamento nutricional até o controle de estoque e relatórios de auditoria.

    Com o sistema da Teknisa, o TecFood, gestores públicos podem:

    • Aprovar compras com limites definidos por função e centro de custo;
    • Monitorar validade e rastreabilidade dos alimentos;
    • Registrar o número de refeições servidas por escola ou período;
    • Obter métricas em tempo real sobre custos e produtividade;
    • Acompanhar KPIs de eficiência, aceitação e desperdício, atendendo às metas do PNAE.

    Além disso, a Teknisa destaca que o TecFood é modular e parametrizável, adaptando-se ao porte da rede e ao modelo de gestão de cada secretaria municipal ou estadual.

    Cardápio inteligente e IA aplicada à merenda escolar

    Mais do que digitalizar, é preciso tornar a cantina pública inteligente. A inteligência artificial (IA) integrada ao TecFood conecta o planejamento de cardápio aos dados de consumo. Também, prevê demanda com base em históricos, sazonalidades e padrões de compra, reduzindo desperdícios e otimizando o uso de verbas públicas.

    A IA também sugere ajustes no cardápio conforme a aceitação dos alunos. Desse modo, pratos pouco consumidos são substituídos por alternativas mais aderentes, melhorando a eficiência nutricional e operacional.

    Por outro lado, os dashboards analíticos exibem indicadores em tempo real — como custo por refeição, índice de desperdício e rendimento por unidade. Assim, decisões tornam-se assertivas, auditáveis e rápidas, alinhando planejamento de cardápio, compras e produção em um único fluxo.

    Planejamento automatizado de cardápios e gestão nutricional

    Atualmente, o TecFood oferece recursos avançados de planejamento nutricional inteligente, garantindo conformidade com a legislação do PNAE e otimizando o custo das refeições.

    Entre as funcionalidades do TecFood, destacam-se:

    • Planejamento do cardápio por limitação de custo público;
    • Elaboração por período, tipo de ensino e escola;
    • Padronização e uso de fichas técnicas de alimentos validadas;
    • Replicação automática de cardápios para escolas similares;
    • Acompanhamento nutricional considerando o aproveitamento integral dos alimentos;
    • App móvel de gestão de estoque para escolas permite que nutricionistas inventariem em tempo real, registrem lotes e validade e reduzam perdas e rupturas.;
    • Baixa automática de produtos conforme inventário;
    • Controle instantâneo de estoque a partir do cardápio;
    • Rateio automático por serviços planejados;
    • Apropriação correta dos custos e controle de validade.

    Essas rotinas seguem rigorosamente as normas do FNDE e os requisitos legais do PNAE, assegurando os nutrientes exigidos por lei.

    Ademais, o sistema já incorpora comandos de voz por IA — como “requisição por serviço” e “ajuste de inventário por voz” — no aplicativo de estoque. Assim, a operação da merenda escolar pública se torna mais fluida, precisa e moderna.

    Assista agora o case da Cozzi Restaurantes Industriais com Pedro Suassuna — digitalização que elevou performance e controle financeiro.

     

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    E como essas inovações transformam o ambiente educacional? Descubra a seguir como a cantina escolar pública se torna um motor socioeducativo.

    A cantina escolar pública como motor socioeducativo

    Sobretudo, uma cantina escolar bem gerida vai além da alimentação: é também um espaço de aprendizado, cidadania e convivência.

    Refeição como experiência educativa

    Adicionalmente, durante o lanche, os alunos aprendem escolhas alimentares, convivência social e responsabilidade. Além disso, a escola pode promover oficinas, hortas, exposições regionais e rodas de conversa sobre alimentação. Dessa forma, a cantina torna-se extensão prática da sala de aula.

    Nutrição, aprendizado e bem-estar juntos

    Em primeiro lugar, uma merenda escolar adequada melhora a concentração e o desempenho escolar, reduzindo carências nutricionais.

    Consequentemente, reforça a confiança das famílias na instituição pública, fortalecendo o vínculo comunidade-escola. Por fim, para que esses benefícios se tornem realidade, é fundamental contar com espaços funcionais e bem organizados.

    Saiba como uma estrutura e manutenção adequadas transformam a cantina escolar em um ambiente seguro, eficiente e acolhedor a seguir.

    Estrutura e manutenção ideais para cantinas escolares públicas

    A tecnologia só gera resultados quando há infraestrutura adequada. Por isso, é essencial planejar e manter espaços físicos seguros, higiênicos e funcionais.

    Planejamento físico e layout funcional

    Primeiramente, o fluxo da cantina deve seguir etapas sanitárias claras: recebimento → preparo → distribuição → descarte. Além disso, garanta separação entre áreas de alimentos crus e prontos, além de ventilação, iluminação e acessibilidade. Com isso, essas condições asseguram conforto e higiene para alunos e servidores.

    Equipamentos essenciais e manutenção preventiva

    Para começar, cada unidade deve dimensionar equipamentos industriais conforme o porte da escola. Além disso, implante rotinas de manutenção preventiva: limpeza de filtros, revisão elétrica, calibração e verificação de câmaras frias.

    Complementarmente, treine a equipe para pequenos reparos e mantenha contratos de assistência técnica ativos. No entanto, não é só a estrutura que garante o funcionamento adequado: conhecer e aplicar as normas vigentes é o próximo passo para assegurar qualidade e segurança.

    👉 Acompanhe a seguir as orientações sobre normas, legislação e segurança alimentar.

    Normas, legislação e segurança alimentar

    Cumprir a legislação é indispensável para qualquer gestão pública. Além de garantir saúde e segurança, o cumprimento das normas reforça a credibilidade da escola perante a comunidade e os órgãos de controle.

    Diretrizes do FNDE e PNAE

    Legalmente, a Lei nº 11.947/2009 estabelece que todos os alunos da rede pública têm direito à alimentação escolar. Ela também determina que pelo menos 30% dos recursos do PNAE sejam aplicados na agricultura familiar.

    Com isso, essas medidas incentivam a economia local e asseguram o fornecimento de alimentos frescos e saudáveis.

    Regulamentações da ANVISA e boas práticas

    Normativamente, a RDC 216/2004 da ANVISA orienta sobre manipulação, higienização, armazenamento e controle de temperatura dos alimentos.

    Complementarmente, o Manual de Boas Práticas do FNDE traz instruções detalhadas para capacitar manipuladores e padronizar procedimentos.

    Legislações locais e fiscalização

    Regulamentarmente, municípios e estados podem exigir vistorias sanitárias, alvarás e relatórios técnicos periódicos.

    Diante disso, sistemas como o TecFood geram relatórios automáticos para auditorias, garantindo transparência e rastreabilidade dos recursos públicos.

    Boas práticas de gestão pública na cantina escolar

    A eficiência nasce da combinação entre planejamento, execução e monitoramento contínuo.

    Planejamento de cardápios e participação técnica

    Tecnicamente, as nutricionistas da rede pública devem formular cardápios equilibrados e adequados a cada faixa etária. Adicionalmente, incluir alunos e professores no processo amplia a aceitação e reduz o desperdício.

    Gestão de estoque, compras e controle de perdas

    Operacionalmente, o controle rigoroso de entrada, saída e validade na gestão de estoque evita desperdícios e garante conformidade com o PNAE.

    Nesse cenário, automatize compras e cotações com base no consumo previsto e no saldo orçamentário de cada unidade escolar.

    Testes de aceitabilidade e melhoria contínua

    Periodicamente, realize testes de aceitabilidade regulares e revise os cardápios conforme os resultados.

    A partir disso, use indicadores como custo por refeição, índice de desperdício e nível de satisfação dos alunos. Esses dados, por sua vez, orientam ajustes e fortalecem a transparência pública.

    Sustentabilidade e inovação na cantina escolar pública

    Além da eficiência, a gestão moderna da cantina escolar deve integrar práticas sustentáveis e educação ambiental contínua.

    “A Lei nº 11.947/2009 trata da sustentabilidade de forma ampla: meio ambiente, cidadania e desenvolvimento local”.

    Portanto, alinhe rotinas à legislação e gere impacto social positivo.

    Práticas sustentáveis e redução do desperdício

    Sustentavelmente, adote louças reutilizáveis e reduza plásticos descartáveis. Além disso, implemente compostagem e segregação correta dos resíduos. Com apoio da IA, ajuste a produção à demanda real.

    Com isso, você evita superprodução, reduz sobras e diminui o impacto ambiental. Finalmente, priorize compras da agricultura familiar, fortalecendo a economia local conforme a lei.

    Educação alimentar e engajamento ambiental

    Pedagogicamente, promova hortas escolares, oficinas práticas e campanhas educativas sobre desperdício zero e aproveitamento integral dos alimentos. Por exemplo, envolva turmas em mutirões de colheita e trilhas do alimento da horta ao prato.

    Como resultado, os alunos desenvolvem consciência ecológica, fazem escolhas mais saudáveis e se tornam multiplicadores dentro e fora da escola.

    Benefícios de uma cantina escolar pública bem gerida com tecnologia

    Quando gestão pública eficiente, inovação tecnológica e boas práticas se unem, o resultado é impacto social e educacional duradouro.

    • Alimentação de qualidade e impacto educativo: melhora o rendimento escolar e forma hábitos saudáveis.
    • Eficiência operacional e economia pública: reduz desperdícios e otimiza recursos.
    • Transparência e credibilidade institucional: fortalece a imagem da escola e do município.

    Nesse contexto, padronize rotinas, reduza riscos sanitários e garanta conformidade ao PNAE na sua cantina escolar pública. Além disso, fortaleça a gestão com práticas claras e auditáveis. Portanto, eleve a qualidade da merenda escolar com ações simples e eficazes.

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    Conclusão: caminho prático para uma cantina escolar inteligente

    Em resumo, a cantina escolar pode unir eficiência, transparência e impacto social. Além disso, a tecnologia e as boas práticas elevam a merenda escolar a um novo padrão. Com isso, é possível reduzir desperdícios, fortalecer a rastreabilidade e melhorar a experiência do aluno.

    Por último, priorize três frentes: sistemas integrados, infraestrutura adequada e gestão orientada por dados. Assim, planejamento de cardápio, compras e estoque caminham juntos. Enquanto isso, indicadores em tempo real guiam ações rápidas e auditáveis. Desse modo, a rede pública ganha controle, qualidade nutricional e credibilidade.

    Por fim, alinhe tudo ao PNAE e às normas da ANVISA. A partir dessa diretriz, padronize POPs, realize testes de aceitabilidade e comunique resultados. A comunidade percebe o valor. Os alunos aderem mais. Os recursos rendem melhor.

    Teknisa como parceira estratégica

    A Teknisa oferece o TecFood, plataforma em nuvem para modernizar a cantina escolar com IA, dashboards e conformidade ao PNAE. Além disso, o sistema integra cardápios, gestão de estoque, compras e custos em um único fluxo.

    Assim, você reduz filas e perdas, melhora a merenda escolar e amplia a transparência com relatórios auditáveis.

    Portanto, sua operação ganha velocidade, padronização e resultados mensuráveis.

    👉 Quer modernizar a cantina escolar com IA e gestão integrada? Fale com a Teknisa e veja como o TecFood reduz filas, perdas e custos, enquanto melhora a merenda escolar.

     

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    [iee_faq_rich_snippet_item question=”O que é uma cantina escolar inteligente e como ela melhora a merenda escolar?”]
    Uma cantina escolar inteligente usa sistemas integrados para automatizar estoque, compras e atendimento. Assim, reduz desperdícios, padroniza processos e eleva a merenda escolar em qualidade e segurança. Além disso, relatórios em tempo real apoiam decisões rápidas e auditáveis.[/iee_faq_rich_snippet_item][iee_faq_rich_snippet_item question=”Por que a digitalização é urgente na rede pública?”]
    Planilhas manuais geram erros e retrabalho. Portanto, a digitalização garante rastreabilidade, conformidade ao PNAE e melhor uso das verbas. Desse modo, o gestor acompanha custo por refeição, índice de desperdício e validade dos insumos em um único painel.[/iee_faq_rich_snippet_item][iee_faq_rich_snippet_item question=”Como a IA ajuda no planejamento de cardápio?”]
    A IA analisa histórico, sazonalidade e consumo por escola. Assim, prevê demanda e sugere trocas quando a aceitação cai. Além disso, o planejamento de cardápio alinha compras à necessidade real, evitando sobras e falta de ingredientes.[/iee_faq_rich_snippet_item][iee_faq_rich_snippet_item question=”Quais práticas estruturais e sanitárias são essenciais?”]
    Mantenha fluxo sanitário (recebimento → preparo → distribuição → descarte), áreas separadas para crus e prontos, ventilação e acessibilidade. Além disso, adote POPs da ANVISA (RDC 216/2004), treinamentos frequentes e testes de aceitabilidade. Portanto, a cantina cumpre normas e entrega segurança alimentar.[/iee_faq_rich_snippet_item][iee_faq_rich_snippet_item question=”O TecFood da Teknisa atende às exigências do PNAE?”]Sim. O TecFood foi desenhado para a gestão pública. Assim, integra cardápios, gestão de estoque, compras, custos e relatórios de auditoria. Além disso, oferece KPIs, comandos de voz e rastreabilidade, facilitando a prestação de contas e a melhoria contínua da merenda escolar.
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  • Para onde vai o mercado? As principais tendências do setor alimentício para 2026

    Para onde vai o mercado? As principais tendências do setor alimentício para 2026

    No ambiente competitivo do food service, primeiramente, as tendências do setor alimentício apontam para um desafio central: crescer em volume sem, no entanto, perder rentabilidade.

    Por isso, garantir a margem em 2026 exige mais do que simplesmente escalar operações — na verdade, requer um equilíbrio estratégico entre tecnologia e toque humano. Consequentemente, essa é a base do que chamamos de Tech e Touch.

    Nesse contexto, a Teknisa se posiciona como parceira essencial, trazendo soluções tecnológicas já alinhadas às novas exigências do mercado. Além disso, sua presença ativa em eventos como o Galunion Insights 2025 reforça seu protagonismo nas principais transformações do setor de food service.

    👇 Siga a leitura e descubra como aplicar essa abordagem para garantir margens sólidas, eficiência e diferenciação competitiva.

    O dilema margem vs. volume: o cenário estratégico das tendências do setor alimentício

    O Galunion Insights 2025, que contou com a participação da Teknisa, apresentou a tese central para 2026: o food service brasileiro enfrentará um dilema entre buscar volume e preservar margem.

    Por um lado, o mercado verá oportunidades de crescimento impulsionadas pela “guerra do delivery” e pela retomada do turismo. Por outro lado, as margens estarão sob pressão, devido à instabilidade global dos custos e à alta do prime cost.

    Além disso, o comportamento do consumidor muda rapidamente: 78,8% das famílias brasileiras estão endividadas, e o “efeito GLP-1” (Ozempic) reduz o tamanho das porções, exigindo novos modelos de precificação.

    Nesse sentido, a tese da Galunion propõe três pilares estratégicos para vencer esse cenário:

    • Tecnologia inteligente, para decisões ágeis e processos automatizados.
    • Disciplina no supply chain, com controle de custos e prevenção de desperdícios.
    • Menu mix adaptativo, que se ajusta às novas demandas de consumo.

    Logo no primeiro dia, os especialistas já traçaram um caminho para escapar da guerra de preços. Por um lado, a jornalista Flávia G. Pinho destacou consistentemente o poder das narrativas.

    Segundo ela, muitas marcas possuem histórias incríveis, mas são, frequentemente, “mal contadas“. Portanto, contar essas histórias com autenticidade cria valor percebido e, como resultado, diferencia o negócio no mercado.

    Por outro lado, a executiva Mariana Fragoso Casarini focou na disciplina comercial. Ela foi direta ao alertar que “no CMV, a promoção não se paga“.

     

    Como solução, ela defendeu que “a parte estratégica deve ser desenhada antes de dar o primeiro passo“. Dessa forma, as empresas evitam promoções que corroem sua margem.

    Portanto, as tendências do setor alimentício para 2026 exigem inteligência estratégica, foco no cliente e gestão eficiente apoiada pela tecnologia certa.

    Tech + Touch: o equilíbrio entre automação e conexão humana

    No segundo dia do evento, o tema “Tech + Touch: se o digital acelera, é o humano que diferencia” trouxe uma lição essencial: a tecnologia é poderosa, mas o fator humano continua sendo o diferencial.

    A Teknisa acompanhou, atentamente, uma série de discussões inspiradoras sobre o poder do equilíbrio entre tecnologia e humanidade. Durante o evento, o painel “Experiências que conectam paixões” ilustrou perfeitamente essa tese. Nele, por exemplo, João Gélio (Joaquina) destacou que valorizar clientes e colaboradores é, antes de tudo, uma estratégia, e não um mero detalhe.

    Paralelamente, Carmen Virgínia (Cozinha de Altar) mostrou, de forma prática, como reconectar raízes culturais devolve propósito ao negócio.

    Em outro painel, “Tecnologias que nos movem para o futuro”, Lorena Montoya (Arcos Dorados/McDonald’s) afirmou que a inteligência artificial democratiza decisões — desde que aplicada à realidade de cada empresa.

    Assim, as tendências do setor alimentício apontam para um modelo híbrido: automação com propósito e relações humanas autênticas.

    👇 Logo, explore como a Teknisa está liderando essa transformação com soluções que unem tecnologia inteligente e conexão humana — continue lendo e descubra o futuro do food service.

    Teknisa: presença, inovação e protagonismo nas tendências do setor alimentício

    Para que a fórmula Tech e Touch se torne realidade, as empresas precisam, sobretudo, de soluções confiáveis e escaláveis. Nesse contexto, a Teknisa se consolida como referência há mais de 35 anos no segmento de food service, desenvolvendo sistemas de gestão, BI, automação e inteligência artificial voltados à alimentação.

    Ao longo desse período, a empresa vem desenvolvendo sistemas de gestão, BI, automação e, inclusive, inteligência artificial, todos especificamente voltados para o setor de alimentação.

    Durante o Galunion Insights 2025, a Teknisa atuou como agente ativo nas discussões sobre a convergência entre tecnologia e experiência humana. Dessa forma, a empresa reforçou, mais uma vez, seu papel estratégico como parceira fundamental para as tendências do setor alimentício em 2026.

    Na prática, as soluções Teknisa com o TecFood, já integram:

    Portanto, a Teknisa entrega mais do que tecnologia: com a solução Tecfood, oferece uma base sólida para margens saudáveis, crescimento sustentável e decisões estratégicas guiadas por dados.

    Como aplicar a fórmula Tech e Touch no seu negócio

    A aplicação prática das tendências do setor alimentício, portanto, exige ação estratégica imediata. Para orientar esse movimento, veja como começar:

    • Avalie sua maturidade digital e identifique gargalos tecnológicos.
    • Escolha soluções modulares, que conectem retaguarda e atendimento.
    • Capacite sua equipe para usar dados sem perder o toque humano.
    • Implemente testes rápidos, como menus dinâmicos ou fluxos automatizados.
    • Integre storytelling e experiência emocional à jornada do cliente.

    Ao implementar essas estratégias, os gestores de food service vai além da dependência do volume. Como resultado, eles constroem um modelo de negócio verdadeiramente sustentável. Esse modelo, consequentemente, equilibra rentabilidade financeira com uma base sólida de clientes fiéis.

    Conclusão: Tech e Touch como chave das tendências do setor alimentício em 2026

    As tendências para refeições coletivas mostram, claramente, que o futuro pertence às empresas que equilibram tecnologia e empatia. Diante disso, em 2026, vencer o dilema margem vs. volume no setor alimentício exigirá, simultaneamente, decisões guiadas por dados, processos automatizados e, sobretudo, conexões humanas genuínas.

    Nesse contexto, a Teknisa se consolida como parceira estratégica de quem quer crescer com propósito. Com soluções robustas, como TecFood, e expertise comprovada, a empresa ajuda gestores a transformar insights em resultados concretos.

    Portanto, não deixe que a busca por volume comprometa sua margem. Adote tecnologia com propósito, cultive o contato humano e garanta uma operação rentável no novo ciclo do food service.

    Pronto para vencer o dilema margem vs. volume em 2026? Nossas soluções já estão preparadas para ajudar você. Solicite uma demonstração gratuita.

  • Sistemas sustentáveis de produção de alimentos: eficiência para empresas e valor para consumidores

    Sistemas sustentáveis de produção de alimentos: eficiência para empresas e valor para consumidores

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    No cenário atual, em que consumidores cobram mais responsabilidade socioambiental e empresas enfrentam pressão por eficiência, os sistemas sustentáveis de produção de alimentos tornaram-se prioridade estratégica no setor de food service.

    Isso acontece porque, de um lado, empresas precisam reduzir custos, melhorar margens e fortalecer reputação junto a clientes e investidores. Por outro lado, consumidores querem comer melhor, com menos impacto ambiental, embalagens recicláveis e transparência sobre a origem dos ingredientes. Assim, conciliar essas visões é o caminho para transformar a sustentabilidade em resultado. Afinal, um dos maiores vilões dessa jornada é o desperdício.

    Trata-se de um desafio urgente, pois, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), cerca de um terço dos alimentos produzidos no mundo são perdidos ou desperdiçados em toda a cadeia. Como resultado, isso representa custos elevados, emissões desnecessárias e insegurança alimentar.

    Além disso, a Bloomberg Intelligence projeta que os investimentos em ativos ESG podem ultrapassar US$ 53 trilhões até 2025, mostrando que capital e sustentabilidade estão cada vez mais interligados. Diante dessa realidade, é fundamental entender o conceito.

    O que são sistemas sustentáveis de produção de alimentos

    Os sistemas sustentáveis de produção de alimentos combinam práticas, processos e tecnologias voltados a equilibrar três frentes essenciais: impacto ambiental, eficiência econômica e valor social. Assim, vamos detalhar isso.

    Em outras palavras, destacam-se:

    • Uso racional de água, energia e insumos;
    • Planejamento inteligente para reduzir desperdícios, bem como rastreabilidade completa de ingredientes e fornecedores;
    • Adoção de práticas de economia circular;
    • Integração a metas ESG auditáveis e transparentes.

    Na prática, essa visão se aplica diretamente ao setor. Pensando nisso, consequentemente, essa abordagem é especialmente relevante para restaurantes corporativos, cozinhas industriais, hospitais, escolas e operações de alimentação coletiva, onde o volume de refeições potencializa tanto o impacto ambiental quanto as oportunidades de eficiência.

    Afinal, é nesse grande volume que os maiores gargalos, como o desperdício, tornam-se evidentes.

    O desperdício: o vilão dos sistemas sustentáveis de produção de alimentos

    O desperdício de alimentos é um dos principais gargalos da cadeia de produção e consumo. Não só isso, além da estimativa de “1/3” da FAO, estudos recentes apontam que o número pode chegar a 40% em determinadas cadeias. Portanto, agir é crucial. 

    Diante desse cenário, como reduzir o desperdício na prática:

    • Primeiramente, monitorar sobras e restos de pratos por meio de indicadores claros;
    • Em seguida, aplicar fichas técnicas precisas para controlar rendimento;
    • Também, usar cardápios cíclicos que otimizam ingredientes sazonais;
    • E por fim, investir em campanhas educativas que envolvam o consumidor na redução de perdas.

    Como vimos, são passos claros. Acima de tudo, essas são ações práticas que, quando combinadas com tecnologia, geram resultados rápidos. E essa agilidade é necessária. Assim, no Brasil, aliás, o problema é ainda mais urgente: segundo o IBGE, 30% de todos os alimentos produzidos são desperdiçados. Por isso, isso reforça a necessidade de adotar sistemas tecnológicos que ajudem a prever demanda, ajustar cardápios e garantir um consumo mais consciente.

    O papel das compras locais nos sistemas sustentáveis de produção de alimentos

    A compra de insumos é, de fato, uma das formas mais diretas de aplicar sustentabilidade no food service. Afinal, ao priorizar produtores locais e sazonais, empresas reduzem a pegada de carbono associada ao transporte, fortalecem economias regionais e ainda ganham em frescor e qualidade.

    Boas práticas em compras sustentáveis:

    • Consolidar pedidos para reduzir embalagens;
    • Dar preferência a alimentos da safra atual;
    • Auditar práticas de produção, como uso de energia renovável e manejo responsável.

    Obviamente, a implementação dessas práticas exige um planejamento logístico, mas os benefícios são claros. Ainda assim, o esforço vale a pena. Dessa forma, pode-se ver que esse modelo gera ganhos para todos os lados: menor custo logístico, maior controle sobre a qualidade dos ingredientes e engajamento do consumidor, que valoriza empresas alinhadas à responsabilidade socioambiental.

    Gestão de água e energia nos sistemas sustentáveis de produção de alimentos

    Os sistemas sustentáveis de produção de alimentos dependem da eficiência no uso de recursos. Assim, um exemplo são as cozinhas industriais que consomem muita água e energia. Sendo assim, adotar pequenas mudanças já geram impacto. Por exemplo:

    • Energia solar fotovoltaica: já reduz contas em até 35% em operações de grande porte.
    • Iluminação LED e sensores de presença: corte direto de consumo elétrico.
    • Manutenção preventiva de equipamentos: evita vazamentos e desperdícios ocultos.
    • Treinamento da equipe: conscientização garante o uso racional de recursos.

    Embora pareçam pequenas, essas mudanças geram um impacto financeiro e operacional significativo a longo prazo. Além do retorno financeiro, obviamente, essas medidas reforçam a comunicação ambiental da empresa e ajudam a cumprir metas ESG exigidas por investidores e reguladores.

    Gestão de resíduos nos sistemas sustentáveis de produção de alimentos

    Para que os sistemas sustentáveis de produção de alimentos sejam completos, a gestão inteligente de resíduos é outro pilar essencial. Isso significa ir além do básico. Separar materiais recicláveis, investir em compostagem e firmar parcerias com cooperativas são passos essenciais para uma economia circular.

    Inclusive, no delivery, surgem soluções como as embalagens retornáveis. Pensando nisso, um exemplo inspirador é uma empresa que utiliza marmitas de alumínio e garrafas de vidro retornáveis, recolhidas na entrega seguinte, reduzindo resíduos e educando o consumidor. Veja o impacto disso: isto é, a logística reversa deixa de ser um custo e vira uma ferramenta de engajamento.

    Portanto, esse tipo de prática mostra que sustentabilidade pode ser aplicada em negócios de qualquer porte e, quando bem comunicada, gera engajamento e fidelização.

    Tendências de menu: do plant-based ao aproveitamento integral

    Além disso, os sistemas sustentáveis de produção de alimentos também impactam diretamente o menu. Por exemplo, relatórios como o Future Menus 2024 da Unilever Food Solutions reforçam duas tendências globais:

    • Crescimento das opções plant-based em cardápios (15 vezes mais que há quatro anos);
    • Aproveitamento integral de alimentos, utilizando cascas, folhas e talos em receitas criativas.

    Essas práticas reduzem custos, ampliam o público (incluindo veganos e vegetarianos) e comunicam responsabilidade ambiental. Justamente por isso, além de que, por meio delas, os consumidores percebem inovação, frescor e alinhamento com seus valores.

    E essa não é uma visão isolada. Ainda mais, consultorias como a WGSN também apontam que snacks e porções menores serão protagonistas até 2025, alinhando conveniência, saúde e redução de perdas. Tudo está conectado. Em suma, o cardápio moderno deve refletir a eficiência da produção, conectando-se diretamente com o que o consumidor valoriza.

    Ecodelivery como pilar dos sistemas sustentáveis de produção de alimentos

    Seguindo essa mesma linha de tendências, atualmente, o crescimento acelerado do delivery com estimativas que ultrapassam US$ 1,2 trilhão em 2024 e projeção de expansão de 20% em 2025 reforça a necessidade de modelos mais sustentáveis.

    Práticas do ecodelivery:

    As práticas do ecodelivery são:

    • Uso de embalagens biodegradáveis, recicláveis ou retornáveis;
    • Logística otimizada com softwares de roteirização;
    • Adoção de bicicletas, veículos elétricos ou combustíveis renováveis;
    • Programas de logística reversa para devolução de embalagens.

    Quando implementadas em conjunto, além de reduzir impactos ambientais, o delivery sustentável oferece benefícios diretos: isto é, ou seja, economia a longo prazo, fidelização de clientes conscientes e diferencial competitivo em um mercado cada vez mais exigente.

    Sustentabilidade para empresas x sustentabilidade para consumidores

    O que a empresa busca

    Para empresas, sustentabilidade está diretamente ligada a eficiência operacional e reputação. Em termos práticos, ou seja, isso significa:

    • Reduzir custos de CMV, água e energia;
    • Mitigar riscos regulatórios e sanitários;
    • Fortalecer a imagem corporativa com relatórios ESG;
    • Garantir acesso a capital e investidores.

    O que o consumidor valoriza

    Entender essa visão é fundamental para o sucesso da comunicação. Afinal, o consumidor pensa diferente. Por outro lado, já o consumidor percebe sustentabilidade como:

    • Comer saudável e fresco, com opções vegetais e sazonais;
    • Gerar menos lixo, com embalagens biodegradáveis ou retornáveis;
    • Ter transparência sobre a origem dos alimentos.

    O desafio, então, é encontrar a sinergia.

    Como alinhar os dois mundos

    Dessa forma, a sinergia acontece da seguinte forma:

    • Aproveitamento integral: reduz custos e comunica cozinha sem desperdício.
    • Cardápio cíclico com IA: otimiza compras (empresa) e garante frescor (consumidor).
    • Embalagens retornáveis: cortam custo de insumos e reduzem lixo visível.
    • Energia limpa: reduz OPEX e sinaliza compromisso ambiental.

    Educação e cultura organizacional

    Nenhum sistema sustentável de produção de alimentos se mantém sem engajamento. Justamente por isso, é essencial criar uma cultura interna de sustentabilidade. Isso pode incluir ações como: 

    • Treinar equipes sobre porcionamento, armazenagem e economia de recursos;
    • Compartilhar metas e conquistas ambientais com colaboradores e clientes;
    • Premiar resultados em redução de desperdício ou consumo de água.

    Portanto, assim, esse envolvimento coletivo transforma a sustentabilidade em um valor da organização, indo além do discurso e gerando resultados consistentes. Contudo, as pessoas sozinhas não escalam o processo. 

    O papel da tecnologia nos sistemas sustentáveis de produção de alimentos

    Mas, para que a cultura organizacional e os processos funcionem em escala, a tecnologia é o motor essencial. Em especial, um sistema para refeições coletivas atua como a base desses sistemas sustentáveis de produção. De fato, afinal, essa plataforma de gestão permite:

    • Prever demanda e ajustar cardápios com inteligência artificial;
    • Controlar estoque com alertas de validade e rotação;
    • Monitorar perdas e CMV com dashboards de BI;
    • Rastrear fornecedores e lotes para garantir segurança alimentar;
    • Comparar emissões e sustentabilidade em processos de compra.

    Portanto, os ganhos são abrangentes. Além de facilitar relatórios ESG, sem dúvida, essas soluções entregam ganhos imediatos em custos e eficiência. Dessa forma, um sistema para refeições coletivas transforma a sustentabilidade em uma vantagem competitiva real e mensurável.

    Roadmap: Implementando sistemas sustentáveis de produção de alimentos em 90 dias

    0 à 30 dias — Diagnóstico e metas

    • Medir perdas por categoria (pré-preparo, cocção, balcão, prato);
    • Mapear consumo de água e energia por área/equipamento;
    • Revisar mix de compras: priorizar sazonal e local;
    • Definir 3 metas objetivas (ex.: -15% sobras; +20% compra sazonal; 100% LED).

    Em outras palavras, esta é a fase de diagnóstico que fundamenta todo o projeto. Com os dados em mãos, o próximo passo é agir.

    31 à 60 dias — Processos e pessoas

    • Nesta fase, implantar ficha técnica de alimentos com rendimento e porcionamento;
    • Treinar equipe em aproveitamento integral e separação de resíduos;
    • Testar embalagem sustentável e logística reversa em 1 categoria;
    • Iniciar painel de indicadores (perdas, CMV, água, energia).

    A partir daqui, a gestão à vista se torna indispensável para o acompanhamento das metas. Agora, é hora de escalar.

    61 à 90 dias — Tecnologia e escala

    • Ativar previsão de demanda e cardápio cíclico;
    • Integrar compras–estoque–produção;
    • Fechar acordos com fornecedores locais e setar metas de rastreabilidade;
    • Comunicar resultados ao público interno e clientes (transparência fortalece a marca).

    Por fim, o ciclo se reinicia com a análise dos dados coletados para novos diagnósticos.

    Conclusão

    Os sistemas sustentáveis de produção de alimentos são mais do que uma tendência: são, na verdade, a resposta concreta a pressões de mercado, investidores e consumidores. Pensando nisso, para empresas, representam redução de custos, mitigação de riscos e reputação fortalecida. Enquanto isso, para consumidores, traduzem-se em refeições mais saudáveis, embalagens de baixo impacto e transparência. Dessa forma, deixa claro que as duas visões se complementam.

    Portanto, quando tecnologia, processos e comunicação trabalham juntos, a sustentabilidade deixa de ser discurso e se transforma em resultado tangível, tanto no DRE da empresa quanto na preferência do cliente no momento da compra.

    Quer transformar sustentabilidade em eficiência e diferencial competitivo? Sendo assim, conheça as soluções da Teknisa e descubra como levar inteligência, rastreabilidade e inovação para toda a cadeia do seu food service!

    [iee_faq_rich_snippets output_type=”accordions” title=”Você vai querer saber!” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” class=”” id=””]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”O que são sistemas sustentáveis de produção de alimentos?”]
    Em essência, basicamente, são práticas e tecnologias que reduzem desperdícios, otimizam recursos e garantem segurança alimentar, conciliando eficiência econômica e responsabilidade ambiental. [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Quais os benefícios para empresas?”] Em suma, as empresas reduzem custos operacionais, mas também melhoram sua reputação com clientes e investidores, atendem exigências ESG e, consequentemente, conquistam vantagem competitiva no mercado. [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Como os consumidores percebem a sustentabilidade no food service?”]

    Geralmente, eles associam a sustentabilidade a refeições mais saudáveis, embalagens recicláveis ou retornáveis, bem como redução de lixo e, principalmente, transparência sobre a origem dos alimentos.

    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Quais práticas sustentáveis podem ser adotadas no setor?”] 

    Entre as principais estão, por exemplo: aproveitamento integral de insumos, assim como o uso de energia limpa, compras sazonais e locais, além de logística reversa e cardápios inteligentes.

    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”A tecnologia ajuda na sustentabilidade?”]

    Sim. De fato, sistemas de gestão com inteligência artificial, BI e rastreabilidade permitem prever demanda, controlar estoque, reduzir desperdícios e, como vimos, também gerar relatórios ESG confiáveis.

    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Qual a diferença entre a visão da empresa e a do consumidor?”]

    Enquanto para a empresa, sustentabilidade significa eficiência e reputação; para o consumidor, por outro lado, está ligada sobretudo a saúde, menor geração de resíduos e opções de baixo impacto ambiental.

    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [/iee_faq_rich_snippets]

  • Como fazer o melhor cardápio para restaurante self-service: estratégias de planejamento e gestão

    Como fazer o melhor cardápio para restaurante self-service: estratégias de planejamento e gestão

    [fusion_builder_container type=”flex” hundred_percent=”no” equal_height_columns=”no” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” background_position=”center center” background_repeat=”no-repeat” fade=”no” background_parallax=”none” parallax_speed=”0.3″ video_aspect_ratio=”16:9″ video_loop=”yes” video_mute=”yes” border_style=”solid”][fusion_builder_row][fusion_builder_column type=”1_1″ layout=”1_1″ background_position=”left top” border_style=”solid” border_position=”all” spacing=”yes” background_repeat=”no-repeat” margin_top=”0px” margin_bottom=”0px” animation_speed=”0.3″ animation_direction=”left” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” center_content=”no” last=”true” hover_type=”none” min_height=”” link=”” background_blend_mode=”overlay” first=”true”][fusion_text]

    O modelo de self-service parece simples, no entando, esconde grandes desafios de gestão. Pois, para o empreendedor, o segredo do sucesso não está apenas na variedade, mas em um planejamento estratégico do cardápio para restaurante self-service. Por isso, esse guia completo foi preparado para desvendar as estratégias que transformam seu menu em uma ferramenta de lucro. 

    Além disso, o setor enfrenta um aumento de custos. Uma pesquisa recente do Mercado Mineiro em Belo Horizonte, mostrou que o preço médio da comida a quilo subiu 12,5% em apenas um ano. Dessa forma, é crucial saber como criar um cardápio que seja atrativo e rentável. Então, continue a leitura para aprender a superar esses desafios e ter um negócio de sucesso!

    O cenário do self-service no Brasil: desafios e oportunidades

    O self-service é um dos modelos mais populares de alimentação no Brasil, presente tanto em grandes capitais quanto em cidades menores. Em síntese, ele se consolidou como uma opção democrática, que oferece rapidez, variedade e liberdade de escolha ao cliente. No entanto, essa popularidade vem acompanhada de grandes desafios de gestão. 

    O primeiro deles é o aumento contínuo dos custos de insumos. Por exemplo, produtos básicos como arroz, feijão, carnes e hortifrútis tem sofrido variações constantes de preços, impactando diretamente a margem dos restaurantes. Além disso, o consumidor está cada vez mais exigente: não basta oferecer variedade, pois também é preciso garantir qualidade, frescor e apresentação.

    Outro ponto desafiador é a concorrência com outros modelos, como o prato feito (PF). A título de exemplo, segundo o Mercado Mineiro, enquanto o ticket médio do self-service gira em torno de R$650 por mês para quem almoça fora diariamente, o prato feito sai mais barato, com média de R$516.

    Nesse sentido, em São Paulo segundo o PROCON-SP, o valor médio do quilo saltou de R$80,44 para R$82,22 em 2024, acumulando quase 60% de aumento desde 2020. Naturalmente, essa diferença faz com que o consumidor, muitas vezes, compare preços antes de decidir. Portanto, para justificar o valor mais alto, o restaurante precisa entregar uma experiência diferenciada.

    Por outro lado, os desafios também abrem espaço para oportunidades. O self-service permite um ticket médio superior, justamente porque oferece liberdade de escolha. Isto é, clientes tendem a consumir mais quando tem acesso a variedade, especialmente se o cardápio é bem pensado e inclui pratos atrativos, opções saudáveis e alternativas temáticas. Em resumo, a chave está em transformar o cardápio em um verdadeiro diferencial competitivo, que equilibre custos e encantamento. Não por acaso, isso sustenta a fidelização.

    O cardápio como ferramenta estratégica

    Criar um cardápio para restaurante self-service vai muito além de listar pratos disponíveis no dia. Na verdade, o menu é, na prática, uma ferramenta estratégica de gestão, que impacta diretamente a experiência do cliente, o controle de custos e o posicionamento do restaurante no mercado.

    Um cardápio bem planejado precisa ser:

    • Visualmente atrativo: a apresentação das opções influencia o apetite do cliente e o valor percebido do prato.
    • Funcional: deve guiar a jornada do consumidor, equilibrando variedade, combinações e fluxo de atendimento.
    • Estratégico: precisa refletir o posicionamento do restaurante, a sazonalidade dos insumos e a margem de lucro desejada.

    A rotatividade de pratos é uma das principais estratégias. Adicionalmente, de forma prática, ela ajuda a evitar desperdício e permite negociar melhor com fornecedores. Por exemplo, ao planejar uma semana temática de frango ou peixe, o restaurante consegue trabalhar com maior volume de compra e, desse modo, reduzir custos unitários.

    Outro ponto fundamental é destacar os pratos que são a identidade do restaurante. Essencialmente, eles precisam ser saborosos, de boa margem e visualmente chamativos. Nesse sentido, exemplos práticos incluem lasanha de abobrinha com queijo minas, para quem busca opções saudáveis, ou o frango ao curry com legumes frescos, que entrega sofisticação a baixo custo. Em outras palavras, esses pratos funcionam como chamariz, aumentando a percepção de valor do buffet.

    Gestão de custos e desperdício: o equilíbrio da rentabilidade

    Um dos maiores inimigos do self-service é o desperdício. Afinal, a falta de controle de estoque e de porções pode corroer a margem de lucro de forma silenciosa. Em Belo Horizonte, a pesquisa mostrou que o preço do quilo da comida pode variar até 847% entre estabelecimentos. Claramente, isso demonstra que muitos restaurantes não possuem padronização nem estratégia clara de precificação.

    Para superar esse desafio, três pilares são fundamentais:

    1. Controle de porções: padronizar receitas e quantidades de preparo evita variações de insumos entre turnos e cozinheiros. Assim, garante consistência na qualidade e previsibilidade de custos.
    2. Monitoramento do CMV (Custo de Mercadoria Vendida): acompanhar em tempo real quanto custa produzir cada prato é essencial para saber quais itens são mais rentáveis.
    3. Gestão de estoque automatizada: sistemas que dão baixa automática a cada venda permitem reduzir compras desnecessárias, evitar rupturas e planejar promoções para aproveitar ingredientes em excesso.

    Por exemplo, se o restaurante percebe, por meio do sistema, que o filé de frango grelhado tem maior saída às quartas, pode planejar um “Dia do Frango”, oferecendo variações do mesmo insumo (como frango ao molho de ervas e frango xadrez). Consequentemente, isso aumenta a atratividade sem elevar custos, já que a compra é feita em maior volume.

    Software Teknisa: Comidas em um restaurante.

     

    Cardápio para restaurante self-service

    Para tornar a teoria mais concreta, vamos então analisar exemplos de cardápios semanais que equilibram custo, variedade e atratividade.

    Cardápio 1

    Teknisa - Cardápio para restaurante self-service: opção 1

     

    Resumo estratégico:

    • Total de pratos/dia: entre 25 e 30 opções.
    • Proteínas (5 opções): 2 carnes vermelhas, 1 frango, 1 peixe, 1 vegetariana (quibe de abóbora ou omelete de legumes).
    • Acompanhamentos (8 a 10 opções): arroz branco, integral, feijão, purê, batata frita, legumes refogados, farofa, massa simples.
    • Saladas (6 a 8 opções): mix de folhas, tomate, cenoura ralada, beterraba, salada de grão-de-bico, maionese fria.
    • Sobremesas (3 a 4 opções): pudim, gelatina, frutas frescas, mousse de chocolate.

    Ideal para o restaurante que busca equilibrar custo e variedade, mantendo alto giro com pratos clássicos e saudáveis.

    Cardápio 2

    Teknisa - Cardápio para restaurante self-service: opção 2

     

    Resumo estratégico

    • Total de pratos/dia: entre 30 e 35 opções.
    • Proteínas (5 opções): 2 carnes vermelhas, 1 frango, 1 peixe, 1 vegetariana (lasanha de legumes, omelete).
    • Acompanhamentos (9 a 12 opções): arroz branco, integral, feijão carioca e preto, batata doce, farofa, massa com molho leve, mandioca, pirão.
    • Saladas (6 a 10 opções): folhas verdes, tomate cereja, rúcula, salada caprese, cenoura ralada, salada de grãos, tabule.
    • Sobremesas (3 a 5 opções): frutas frescas, pudim de leite, pavê de chocolate, cocada cremosa, salada de frutas.

    Ideal para restaurantes que desejam criar diferenciação de mercado, apostando em cardápios temáticos que estimulam retorno frequente dos clientes.

    Imagine então um restaurante que atende cerca de 150 clientes por dia, com ticket médio de R$32,00. Para manter a margem, é preciso mesclar pratos de alto valor percebido com opções de baixo custo, que complementam a refeição e reduzem o impacto no CMV.

    Desse modo, esse tipo de organização temática mantém a experiência do cliente renovada, evita a monotonia e fortalece a percepção de qualidade.

    Soluções Teknisa: Refeições em um restaurante.

     

    Quanto custa montar um restaurante self-service?

    Uma dúvida recorrente de quem deseja investir no setor é sobre o custo para montar um restaurante self-service. Embora os valores variem, algumas estimativas ajudam a compreender o cenário.

    De acordo com o Sebrae, o investimento inicial para um restaurante de 200 m², com capacidade para 150 clientes/dia, gira em torno de R$120 mil. Esse valor contempla equipamentos de cozinha, móveis, reformas, capital de giro e licenças. 

    Mais importante do que o investimento inicial é entender o custo de manutenção. Afinal, folha de pagamento, aluguel, energia elétrica, água e compra de insumos representam as maiores parcelas de gasto fixo. Portanto, para manter a sustentabilidade do negócio, a expectativa de faturamento mensal precisa estar entre R$20 mil e R$30 mil, com margem líquida entre 10% e 20%. Isso significa que o lucro mensal pode variar de R$2 mil a R$6 mil, dependendo do controle de custos e do fluxo de clientes.

    Além disso, aqui entra um ponto essencial: a automação. Quanto mais processos forem otimizados, menor será a dependência de mão de obra excessiva e maiores serão as chances de garantir margens de lucro consistentes.

    A tecnologia como diferencial competitivo

    O setor de alimentação fora do lar está cada vez mais tecnológico. Por isso, restaurantes que ainda trabalham de forma manual enfrentam desvantagens competitivas em relação àqueles que já adotaram soluções digitais. Nesse contexto, um sistema para restaurante self-service não deve ser visto apenas como um caixa registradora, mas sim como um parceiro estratégico que integra todas as áreas do negócio.

    Um bom software deve oferecer:

    • Automação de estoque: baixa automática de insumos a cada venda, sugerindo compras com base no histórico de consumo.
    • Relatórios de Business Intelligence (BI): informações claras sobre quais pratos são mais vendidos, quais têm maior margem e quais precisam ser substituídos.
    • Integração com atendimento: ferramentas como o Smart POS e o terminal de autoatendimento otimizam o fluxo e reduzem filas, liberando a equipe para focar na experiência do cliente.

    Dessa forma, o gestor tem uma visão holística do restaurante, identificando gargalos, ajustando cardápios e tomando decisões baseadas em dados, não em suposições.

    A solução definitiva para a gestão de restaurantes self-service

    O sistema para restaurante self-service da Teknisa foi desenvolvido justamente para atender às necessidades de restaurantes que buscam eficiência, inovação e rentabilidade. O software oferece uma gestão completa e integrada, que vai do estoque ao atendimento, sempre com foco em dados estratégicos.

    Entre os diferenciais estão:

    • Gestão de estoque e compras: o sistema registra entradas e saídas em tempo real, evitando desperdício de alimentos perecíveis e sugerindo compras assertivas.
    • Agilidade no atendimento: com o Smart POS e os Terminais de Autoatendimento, o cliente tem mais autonomia, enquanto a equipe pode oferecer um atendimento mais personalizado.
    • Inteligência de dados: relatórios simplificados transformam informações complexas em gráficos fáceis de interpretar, ajudando na precificação, na análise do CMV e na gestão de equipe.

    Assim, com a Teknisa, o restaurante ganha previsibilidade, controle e competitividade. Sem dúvida, a tecnologia atua como um verdadeiro alicerce para sustentar o crescimento do negócio!

    Assista abaixo como o restaurante Pobre Juan mudou sua gestão com o melhor sistema do mercado:

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    Conclusão

    Criar o melhor cardápio para restaurante self-service não é uma tarefa simples, mas é o caminho para transformar seu negócio em referência no mercado. Para isso, planejamento estratégico, gestão de custos eficiente, controle de desperdício, cardápio temático e tecnologia integrada são os pilares que sustentam essa jornada.

    A boa notícia é que você não precisa trilhar esse caminho sozinho. De fato, o sistema para restaurante self-service da Teknisa se torna o seu parceiro ideal para quem deseja unir paixão pela gastronomia e eficiência operacional. Como resultado, com soluções completas e inteligentes, sua gestão ganha mais controle, seus clientes tem uma experiência superior e o seu negócio se torna mais lucrativo.

    Pronto para dar o próximo passo? Entre em contato com a Teknisa e descubra como podemos ajudar a construir o self-service dos seus sonhos: atrativo, rentável e preparado para o futuro!

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    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Qual o principal desafio para um restaurante self-service?”]
    De modo geral, o principal desafio é o aumento contínuo dos custos de insumos e a concorrência acirrada com outros modelos, como o prato feito. Além disso, a falta de padronização no mercado exige uma gestão mais eficiente para evitar o desperdício.
    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”O que preciso para fazer o melhor cardápio para restaurante self-service?”]
    Em primeiro lugar, para criar o melhor cardápio para restaurante self-service, é preciso ir além da intuição. Nesse sentido, o menu deve ser uma ferramenta estratégica, visualmente atrativa, funcional e rentável. Além disso, é crucial ter um cardápio rotativo para manter o interesse do cliente, e dar atenção especial aos pratos de destaque que são a assinatura do seu restaurante.
    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Como o sistema de gestão me ajuda a controlar custos e desperdício?”]
    No contexto da gestão, os principais desafios de uma cafeteria incluem o controle de custos operacionais e a precificação correta dos produtos. Além disso, a gestão eficiente de estoque para evitar desperdícios é fundamental. Por fim, o setor também enfrenta a concorrência e a necessidade de fidelizar clientes.
    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Como a tecnologia me torna mais competitivo?”]
    De fato, a tecnologia é o principal diferencial. Um sistema para restaurante self-service deve ser um parceiro estratégico que integra todas as áreas. Ele oferece automação do estoque, relatórios de Business Intelligence (BI) para tomar decisões baseadas em dados e ferramentas como Smart POS e Terminais de Autoatendimento (TAA) para otimizar o fluxo e reduzir filas.
    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [/iee_faq_rich_snippets]

  • O que é preciso para abrir uma pizzaria de sucesso?

    O que é preciso para abrir uma pizzaria de sucesso?

    [fusion_builder_container type=”flex” hundred_percent=”no” equal_height_columns=”no” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” background_position=”center center” background_repeat=”no-repeat” fade=”no” background_parallax=”none” parallax_speed=”0.3″ video_aspect_ratio=”16:9″ video_loop=”yes” video_mute=”yes” border_style=”solid”][fusion_builder_row][fusion_builder_column type=”1_1″ layout=”1_1″ background_position=”left top” border_style=”solid” border_position=”all” spacing=”yes” background_repeat=”no-repeat” margin_top=”0px” margin_bottom=”0px” animation_speed=”0.3″ animation_direction=”left” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” center_content=”no” last=”true” hover_type=”none” min_height=”” link=”” background_blend_mode=”overlay” first=”true”][fusion_text]

    O Brasil é o segundo maior consumidor de pizza do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Pensando nisso, o país tem mais de 160 mil pizzarias, que juntas vendem cerca de 204 milhões de unidades por mês, quase uma pizza por habitante, de acordo com a Abrasel. Portanto, diante desse cenário, muitos empreendedores se perguntam o que é preciso para abrir uma pizzaria de sucesso e a resposta envolve muito mais do que dominar receitas.

    Primeiramente, é necessário estruturar um plano de negócios, calcular investimentos, atender às exigências legais, bem como escolher os equipamentos adequados e adotar soluções de gestão para aumentar a agilidade e reduzir erros. Além disso, cada etapa precisa ser planejada com cuidado, já que um erro no início pode comprometer o futuro do negócio.

    Neste guia, você vai entender o que é preciso para abrir uma pizzaria desde o planejamento inicial até a operação, incluindo custos, exigências legais, cardápio estratégico, delivery e, adicionalmente, o papel da tecnologia como diferencial competitivo. Assim, será possível transformar sua paixão em um negócio lucrativo e sustentável.

    Panorama do mercado e o que é preciso para abrir uma pizzaria no Brasil

    O poder econômico da pizza

    A pizza se consolidou como um símbolo de sabor e força econômica. Segundo a Abrasel, o Brasil tem mais de 160 mil pizzarias, que juntas vendem cerca de 204 milhões de unidades por mês, praticamente uma pizza por habitante. Portanto, investir nesse segmento significa participar de um dos setores mais fortes do food service. Assim, entender esse mercado é o primeiro passo para saber o que é preciso para abrir uma pizzaria com potencial de crescimento.

    O crescimento das pizzarias independentes

    De acordo com o Sebrae-SP, o número de pizzarias independentes cresceu 24,6% entre 2021 e 2024, passando de 27 mil para 33,6 mil estabelecimentos. Pensando nisso, a previsão é que até 2026 esse crescimento alcance 28,5%. Esse avanço foi puxado principalmente pelas pizzarias que operam apenas com delivery ou retirada, que cresceram 32%, enquanto as que oferecem atendimento completo em salão aumentaram apenas 4,7%. Ou seja, o delivery tem se mostrado um diferencial competitivo.

    A chave para o sucesso da pizzaria: o que é preciso para abrir uma pizzaria que se destaque

    Para Helena Andrade, analista do Sebrae-SP, “a pizza é associada a momentos de lazer com a família e amigos, o que estimula seu consumo”. Ela ainda ressalta que a qualidade vai além do sabor: envolve também apresentação, embalagem, atendimento e tempo de espera. Em suas palavras, “para se destacar em um mercado competitivo, a pizzaria precisa oferecer uma experiência completa”.

    Quanto custa abrir uma pizzaria e o que é preciso?

    Uma das dúvidas mais comuns é quanto custa abrir uma pizzaria. Apesar disso, o valor varia conforme o modelo de negócio, seja ele delivery, salão, rodízio ou food truck. Mesmo assim, é possível estabelecer uma média com base em estudos do Sebrae.

    Custos principais de uma pizzaria

    • Equipamentos: fornos a lenha, gás ou elétricos, masseiras, freezers, refrigeradores e utensílios.
    • Infraestrutura: reforma, decoração, mobiliário (mesas, cadeiras, balcão).
    • Capital de giro: compra de insumos, pagamento de equipe, contas fixas.
    • Marketing e divulgação: presença digital, campanhas locais e promoções.
    • Regularização: taxas de abertura de empresa, licenças e alvarás.

    Segundo o Sebrae, o investimento inicial pode variar de R$100 mil a R$300 mil, dependendo do porte da pizzaria. Consequentemente, o planejamento financeiro torna-se essencial para evitar surpresas e entender o que é preciso para abrir uma pizzaria com segurança.

    Documentos e exigências legais: o que é preciso para abrir uma pizzaria

    Abrir uma pizzaria exige, antes de mais nada, cumprir obrigações legais que garantem a segurança do negócio e a confiança do cliente. Entre as principais estão:

    • CNPJ e registro na Junta Comercial.
    • Alvará de funcionamento da prefeitura.
    • Licença da Vigilância Sanitária.
    • Cadastro de contribuintes estaduais e municipais.
    • Laudo do Corpo de Bombeiros, dependendo do porte do negócio.

    Essas exigências variam de acordo com cada município. Portanto, é recomendável verificar a legislação local antes de iniciar.

    Equipamentos e cozinha estratégica

    Os equipamentos que definem a qualidade

    Como é de conhecimento geral, o forno é o coração da pizzaria. No entanto, ele não é o único item essencial. É necessário investir em:

    • Masseiras industriais: padronizam a massa e reduzem o esforço manual.
    • Refrigeradores e freezers: mantêm insumos frescos.
    • Bancadas de inox: garantem higiene e durabilidade.
    • Utensílios de preparo: pás, cortadores, fatiadores e recipientes.

    Aumentar a agilidade de uma pizzaria com tecnologia

    Outro ponto crucial sobre o que é preciso para abrir uma pizzaria é garantir eficiência. A cozinha precisa ser eficiente para atender um público cada vez mais exigente. Dessa forma, a tecnologia torna-se indispensável. Além de sistemas de KDS (Kitchen Display System), hoje a inteligência artificial já é usada em restaurante e pizzaria para:

    • Previsão de demanda: identificar picos de pedidos com base em dados históricos.
    • Gestão inteligente de estoque: emitir alertas automáticos para compras de insumos.
    • Escala de funcionários com IA: ajustar o quadro de acordo com a demanda prevista.
    • Chatbots de atendimento: receber pedidos via WhatsApp ou aplicativos próprios.

    Dessa forma, erros são reduzidos, a produtividade aumenta e, consequentemente, a entrega acontece com mais rapidez.

    O cardápio estratégico e o delivery como pilares

    Os sabores mais pedidos no Brasil

    Segundo o iFood, nos primeiros seis meses de 2025 foram vendidas 103 milhões de pizzas na plataforma. Os sabores mais pedidos foram:

    Teknisa - O que é preciso para abrir uma pizzaria: Tabela com os sabores de pizza mais comprados no 1° semestre de 2025

    Com esses dados, é possível concluir que um cardápio estratégico não precisa ser extenso. Pelo contrário: é melhor oferecer os clássicos e, ao mesmo tempo, explorar nichos como as pizzas doces.

    O delivery como motor de vendas

    Atualmente, o delivery é hoje responsável por grande parte do faturamento das pizzarias. Além da integração com aplicativos como iFood, o que é preciso para abrir uma pizzaria de sucesso inclui oferecer um canal próprio de pedidos, a fim de reduzir taxas e fidelizar clientes.

    Hoje, a tecnologia, especialmente a inteligência artificial, permite que as pizzarias adotem estratégias muito mais sofisticadas. Com cardápios digitais dinâmicos, por exemplo, é possível atualizar preços e promoções em tempo real, de acordo com a demanda e o horário de maior movimento. 

    Além disso, sistemas inteligentes já conseguem sugerir combos personalizados com base no histórico de pedidos de cada cliente, aumentando o ticket médio e estimulando a recompra. Outro ponto importante é a integração com marketplaces, que não apenas reduz falhas, mas também ajuda a controlar taxas, ao mesmo tempo em que incentiva os consumidores a realizar pedidos diretamente pelo canal da pizzaria. 

    Para completar, programas de fidelidade digitais baseados em IA tornam-se um diferencial competitivo. Desse modo, descontos e recompensas automáticas fortalecem a lealdade e aumentam a previsibilidade de receita, sendo um componente final no que é preciso para abrir uma pizzaria focada no cliente.

    O sistema ideal: a tecnologia que é preciso para abrir uma pizzaria de sucesso

    Gerir uma pizzaria de sucesso exige mais do que boas receitas. Assim, é fundamental controlar insumos, integrar canais de venda e garantir agilidade.

    O sistema para pizzarias da Teknisa é uma solução desenvolvida para apoiar gestores de restaurantes, pizzarias e redes de food service. Entre suas principais funcionalidades estão:

    • Gestão de estoque: controle de massas, molhos e ingredientes perecíveis.
    • Integração com delivery: conexão direta com aplicativos de entrega.
    • Automação de pedidos: menos erros e mais rapidez no atendimento.
    • Relatórios em tempo real: visão clara sobre vendas, custos e margens.
    • Controle financeiro e fiscal: segurança e conformidade com a legislação.

    Com isso, o gestor conquista mais eficiência, menos desperdício e, finalmente, maior lucratividade.

    Quer ver como a tecnologia já transforma pizzarias de sucesso e é parte do que é preciso para abrir uma pizzaria? Assista como o Pizza Pezzi transformou o controle de processos:

    [fusion_youtube id="https://youtu.be/NA9bCo7RK7I?si=32SQHzSC6tWm2toB" alignment="center" width="" height="" start_time="" end_time="" autoplay="false" mute="false" loop="false" controls="true" api_params="" title_attribute="" video_facade="" thumbnail_size="auto" margin_top="" margin_bottom="" hide_on_mobile="small-visibility,medium-visibility,large-visibility" class="" css_id="" structured_data="on" video_upload_date="2023-09-04" video_duration="00:03:04" video_title="Pizza Pezzi e Teknisa – Uma parceria de resultados" video_desc="A Teknisa comemora sua parceria com o Pizza Pezzi. Fundada em 2002, a Pizza Pezzi trouxe para Belo Horizonte a receita tradicional das melhores pizzarias italianas e um conceito novo para o food service, com o mercado "on the go". A parceria com a Teknisa possibilitou ao Pizza Pezzi ter acesso facilitado a todos os dados necessários para um planejamento estratégico e de marketing cada dia mais acertado. ———- Gostou do vídeo? Curta e compartilhe. Inscreva-se no Canal e acompanhe nossos conteúdos sobre o mercado de food service, gestão empresarial e automação comercial. Conheça nossas soluções: https://blog.teknisa.com/ • LinkedIn: / teknisaoficial • Instagram: / teknisaoficial • Facebook: / teknisaoficial • Twitter: / teknisaoficial "][/fusion_youtube]


    Conclusão: O que é preciso para abrir uma pizzaria lucrativa

    Em resumo, abrir uma pizzaria de sucesso vai muito além de saber preparar uma boa pizza. É preciso unir planejamento financeiro, cumprimento das exigências legais, equipamentos adequados, cardápio estratégico, delivery eficiente e, acima de tudo, tecnologia de gestão.

    Se você se pergunta o que é preciso para abrir uma pizzaria, a resposta está na combinação de sabor, experiência e inteligência de gestão.

    Quer levar sua pizzaria para outro nível? Conheça o sistema para restaurante da Teknisa com soluções especiais para pizzarias, e descubra como transformar sua operação em um negócio lucrativo, ágil e inovador.

    [iee_faq_rich_snippets output_type=”accordions” title=”Você vai querer saber!” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” class=”” id=””]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Quanto custa e o que é preciso para abrir uma pizzaria?”]
    O investimento inicial varia consideravelmente conforme o modelo de negócio, seja ele delivery, salão, rodízio ou food truck. De acordo com o Sebrae, os custos podem ir de R$100 mil a R$300 mil. Primeiramente, esse valor inclui despesas essenciais como equipamentos, reforma da infraestrutura, capital de giro, marketing e a regularização legal do negócio. Portanto, é essencial planejar as finanças com cuidado antes de começar.
    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Quais documentos são necessários para abrir uma pizzaria legalmente?”]
    Para operar de forma legal, é necessário providenciar o CNPJ e o registro na Junta Comercial. Além disso, são exigidos o alvará de funcionamento da prefeitura, a licença da Vigilância Sanitária e o cadastro de contribuintes nos âmbitos estadual e municipal. Em alguns casos, dependendo da estrutura, o laudo do Corpo de Bombeiros também é obrigatório. Dessa forma, o cumprimento dessas etapas garante a credibilidade e a segurança da sua pizzaria.
    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Além da parte legal, o que é preciso em termos de equipamentos?”]
    Embora o forno seja considerado o coração da pizzaria, ele não é o único equipamento essencial. Para garantir padronização, qualidade e higiene, também são indispensáveis: masseiras industriais, refrigeradores, freezers, bancadas de inox e diversos utensílios de preparo.[/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Como a tecnologia ajuda a aumentar a agilidade de uma pizzaria?”]
    A tecnologia é um fator crucial para a eficiência. Ferramentas como o KDS (Kitchen Display System), por exemplo, organizam os pedidos em tempo real. Adicionalmente, a inteligência artificial já contribui para prever a demanda, otimizar a gestão de estoques e ajustar as escalas de funcionários conforme o movimento. Consequentemente, com o uso de chatbots para automatizar pedidos, os erros são reduzidos, a produtividade cresce e a entrega se torna muito mais ágil.[/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”O delivery é realmente indispensável ao abrir uma pizzaria?”]
    Sim, sem dúvida. Atualmente, o delivery responde por uma grande parte do faturamento do setor de pizzarias. Por outro lado, depender exclusivamente de aplicativos de terceiros pode elevar os custos com taxas. Justamente por isso, muitas pizzarias de sucesso investem em canais próprios de pedidos e em programas de fidelidade digitais, como forma de reduzir taxas e fidelizar os clientes diretamente.
    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Como escolher o sistema de gestão ideal para uma pizzaria?”]
    Um bom sistema é uma peça-chave para o sucesso. Primeiramente, ele precisa oferecer funcionalidades como gestão de estoque, integração nativa com plataformas de delivery e automação de pedidos. Além disso, diferenciais importantes incluem a geração de relatórios em tempo real e um controle financeiro e fiscal robusto. Soluções como as da Teknisa, por exemplo, reúnem todas essas funcionalidades, garantindo ao gestor mais eficiência e maior lucratividade.
    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [/iee_faq_rich_snippets]

  • Sistema para bar: como administrar e lucrar mais em seu negócio

    Sistema para bar: como administrar e lucrar mais em seu negócio

    [fusion_builder_container type=”flex” hundred_percent=”no” equal_height_columns=”no” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” background_position=”center center” background_repeat=”no-repeat” fade=”no” background_parallax=”none” parallax_speed=”0.3″ video_aspect_ratio=”16:9″ video_loop=”yes” video_mute=”yes” border_style=”solid”][fusion_builder_row][fusion_builder_column type=”1_1″ layout=”1_1″ background_position=”left top” border_style=”solid” border_position=”all” spacing=”yes” background_repeat=”no-repeat” margin_top=”0px” margin_bottom=”0px” animation_speed=”0.3″ animation_direction=”left” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” center_content=”no” last=”true” hover_type=”none” min_height=”” link=”” background_blend_mode=”overlay” first=”true”][fusion_text]

    O setor de bares no Brasil é vibrante e competitivo, movido pela paixão dos consumidores por experiências gastronômicas e sociais. No entanto, transformar essa paixão em um negócio lucrativo exige muito mais do que oferecer boas bebidas. Dessa forma, é necessário planejamento estratégico, controle financeiro, gestão de equipe e, sobretudo, tecnologia. Assim, contar com um sistema para bar deixa de ser um diferencial e passa a ser fundamental para quem deseja abrir um bar de sucesso, administrá-lo de forma eficiente e aumentar sua lucratividade.

    Neste artigo, você vai descobrir como abrir um bar de sucesso, conhecer os diferentes modelos de bares que fazem parte do mercado atual, aprender a administrar com eficiência e, por fim, identificar estratégias práticas para aumentar o lucro do seu bar. Além disso, verá como o um sistema pode transformar a gestão do seu negócio. Continue a leitura e leve seu bar para o próximo nível!

    O bar como negócio: desafios e oportunidades

    À primeira vista, abrir um bar pode parecer simples, mas a realidade é desafiadora. Segundo dados da Abrasel, o setor de bares e restaurantes no Brasil movimenta bilhões de reais anualmente e segue em crescimento, mesmo diante de crises econômicas. Entretanto, esse crescimento vem acompanhado de concorrência acirrada e consumidores cada vez mais exigentes.

    Além de oferecer drinks de qualidade, o gestor precisa garantir um ambiente atrativo, atendimento ágil e preços competitivos. Ou seja, o sucesso de um bar está em entregar uma experiência completa.

    Assim, outro desafio é o cenário regulatório. Questões como licenciamento, normas de segurança alimentar e legislação sobre consumo de álcool exigem atenção e conformidade. Sem isso, o negócio corre riscos de multas ou até fechamento.

    Portanto, a gestão estratégica é essencial para transformar desafios em oportunidades. Com isso, bares que investem em inovação, tecnologia e experiência do cliente conseguem se destacar e fidelizar consumidores.

    Como abrir um bar de sucesso

    Para muitos empreendedores, a dúvida inicial é como abrir um bar de sucesso sem cometer erros que possam comprometer o negócio. Ou seja, a resposta começa no planejamento.

    Checklist para abrir um bar

    1. Plano de negócios: Defina público-alvo, localização, cardápio e investimento necessário. Além disso, considere metas de receita e prazos realistas.
    2. Capital inicial: Além do aluguel e reformas, considere equipamentos, licenças e capital de giro. Também, simule cenários conservador, moderado e otimista.
    3. Pesquisa de mercado: Avalie concorrentes e identifique diferenciais que podem atrair clientes. Por outro lado, avalie riscos do ponto e sazonalidade.
    4. Marketing inicial: Invista em identidade visual, redes sociais e campanhas de inauguração. Assim, irá gerar demanda desde a abertura.
    5. Tecnologia: Desde o início, planeje o uso de um sistema para bar para controlar estoque, vendas e relatórios.

    Quanto custa abrir um bar?

    Em geral, de acordo com o Sebrae, abrir um bar de 70 m² pode exigir cerca de R$50 mil de investimento inicial. Nesse sentido, esse valor cobre:

    • Custos fixos (aluguel, energia, internet, salários)
    • Custos variáveis (compra de bebidas, alimentos, taxas de cartões, marketing).
    • Licenças e tributos.

    Portanto, planeje com rigor. Caso contrário, os custos podem sair do controle rapidamente. Além disso, considere um capital de giro para os primeiros meses de operação. Assim, você garante fôlego financeiro até a estabilização das vendas.

    Modelos de bares e como o sistema para bar ajuda na gestão

    Existem diferentes modelos de bares, cada um com características e estratégias próprias. Assim, a escolha correta pode definir o público que será atraído e o nível de rentabilidade alcançado.

    Teknisa - Sistema para bar: Pessoas brindando assistindo um jogo de esporte dentro do bar

    Sports Bar

    O sports bar é um modelo que vai além da transmissão de jogos, pois cria um ambiente voltado para a convivência social e a emoção coletiva do esporte. Pensando nisso, os clientes procuram nesses espaços não apenas bebidas e comidas, mas também a experiência de torcer em grupo e compartilhar momentos. 

    De acordo com o Datahub, bares com foco em entretenimento cresceram 826% no Brasil entre 2018 e 2024, o que evidencia o grande potencial desse formato. No entanto, para ter sucesso, é fundamental investir em infraestrutura adequada, como televisores de alta definição, sistemas de som potentes e pacotes de canais esportivos que ofereçam cobertura completa dos eventos. Dessa forma, o bar se torna um ponto de encontro obrigatório para fãs de esportes, aumentando a frequência de visitas e, consequentemente, o faturamento.

    Teknisa - Sistema para bar: Pessoas brindando taças de vinho

    Wine Bar

    O wine bar representa sofisticação e atrai um público interessado em experiências gastronômicas diferenciadas. Com isso, o grande diferencial desse modelo está na curadoria da carta de vinhos, que deve contemplar rótulos variados para atender diferentes perfis e orçamentos. 

    Além disso, o ambiente precisa ser planejado com cuidado, unindo conforto, iluminação adequada e decoração intimista para estimular os clientes a permanecer por mais tempo. Como resultado, essa atmosfera favorece o consumo prolongado e cria espaço para eventos exclusivos, como degustações guiadas, que reforçam a identidade do bar e fidelizam a clientela.

    Teknisa - Sistema para bar: Pessoas brindando copos de cerveja

    Cervejaria Artesanal (Brewery)

    As cervejarias artesanais se consolidaram como uma tendência de mercado, unindo a paixão por cervejas especiais a um modelo de negócio sólido e atrativo. Assim, o foco desse tipo de bar está na produção própria, o que exige equipamentos de qualidade e insumos selecionados para garantir diferenciação no produto final. 

    Diante disso, o espaço de consumo conhecido como taproom, é fundamental nesse modelo, pois funciona como vitrine da marca e oferece ao cliente a oportunidade de experimentar diretamente o que é produzido. Por sua vez, essa proximidade fortalece a identidade da cervejaria, cria uma comunidade de apreciadores e incentiva a fidelização dos consumidores. Com isso, passam a associar a marca à qualidade e à autenticidade.

    Teknisa - Sistema para bar: Bartender fazendo drinks

    Gastrobar e coquetelarias

    Os gastrobars e coquetelarias vêm crescendo em popularidade, acompanhando a valorização da mixologia premium e a busca por experiências mais exclusivas. Nesse modelo, o bartender assume papel de protagonista, oferecendo drinks criativos que unem sabor, técnica e narrativa, transformando cada coquetel em uma experiência sensorial. Pensando nisso, o uso de ingredientes locais e sazonais reforça a tendência da hiperlocalização, criando bebidas autênticas e sustentáveis. 

    Além disso, cresce a demanda por opções com baixo ou nenhum teor alcoólico, o que amplia o público e atrai consumidores atentos à saúde e ao bem-estar. Em síntese, esse tipo de bar não apenas atende clientes, mas se transforma em um ponto de referência cultural e social, sendo lembrado pela inovação e pela qualidade do serviço prestado.

    Afinal, independentemente do formato escolhido, contar com um sistema para bar é indispensável para integrar processos, controlar custos e garantir que a operação se mantenha eficiente. Seja em um sports bar, wine bar, cervejaria artesanal ou gastrobar, a tecnologia se torna um fator estratégico para alcançar resultados consistentes e escaláveis.

    Como administrar um bar com um sistema?

    Antes de mais nada, administrar um bar exige atenção constante. Em primeiro lugar, é preciso controlar o estoque de bebidas e insumos. A gestão manual pode causar perdas e falta de produtos. Em seguida, a agilidade no atendimento é crucial, especialmente nos horários de pico. Por fim, a gestão da equipe e o controle financeiro são fundamentais para garantir que o bar seja rentável. Pensando nisso, um sistema para bar integra estoque, PDV e cozinha para evitar rupturas e reduzir desperdícios.

    Gestão operacional: do estoque à equipe

    O sucesso de um bar é construído nos detalhes da operação. Desde o controle de cada garrafa até a forma como a equipe interage com os clientes, cada processo conta.

    Controle de estoque e precificação estratégica

    Dessa forma, a gestão de estoque é um dos maiores desafios, mas também uma grande oportunidade. Para evitar cenários como a falta da cerveja mais vendida na noite de sexta-feira, é fundamental ter um sistema de gestão de estoque impecável. À partir disso, a tecnologia atual oferece soluções sofisticadas que economizam tempo e reduzem o desperdício.

    • Auditorias semanais: Verificações semanais de estoque ajudam a monitorar os níveis, rastrear o uso e identificar rapidamente as discrepâncias.
    • Gerenciamento de estoque: Ao definir níveis mínimos e máximos de estoque para cada item, o restaurante, ou bar, podem otimizar o abastecimento. Isso evita o excesso de estoque, que imobiliza capital, e a falta de produtos, que pode levar a perdas de vendas.
    • Ferramentas de previsão: A melhor maneira de prever as necessidades futuras de estoque é analisar os dados de vendas passadas. Ferramentas de previsão ajudam a antecipar a demanda por itens populares e eventos especiais.

    A precificação dos drinks é outro ponto crítico. O setor de bebidas pode ter uma margem de lucro bruta de 48%, mas ela pode chegar a 80% para bares. Assim, para maximizar esse potencial, a precificação deve ser um ato de equilíbrio.

    • Calculando o “pour cost”: Comece calculando o custo dos ingredientes de cada drink. Para gerar lucro, o custo do drink deve ficar entre 20% e 25% do preço de venda. Por exemplo, se um coquetel custa R$8 para ser feito, o preço de venda deve ser de R$32 a R$40.
    • Preços psicológicos e em camadas: Use técnicas de precificação, como preços que terminam em .95 ou .99, que fazem os itens parecerem mais baratos. Além disso, considere preços em camadas, oferecendo versões padrão, premium e deluxe para atender a diferentes orçamentos e preferências.

    Equipe e treinamento integrados ao sistema de gestão para bares

    A equipe é a cara do seu bar. Para atrair e reter talentos, é preciso ter uma estratégia de contratação e treinamento sólida.

    • Estratégia de contratação: Defina claramente as responsabilidades de cada posição. Durante as entrevistas, vá além das habilidades técnicas. Portanto, avalie a personalidade, a capacidade de trabalhar sob pressão e de resolver problemas.
    • Treinamento e integração (onboarding): Um bom treinamento é a base para o sucesso. Ele deve incluir:
    • Visão geral do bar: Compartilhe a história, os valores e a filosofia de atendimento do bar.
    • Treinamento específico: Bartenders precisam aprender as receitas, o sistema POS e as expectativas de atendimento. Gerentes devem ser treinados em gestão de estoque e finanças.
    • Segurança e conformidade: É fundamental que toda a equipe seja treinada em protocolos de segurança e em leis de consumo de álcool. Com isso, ter bartenders com certificações e licenças é um diferencial que garante a conformidade legal e a confiança do cliente.

    Melhores práticas de contabilidade

    Uma gestão financeira sólida é a base de um bar de sucesso. Práticas contábeis eficientes ajudam a monitorar o desempenho, gerenciar despesas e tomar decisões.

    • Controle de custos: Estabeleça sistemas para monitorar e controlar os custos. Negocie contratos com fornecedores, audite os tamanhos das porções e gerencie o desperdício.
    • Reconciliação regular: Pelo menos uma vez por semana, reconcilie os extratos bancários com os registros internos para identificar discrepâncias precocemente.
    • Fluxo de caixa: Monitore todas as fontes de receita e despesa. Com isso, você pode ajustar o orçamento para manter um equilíbrio saudável. As revisões financeiras regulares ajudam a identificar tendências, como quedas sazonais nas vendas, e a planejar de acordo.

    Tecnologia e sistema para bar: como tornar o bar rentável

    Em síntese, a tecnologia é o principal diferencial para quem busca se destacar. Ela te ajuda a enfrentar os desafios e também te ajuda a otimizar a operação e a aumentar o lucro.

    Aumento de lucros

    O sistema para bar pode ser o seu maior aliado para aumentar o faturamento. Como? Ele otimiza a gestão de custos e a precificação, ajuda a controlar o estoque e também, evita o desperdício. Além disso, ele permite criar promoções inteligentes, como combos de bebidas. Isso aumenta o ticket médio e, consequentemente, o lucro.

    A agilidade no atendimento

    A agilidade é a chave para a experiência do cliente. Em um bar, a velocidade no atendimento e a precisão nos pedidos são essenciais. Pensando nisso, um cliente bem atendido e que não espera muito tende a consumir mais e voltar.

    O sistema para restaurante da Teknisa com funcionalidades para bares, por exemplo, inclui o Smart POS. Com ele, os garçons podem lançar pedidos e receber pagamentos diretamente na mesa. Dessa forma, o atendimento se torna mais rápido e eficiente. Ele também reduz a espera do cliente.

    Sistema para bar como parceiro estratégico

    O sistema para bar ideal deve ser mais que um PDV. Ele deve ser um parceiro estratégico.

    Automação inteligente no sistema para bar

    A automação é a resposta para a maioria dos desafios de um bar.

    • Gestão de estoque: Um sistema automatizado controla o estoque de bebidas e insumos em tempo real. Assim, ele avisa quando um item está acabando.
    • Controle de comandas: As comandas digitais evitam erros. Além disso, garantem que o pedido chegue na cozinha ou no bar com agilidade.

    Dados para crescer

    A gestão baseada em dados é o segredo para um crescimento sustentável. Em um cenário onde a coquetelaria premium é uma tendência, saber o que o cliente consome é fundamental.

    • Relatórios e Business Intelligence: O sistema fornece relatórios completos. Ele mostra os horários de pico, e também, mostra quais bebidas e pratos têm a maior margem de lucro. Com isso, o gestor pode tomar decisões estratégicas sobre o cardápio e a equipe.

    Conclusão: por que investir em sistema para bar agora?

    Em resumo, abrir e administrar um bar de sucesso exige planejamento, gestão eficiente e tecnologia. Desde a escolha do modelo até a precificação dos drinks, cada decisão influencia diretamente no resultado final.

    Se você deseja entender de forma prática como aumentar o lucro de um bar, investir em um sistema para bar é o passo mais inteligente para reduzir custos, otimizar processos e conquistar clientes.

    As soluções da Teknisa oferecem uma solução completa, ágil e rentável, que se adapta a diferentes modelos e garante crescimento sustentável.

    Pronto para transformar seu bar em um negócio de sucesso? Entre em contato e descubra como levar sua operação ao próximo nível!

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    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Como abrir um bar de sucesso?”]
    Para abrir um bar de sucesso, é essencial começar com um planejamento sólido. Em primeiro lugar, elabore um plano de negócios que defina o público-alvo, a localização e o cardápio. Além disso, organize o capital inicial considerando custos fixos e variáveis. Outro ponto importante é investir em marketing e tecnologia, pois um sistema para bar garante que a operação seja estruturada desde o início, evitando falhas que possam comprometer o crescimento.
    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Quanto custa abrir um bar no Brasil?”]
    O investimento para abrir um bar pode variar bastante, mas, de acordo com o Sebrae, um espaço de aproximadamente 70 m² exige cerca de R$50 mil em recursos. Esse valor inclui aluguel, reformas, equipamentos, licenças, capital de giro e ações de marketing. Portanto, antes de iniciar, é indispensável considerar o modelo de bar escolhido, já que cada formato apresenta necessidades diferentes e pode impactar diretamente o orçamento.
    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Quais são os principais modelos de bares?”]
    Existem diversos modelos de bares que podem servir de inspiração. Entre eles, os sports bars se destacam por oferecer entretenimento e transmissão de jogos. Já os wine bars atraem consumidores em busca de sofisticação e experiências diferenciadas. Além disso, as cervejarias artesanais unem produção própria e espaços de degustação, enquanto os gastrobars e coquetelarias apostam na mixologia premium e na inovação. Dessa forma, cada modelo exige estratégias específicas, mas todos dependem de uma gestão bem estruturada para prosperar.
    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Como administrar um bar de forma eficiente?”]
    Administrar um bar requer atenção contínua e disciplina em vários aspectos. Em primeiro lugar, o controle de estoque deve ser rigoroso, evitando desperdícios e rupturas. Em seguida, é fundamental adotar uma precificação estratégica que equilibre custo e margem de lucro. Além disso, a gestão de equipe e o acompanhamento do fluxo de caixa são indispensáveis para manter o negócio saudável. Nesse sentido, contar com um sistema para bar facilita todo o processo, pois integra informações e automatiza tarefas operacionais.

    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Como aumentar o lucro de um bar?”]
    Para aumentar o lucro de um bar, é preciso combinar boas práticas de gestão com o uso da tecnologia. Por exemplo, promoções inteligentes e combos podem elevar o ticket médio, enquanto a análise de relatórios ajuda a identificar produtos mais rentáveis. Outro fator é o atendimento ágil, que gera maior satisfação e fidelização dos clientes. Assim, ao adotar um sistema para bar, o gestor consegue reduzir perdas, otimizar custos e aumentar a rentabilidade de forma consistente.

    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Por que investir em um sistema para bar?”]
    Investir em um sistema para bar é fundamental porque ele vai muito além de um simples PDV. Por meio da automação, o sistema controla estoque, organiza comandas digitais e gera relatórios completos de vendas, permitindo decisões baseadas em dados. Além disso, a tecnologia garante mais agilidade no atendimento e redução de erros. Com soluções como a da Teknisa, é possível integrar diferentes áreas do negócio, oferecer uma experiência superior ao cliente e transformar a gestão em um verdadeiro diferencial competitivo.
    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [/iee_faq_rich_snippets]

  • CMV em restaurantes: Como calcular, reduzir custos e lucrar!

    CMV em restaurantes: Como calcular, reduzir custos e lucrar!

    [fusion_builder_container type=”flex” hundred_percent=”no” equal_height_columns=”no” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” background_position=”center center” background_repeat=”no-repeat” fade=”no” background_parallax=”none” parallax_speed=”0.3″ video_aspect_ratio=”16:9″ video_loop=”yes” video_mute=”yes” border_style=”solid”][fusion_builder_row][fusion_builder_column type=”1_1″ layout=”1_1″ background_position=”left top” border_style=”solid” border_position=”all” spacing=”yes” background_repeat=”no-repeat” margin_top=”0px” margin_bottom=”0px” animation_speed=”0.3″ animation_direction=”left” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” center_content=”no” last=”true” hover_type=”none” min_height=”” link=”” background_blend_mode=”overlay” first=”true”][fusion_text]

    Dominar a arte de calcular o Custo das Mercadorias Vendidas (CMV) é, sem dúvida, um fator determinante para assegurar a saúde financeira de um restaurante. Além disso, essa métrica não é apenas um número, mas também está diretamente ligada às margens de lucro, à receita total e à gestão eficiente de estoque.

    No dinâmico cenário do Food Service, que engloba tanto restaurantes comerciais quanto empresas do segmento de refeições coletivas, os empreendedores enfrentam um grande desafio: equilibrar as contas e precificar corretamente os produtos. No entanto, esse desafio pode ser superado com uma ferramenta fundamental, frequentemente mal utilizada por muitos gestores: o Custo de Mercadoria Vendida (CMV).

    Além de impactar as operações diárias, negligenciar essa métrica pode causar instabilidade financeira, algo que gestores de restaurantes não podem permitir. Entender o CMV proporciona uma visão clara dos custos do estoque durante um período específico, permitindo que os gestores façam ajustes estratégicos quando necessário.

    O que é CMV? Explicando a métrica

    O Custo da Mercadoria Vendida (CMV) é um indicador financeiro essencial que ajuda gestores de bares e restaurantes a avaliar o desempenho geral das vendas. Além disso, o CMV determina se o estabelecimento gera lucro, tornando-se uma métrica fundamental a ser acompanhada na gestão do seu restaurante.

    Essa métrica refere-se ao custo direto de produção dos itens vendidos e é amplamente utilizada em bares, restaurantes comerciais e de refeições coletivas. Assim, o CMV é crucial para medir a eficiência operacional e a lucratividade de um restaurante.

    Benefícios de calcular e otimizar o CMV

    Um gestor que possui informações detalhadas sobre o Custo da Mercadoria Vendida (CMV) está, sem dúvida, em vantagem competitiva. Isso porque a gestão eficiente do CMV é essencial para a lucratividade de um restaurante.

    Se, por um lado, um CMV elevado pode indicar desperdício de ingredientes, má gestão de estoque ou preços inadequados, por outro lado, um CMV muito baixo pode indicar que o restaurante está cortando custos de maneiras que impactam a qualidade dos ingredientes ou da preparação dos pratos.

    Assim, ao monitorar e otimizar o CMV, os restaurantes podem, de forma eficaz, encontrar o equilíbrio ideal entre a qualidade dos pratos oferecidos e a lucratividade do negócio.

     

    [tekcta]Desde 1990, a Teknisa se destaca como uma especialista em gestão para empresas do setor de alimentação. Com essa destacada experiência, tem a habilidade de oferecer soluções inovadoras e implementar projetos que resultem na diminuição de despesas e otimização de compras, fatores que impactam diretamente no Custo das Mercadorias Vendidas (CMV). [/tekcta]

    [tekcta]Convidamos você a assistir ao vídeo para obter mais informações sobre esse tópico[/tekcta]

     

    [fusion_youtube id="NCW13clWNX0" alignment="center" width="" height="" autoplay="false" api_params="" title_attribute="" video_facade="on" margin_top="" margin_bottom="" hide_on_mobile="small-visibility,medium-visibility,large-visibility" class="" css_id="" structured_data="on" video_upload_date="2017-11-09" video_duration="00:01:52" video_title="BPO Redução de Custos: consultoria em processos" video_desc="A diretora de mercado da Teknisa, Cíntia Rios, fala um pouco sobre o processo de Redução de Custos dentro das empresas. Nesse vídeo ela fala sobre a primeira fase no trabalho de redução de custos, a consultoria em processos. Um levantamento é realizando in loco, através de diagnósticos e entrevistas com os profissionais das áreas de planejamento, compras, faturamento e operação (unidades de negócio), para identificar pontos críticos e oportunidades de melhoria, considerando as melhores práticas de mercado. ———- TRANSCRIÇÃO: Olá, meu nome é Cíntia Rios, sou diretora de mercado da Teknisa, estou na empresa há 23 anos. A Teknisa é uma empresa desenvolvedora de software e de soluções para o mercado de food service. Ao longo dos anos, a Teknisa vem entendendo as principais dificuldades dos nossos clientes. E a partir daí desenvolveu uma série de serviços pra auxiliar os nossos clientes na melhor gestão do seu negócio. Dentre os serviços, podemos destacar o de redução de custos, onde a nossa proposta é entrar dentro do cliente e reduzir os custos de matéria-prima, que seria reduzir o CMV. Então inicialmente a gente faz um trabalho de identificação de CMV inicial, e ao longo de alguns meses a gente faz uma medição mês a mês identificando quais foram as reduções que nós, junto com a equipe do cliente, conseguimos proporcionar. Para iniciarmos o projeto de redução de custos, a primeira coisa que a gente tem que fazer é um trabalho de consultoria em processos. O que é a consultoria em processos? Bom, primeiro a gente faz um levantamento, que seria um levantamento em loco, com diagnóstico, entrevistas, com os profissionais da área de planejamento, da área de compras, da área de faturamento e com a operação que seriam as unidades de negócio. Uma vez que a gente faz esse levantamento, a gente identifica: pontos críticos e oportunidades de melhoria, considerando as melhores práticas de mercado. A partir daí a Teknisa desenha quais seriam os processos ideais pra empresa, e faz uma aprovação desses processos junto com a empresa. ———— Conheça as fases do processo de Redução de Custos: 1. Consultoria em Processos: •https://www.youtube.com/watch?v=NCW13clWNX0 2. Centralização de Compras • https://www.youtube.com/watch?v=H0zslDgvdnE 3. Planejamento de Cardápio • https://www.youtube.com/watch?v=nQ3V_0MDWoI 4. Acompanhamento da Operação/Produção • https://www.youtube.com/watch?v=_ZwiXpd_Go4 ———- Gostou do vídeo? Curta e compartilhe. * Inscreva-se no Canal e acompanhe nossos conteúdos sobre o mercado de food service, gestão empresarial e automação comercial. Conheça nossas soluções: https://blog.teknisa.com/ • LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/teknisaoficial • Instagram: https://www.instagram.com/teknisaoficial • Facebook: http://www.facebook.com/teknisaoficial • Twitter: http://twitter.com/teknisaoficial"][/fusion_youtube]

     

    Importância da redução de custos e otimização do custo da mercadoria vendida (CMV)

    A busca contínua por eficiência e controle financeiro é essencial para o sucesso de qualquer negócio. Contudo, no setor de alimentação, onde o Custo da Mercadoria Vendida (CMV) desempenha um papel crucial, a otimização das despesas pode fazer a diferença entre o crescimento sustentável e a estagnação. Portanto, identificar maneiras de reduzir os custos associados ao CMV se torna uma estratégia fundamental. Assim, os gestores podem garantir a saúde financeira do restaurante enquanto mantêm a qualidade dos pratos oferecidos.

    Desafios na visão das despesas e planejamento financeiro

    Um dos principais desafios enfrentados pelas empresas é obter uma visão clara das despesas em tempo hábil. Muitas vezes, essa clareza só ocorre após o encerramento do mês, quando os custos já ultrapassaram os limites previstos. Consequentemente, essa falta de visibilidade pode levar a surpresas desagradáveis e impactar negativamente os resultados financeiros.

    Além disso, a ausência de um planejamento integrado entre o orçado e o realizado, especialmente no que se refere à aprovação de compras e despesas, representa uma questão crítica. Sem um alinhamento adequado, os gestores podem tomar decisões que não consideram o impacto direto no CMV. Isso, por sua vez, resulta em gastos desnecessários que podem comprometer a saúde financeira do restaurante.

    A importância de soluções proativas para controlar o CMV

    Para enfrentar esses desafios, é fundamental adotar soluções proativas. Uma abordagem eficaz consiste em garantir uma visão antecipada do orçamento em relação ao realizado. Dessa forma, é possível bloquear preventivamente despesas antes de sua ocorrência. Assim, torna-se viável tomar decisões mais informadas e evitar gastos excessivos que afetam diretamente o CMV.

    Workflow e controle das despesas

    A implementação de um workflow organizado e de um sistema para aprovação de despesas é essencial para controlar os custos do CMV. Além disso, envolver gerências e diretorias ajuda a garantir que as despesas tenham um impacto positivo no orçamento.

    Em resumo, a redução de custos e a otimização do Custo da Mercadoria Vendida são metas que podem ser alcançadas com uma gestão financeira eficiente. Portanto, ter uma visão antecipada, estabelecer fluxos de trabalho claros e analisar as despesas são passos importantes para assegurar a saúde financeira e o crescimento sustentável de um negócio no setor de alimentos.

    Gestão financeira abrangente: O papel do CMV

    Além de gerenciar o CMV, é fundamental ter uma gestão financeira abrangente. Isso envolve superar desafios que afetam os resultados financeiros, como a falta de dados precisos e previsibilidade.

    A ausência de conhecimento sobre onde agir e quais desvios corrigir, assim como a demora em identificar problemas mensais, pode dificultar ações corretivas e decisões assertivas.

    Além disso, a falta de previsibilidade também é um desafio. Sem uma visão clara do desempenho financeiro, não é possível planejar investimentos com confiança.

    Por que adotar softwares ágeis para acompanhar o CMV em restaurantes?

    Para alcançar resultados bem-sucedidos no Custo da Mercadoria Vendida (CMV) e na redução de custos, é crucial implementar processos eficientes e adotar softwares inteligentes. Essas ferramentas não apenas simplificam a vida do gestor, mas também otimizam as atividades diárias.

    Além disso, acompanhar em tempo real os resultados financeiros é uma vantagem inestimável desses sistemas. Com dados atualizados disponíveis a qualquer momento, o gestor pode tomar decisões embasadas e assertivas rapidamente. Essa agilidade é fundamental para ajustar estratégias e evitar gastos excessivos que podem impactar negativamente o CMV.

    Benefícios dos softwares inteligentes da Teknisa

    Os softwares inteligentes da Teknisa foram desenvolvidos para oferecer insights e análises detalhadas, permitindo uma compreensão abrangente dos custos e despesas envolvidos na operação. Com essas informações, o gestor pode identificar padrões, tendências e oportunidades valiosas para a redução de custos. Assim, cria-se um ambiente propício para a tomada de decisões informadas, sempre com o objetivo de otimizar o Custo da Mercadoria Vendida (CMV).

    Além disso, ao utilizar essas ferramentas, os gestores podem monitorar o desempenho financeiro em tempo real, o que facilita ajustes estratégicos imediatos. A capacidade de visualizar dados de maneira clara e intuitiva contribui para uma análise mais eficaz, permitindo que as empresas se adaptem rapidamente às mudanças do mercado. Com isso, não apenas se minimizam desperdícios, mas também se potencializa a lucratividade, transformando a gestão financeira em um diferencial competitivo essencial para o sucesso sustentável.

    Números Reais e Confiáveis para Tomada de Decisões

    Para enfrentar os desafios de gestão, é fundamental obter números reais e confiáveis em tempo real. Essa abordagem fornece a base necessária para decisões informadas e assertivas. Além disso, a comparação entre valores realizados e orçados permite correções de curso de forma ágil e eficaz, garantindo que a empresa permaneça no caminho desejado.

    Nesse contexto, o software da Teknisa desempenha um papel crucial ao automatizar a coleta e análise de dados financeiros. Com relatórios em tempo real, ele permite que os gestores identifiquem rapidamente discrepâncias entre o orçado e o realizado, facilitando ajustes imediatos.

    Além disso, a tecnologia proporciona uma visualização clara dos custos e receitas, permitindo uma tomada de decisão mais ágil e baseada em informações precisas. Assim, as empresas podem se adaptar rapidamente às mudanças do mercado, garantindo maior eficiência operacional e melhor controle sobre o Custo da Mercadoria Vendida (CMV).

    Transição de Planilhas para Registros Automáticos

    A transição de dados de planilhas manuais para registros automáticos é crucial para garantir a precisão das informações e minimizar erros humanos.

    Utilizando o software da Teknisa, essa abordagem não apenas assegura que os números reflitam a realidade de forma fiel, mas também otimiza a gestão financeira.

    Dessa maneira, as empresas podem tomar decisões informadas rapidamente, melhorando a eficiência e a eficácia nas operações diárias.

    A Importância de Processos e Sistemas Ágeis para o Sucesso Sustentável

    Em resumo, a gestão rigorosa do CMV e dos custos é vital para o sucesso sustentável de qualquer empresa.

    Assim, adotar processos e sistemas ágeis, como os da Teknisa, é fundamental. Esses sistemas fornecem números confiáveis em tempo real e uma visão clara.

    Além disso, essa abordagem possibilita a tomada de decisões embasadas e a implementação ágil de ações corretivas.

    Portanto, ao priorizar esses aspectos, as empresas estão melhor posicionadas para otimizar resultados e direcionar investimentos de maneira estratégica e fundamentada.

    Por que calcular o CMV?

    O cálculo do CMV permite diluir os custos do negócio entre as mercadorias vendidas. Além disso, garante uma precificação justa e que o produto se pague. E o mais importante: que ele traga lucro!

    Gerir um restaurante significa lidar com diversos fatores, tanto positivos quanto negativos, e também analisar indicadores que precisam de muita atenção. Afinal, ninguém quer sair do seu planejamento.

    Por que calcular o CMV nos restaurantes ?

    No restaurante, o Custo da Mercadoria Vendida (CMV) refere-se ao preço total dos produtos, guarnições e condimentos utilizados no preparo das refeições do cardápio.

    O CMV, ou Custo de Mercadorias Vendidas, é uma métrica essencial para restaurantes e estabelecimentos de alimentação em geral. Ele representa o valor total gasto na aquisição de todos os alimentos e insumos durante um período específico.

    Calcular o CMV é importante por diversas razões:

    • Controle de custos: O CMV ajuda os proprietários e gestores do restaurante a acompanhar de perto os custos associados à compra de mercadorias. Assim, eles podem identificar despesas excessivas ou ineficiências nas compras, o que permite a adoção de medidas corretivas para melhorar a gestão financeira.
    • Margem de lucro: Conhecer o CMV é fundamental para calcular a margem de lucro bruto. A diferença entre o preço de venda dos pratos e o Custo de Mercadorias Vendidas representa a margem bruta, que é um indicador importante do desempenho financeiro do restaurante.
    • Precificação adequada: Com base no CMV e na margem de lucro desejada, você pode estabelecer preços de venda mais adequados para os pratos do cardápio. Por outro lado, preços mal calculados podem levar a prejuízos ou perda de competitividade.
    • Estoque e desperdício: Ao calcular o CMV, também é possível monitorar o nível do estoque e avaliar o desperdício de alimentos. Assim, manter um controle eficiente desses aspectos é fundamental para evitar o acúmulo de produtos perecíveis e reduzir perdas financeiras.
    • Planejamento financeiro: O conhecimento do CMV é crucial para o planejamento financeiro de médio e longo prazo do restaurante. Com base nessas informações, é possível projetar as necessidades futuras de capital, otimizar compras e alocar recursos de forma mais eficaz.
    • Tomada de decisão: Ao analisar o CMV e outras métricas financeiras, os gestores podem tomar decisões mais informadas em relação a mudanças no cardápio, fornecedores, estratégias de compras, promoções, entre outros aspectos operacionais.

    Em resumo, calcular o Custo de Mercadorias Vendidas (CMV) é uma prática fundamental para garantir o sucesso e a sustentabilidade de um restaurante. Ao calcular o CMV, os gestores podem assegurar uma gestão financeira mais eficiente, estabelecer preços adequados, controlar o estoque e minimizar o desperdício. Além disso, esse processo embasa decisões estratégicas importantes para o negócio.

    Acompanhamento periódico: A base para o cálculo do CMV

    Para calcular o CMV de maneira eficaz, é essencial realizar um acompanhamento periódico de todas as áreas operacionais e do departamento de compras, principalmente no que se refere à entrada e saída de notas fiscais.

    No mercado de Food Service, o Custo de Mercadorias Vendidas leva em consideração o custo dos gêneros de estoque (alimentícios e não alimentícios) de todas as filiais ou centros de custos que produzem refeições ou até mesmo serviços. No entanto, o CMV exclui todas as outras despesas ativas e passivas, como mão de obra, aluguel e contas de energia.

    Passo a passo para calcular o CMV

    • Definir o período de análise: Escolha um período específico para calcular o CMV, pois isso permitirá uma análise mais precisa dos custos e do desempenho do restaurante durante esse intervalo de tempo.
    • Levantar as compras de mercadorias: Compile todos os registros de compras de alimentos e insumos durante o período escolhido. Certifique-se de incluir todos os fornecedores e itens adquiridos, desde ingredientes principais até condimentos e materiais de embalagem.
    • Calcular o estoque inicial: Determine o valor total do estoque de mercadorias no início do período analisado. Esse valor deve incluir os ingredientes e insumos já existentes antes de realizar novas compras.
    • Calcular as compras líquidas: Subtraia o valor do estoque inicial das compras de mercadorias realizadas durante o período. Assim, você obterá o total de mercadorias efetivamente utilizadas no período. Fórmula: Compras Líquidas = Compras Totais – Estoque Inicial.
    • Calcular o estoque final: Verifique o valor total do estoque de mercadorias no final do período analisado. Esse valor inclui os ingredientes e insumos restantes após o término do período.
    • Calcular o CMV: Por fim, utilize a seguinte fórmula para calcular o Custo de Mercadorias Vendidas: CMV = Compras Líquidas + Estoque Inicial – Estoque Final.

    Resultado do cálculo do CMV

    O resultado obtido é o valor total do Custo de Mercadorias Vendidas durante o período escolhido. Esse valor representa os custos diretos associados à produção dos pratos vendidos no restaurante durante esse período.

    Controle preciso para um CMV exato

    É importante ressaltar que o controle e o registro precisos de todas as transações de compra e estoque são fundamentais para a precisão do cálculo do CMV. Além disso, a integração de um software de gestão ou sistemas de ponto de venda pode facilitar esse processo, tornando-o mais eficiente e menos sujeito a erros.

     

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    Como calcular o CMV?

    Para calcular o CMV, é essencial realizar um acompanhamento periódico de toda a área operacional e do departamento de compras, principalmente em relação à entrada e saída de notas fiscais.

    Com essa gestão integrada, o gestor obtém os números necessários para o cálculo. A fórmula é bastante simples, conforme veremos a seguir.

    Dados que você precisa para calcular o seu CMV 

    como calcular o cmv

    • Estoque Inicial: produto que você tem em estoque;
    • Compras (ou Notas Fiscais): valores referentes aos produtos que foram comprados durante o período;
    • Estoque Final: mercadoria que restou em seu estoque após o processo de venda do seu produto.

    Agora, leia o exemplo a seguir e descubra como funciona na prática:

    • Supondo que seu faturamento mensal seja de 100 mil;
    • Você iniciou o mês com R$ 40 mil de produtos em seu estoque;
    • Em seguida, você compra mais R$ 20 mil e fecha o mês com R$ 30 mil sobrando no estoque.

    Ou seja:

    Em termos monetários, o seu CMV é de R$ 30 mil. Entretanto, é importante representar essa métrica em porcentagem, tomando como referência o faturamento mensal.

    Para facilitar o cálculo, utilize a clássica regra de três.

     

    cmv regra de tres calculo

     

    Calcular o CMV em porcentagem deve fazer parte da rotina de qualquer gestor de restaurante. Isso porque a prática minimiza as influências do mercado sobre o resultado do projeto e garante que o crescimento da empresa não afete negativamente o resultado.

    Lembre-se:

    Ter um bom controle e gestão do seu estoque é fundamental para que o cálculo do CMV seja preciso e gere lucro. Não basta apenas utilizar a fórmula – é necessário também uma gestão rigorosa.

    Existe um CMV ideal para o seu restaurante?

    Essa é uma pergunta frequentemente levantada na gestão de restaurantes. Entretanto, a resposta não é tão simples. Cada estabelecimento possui particularidades que influenciam diretamente no Custo da Mercadoria Vendida.

    O CMV Ideal Segundo Especialistas

    O SEBRAE, o CMV ideal para um restaurante geralmente varia entre 30% e 40% da receita.

    Manter-se abaixo desse intervalo é excelente, enquanto ultrapassá-lo pode representar um risco à saúde financeira do negócio.

    A visão de Leandro de Assis sobre o CMV

    Leandro de Assis, diretor comercial da Teknisa, traz um ponto de vista enriquecedor sobre o tema. Segundo ele,

    “Um CMV eficaz permanece em consonância com a meta predefinida, com margens de variação mínimas. O gestor deve realizar o acompanhamento diário do CMV, e um sistema confiável é fundamental para auxiliá-lo”, destaca Assis.

    Além disso, Assis alerta para a necessidade de ficar atento às flutuações no CMV ao longo do tempo.

    “Quando o CMV varia constantemente e os resultados apresentam diferenças significativas dia após dia, isso pode ser indicativo de problemas na gestão, que demandam uma análise e ação imediatas” reforça Assis.

    Como manter o CMV dentro da meta

    O CMV ideal não é um valor fixo, mas sim um valor que esteja alinhado com as metas estabelecidas, mantendo-se estável e dentro dos parâmetros que garantem a sustentabilidade do negócio. Por isso, a vigilância constante e o uso de ferramentas que auxiliem a tomada de decisões com base em dados confiáveis são fundamentais.

    Identificando problemas com o CMV

    Se o índice do CMV for muito alto, pode indicar alguns problemas importantes, como:

    1. Preços elevados nas compras de mercadorias;
    2. Desperdício excessivo na cozinha;
    3. Desvios de mercadorias no estoque.

    Por outro lado, se o seu CMV está muito baixo, isso também pode significar outros problemas, como:

    1. Uso de matéria-prima de baixa qualidade;
    2. Produto final aquém das expectativas do cliente;
    3. Produto final com preço muito elevado em relação ao valor do mercado.

    O CMV e a lucratividade do restaurante

    Essa métrica é crucial para a lucratividade do seu restaurante, pois é possível subtrair o valor do CMV do faturamento bruto das vendas. Assim, você entende qual é o lucro bruto que cada prato do cardápio está trazendo para o restaurante.

    Especialistas no setor e o CMV Ideal

    Especialistas do setor de Food Service afirmam que um bom Custo de Mercadoria Vendida (CMV) varia entre 28% e 31%. No entanto, algumas empresas admitem índices de até 35%, dependendo do setor. Por isso, cada caso deve ser analisado individualmente.

    Lembre-se: seu restaurante é único e seus números refletem as particularidades do seu negócio. Portanto, considere essas diferenças ao avaliar o CMV.

     

    cmv medio ideal

    #Dica
    Não sabe por onde começar? Você pode considerar o CMV médio do seu setor e aplicá-lo sobre o custo de produção do seu prato.

    Dicas para ter um controle melhor do CMV

    Agora que sabemos a importância de monitorar o CMV, aqui estão algumas dicas testadas e comprovadas para reduzir e controlar esse índice no seu restaurante:

    [tekcta] Dica 1 – Planeje Suas Compras [/tekcta]

    gestao compras melhoria

    Uma compra mal planejada afeta diretamente o resultado do seu CMV. Portanto, é fundamental identificar o valor de cada produto e qualificar o seu fornecedor. Esse processo é uma ótima estratégia para garantir matéria-prima de qualidade para o seu negócio.

    Durante a cotação, você avaliará diversas marcas com preços variados. Nesse momento, o know-how é essencial! Afinal, algumas características dos produtos influenciam diretamente a decisão entre um e outro.

    Cíntia Rios, Diretora de Mercado da Teknisa, destaca que nem sempre o menor preço deve prevalecer. Por exemplo, certos tipos de arroz têm rendimento diferente. Assim, será mais coerente optar pelo que oferece o melhor resultado

    “No caso de carnes congeladas, é preciso analisar a quantidade de água contida nos produtos após o descongelamento, pois pode ser que se esteja pagando mais pelo gelo do que pela carne. Esse é o chamado controle de perda após limpeza aplicado às carnes e hortifrutis”, completa Cíntia Rios.

    Atenção
    Você deve qualificar um fornecedor com base no fator de correção, desconsiderando aqueles que oferecem mercadorias de baixa qualidade.

    [tekcta] Dica 2 – Reduza Desperdícios [/tekcta]

    cmv reduz desperdicio

    Infelizmente, o desperdício ainda é uma realidade em muitos restaurantes. Portanto, combatê-lo é crucial para garantir a lucratividade.

    Uma ótima maneira de conseguir isso é tendo um bom controle das suas fichas técnicas. Quando organizadas e atualizadas, essas fichas permitem uma gestão mais eficiente do estoque, ajudando a identificar o desperdício rapidamente e possibilitando ações para evitá-lo.

    desperdicio alimentos restaurante

    Ao identificar o desperdício, você poderá pensar em várias saídas para reduzi-lo:

    • Realize um planejamento centralizado de acordo com produtos da época;
    • Evite produzir mais que o necessário ou comprar produtos mais caros;
    • Analise, observe e mensure – isso aumentará seus lucros;
    • Utilize softwares para gerenciar pedidos com pesquisa de satisfação;
    • Adote metodologias inteligentes que reduzam gastos e evitem sobras.

    [tekcta] Dica 3 – Mantenha fichas técnicas atualizadas [/tekcta]

    ficha tecnica

     

    As fichas técnicas de alimentos são essenciais, pois orientam diversas decisões. Elas contêm informações cruciais, como o preparo de pratos, os ingredientes necessários e seus possíveis substitutos.

    Por isso, crie fichas técnicas para cada prato ou drink e mantenha-as sempre atualizadas. Afinal, elas são extremamente úteis tanto dentro quanto fora da cozinha, seja para gestão, controle de estoque ou precificação de produtos.

    #Dica
    Utilize um software de gestão para facilitar esse controle. Com o Tecfood (da Teknisa) é possível montar um “perfil” do seu prato, cadastrando receitas, modo de preparo, valor nutricional, foto, entre outros.

    [tekcta] Dica 4 – Utilize a tecnologia a seu favor [/tekcta]

    tecnologia software erp

    Diga sim para a tecnologia

    Um software de gestão é o melhor caminho para calcular o Custo de Mercadoria Vendida. Isso porque o sistema integra todas as áreas do seu estabelecimento, desde a entrada da nota fiscal até o confronto com o pedido de compra e venda de mercadorias.

    Vantagens de usar um software de gestão

    A tecnologia, por meio de um software de gestão eficiente, utiliza o histórico completo de todo o processo produtivo do estabelecimento. Além disso, ela emite relatórios personalizados, conforme as necessidades da sua operação, fazendo o cálculo e a apuração automática dos dados.

    Isso torna o processo de gestão mais preciso e ágil.

    E se você não tiver um sistema?

    Utilizar planilhas pode parecer uma solução prática no início, porém, é uma estratégia que pode sair caro a longo prazo. Isso porque as planilhas estão suscetíveis a erros, exigem mão de obra extra e podem não conter todas as informações necessárias para calcular corretamente o seu produto final.

    Dessa forma, controlar tudo manualmente se torna um desafio, principalmente para gestores que administram mais de um estabelecimento.

    Benefícios de um sistema integrado

    Por isso, contar com a tecnologia é uma ótima alternativa! Os softwares ERPs voltados para o setor de Food Service podem lhe ajudar de muitas maneiras:

    • Controle preciso do estoque, cruzando as informações das mercadorias com as fichas técnicas dos produtos e o nível de vendas;
    • Geração automática da lista de compras, considerando o nível de estoque, a média de vendas e as fichas técnicas;
    • Cálculo automático do CMV, com base nas informações registradas no sistema;
    • Controle completo de todas as vendas realizadas durante o período, auxiliando o gestor na tomada de decisões estratégicas.

    Economia real com um sistema de gestão

    Um sistema integrado pode ajudar a identificar gastos desnecessários ou até mesmo gerar economias simples. Por exemplo, se você compra carne por R$200 mil ou R$300 mil por mês e consegue economizar, o volume de compra pode melhorar. P

    or outro lado, se você paga apenas 5 centavos a mais por item, o CMV pode aumentar, exigindo que você repasse ou absorva esse valor no produto final.

    O software de gestão detecta esses “5 centavos” que poderiam ser ignorados em um trabalho manual. Dessa maneira, com a apuração completa da movimentação financeira, você pode confrontar esse aumento com o faturamento planejado e ajustar suas estratégias.

    Prazer, Teknisa!

    Se você ainda não sabe com quem contar para reduzir o seu CMV, conte com a Teknisa! Nós oferecemos as melhores soluções tecnológicas de gestão para o mercado de Food Service, com quase 30 anos de atuação nesse setor.

    Nosso serviço de Redução de Custos trabalha com base em parâmetros comparativos de competitividade, analisando Falhas Processuais x Falhas de Controle.

    Para entender melhor, confira a seguir os resultados do nosso Serviço de Redução de Custos aplicado em um de nossos clientes durante 6 meses.

    teknisa service bpo reducao custos

    Resultados da consultoria Teknisa service: Impacto no CMV

    A análise dos dados abaixo revela o impacto significativo que a parceria com a Teknisa Service trouxe para o desempenho financeiro e operacional do negócio:

    Redução do CMV ao longo de 6 Meses

    1. Janeiro: Faturamento de R$ 4.755.340,86 e redução do CMV para R$ 2.262.476,33 (representando 47,58%). A redução foi de 1,42% em relação ao inicial.
    2. Junho: Faturamento de R$ 5.057.588,80 e o CMV chegou a R$ 2.254.697,79 (representando 44,58%). A redução foi de 4,42% em relação ao CMV inicial (49%).
    3. Ao final dos 6 meses, o faturamento semestral foi de R$ 29.280.154,89 e o CMV totalizou R$ 13.366.790,95 (representando 45,65%). A redução final do CMV foi de 3,35%, o que representou R$ 980.484,95 em economia

    Benefícios da parceria com a Teknisa

    Esses resultados refletem a sinergia entre processos bem definidos e a utilização assertiva do software de gestão da Teknisa. Dessa forma, as boas práticas do mercado de Food Service, potencializadas pela integração desses sistemas, possibilitaram uma gestão mais inteligente e eficaz dos recursos, traduzindo-se em uma notável redução de custos.

    Portanto, a conclusão é clara: a combinação entre a expertise da Teknisa Service, suas ferramentas tecnológicas e as melhores práticas do mercado possibilitaram uma redução expressiva do CMV.

    [calculadora_cmv]

    Superando a “colcha de retalhos” com um sistema integrado

    Contar com um sistema completo, sem a necessidade de adquirir sistemas de terceiros, oferece inúmeras vantagens para a gestão eficiente de um restaurante.

    Infelizmente, muitos restaurantes enfrentam o desafio de lidar com uma infraestrutura fragmentada, uma verdadeira “colcha de retalhos” de sistemas adquiridos de diferentes fornecedores ao longo do tempo.

    Embora tenham boas intenções, esse cenário frequentemente prejudica a análise de dados, pois informações cruciais podem se perder entre os sistemas, levando a erros e decisões inadequadas.

    Dados confiáveis e precisos: O pilar de uma boa gestão

    É aqui que entra o poder dos sistemas integrados de A a Z para restaurantes. Imagine a eficiência de contar com um único sistema que gerencie todos os aspectos da operação, desde o controle de estoque até o rastreamento de vendas, passando pela gestão de equipe e análise financeira.

    Com essa abordagem, você centraliza os dados e garante consistência, eliminando a necessidade de utilizar diferentes plataformas e minimizando os riscos de erros humanos. Dessa forma, dados confiáveis e precisos se tornam a espinha dorsal de qualquer estratégia de negócios bem-sucedida.

    Com um sistema integrado, a análise de dados é mais ágil e precisa, permitindo que a gestão confie plenamente nas informações apresentadas. Isso capacita a equipe a tomar decisões estratégicas, impulsionando a eficiência operacional, otimizando a alocação de recursos, identificando tendências de consumo e melhorando a experiência geral dos clientes.

    Economias de longo prazo com um sistema integrado

    A eliminação de sistemas de terceiros não apenas reduz a complexidade, mas também gera economias a longo prazo. Um sistema integrado minimiza erros e maximiza oportunidades de crescimento, resultando em uma operação mais eficiente e lucrativa.

    Sistemas Teknisa: Impulsionando faturamento e otimizando custos

    Os sistemas para automação comercial de restaurantes da Teknisa Retail estão impulsionando o faturamento e otimizando custos no setor de restaurantes, incluindo uma colaboração valiosa para calcular o CMV (Custo de Mercadorias Vendidas) e fornecer relatórios essenciais para a tomada de decisões.

    Gestão simplificada do CMV com a Teknisa

    Com os sistemas Teknisa, a gestão do CMV se torna muito mais simples e eficiente. O sistema, totalmente integrado, registra automaticamente todas as compras de mercadorias e controla o estoque com precisão. Assim, é possível calcular o CMV de forma automática, fornecendo uma visão clara dos custos diretos associados à produção dos pratos vendidos nos seus restaurantes.

    Relatórios gerenciais para decisões estratégicas

    Os relatórios gerenciais detalhados, que os sistemas Teknisa emitem, oferecem informações cruciais para tomada de decisões estratégicas. Você, como gestor, terá acesso a relatórios de vendas, análise de desempenho dos pratos, histórico de compras, variações de custos, entre outros dados relevantes.

    Essas informações permitem identificar tendências, oportunidades de redução de custos e ajustar preços para melhorar a lucratividade.

    Comparativos de desempenho para redes de restaurantes

    Além disso, as soluções Teknisa facilitam a análise de desempenho individual de cada restaurante dentro de uma rede. Dessa forma, é possível fazer comparativos e identificar os estabelecimentos que apresentam melhores resultados. Assim, você poderá implementar práticas bem-sucedidas em toda a rede, impulsionando o crescimento do seu negócio

    A Teknisa: Parceira na rentabilidade e sucesso

    A Teknisa está comprometida em fornecer as ferramentas essenciais para que você mantenha um controle financeiro eficiente e otimize a gestão dos seus restaurantes. Portanto, conte conosco para aumentar a rentabilidade do seu restaurante, fidelizar seus clientes e alcançar o sucesso que você merece!

    [tekcta]Para saber mais detalhes sobre o trabalho realizado pela Teknisa, leia nosso e-book “Processos bem definidos em restaurantes corporativos”. Com ele, você conseguirá identificar os pontos críticos a fim de garantir a redução de custos e alta produtividade no seu restaurante corporativo![/tekcta]

    Processos bem definidos em restaurantes corporativos e a redução de custos

    Conclusão

    Este artigo discute a importância de calcular o Custo de Mercadorias Vendidas (CMV) em restaurantes, a maneira correta de fazer esse cálculo e como reduzir os custos relacionados. Essas informações são valiosas para a gestão financeira de qualquer restaurante, uma vez que o CMV é um indicador chave que impacta diretamente a lucratividade e o desempenho geral do negócio.

    O presente artigo aborda os seguintes tópicos:

    • Definição de CMV: Explicando o que é o Custo de Mercadorias Vendidas e como ele é um indicador financeiro crucial para restaurantes, relacionado à eficiência operacional e à lucratividade.
    • Importância do CMV: Detalhando por que o controle do CMV é essencial para a saúde financeira do restaurante, influenciando margens de lucro, preços de menu e gestão de estoque.
    • Redução de custos e otimização do CMV: Abordando os desafios enfrentados pelos restaurantes no controle de despesas e como adotar soluções estratégicas para garantir eficiência financeira e crescimento sustentável.
    • Sistemas Integrados e Software: Destacando a importância de sistemas integrados e softwares especializados para facilitar o cálculo e o monitoramento do CMV em tempo real.
    • Como Calcular o CMV: Apresentando a fórmula básica para calcular o Custo de Mercadorias Vendidas, que envolve estoque inicial, compras e estoque final.
    • Determinando um CMV Ideal: Explorando os conceitos de CMV ideal e como ele pode variar de acordo com o setor e o restaurante específico.
    • Dicas para Reduzir o CMV: Fornecendo sugestões práticas para reduzir o CMV, incluindo compras conscientes, controle de estoque, fichas técnicas atualizadas e o uso de sistemas de gestão.
    • Tecnologia e Relatórios: Ressaltando a importância de utilizar tecnologia, como software de gestão, para automatizar o processo de cálculo e análise do CMV, fornecendo relatórios completos e confiáveis.

    Guia abrangente para gestores de restaurantes: Otimize seu CMV

    Este artigo serve como um guia abrangente para gestores e proprietários de restaurantes que desejam entender melhor como o CMV afeta seus negócios. Além disso, ele traz orientações sobre como otimizar esse indicador para melhorar a lucratividade e a eficiência operacional.

    Importância de sistemas integrados e softwares de gestão

    O artigo também destaca a relevância de sistemas integrados e softwares de gestão para facilitar o gerenciamento financeiro. Com essas ferramentas, é possível melhorar a tomada de decisões informadas, sempre baseadas em dados precisos.

    Aplicando melhores práticas para calcular o CMV

    Se você está buscando aplicar as melhores práticas para calcular o CMV e reduzir custos, esse artigo foi feito para você, gestor de restaurantes. Ele contém dicas abrangentes e uma análise detalhada sobre como controlar seus custos de mercadorias vendidas, desde o acompanhamento rigoroso das entradas e saídas de estoque até a compreensão de como os fornecedores impactam seus custos.

    Estratégias eficazes para lidar com custos

    Além disso, abordamos estratégias eficazes para lidar com os custos, como definir preços adequados, monitorar constantemente o CMV para tomar ações preventivas e identificar substitutos mais acessíveis para ingredientes mais dispendiosos.

    Não subestime o poder de calcular precisamente o CMV

    Não subestime o poder de calcular o Custo das Mercadorias Vendidas com precisão e de implementar mudanças inteligentes. Essas práticas ajudarão não apenas na redução de custos, mas também no aumento da eficiência operacional e da lucratividade do seu restaurante.

    Entre em contato para orientações personalizadas

    Se você precisar de mais orientações ou informações adicionais, entre em contato conosco. Estamos aqui para ajudar gestores de restaurantes a atingirem seus objetivos de forma sustentável. Até a próxima!

     

    [iee_faq_rich_snippets output_type=”accordions” title=”Você vai querer saber…” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” class=”” id=””]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”O que é CMV (Custo da Mercadoria Vendida) e por que é importante para a gestão de restaurantes?”]
    O CMV (Custo da Mercadoria Vendida) é o valor total dos custos associados aos ingredientes e produtos utilizados na preparação dos pratos vendidos. Ele inclui custos diretos como ingredientes, embalagens e insumos. O CMV é crucial para gestores de restaurantes, pois permite avaliar a eficiência dos processos de compra, controle de estoque e precificação, impactando diretamente nas margens de lucro e no sucesso do negócio.
    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Quais estratégias podem ser adotadas para reduzir o CMV em restaurantes coletivos?”]
    Para reduzir o CMV em restaurantes coletivos, é fundamental focar na otimização de compras, negociação com fornecedores, controle rigoroso de estoque e no combate ao desperdício. Treinar a equipe de cozinha, estimular a utilização integral dos ingredientes e monitorar o padrão de consumo contribuem significativamente para a redução dos custos.
    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Como o uso de sistemas de gestão pode auxiliar no controle do CMV?”]
    Sistemas de gestão dedicados ao segmento de alimentação podem fornecer ferramentas para um controle mais preciso do CMV. Eles automatizam processos de compras, rastreiam estoques, ajudam na análise de dados de vendas e permitem a avaliação de relatórios detalhados. Essas informações facilitam a tomada de decisões embasadas em dados concretos, contribuindo para uma gestão mais eficiente e a redução do CMV.
    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Como o CMV está relacionado à lucratividade do restaurante?”]
    O CMV tem uma influência direta na lucratividade do restaurante. Um CMV bem controlado significa que os custos de produção estão alinhados com as receitas de vendas, resultando em margens de lucro mais saudáveis. Ao controlar o CMV, os gestores podem identificar oportunidades de redução de custos, ajustar preços de venda e garantir que a operação seja financeiramente sustentável e rentável.
    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Qual é o melhor sistema para manter o sob controle CMV do meu restaunte?”]
    A empresa Teknisa tem uma sólida experiência desde 1990 no setor de alimentação e oferece o melhor sistema para gestão do CMV de bares, restaurantes, fast foods, restaurantes corporativos e muito mais. Empresas de renome utilizam amplamente os sistemas da Teknisa para gestão no ramo de alimentação. Eles  proporcionam soluções eficazes para garantir a otimização do CMV dessas empresas e o sucesso financeiro de cada negócio.
    [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [/iee_faq_rich_snippets]

  • Nutrição offshore: como gerir cardápios, logística e custos em alto-mar

    Nutrição offshore: como gerir cardápios, logística e custos em alto-mar

    Para quem opera em alto-mar, a nutrição offshore exige planejamento de cardápios, controle rigoroso de estoque e logística precisa. Por isso, um sistema para alimentação offshore é um dos aspectos cruciais e complexos em plataformas em alto mar ou embarcações.

    Assim , longe da terra firme, a logística é um fator crítico. Além disso, a qualidade de vida da tripulação impacta diretamente a produtividade, e, por isso a eficiência na gestão das refeições transportadas e refeições embarcadas é um grande diferencial competitivo. 

    Em 2024, por exemplo, o mercado offshore se mostrou aquecido, com alta demanda por profissionais marítimos. Desse modo, ambientes saudáveis e bem supridos sustentam a produtividade. Portanto, isso intensifica a necessidade de ambientes de trabalho saudáveis e sustentáveis. 

    Este guia explora os obstáculos inerentes ao ambiente offshore e como a gestão inteligente, impulsionada pela tecnologia da Teknisa, otimiza custos e garante segurança. Assim, eleva o bem-estar das pessoas a bordo de plataformas em alto-mar. Para empresas de alimentação offshore, consequentemente, inovar não é apenas uma opção, mas uma necessidade estratégica. 

    Desafios e soluções na nutrição offshore

    A gestão da alimentação Offshore apresenta desafios únicos, tais como: ambientes isolados, transporte restrito e necessidade de máxima previsibilidade. De fato, produzir refeições em alto-mar exige controle rigoroso de processos, desde o cardápio até a entrega de insumos. Nesse contexto, portanto, contar com um sistema para alimentação offshore é essencial para alcançar bons resultados operacionais e financeiros.

    Por sua vez, a Teknisa oferece uma plataforma inteligente que atende às demandas complexas da alimentação embarcada. Com ela é possível integrar planejamento, controle de estoque, expedição de rancho, gestão de custos e itens de hotelaria em uma única interface. Portanto, gestores de Food Service ganham mais visibilidade, agilidade e segurança nas tomadas de decisão.

    Particularidades da nutrição offshore que exigem soluções especializadas:

    • Logística de suprimentos remota: Primeiramente, plataformas marítimas estão em locais remotos. Isso exige um planejamento de suprimentos com meses de antecedência. Não há, assim, a possibilidade de uma nova entrega imediata em caso de falhas. Além disso, manter a capacidade de criar refeições nutritivas e variadas com ingredientes limitados é uma habilidade valiosa. 
    • Segurança alimentar e higiene: Em segundo lugar, a produção de alimentos em ambientes offshore requer rigorosos padrões. Para evitar doenças transmitidas por alimentos é preciso atenção à manipulação, armazenamento, temperatura e limpeza. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), por exemplo, define normas cruciais para serviços de alimentação, aplicáveis também a esses ambientes. 
    • Personalização e nutrição para a tripulação: Igualmente, é essencial oferecer dietas equilibradas e nutritivas. Para isso, considere as necessidades dietéticas, preferências culturais e restrições alimentares de um grande número de pessoas. Muitas vezes, a equipe trabalha em turnos rotativos. Nesse sentido, a alimentação embarcada impacta diretamente o bem-estar e o desempenho no trabalho. 
    • Gestão de custos e desperdícios: Por fim, o planejamento preciso é fundamental para evitar a produção excessiva e compras desnecessárias. Da mesma forma, ajuda a prevenir desperdícios, que podem gerar prejuízos financeiros e impacto ambiental. Controlar o Custo de Mercadoria Vendida (CMV) em um ambiente tão dinâmico é um desafio constante. 

    Assim, transforme os desafios da operação Offshore em oportunidades de eficiência e economia.

    Boas práticas para gerenciar refeições transportadas e embarcadas

    Atender uma plataforma offshore vai muito além de cozinhar bem. Por isso, é um processo que envolve:

    • Planejamento detalhado de cardápios e porções.
    • Controle de compras e fornecedores.
    • Gestão de estoques com espaço limitado.
    • Logística de transporte marítimo ou aéreo.
    • Controle de validade e armazenamento seguro.
    • Capacitação constante das equipes embarcadas.

    Sem ferramentas adequadas, de fato, é praticamente impossível fazer isso de forma eficiente. Por isso, empresas do setor buscam sistemas especializados para centralizar informações, evitar desperdícios e, além disso, garantir padronização.

    Nutrição offshore: planejamento inteligente para reduzir desperdícios

    Um dos grandes desafios em operações offshore é o desperdício alimentar. Com efeito, esse desperdício traz um impacto ambiental severo e, além disso, contribui para poluição marinha, e aumento da emissão de gases uma vez que envolve a produção e transporte de itens que acabam sendo descartados, inclusive no mar. 

    Como reduzir desperdícios em alto-mar

    • Analisar dados históricos de consumo para prever a demanda real.
    • Ajustar o cardápio para o perfil da tripulação.
    • Controlar porções e fichas técnicas.
    • Integrar pedidos e compras com o planejamento de cardápio.
    • Monitorar o estoque em tempo real, mesmo em alto-mar.

    Portanto, um sistema para alimentação offshore é essencial para executar tudo isso com precisão, mesmo em ambientes isolados.

    Integração logística: o elo crítico da operação

    Em alto-mar, certamente, qualquer falha logística gera impacto imediato. Atrasos no transporte, portanto, significam refeições mal planejadas ou escassez de insumos, o que, por sua vez, impacta diretamente a qualidade de vida e a produtividade dos profissionais embarcados.

    Boas práticas para logística da nutrição offshore

    • Controlar prazos e rotas de entrega.
    • Antecipar pedidos com base em consumo real.
    • Integrar fornecedores no planejamento.
    • Reduzir estoques parados sem comprometer o abastecimento.

    Assim, soluções digitais ajudam a automatizar e monitorar todas essas etapas, dando mais segurança à operação.

    Controle de custos em operações offshore

    Manter a rentabilidade de contratos offshore é outro desafio importante. Isso porque os custos logísticos são mais altos e, por isso, qualquer desperdício ou fator mal calculado acabe tendo um impacto financeiro elevado.

    Nutrição offshore: dicas para manter o controle financeiro

    • Defina metas de custo por refeição.
    • Use dados para renegociar com fornecedores.
    • Monitore indicadores como o custo de mercadoria vendida e desperdício.
    • Automatize processos para reduzir erros.

    Importância de equipes bem treinadas

    No entanto, mesmo com tecnologia, o fator humano é decisivo para que a operação seja um sucesso não apenas logístico, mas também em nível relacional e social.

    Práticas para melhorar a qualidade do serviço

    • Capacitação de equipes em boas práticas de manipulação.
    • Padronização dos  processos de produção e armazenamento.
    • Realização de inspeções regulares para manter a qualidade.
    • Adoção de um programa contínuo de melhoria.

    Por isso, a Teknisa acredita que tecnologia e capacitação devem andar juntas para garantir resultados consistentes.

    Normas e regulamentações: o básico para começar

    Uma das principais etapas na estruturação de um serviço de refeições embarcadas é, sem dúvidas, entender e atender as normas aplicáveis. Esses requisitos não são apenas burocráticos. Pelo contrário, eles garantem a segurança alimentar dos trabalhadores em alto-mar.

    Principais normas e certificações

    • Codex Alimentarius (ONU/FAO) – guia internacional para higiene alimentar.
    • RDC 275/02 (ANVISA) – requisitos de boas práticas para serviços de alimentação no Brasil.
    • Diretrizes da Organização Marítima Internacional (IMO) – normas globais para segurança alimentar em embarcações.
    • Certificações como a ISO 22000 – Food Safety Management, que demonstram gestão sólida e confiável.

    Dessa forma, seguir essas normas ajuda a evitar riscos sanitários além de fortalecer a imagem de confiabilidade junto aos clientes e parceiros.

    Controle de custos e decisões inteligentes com apoio do BI

    Reduzir custos e tomar decisões rápidas são metas constantes no food service offshore. A plataforma da Teknisa auxilia gestores a definirem orçamentos e metas para cada plataforma ou embarcação com relatórios personalizados e indicadores de desempenho, pois é possível monitorar a operação em tempo real.

    Além disso, algoritmos sugerem as melhores opções de compra com base em consumo histórico, valores de fornecedores e prazos de entrega. Como resultado, as compras se tornam mais estratégicas e o uso dos recursos, mais eficiente. Assim, o módulo de BI facilita a análise e impulsiona resultados sustentáveis. 

    Como a Teknisa apoia os gestores na nutrição offshore

    Gerenciar uma operação Offshore requer mais do que controle: exige visão estratégica e suporte tecnológico. Nesse cenário, a Teknisa se destaca ao oferecer uma plataforma pensada para os desafios reais enfrentados por gestores de empresas de alimentação e food service. Por exemplo, a solução automatiza tarefas manuais, melhora a precisão das previsões e entrega dados confiáveis em tempo real. Com isso, é possível antecipar necessidades, controlar o consumo, reduzir compras emergenciais e tomar decisões baseadas em dados, mesmo em ambientes remotos.

    Além disso, a interface intuitiva permite que equipes a bordo e em terra operem com fluidez, assegurando uma gestão padronizada. Consequentemente, reduzem significativamente os desperdícios e custos e garantem a segurança e a qualidade das refeições transportadas e embarcadas em um dos ambientes mais exigentes do planeta. 

    A indústria brasileira, inclusive, busca ampliar sua presença no mercado de tecnologia offshore. Aliás, o setor de Food Service no Brasil apresentou crescimento nominal de 10,3% no primeiro semestre de 2024, impulsionado pela recuperação pós-pandemia. Esse cenário reforça a importância de soluções inovadoras para manter a competitividade. 

    Conclusão (eleve a performance da sua operação offshore com inteligência e controle)

    Garantir eficiência na gestão de alimentação Offshore exige mais do que experiência operacional. Na verdade, é preciso contar com tecnologia especializada que una controle, agilidade e inteligência de dados. Nesse cenário, a solução da Teknisa, o TecFood, se destaca por integrar todos os processos — do planejamento de cardápios ao abastecimento de rancho e controle de hotelaria — em uma única plataforma.

    Além disso, o sistema oferece funcionalidades que facilitam a previsibilidade da produção, reduzem o desperdício, otimizam a logística e promovem a conformidade com as exigências sanitárias e fiscais. Com o apoio do BI, dessa maneira, os gestores tomam decisões mais rápidas e estratégicas, mesmo em contextos complexos e isolados como o das plataformas marítimas.

    Portanto, se a sua empresa atua no segmento de refeições coletivas, alimentação industrial ou Food Service Offshore, é hora de evoluir a gestão com precisão, automação e segurança alimentar

     

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    Fale com nossos especialistas e descubra como o Tecfood – Sistema Teknisa para Alimentação Offshore pode transformar o seu negócio.

    [iee_faq_rich_snippets output_type=”accordions” title=”Você vai querer saber!” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” class=”” id=””]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”O que é alimentação Offshore?”]A alimentação Offshore refere-se à produção e gestão de refeições em ambientes isolados, como plataformas de petróleo, embarcações ou unidades marítimas. Justamente por isso, esses locais exigem um planejamento preciso e logísticas rigorosas, já que não há acesso imediato a suprimentos. [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Como a tecnologia ajuda na alimentação Offshore?”]A tecnologia permite integrar todas as etapas do processo: do cardápio à distribuição. Além disso, sistemas como o da Teknisa oferecem controle de estoque, rastreabilidade, previsibilidade na produção e gestão de custos em tempo real.[/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Quais os maiores desafios na alimentação Offshore?”]Entre os principais desafios estão: evitar desperdícios, controlar o estoque embarcado, planejar cardápios conforme a ocupação e, ainda, garantir segurança alimentar e manter a logística alinhada com as necessidades reais das embarcações. [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”O sistema da Teknisa é compatível com legislações e auditorias?”]Sim. Inclusive, a solução da Teknisa está preparada para gerar evidências, relatórios e históricos que ajudam no cumprimento de exigências regulatórias e sanitárias do setor. [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [/iee_faq_rich_snippets]

  • Tendências do food service: confira as principais tendências de comportamento do consumidor

    Tendências do food service: confira as principais tendências de comportamento do consumidor

    O food service está  passando por uma revolução e observamos novas tendências de comportamento do consumidor, que hoje busca muito mais do que se alimentar: ele quer bem-estar, conveniência, sustentabilidade e experiências personalizadas.

    Além disso, novas variáveis, como os medicamentos GLP-1 (Ozempic, Wegovy, Mounjaro e outros), estão transformando a forma como as pessoas se relacionam com a comida. Nesse contexto, entender as tendências do food service é essencial para alinhar cardápio, canais e operação ao novo consumo.

    Por isso, nesse cenário, restaurantes, bares, lanchonetes e operações coletivas precisam se adaptar rapidamente para atender às novas tendências no comportamento do consumidor.

    O consumidor de food service busca alimentos funcionais 

    Uma das tendências de comportamento do consumidor mais fortes no cenário global é a crescente busca por alimentos funcionais, que oferecem benefícios além da nutrição básica. O consumidor procura produtos que ajudem na saúde intestinal, da pele, no humor e até no sono.

    Em síntese, esse é um comportamento consolidado. As pessoas analisam rótulos, questionam ingredientes e escolhem opções com menos açúcar, menos gordura e mais proteína. Comer bem, com foco na qualidade do alimento,  virou prioridade.

    Por exemplo, no Brasil, esse movimento aparece no crescimento da procura por:

    • alimentos orgânicos;
    • produtos vegetarianos e veganos;
    • bebidas proteicas;
    • opções plant-based.

    Além disso, marcas globais já apostam em alimentos funcionais e bebidas enriquecidas. O recado é claro: oferecer um cardápio saudável e equilibrado é diferencial competitivo no food service. Desse modo, quem acompanha as tendências do food service prioriza opções funcionais, com rótulos claros e apelo de saudabilidade.

    Sustentabilidade e responsabilidade social é uma tendência no consumo de food service

    Nesse sentido, outra prioridade observada como tendência de comportamento do consumidor no food service é a sustentabilidade. O consumidor exige que empresas adotem práticas alinhadas à agenda ESG (ambiental, social e governança).

    Por isso, entre os pontos mais valorizados estão:

    • uso de embalagens recicláveis e ecológicas;
    • redução do desperdício de alimentos;
    • apoio a produtores locais;
    • rastreabilidade dos insumos.

    Portanto, as tendências do food service reforçam que práticas ESG transparentes aumentam confiança e fidelização.

    Por exemplo, exemplos globais reforçam essa necessidade. Algumas empresas superaram metas de agricultura regenerativa, enquanto outras enfrentaram críticas por falta de clareza em suas alegações de sustentabilidade. Isso mostra que transparência e credibilidade são fundamentais.

    Assim, no Brasil, negócios que comunicam de forma clara suas ações ambientais ganham vantagem competitiva e fidelizam clientes.

    Digitalização e experiência do cliente como foco para o consumidor de food service 

    Dessa forma, a inovação tecnológica segue como motor do food service. Cada vez mais, o consumidor do food service valoriza conveniência e agilidade.

    Além disso, entre as transformações em destaque estão:

    • automação de processos em cozinhas;
    • inteligência artificial para personalizar cardápios e recomendações;
    • crescimento do delivery inteligente e das dark kitchens;
    • expansão de autoatendimento, QR codes e pagamentos digitais.

    Em síntese, as tendências do food service conectam dados, IA e autoatendimento para elevar eficiência e experiência.

    Portanto, relatórios da Galunion mostram que a digitalização não só agiliza a operação, mas também melhora a experiência do cliente. Restaurantes que investem em plataformas digitais e sistemas de gestão eficientes saem na frente.

    O impacto dos medicamentos GLP-1 no setor de food service

    Nesse contexto, o comportamento do consumidor de food service também se modificou nos últimos anos devido a entrada de medicamentos GLP-1, como Ozempic, Wegovy, Mounjaro e Saxenda, no mercado. Criados inicialmente para tratar diabetes tipo 2, esses remédios também ajudam no controle de peso e estão mudando os hábitos alimentares.

    Segundo pesquisas recentes:

    • 62% dos usuários relatam queda no apetite;
    • 55% perderam a vontade por doces e frituras;
    • 42% passaram a incluir mais alimentos saudáveis nas refeições.

    Ou seja: esse consumidor come menos, mas escolhe com mais consciência. Logo, as tendências do food service passam a valorizar porções menores, nutrição densa e comunicação acolhedora.

    Como isso afeta o food service?

    • 58% deixaram de pedir sobremesa;
    • 55% cortaram batatas fritas;
    • 51% reduziram as frituras;
    • 62% não pedem mais doces;
    • 59% retiraram as fritas do prato;
    • 58% abandonaram saladas muito calóricas;
    • 54% deixaram de consumir pães;

    Além disso, até em restaurantes full service houve queda na procura por pães, frituras, sobremesas e bebidas alcoólicas.

    Portanto, essa mudança não é passageira. Com a produção nacional de GLP-1 pela farmacêutica EMS, os preços caíram até 50% em 2025, tornando os medicamentos mais acessíveis. Mais pessoas usando significa impacto direto nos restaurantes brasileiros.

    Como adaptar cardápios a novas tendências de comportamento do consumidor 

    Assim, não é preciso reinventar a cozinha, mas sim repensar o cardápio. O consumidor que usa GLP-1 quer comer menos e melhor.

    Por exemplo, boas práticas incluem:

    • porções menores e completas;
    • proteínas magras, legumes frescos e grãos saudáveis;
    • sobremesas leves com menos açúcar;
    • pratos equilibrados, saborosos e funcionais;

    Assim, acompanhar as tendências do food service ajudam a montar combinados leves, saborosos e rentáveis.

    Comunicação diferenciada

    Além disso, as tendências do food service pedem rótulos simples, linguagem positiva e sinalização clara de benefícios.

    • No delivery e e-commerce, use termos claros: “GLP-1 friendly”, “alto em proteína”, “baixo em gordura”, “baixo índice glicêmico”.
    • No restaurante físico, a abordagem deve ser sutil, com expressões como:
    • “leve e funcional”;
    • “feito com ingredientes naturais”;
    • “saboroso e equilibrado”.

    Dessa forma, o cliente sente acolhimento, cuidado e hospitalidade, sem julgamentos.

    Treinamento de equipe

    Além disso, o sucesso também depende do atendimento. A equipe precisa estar preparada para:

    • lidar com pedidos personalizados;
    • indicar opções leves com simpatia;
    • entender que comer menos não significa comer mal;

    Desse modo, essa postura fortalece a experiência do cliente e gera fidelização.

    Consumo consciente: o novo luxo é comer com intenção

    A lógica tradicional da refeição completa (entrada + prato + sobremesa + bebida) está perdendo espaço. O consumidor busca pratos funcionais, equilibrados e acessíveis.

    Em síntese, esse movimento mostra que o novo luxo é comer com intenção, priorizando bem-estar e praticidade. Restaurantes que oferecem value meals, refeições inteligentes, de preço justo e porções menores, se destacam. Em outras palavras, as tendências do food service trocam excesso por intenção, praticidade e valor percebido.

    Marmitas prontas e saudabilidade: a resposta à inflação e ao novo consumidor

    Com a inflação dos restaurantes e a busca crescente por alimentação saudável e prática, as marmitas prontas ganharam força no Brasil em 2025. Segundo o Valor Econômico, o aumento dos preços levou muitos consumidores a buscar alternativas que unam custo acessível, conveniência e nutrição equilibrada.

    Além disso, um levantamento da Galunion reforça esse movimento: o consumidor brasileiro está redefinindo seus hábitos alimentares, optando cada vez mais por marmitas caseiras ou prontas, mas com foco em ingredientes saudáveis e funcionais. Esse cenário reforça duas grandes tendências:

    • praticidade com controle de gastos;
    • valorização de refeições equilibradas, que unem sabor e bem-estar.

    Dessa forma, para o food service, isso representa tanto um desafio quanto uma oportunidade: criar soluções de marmitas prontas, saudáveis e customizadas pode ser uma estratégia para atender ao consumidor que busca menos gasto e mais saúde no dia a dia. Por fim, as tendências do food service apontam kits e marmitas equilibradas como solução de conveniência com custo controlado.

    O futuro do food service: adaptação e inovação

    O futuro do setor de food service será moldado pela capacidade de adaptação às novas demandas. Mais do que servir comida, restaurantes precisam entregar experiências de convívio, saúde e conveniência.

    Um estudo da Morgan Stanley aponta uma mudança significativa: 63% dos usuários de medicamentos como GLP-1 reduziram gastos em restaurantes. Além disso, 61% cortaram despesas com delivery. Esses dados mostram uma necessidade urgente. O setor deve redesenhar seus modelos de negócio para manter relevância.

    No entanto, essa transformação é também uma grande oportunidade. Menus mais inteligentes e uma comunicação empática se tornarão essenciais. Nesse contexto, a tecnologia de gestão surge como o principal diferencial.

    É aqui que as soluções da Teknisa se tornam estratégicas. A plataforma TecFood permite criar cardápios flexíveis e adaptados a novas preferências. Ela também otimiza custos de forma inteligente, um fator crucial no cenário atual. Além disso, integra todos os processos, da cozinha ao controle financeiro.

    Portanto, inovar com o suporte da tecnologia não é mais uma opção. É uma condição para o sucesso. A Teknisa fornece as ferramentas para que seu negócio não apenas se adapte, mas lidere essa nova era do food service.

    Conclusão

    Em conclusão, acompanhar as tendências do food service é o caminho para unir eficiência, experiência e margem. Com isso, sua operação evolui de forma sustentável e centrada no cliente.


    Por fim, descubra como as soluções Teknisa ajudam empresas de food service a inovar e se preparar para os novos comportamentos do consumidor, fale com um espccialista e conheça o TecFood.

    [iee_faq_rich_snippets output_type=”accordions” title=”Você vai querer saber!” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” class=”” id=””]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Quais são as principais tendências do consumidor no food service em 2025/2026?”]

    Em síntese, as principais tendências incluem a busca por alimentos funcionais, cardápios mais saudáveis e leves, porções menores, foco em sustentabilidade e maior uso da tecnologia no atendimento. [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Como os medicamentos GLP-1 impactam o comportamento do consumidor?”]

    Por isso, usuários de medicamentos como Ozempic e Wegovy relatam menos fome e maior consciência alimentar. Isso leva à redução do consumo de sobremesas, frituras e bebidas alcoólicas, e aumenta a demanda por refeições equilibradas e funcionais. [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”O que são alimentos funcionais e por que estão em alta?”]

    Em resumo, são alimentos que oferecem benefícios à saúde além da nutrição básica, como bebidas proteicas, opções plant-based e alimentos ricos em fibras. Esses alimentos funcionais estão em alta porque os consumidores buscam bem-estar e qualidade de vida. [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”De que forma a sustentabilidade influencia o food service?”]
    Além disso, a sustentabilidade é hoje uma exigência do consumidor. Isso inclui o uso de embalagens recicláveis, a redução do desperdício de alimentos e o apoio a produtores locais, práticas que fortalecem a confiança e a imagem da marca. [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Qual o papel da tecnologia no novo comportamento do consumidor?”]
    Assim, a tecnologia garante conveniência e agilidade. Aplicativos de delivery, autoatendimento digital, sistemas de gestão e o uso de inteligência artificial ajudam a personalizar experiências e melhorar a eficiência do food service. [/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Por que as marmitas prontas estão crescendo no Brasil?”]
    Segundo o Valor Econômico e a Galunion, o aumento da inflação nos restaurantes e a busca por refeições práticas e saudáveis impulsionaram o consumo de marmitas prontas, que unem custo acessível e saudabilidade. [/iee_faq_rich_snippet_item]

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  • Saiba como garantir automação, segurança e controle na dieta hospitalar

    Saiba como garantir automação, segurança e controle na dieta hospitalar

    Para reduzir erros e ganhar rastreabilidade, a dieta hospitalar precisa de processos padronizados e tecnologia. Assim, quando bem planejada, a alimentação atua como um recurso terapêutico, favorecendo a resposta clínica, reduzindo o tempo de internação e prevenindo complicações. Além disso, esse processo de gestão nutricional em hospitais envolve desafios complexos, que exigem personalização, conformidade sanitária, rastreabilidade, controle de custos e integração entre áreas clínicas e operacionais. Assim, a operação ganha previsibilidade.

    Além disso, neste conteúdo, você entenderá como a digitalização da nutrição hospitalar revoluciona esse cenário. Primeiro, vamos explorar os principais desafios da área, o papel estratégico da tecnologia. E por fim, como o sistema da Teknisa é uma solução completa para transformar a realidade das instituições de saúde.

    Desafios da dieta hospitalar

    A gestão da nutrição hospitalar não se limita à produção de refeições. Envolve um conjunto de processos clínicos, sanitários e operacionais que devem funcionar de forma integrada para garantir o sucesso do tratamento e a segurança alimentar.

    1. Personalização da dieta hospitalar e atendimento clínico

    Cada paciente possui necessidades nutricionais específicas, relacionadas ao seu diagnóstico, histórico de saúde, estado nutricional e tipo de tratamento. Além disso, a complexidade aumenta em casos de desnutrição, doenças crônicas, uso de sonda ou restrições alimentares severas. Nesse contexto, sem um sistema adequado, a prescrição pode ser mal interpretada, gerando erros na montagem das bandejas, trocas de refeições ou riscos de contaminação cruzada. Portanto, o cuidado se torna mais seguro.

    2. Conformidade sanitária e segurança alimentar

    Em especial, a legislação brasileira exige que hospitais adotem protocolos rígidos de higiene e segurança alimentar. Por exemplo, a RDC nº 63/2011 da ANVISA, por exemplo, torna obrigatória a atuação de Equipes Multiprofissionais de Terapia Nutricional (EMTN), que envolvem sempre um nutricionista, um médico (com experiência em terapia nutricional) e um farmacêutico e em alguns casos também podem incluir um enfermeiro (frequentemente incluído, principalmente no manejo de dietas enterais/parenterais), um fisioterapeuta, um fonoaudiólogo, um assistente social e um psicólogo. Além dessa equipe multiprofissional, a vigilância sanitária exige controle de temperatura, rastreabilidade dos alimentos e registros completos. Consequentemente, a ausência de tecnologia pode dificultar o cumprimento dessas exigências.

    3. Rastreabilidade e registros automatizados

    Rastrear refeições, ingredientes, alergias, intolerâncias e interações medicamento-alimento é fundamental para a segurança dos pacientes. Desse modo, é possível identificar falhas, evitar incidentes e cumprir exigências legais. Contudo, quando o processo é feito de forma manual, ele se torna mais suscetível a falhas, exige tempo da equipe e dificulta a análise de dados. Por isso, as decisões ganham respaldo técnico.

    4. Controle de desperdício e gestão de custos

    O desperdício de alimentos nos hospitais pode gerar prejuízos financeiros significativos, além de comprometer a sustentabilidade. Assim, um bom planejamento evita excesso de produção e otimiza o uso dos insumos. Portanto, isso é essencial para equilibrar qualidade nutricional, segurança e responsabilidade orçamentária. Assim, custos e perdas ficam sob controle.

    5. Atendimento aos acompanhantes

    Por força de lei, hospitais públicos e privados devem fornecer alimentação a acompanhantes de crianças, idosos, parturientes e pessoas com deficiência. Em paralelo, essa demanda exige planejamento próprio e critérios nutricionais e sanitários. Igualmente, o controle deve ser integrado à rotina do serviço.

    O papel da tecnologia na gestão da dieta hospitalar

    Nesse sentido, a digitalização dos processos de nutrição hospitalar é uma tendência irreversível. Além disso, sistemas especializados oferecem soluções completas para automatizar, integrar e controlar todas as etapas da gestão alimentar — desde a triagem até a distribuição.

    Avaliação nutricional automatizada

    A triagem nutricional é o primeiro passo para garantir um plano alimentar personalizado. Com isso, softwares como o desenvolvido pela Teknisa permitem a aplicação digital de protocolos como o NRS-2002, cálculo automático de IMC e perda ponderal, e integração com o prontuário eletrônico. O sistema também emite alertas para pacientes em risco nutricional, facilitando a atuação da EMTN.

    Integração clínica e cozinha

    Dessa forma, a tecnologia elimina as barreiras entre o setor clínico e a produção de refeições. A prescrição feita pelo nutricionista é enviada diretamente à cozinha, que recebe mapas de montagem, etiquetas personalizadas e instruções específicas por leito. Como resultado, isso reduz erros, retrabalho e desperdícios. Além disso, a solução permite rastrear cada refeição entregue, reforçando a segurança do processo.

    Planejamento de cardápios e controle nutricional na dieta hospitalar

    A criação de cardápios é feita com base nas diretrizes clínicas, respeitando alergias, intolerâncias e restrições. Ao mesmo tempo, o sistema calcula valores nutricionais automaticamente e permite substituições inteligentes. Isso reduz falhas humanas e garante a conformidade com os padrões técnicos. Ao mesmo tempo, a aderência clínica aumenta.

    Gestão de dietas especiais

    Dietas enterais, parenterais e lactárias requerem monitoramento contínuo. Para isso, módulos específicos para controlar essas dietas, registrando cada etapa do processo e gerando dados para auditorias e análises clínicas. Assim, cada etapa permanece auditável.

    Controle de custos e relatórios na dieta hospitalar

    A tecnologia permite controlar custos por paciente, tipo de dieta e período. Como resultado, relatórios como o Demonstrativo de Resultado Operacional (DRO), identificando desvios do planejamento, desperdícios e oportunidades de economia. Por consequência, esses dados orientam decisões estratégicas e contribuem para a sustentabilidade da operação.

    Room service hospitalar e experiência do paciente

    Hospitais com perfil humanizado vêm adotando o modelo de room service, permitindo que os pacientes escolham horários e opções de cardápio. Assim, a colução viabiliza esse modelo de forma automatizada, garantindo rastreabilidade, controle nutricional e personalização. Por fim, o paciente participa do cuidado.

    Alimentação de acompanhantes

    Além disso, o sistema também controla as refeições dos acompanhantes, incluindo dados como nome, leito e preferências alimentares. Com isso, a experiência hospitalar mais acolhedora e organizada.

    A solução completa da Teknisa

    Em resumo, o sistema desenvolvida pela Teknisa é especializado em nutrição hospitalar digital, logo atende todos os requisitos legais, sanitários e clínicos, oferecendo ferramentas para:

    • Planejamento automatizado de dietas personalizadas;
    • Integração entre clínica e produção;
    • Controle de refeições, custos, estoque e insumos;
    • Rastreamento de dietas, alergias, interações e intolerâncias;
    • Room service hospitalar;
    • Gestão da alimentação de acompanhantes;
    • Geração de relatórios gerenciais e operacionais.

    Como o sistema se integra ao prontuário eletrônico e aos sistemas hospitalares ele uma gestão unificada da saúde.

    Assista ao vídeo e conheça os resultados obtidos com a solução:

     

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    Conclusão: tecnologia que transforma a dieta hospitalar

    Em síntese, a nutrição hospitalar digital não é apenas uma tendência: é uma resposta aos desafios da saúde moderna. Portanto, a adoção de sistemas especializados melhora a segurança alimentar, reduz desperdícios, garante conformidade sanitária e otimiza a jornada de recuperação dos pacientes.

    Dessa maneira, com soluções como esse sistema, os hospitais podem alinhar eficiência operacional, cuidado humanizado e gestão estratégica. A alimentação deixa de ser apenas suporte e se torna protagonista no processo terapêutico. Logo, a melhoria torna-se mensurável.

    Quer transformar a gestão nutricional da sua instituição? Fale com nossos consultores e descubra como o TecFood da Teknisa pode ajudar.

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    [iee_faq_rich_snippet_item question=”O que é nutrição hospitalar e por que ela é tão importante para o paciente internado?”]

    Em síntese, a nutrição hospitalar é um conjunto de práticas clínicas e operacionais que asseguram que cada paciente receba uma dieta adequada ao seu estado de saúde. Assim, quando bem planejada, ela atua como uma ferramenta terapêutica, ajudando na recuperação, prevenindo complicações e reduzindo o tempo de internação.[/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Quais são os principais desafios da gestão da nutrição hospitalar?”]

    De modo geral, entre os maiores desafios estão: a personalização das dietas, a conformidade sanitária, a necessidade de rastreabilidade alimentar, o controle de desperdícios e custos, e o atendimento simultâneo a pacientes e acompanhantes. Logo, a gestão integrada desses aspectos é essencial para garantir segurança, qualidade e eficiência no ambiente hospitalar.[/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Como a tecnologia auxilia a EMTN e os nutricionistas no ambiente hospitalar?”]

    Na prática, a tecnologia permite aplicar avaliações nutricionais automatizadas, calcular IMC e necessidades calóricas, gerar alertas de risco nutricional e integrar diretamente a prescrição ao sistema da cozinha. Com isso, a atuação da Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional (EMTN) se torna mais rápida, segura e eficiente.[/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Por que a rastreabilidade é fundamental na nutrição hospitalar?”]

    Antes de tudo, a rastreabilidade nutricional garante o controle de cada ingrediente, alergia, intolerância ou interação medicamento-alimento. Isso reduz riscos à saúde do paciente, facilita auditorias e assegura o cumprimento das normas da ANVISA e da vigilância sanitária.[/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Como os sistemas digitais ajudam no planejamento e controle de cardápios?”]

    Em termos práticos, o sistema da Teknisa permite automatizar o planejamento de cardápios, com cálculo nutricional preciso, substituições inteligentes e adequações conforme as restrições clínicas. Isso melhora o controle, evita falhas e gera mais agilidade para a produção.[/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”O que é o room service hospitalar e qual seu impacto?”]

    Basicamente, o room service hospitalar é um modelo de atendimento personalizado, no qual o paciente escolhe os horários e opções do cardápio. Essa prática melhora o conforto, respeita preferências alimentares e está diretamente ligada à humanização do cuidado hospitalar.[/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”A alimentação de acompanhantes também deve ser gerida pelo hospital?”]

    Sim. Além disso, leis brasileiras exigem que acompanhantes de crianças, idosos, gestantes e pessoas com deficiência recebam alimentação adequada. Sistemas especializados facilitam o controle dessas refeições, otimizando estoque, custo e conformidade.[/iee_faq_rich_snippet_item]

    [iee_faq_rich_snippet_item question=”Qual é o diferencial do sistema de nutrição hospitalar da Teknisa?”]

    Sobretudo, a Teknisa tem uma solução completa que abrange todos os pontos críticos da gestão nutricional hospitalar: triagem clínica, produção, distribuição, rastreabilidade, room service e controle de custos. O sistema ainda tem a vantagem de se integrar ao prontuário eletrônico, tornando a gestão de saúde unificada, segura e estratégica.[/iee_faq_rich_snippet_item]

    [/iee_faq_rich_snippets]